quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Má digestão e gases: 4 receitas caseiras

Antes de partir para as receitas, certifique-se com um médico de que o problema é mesmo a indigestão.

Sofrer com má digestão e gases não é nada agradável. A indigestão, chamada pelos médicos de dispepsia, é uma condição que afeta o organismo logo após as refeições causando arrotos, náuseas, vômitos, gases, inchaço abdominal e queimação estomacal. Esse problema afeta muitas pessoas e, devido aos sintomas, é frequentemente confundido com a gastrite. Se você sofre com esse incômodo, conheça alguns bons remédios para má digestão a seguir.



Antes de partir para o uso dos remédios para má digestão é bem importante que faça uma consulta com um gastroenterologista para saber se o problema é mesmo a indigestão ou se os sintomas podem ser, por exemplo, de intolerância ao glúten, doença cada vez mais incidente nas pessoas de todas as idades.

Nesse caso, os remédios para indigestão não vão ajudar, pois a causa do problema, que é a ingestão de glúten, não estará sendo resolvida. Mas se já souber que os sintomas aparecem apenas quando exagera nas refeições de todos os tipos, veja o que ajuda a aliviá-los.

1. Chá de boldo

O boldo é um ótimo digestivo e também é recomendado para curar a ressaca porque ele estimula a produção de bile, ajudando o fígado a metabolizar o excesso de gordura. Esse chá é bom para quando fizer uma refeição gordurosa e o ideal é usar folhas frescas.

Basta misturar 1 colher de sopa de folhas picadas em meio litro de água fervente, deixar 10 minutos em infusão e coar. Rende 2 copos que podem ser tomados em momentos diferentes ou pode reduzir a receita pela metade para tomar somente 1 copo algum tempo depois de comer.

2. Chá de erva-doce

Essa aromática planta, bem popular, também é grande aliada entre os remédios para má digestão. A erva-doce estimula a produção de fluidos intestinais, melhorando a digestão, aliviando o inchaço, os arrotos, os gases e o mal-estar.

Para fazer esse chá, misture 1 colher de sobremesa de erva-doce picada, pode ser fresca ou seca, em 1 xícara de água acabada de ferver. Deixe em infusão até amornar, coe e beba sem adoçar, mais ou menos meia hora depois da refeição. É melhor não adoçar para evitar que o açúcar piore os sintomas.

3. Chá de hortelã-pimenta com tomilho

A hortelã-pimenta é uma planta com diversas propriedades medicinais que contribuem com a saúde do corpo inteiro, inclusive ajudando a melhorar a digestão dos alimentos mais pesados. O tomilho, além de servir como tempero, também tem propriedades que auxiliam a uma boa digestão e alívio dos sintomas.

Para preparar, misture 1 colher de chá de tomilho e 1 de hortelã-pimenta em 1 xícara de água fervente, deixando alguns minutos em infusão até amornar. Depois é só coar e beber, sem adoçar e sem comer nada junto. Deixe agir algumas horas antes da próxima refeição.

4. Chá verde

O chá verde, em especial misturado com a hortelã, é mais uma das ótimas opções de remédios para má digestão. Enquanto a hortelã alivia os sintomas, o chá verde estimula a produção de mais suco gástrico para que os alimentos continuem a ser digeridos.

O ideal é que você compre um que venha desidratado, mas não moído em saquinhos, pois esses podem conter misturas (blends) com outras ervas, modificando seu efeito. Para fazer, misture 1 colher de chá de folhas picadas de chá verde e 1 colher de chá de folhas picadas de hortelã em 1 xícara de água bem quente, mas sem deixar ferver. Depois de 5 minutos em infusão, coe e beba sem adoçar.

5. Medicamentos

Para tomar algum medicamento para má digestão, o ideal é consultar o médico primeiro. Além do motivo já mencionado da intolerância ao glúten, outros problemas podem causar esses sintomas, como a bactéria Elicobacter pylori que se desenvolve no estômago se alimentando do muco de suas paredes e provocando feridas que causam dor ao ser liberado o suco gástrico para digerir os alimentos.

Nesse caso o médico irá recomendar uma medicação antibiótica para matar a bactéria e medicamentos coadjuvantes para tratar das feridas. Se não for o caso e o médico apenas detectar que é má digestão, além de recomendar uma alimentação mais leve e equilibrada, poderá prescrever antiácidos para aliviar a queimação e antigases para reduzir a flatulência e o inchaço.

Água de limão para desintoxicar o organismo

Você conhece os benefícios da água de limão?

Trata-se de uma alternativa natural, simples e poderosa para desintoxicar o corpo.

Muita gente tem colocado a receita em prática e se surpreendido com o resultado.

O limão, como você já deve saber, é rico em nutrientes e vitaminas – o que é suficiente para evitar muitos problemas de saúde.

Além disso, ele contém antioxidantes e óleos essenciais, que são ótimos para combater infecções bacterianas e melhorar a digestão.

O limão, apesar de ser ácido no sabor, quando é metabolizado pelo nosso corpo, passa a ter um pH alcalino – por isso é maravilhoso para nossa saúde e bem-estar.

Quando preparamos a água de limão, temos a intenção de potencializar os efeitos desta fruta.

No entanto, há um detalhe especial que não é feito pela maioria das pessoas.

Simplesmente porque elas não sabem.

A melhor receita de água de limão você vai aprender agora.

E por que ela é a melhor?

Porque ela tem um reforço de outro ingrediente muito poderoso: o alho.

Veja como é superfácil:

INGREDIENTES:

🔻1 limão

🔻3 dentes de alho

🔻2 litros de água

MODO DE PREPARO:

Corte um limão em fatias e coloque em um recipiente com dois litros de água.

Adicione três dentes de alho e ponha na geladeira.

Faça isso à noite.

No outro dia, tome um copo assim que acordar.

À noite, uma hora depois de comer a última refeição, tome outro copo.

Conserve na geladeira e tome todo o conteúdo (vai dar para quatro dias)

No princípio, você pode sentir algum desconforto no organismo.

É sinal de de que a receita está desintoxicando seu aparelho digestivo.

Mas depois de uma semana você vai dar pulos de alegria e vai se sentir muito bem.

Conheça sete remédios caseiros para combater a diarreia

Existem maneiras muito eficazes de tratar a diarreia naturalmente, sem nenhum efeito colateral.

Evacuação mole e aquosa que pode ocorrer com frequência e que exige urgência para ir ao banheiro.

Essa é a definição correta para diarreia.

Você já passou por isso em algum momento da sua vida?

A diarreia pode ser desencadeada por uma infecção no trato gastrointestinal, causada pela presença de alguns micróbios comuns como:

🔺Norovírus, citomegalovírus, hepatite e rotavírus.
🔺Bactérias como Salmonella, Campylobacter, Shigella, e Escherichia coli.
🔺Outros organismos parasitas como Cryptosporidium, Giardia lamblia e Entamoeba histolytica.

Mas distúrbios intestinais, como doença de Crohn, síndrome do intestino irritável (SII), colite, doença celíaca e sensibilidade a produtos lácteos também podem provocar diarreia.

Outros fatores de risco para a doença incluem: cirurgia do estômago ou da vesícula biliar; condições hereditárias ou genéticas; doenças do pâncreas ou da tireoide; consumo de carnes cruas; engolir água ou nadar em água contaminada; comer alimentos contaminados ou não refrigerados.

Dor de estômago, inchaço, cólicas abdominais, perda de peso, sede aumentada e febre são alguns dos sinais mais comuns de diarreia.

Presença de sangue e pus nas fezes, desidratação e vômito persistente também são importantes sintomas. 

A boa notícia é que existem maneiras de tratar a diarreia naturalmente:

Água de limão

Esta mistura é conhecida por tratar sintomas de diarreia, como a desidratação.

Ingredientes:
🔻½ limão
🔻1 copo de água em temperatura ambiente
Modo de preparo:

Esprema o suco de meio limão em um copo de água.

Beba logo em seguida

Vinagre de maçã

As propriedades antimicrobianas do vinagre de maçã podem ajudar a combater os micróbios responsáveis ​​por causar diarreia, e sua ação anti-inflamatória pode aliviar a inflamação intestinal.
Ingredientes:
🔻2 colheres (chá) de vinagre de maçã
🔻1 copo de água
🔻Mel (opcional)

Modo de preparo:

Adicione duas colheres (chá) de vinagre de maçã a um copo de água, misture bem e adicione um pouco de mel.

Beba a mistura duas a três vezes ao dia, até que os sintomas desapareçam.

Água de coco

A água de coco pode ser usada como uma solução de reidratação para pessoas que sofrem de casos leves de diarreia.
Ingredientes:

🔻1 copo de água fresca de coco

Dica: beba um copo de água de coco diariamente e sempre que tiver diarreia. 

Óleo essencial de hortelã

O componente ativo do óleo de hortelã é o mentol, que pode ajudar a aliviar a dor abdominal que acompanha a diarreia.

Normalmente, encontramos o óleo essencial de hortelã em lojas de produtos naturais ou na internet.

Ingredientes:
🔻1 gota de óleo de hortelã
🔻1 copo de água morna

Modo de preparo:

Adicione uma gota de óleo de hortelã em um copo de água morna.

Faça isso de uma a duas vezes por dia.

Gengibre

O gengibre contém substâncias que podem ajudar a conter a diarreia e a ânsia de vômito.
Ingredientes:
🔻1 pedaço de 3 cm de gengibre (fatiado)
🔻1 xícara de água

Modo de Preparo:

Adicione o gengibre fatiado em um copo de água.

Ferva a mistura e coe.

Beba o chá ainda quente de gengibre.

Faça isso de duas a três vezes ao dia.

Soro caseiro

O soro caseiro ajuda a aliviar os sintomas de desidratação que acompanham a diarreia.
Ingredientes:
🔻1 colher (sopa) de açúcar
🔻1 colher (café) de sal
🔻1 litro de água fervida

Modo de preparo:

Misture tudo muito bem até que se dissolva.

Beba um copo da solução depois de cada episódio de diarreia ou consuma em colheradas ao longo do dia. 

Água de arroz

A água do arroz pode reduzir a diarreia sem causar nenhum efeito adverso na sua saúde.
Ingredientes:
🔻Meio copo de água de arroz.
Modo de preparo:

(cozinhe o arroz e, antes de secar, desligue o fogo e coe o líquido que restou.

Consuma meio copo de água de arroz após cada ida ao banheiro.

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Por que buscar por extraterrestres?

Como toda essa comoção a respeito de um possível próximo desacobertamento, muitas pessoas estão se perguntando se realmente deveríamos estar procurando por extraterrestres. Peter Franklin, do site UnHerd, mostra de forma simples a importância dessa missão.


Na UnHerd, gostamos de dar uma olhada mais de perto nas histórias pouco reportadas, mas hoje me aventuro no reino do ‘inexplicável’.

Eu começarei com algo que aconteceu comigo há um tempo atrás. Eu estava caminhando de uma tranquila estação ferroviária para a casa dos meus pais – a uma distância de cerca de uma milha (1,6 km). Estava escuro e a estrada estava deserta, mas eu estava bem com isso.

E então eu vi as luzes. Quatro delas. No começo eu pensei que elas eram aviões entrando em Gatwick, que não estava longe. Mas não havia nenhum ruído normal do motor a jato. E, de qualquer modo, as luzes estavam muito paradas e, até onde eu podia perceber, estavam muito baixas e próximas demais.

Eu estava olhando por sobre um campo; além disso, uma colina era quase visível contra o céu noturno. As luzes, eu percebi, estavam abaixo do linha do topo das colinas – então eu pensei que elas poderiam estar brilhando a partir da encosta. Só que eu sabia que não havia casas lá. Nenhum edifício de qualquer tipo, apenas bosque. Fogueiras, foi meu próximo pensamento.

E então eu vi que elas estavam se movendo. Lentamente, mas em perfeita formação – e paralelas ao meu próprio caminho. Eu vou admitir: nesse momento meu sangue gelou. Ou foi apenas a rajada de vento nas minhas costas? Porque foi isso que deu: as coisas ​​eram lanternas chinesas (balões) à deriva na brisa…

Os OVNIs se revelaram não mais do que um irresponsável truque de festa. E sim, eu me senti idiota por não ter percebido isso imediatamente. No entanto, sou grato pela experiência. Por um momento, o mundo comum cedeu sob meus pés, deixando-me lutando para explicar as evidências com as quais meus olhos me apresentavam. Esse breve momento de admiração e terror me deixou com muito mais simpatia por aqueles que têm mais encontros duradouros com o inexplicado.

Os OVNIs voltaram ao noticiário ultimamente após um desenvolvimento relatado pela primeira vez por Bryan Bender no site Politico, no mês passado:

A Marinha dos EUA está elaborando novas diretrizes para pilotos e outros funcionários, para relatarem encontros com ‘aeronaves não identificadas’, um novo passo significativo na criação de um processo formal para coletar e analisar os avistamentos inexplicados – e desestigmatiza-los.

O movimento anteriormente não relatado é em resposta a uma série de avistamentos de aeronaves desconhecidas e altamente avançadas que se intrometem nos grupos de ataque da Marinha e em outras formações e instalações militares sensíveis, diz o serviço.


Apesar de não tirar conclusões precipitadas, parece que a Marinha dos EUA está mantendo uma mente aberta.

A Marinha informou em uma declaração, em resposta a perguntas do site Politico:

Houve vários relatos de aeronaves não autorizadas e/ou não identificadas que entraram em várias áreas controladas pelos militares e designaram o espaço aéreo nos últimos anos.

Por questões de segurança, a Marinha e os [EUA Força Aérea] leva esses relatórios muito a sério e investiga todo e qualquer relatório.


Os pilotos têm relatado “fenômenos aéreos não identificados” (FANIs) por décadas. Você pode ter certeza de que qualquer pessoa autorizada a pilotar uma aeronave avançada, mortal e extremamente cara dos militares dos EUA passou por uma bateria de testes psicológicos. Portanto, se essas pessoas estão relatando FANIs/OVNIs, é totalmente razoável que as autoridades investiguem – e que a grande mídia cubra o problema.

É importante que não percamos nosso apetite pelo inexplicado. É verdade que o campo foi colonizado por todo tipo de maluco e teórico da conspiração, prejudicando assim pesquisadores respeitáveis. Mas em um mundo sujeito a observações científicas cada vez mais extensas, qualquer coisa que descobrirmos no futuro será cada vez mais elusiva e/ou estranho. Quebrar um campo genuinamente novo na ciência (em vez de descobrir cada vez mais sobre cada vez menos) depende de nossa disposição permanente de nos aventurarmos em território desconhecido.

A título de ilustração, aqui está uma história da França dos anos 1920: trata-se da minha bisavó Alice, que morreu antes de eu nascer, mas a quem me disseram era uma pessoa sóbria e sensata.

Uma tarde, Alice estava em sua cozinha quando ouviu o trovão. Não gostando de tempestades, ela foi fechar a janela. Foi então que ela viu o que descreveu como uma ‘bola de fogo’ sobre o muro do jardim. Aproximadamente do tamanho de uma bola de futebol e brilhando intensamente, ela estava levitando do chão e movendo-se a toda velocidade em direção a ela. Felizmente, ele atingiu uma macieira primeiro – sobre a qual explodiu em nada.

Não havia outras testemunhas e nenhuma evidência, além de uma árvore queimada. Alice não poderia oferecer nenhuma explicação para o que ela tinha visto; e, além de contar a sua família, não procurou atenção. Isto ocorreu, claro, várias décadas antes do início da loucura dos OVNIs.

O que ela presenciou, no entanto, tem uma explicação provável – o fenômeno incomum, mas terrestre, de um raio globular. Sendo raro e imprevisível, esse fenômeno ainda não é bem compreendido, mas foi cientificamente documentado – e várias teorias sobre o assunto foram propostas.

Antes da década de 1960, no entanto, os cientistas eram altamente céticos – descartando relatos de testemunhas durante séculos. Se, na década de 1920, minha bisavó tivesse perseguido o assunto, sua experiência teria sido arquivada sob o título de ‘paranormal’ e não teria crédito.

Portanto, fico feliz que a Marinha dos EUA esteja prestando atenção às coisas estranhas que seus pilotos veem. Não significa que os homenzinhos verdes estão por trás de tudo – ou mesmo os russos. Mas se eles encontrarem uma explicação, ela será interessante.

O princípio de novas coisas ficando mais estranhas ao longo do tempo faz muito sentido. Por exemplo, muitas vezes se vê acidentes de avião e outros desastres descritos como ‘acidentes estranhos’. Isso não é apenas linguagem clichê, mas um reconhecimento de que, tendo eliminado os contratempos de rotina por meio de medidas modernas de segurança, tudo que ainda dá errado é, por definição, incomum e imprevisto.

É o mesmo com o entendimento científico. Documentamos e explicamos quase tudo à vista e, portanto, o que ainda não definimos não será óbvio. O que significa que, apesar da proliferação de disparates pela Internet, devemos manter uma mente aberta e esperar o inesperado.

Fonte

sexta-feira, 22 de março de 2019

Emagreça com Água de Canela

Além de ser uma boa opção para que você tome mais água durante o dia, essa mistura vai te fazer muito bem!

Crédito: Pixabay

A água de canela possui propriedades que ajudam a acelerar o metabolismo e a queimar gorduras, sendo um ótimo aliado ao emagrecimento saudável, se, claro, aliada a uma dieta equilibrada e à prática de exercícios físicos.

A cada 100g de canela, você tem 431 mg de potássio, 4g de proteínas, 8,3 mg de ferro, 1002 mg de cálcio, 60 mg de magnésio, além das vitaminas A, C, D, B6 e B12.

Esta bebida alia os benefícios da canela com a tão necessária hidratação da água, tendo propriedades antioxidantes e antibióticas. Seu consumo regular pode ser capaz de combater várias doenças.

A canela é um excelente suporte no combate a doenças neurodegenerativas, tumores, meningite e muitas outras.

Água de canela emagrece?

A canela ajuda a reduzir a quantidade de açúcar no sangue, sendo assim essencial para quem quer emagrecer. Quando seu organismo tem picos de glicose, você fica com uma sensação de fome mais intensa. Com isso, você acaba beliscando algum lanchinho fora de hora.

Ao reduzir e controlar o açúcar, o apetite será reduzido, pois você vai se sentir a sensação de saciedade mais rapidamente e por mais tempo.
Outros benefícios da água de canela

1. Ajuda a reduzir os cistos nos ovários

Infelizmente, é cada vez mais comum encontrar mulheres que sofrem com ovários policísticos. Causada por alterações hormonais, nessa doença alguns cistos aparecem nas bordas externas do mesmo dos ovários.

É uma doença que tem cura e o tratamento natural é indicado para acompanhar e agilizar o processo. É o caso da água com canela e mel, que ajuda a diminuir os efeitos da doença.

2. Reforça a imunidade

Por apresentar propriedades anti-inflamatórias, com a presença de polifenóis, antioxidantes e proantocianidinas, a água com canela ajuda a reforçar sua imunidade.

Ela é capaz de colaborar na prevenção da proliferação de fungos e bactérias, ajudando também a estimular a circulação do sangue, reduzindo a dor em casos de artrite.

3. Ajuda a lidar com as cólicas menstruais

Dadas suas propriedades antiespasmódicas, a canela ajuda a reduzir a dor durante o período menstrual, sendo um grande conforto nessa fase.

Além disso, a frequência das cólicas pode será reduzida, quando você consome a água de canela.

Pode ser ingerida em forma de chá ou gelada, de acordo com o seu gosto e necessidade no momento da cólica.

4. Diabetes

A canela ajuda a aliviar as consequências do diabetes tipo 2, pois ajuda a reduzir a glicose e a pressão arterial.

Auxilia também na diminuição da resistência à insulina, podendo diminuir a dependência de medicamentos. A canela atua nas células do músculo, ajudando no processo de conversão de açúcar em energia.

Esse conjunto de atributos faz com que os níveis de açúcar se estabilizem.

5. Combate o colesterol

A água de canela contribui para reduzir a quantidade de LDL no organismo, mais conhecido como colesterol ruim, além dos triglicerídeos.

Além disso, estimula a produção do HDL – o colesterol bom, que também ajuda a eliminar o LDL.

Se ingerida regularmente, a bebida atenua o impacto de uma alimentação muito gordurosa, reduzindo assim seu impacto sobre o organismo.

Além de todos esses benefícios para a saúde, a canela pode trazer prosperidade para a sua casa.

Como fazer água de canela

Crédito: Pixabay

É muito simples de fazer. O importante é dar atenção à qualidade dos ingredientes utilizados, preferindo sempre produtos mais frescos.

Ingredientes

Canela em pau: 1 pedaço;
Água: 1 litro.

Modo de preparo

Coloque a canela na água e deixe durante toda a noite na geladeira;
Beba durante o dia.

Você pode também fazer a água um pouco mais concentrada. É só preparar um chá com 1 xícara (chá) de água e 1 pau de canela. Depois misturar com mais água de canela.
Como tomar

É importante tomar um copo de água de canela em jejum, para potencializar seus efeitos.

Recomenda-se beber também uma hora antes das refeições, ajudando na queima e menor absorção de gorduras.

A quantia recomendada na receita anterior é para ser utilizada em um dia. Se sobrar água, ela não deve ser consumida no dia seguinte.
Contraindicações e cuidados

Como o chá diminui os níveis de glicose, pessoas com diabetes e que já fazem uso de algum remédio que controle o açúcar no sangue devem estar atentas. Monitore para ver se os índices não baixam demais.

Da mesma forma, pessoas que usam anticoagulantes não devem ingerir essa água, pois a canela também potencializa esse efeito.

Outro grupo que deve evitar a canela é o que sofre com síndrome do intestino irritável e úlceras no estômago.

Lembre-se sempre de consultar um médico e não ingira nada sem que ele autorize.

Os benefícios da água de côco



Beber água de coco verde é excelente para a saúde. Além de ser refrescante, contém nutrientes essenciais para o funcionamento do corpo. Ela é rica em potássio, sódio, fósforo e manganês. Tem também proteínas e vitaminas A, B e C, sendo considerada um isotônico natural e, diga-se de passagem, o mais saboroso e barato.

Você pode tomar a água de coco a qualquer hora do dia, mas existem certos horários, nos quais seus benefícios se multiplicam.

Quando beber água de coco?


Para algumas pessoas, se fosse possível substituir a água natural pela do coco, seria perfeito. Já se você tiver uma quantidade limitada, pode então escolher os melhores horários, de acordo com os resultados desejados.

1. Ao acordar
A água de coco é excelente para se tomar ao acordar, ainda de estômago vazio, pois contém ácido láurico. Isso vai aumentar a sua imunidade e acelerar o metabolismo.

Vai também ajudar em casos específicos, como os enjoos matinais e azia, seja para as gestantes ou para pessoas que sofrem com gastrite e outros problemas estomacais.

2. Pré-treino

Tomar um copo de água ao menos 30 minutos antes de treinar vai garantir que seu corpo possa trabalhar melhor, com menor incidência de cãibras.

Ela dá também energia de qualidade para começar o exercício, além de hidratar o corpo, que irá perder muita água através do suor.

3. Pós-treino

Após os treinos não é segredo nenhum que a água de coco é simplesmente perfeita. Como ela é um isotônico natural, ajuda a repor os eletrólitos perdidos, evitando a desidratação.

Ela também dá aquela energia extra para você prosseguir com o dia, combatendo a fadiga e complementando nutrientes como a proteína, principalmente se ingerir também a polpa.

4. Antes das refeições

Por ser rica em nutrientes e ter pouco carboidrato, ela é excelente para ser ingerida antes das refeições, pois ajuda a reduzir a vontade de encher o prato.

O ideal é tomar 15 minutos antes de comer, ajudando a manter as porções sob controle, além de preparar o estômago para processá-las.

5. Depois das refeições

Tomar um copo de água de coco depois das refeições ajuda no processo de digestão, sendo ideal para quem sofre com estômago pesado depois de comer.

Ela também ajuda a reduzir a quantidade de gases produzidos no intestino, diminuindo o inchaço e melhorando o processo digestivo.

6. Antes de deitar
Beber um copo de água de coco antes de dormir vai ajudar a limpar o seu sistema urinário, evitando infecções, sendo recomendado para quem sempre sofre com crises de cistite.

Além disso, ajuda a relaxar e repor os eletrólitos perdidos durante o dia, evitando a sede durante a noite.

7. Depois da festa

Se você abusou um pouco do álcool, tome um copo de água de coco antes de dormir e um ao acordar. Isso vai ajudar a repor os eletrólitos perdidos pela desidratação causada pelo consumo de álcool, além de reduzir o enjoo e cansaço do dia seguinte.

8. Quando doente

A água de coco pode ser consumida – e muitas vezes deve – durante muitos processos de cura de doenças, como a gripe, problemas estomacais, intestinais, renais, fadiga, depressão e muitas outras.

É um remédio natural quase sem contraindicação, que pode ajudar no processo de cura e recuperação em muitos casos, sendo uma das melhores bebidas que existem.

A inteligência Artificial a serviço da Saúde

Inteligência artificial é capaz de perceber padrões oculares para identificar doenças antes que sintomas apareçam.GETTY IMAGES
O dia estava ensolarado com um ar de primavera. Eu seguia Angela, cujo nome foi alterado para proteger sua identidade, por um corredor que levava ao meu consultório em Melbourne, na Austrália. Ela era minha paciente havia vários anos, mas só naquela manhã notei que ela arrastava os pés enquanto andava. Sua face estava sem expressão e ela tremia levemente.

Eu a encaminhei a um neurologista e, em uma semana, ela começou a receber tratamento para o mal de Parkinson. Mas fiquei chateada por não perceber seus sintomas antes.

Infelizmente, esta é uma situação comum para pacientes em todo o mundo. Eles só são diagnosticados quando começam a mostrar sinais visíveis da doença - quando o corpo avisa os médicos de que algo está errado. Se a doença pudesse ser detectada mais cedo, os pacientes teriam a chance de receber um tratamento precoce e até de interromper a condição antes que ela se manifestasse.

Uma nova tecnologia começa a oferecer essa esperança.

Com a ajuda da inteligência artificial, os pacientes e os médicos podem ser alertados sobre possíveis mudanças na saúde de pacientes meses ou até anos antes que os sintomas apareçam.

O futurista Ross Dawson, fundador da Future Exploration Network, prevê uma mudança do atual modelo voltado mais para o tratamento de doenças para um novo ecossistema de saúde mais focado na prevenção e no rastreamento de possíveis problemas antes que eles tenham a chance de se desenvolver.
Nossas características faciais podem dar informações sutis sobre certas doenças genéticas raras, as quais computadores estão ajudando médicos a identificar.
"A expectativa de se viver uma vida plena e saudável está impulsionando mudanças de atitude na sociedade", afirma Dawson. "A explosão de novas tecnologias e algoritmos desta década aprofundou o aprendizado sobre a inteligência artificial (IA), tornando-a mais eficiente que humanos no reconhecimento de padrões."

Ao rastrear a frequência cardíaca, respiração, movimento e até substâncias químicas da respiração, a IA consegue detectar potenciais problemas de saúde muito antes de surgirem sintomas óbvios. Isso pode ajudar os médicos a intervir ou permitir que os pacientes mudem seu estilo de vida para aliviar ou prevenir doenças. Talvez esses sistemas possam até discernir padrões invisíveis ao olho humano, revelando aspectos surpreendentes de como o corpo pode nos enganar.

Janelas para a sua saúde

Dawson destaca estudos em que a IA consegue antecipar as chances de um indivíduo sofrer um ataque cardíaco ao monitorar constantemente seu pulso.
Os padrões de vasos sangüíneos na retina na parte posterior do olho revelam se você está correndo risco de sofrer um ataque cardíaco
Um estudo recente de pesquisadores do Google mostrou que os algoritmos de inteligência artificial também podem ser usados para prever pelo olhar de um indivíduo se ele tem chances de sofrer um ataque cardíaco.

Eles treinaram a IA com exames de retina de 284.335 pacientes. Ao procurar padrões nos cruzamentos de vasos sanguíneos, a máquina aprendeu a identificar os sinais indicadores de doenças cardiovasculares.

Movimentos diários

Se Dina Katabi estiver no caminho certo, atrasos no diagnóstico de doenças genéticas e condições debilitantes como o mal de Parkinson, depressão, enfisema, problemas cardíacos e demência serão coisas do passado.

Ela projetou um dispositivo que transmite sinais sem fio de baixa potência em uma residência. Essas ondas eletromagnéticas refletem no corpo do paciente. Toda vez que nos movemos, mudamos o campo eletromagnético ao nosso redor. O dispositivo de Katabi detecta essas reflexões minúsculas usando o aprendizado de máquina para acompanhar os movimentos do paciente pelas paredes.
Sinais sem fio que ultrapassam as paredes são usados para monitorar a postura do paciente, respiração e até o sono para detectar os primeiros sinais de doença
Katabi descreve os sinais sem fio como "máquinas incríveis" que vão além de nossos sentidos naturais. A implantação de um dispositivo na casa do paciente permite que seus padrões de sono e mobilidade sejam continuamente monitorados. O sistema pode captar suas taxas de respiração - mesmo com várias pessoas em uma sala - e detectar se alguém tem uma queda. Ele pode monitorar seus batimentos cardíacos e fornecer informações até sobre seu estado emocional.

"Nós não os vemos, mas eles podem complementar nosso conhecimento de forma quase mágica", afirma a pesquisadora. "Nosso novo dispositivo é capaz de atravessar paredes e extrair informações vitais que ampliam nossa limitada capacidade de perceber mudanças".

Essa capacidade de procurar mudanças no comportamento diário dos pacientes pode fornecer pistas precoces de que algo está errado, talvez antes de eles mesmos saberem.

Muitos de nós já utilizam uma infinidade de dispositivos para monitorar tudo, desde a ingestão de calorias até o número de passos que damos por dia. A inteligência artificial pode desempenhar um papel vital na compreensão dessas informações.

Essa capacidade de prever mudanças na saúde pode ser importante à medida que a população envelhece - de acordo com a ONU, um quinto da população global será de pessoas acima de 60 anos em 2050.

"Cada vez mais pessoas idosas estão vivendo sozinhas, sobrecarregadas com doenças crônicas, o que provoca enormes problemas de segurança", diz Katabi. Ela acredita que seu dispositivo permitirá uma intervenção precoce de médicos, evitando potenciais emergências médicas.

Diagnóstico pelo olhar

A inteligência artificial também poderia detectar doenças a partir do olhar das pessoas. A startup FDNA desenvolveu o aplicativo Face2Gene, que usa a chamada "fenotipagem profunda" para identificar possíveis doenças genéticas a partir dos traços faciais de um paciente. Ele emprega uma técnica de IA conhecida como aprendizado profundo, que ensina algoritmos a detectar características faciais e formas tipicamente encontradas em distúrbios genéticos raros, como a síndrome de Noonan.

O algoritmo foi treinado com mais de 17 mil fotografias de pacientes que sofrem de uma entre 216 condições genéticas listadas. Em alguns desses distúrbios, os pacientes desenvolvem características faciais específicas. Por exemplo, na deficiência intelectual do tipo Bain, crianças têm olhos em forma de amêndoa e queixos pequenos. O algoritmo do FDNA aprendeu a reconhecer esses padrões faciais distintos que muitas vezes são indetectáveis pelos médicos.
Médicos raramente detectam doenças em pacientes que não apresentam sintomas
Os testes do Face2Gene acertaram o diagnóstico em 91% das vezes, superando o desempenho de médicos para condições como a síndrome de Angelman e de Cornelia de Lange.

O diagnóstico precoce de síndromes genéticas raras permite a introdução de tratamentos mais prontamente, além de poupar as famílias da odisseia diagnóstica que essas condições geralmente envolvem. Com doenças raras afetando cerca de 10% da população mundial, ferramentas de IA provavelmente mudarão a cara da medicina.

Dentro do seu cérebro

Médicos e cirurgiões há muito confiam em raios-X e tomografias para ajudá-los a diagnosticar condições relacionadas aos sintomas dos pacientes. Mas e se fosse possível usar esses exames para identificar uma doença antes que ela comece a causar problemas?

Ben Franc, professor de radiologia clínica da Universidade de Stanford, está empenhado em desvendar os segredos por trás de milhões de tomografias computadorizadas realizadas rotineiramente nos departamentos de oncologia. Em geral, médicos usam esses escaneamentos para detectar tumores cancerosos, mas nunca os analisam em busca de outros riscos potenciais à saúde do paciente.

Em um projeto piloto, Franc e sua uma equipe estudam se mudanças no metabolismo cerebral apontadas pelos exames podem prever o mal de Alzheimer, condição que afeta 10% das pessoas com mais de 65 anos.

A partir da IA, eles desenvolveram algoritmos capazes de detectar mudanças sutis no metabolismo cerebral, no caso a captação de glicose em certas áreas do cérebro, que possivelmente ocorrem no início do desenvolvimento da doença. Em testes de imagem de 40 pacientes, o algoritmo detectou a doença em média seis anos mais cedo que os médicos. Isso abre a perspectiva de se diagnosticar essa condição devastadora anos antes de os sintomas aparecerem.

"Os computadores podem encontrar associações que humanos levariam a vida toda para fazê-las", diz Franc. "A IA nos permite tirar proveito da expertise extraída de milhões de casos, o que pode garantir um diagnóstico precoce e, espera-se, a um tratamento mais oportuno e eficaz."
Ao procurar mudanças sutis no metabolismo do cérebro a partir de exames médicos, a IA poderia ajudar a diagnosticar o mal de Alzheimer anos antes de sintomas aparecerem
E o alvo não é apenas o mal de Alzheimer. Seu grupo de pesquisa também publicou recentemente um artigo mostrando que os enormes conjuntos de dados de ressonância magnética e tomografia computadorizada podem ser usados para prever o subtipo de câncer de mama do paciente, bem como suas chances de sobrevida sem recaída.

Esse novo campo em crescimento é conhecido como radiômica e usa dados brutos para identificar características que não podem ser vistas a olho nu. Existem mais de cinco mil recursos de imagem independentes que podem ser usados e a IA oferece uma nova e poderosa maneira de analisar todos eles.

"Usando o aprendizado de máquina, conseguimos identificar características que podem ser usadas para fazer previsões", diz Franc. Ele espera usar a IA fora do hospital para avaliar a saúde geral de um indivíduo. Por exemplo, ele acredita que banheiros inteligentes podem buscar mudanças na urina ou nas fezes de uma pessoa para prever doenças.

Como você fala

Hoje a tecnologia de exames e imagens já fornece pistas sobre o estado físico do paciente, mas há menos recursos para se diagnosticar condições de saúde mental. No entanto, o número de pessoas que sofrem de distúrbios mentais só faz crescer, com um total 25% da população global e proporções epidêmicas em alguns países. Como são uma das principais causas de incapacidade, isso coloca uma enorme pressão sobre a sociedade.

O aprendizado de máquina oferece novas formas de detectar precocemente as condições de saúde mental a partir de sinais escondidos na escolha das palavras, no tom de voz e em outras nuances da linguagem.

Ellie é uma avatar que atua como terapeuta virtual e foi desenvolvida pelo Instituto de Tecnologias Criativas da Universidade do Sul da Califórnia. Ela pode analisar mais de 60 pontos no rosto de um paciente para determinar se ele está deprimido, ansioso ou sofrendo de transtorno de estresse pós-traumático.

O tempo que uma pessoa leva para fazer uma pausa antes de responder uma pergunta, sua postura ou o quanto ela acena com a cabeça - tudo fornece a Ellie mais pistas sobre o estado mental do paciente durante a "consulta".
Um terapeuta virtual que analisa a linguagem corporal e o tom de voz usado pelos pacientes pode identificar sinais de depressão ou de TEPT
Espera-se que esta forma de aprendizado de máquina "melhore a previsão, o diagnóstico e o tratamento de transtornos mentais", escreveram Nicole Marinez-Martin e seus colegas da Escola de Ética Biomédica de Stanford em um artigo recente publicado no Journal of Ethics.

Os avanços na IA também produziram robôs emocionalmente inteligentes capazes de ter conversas naturais com seres humanos - tecnologia que está garantindo o acesso a tratamento a um número maior de pessoas. Wysa, por exemplo, é um robô projetado por terapeutas e pesquisadores de IA para estimular nas pessoas habilidades de resiliência mental a partir de técnicas da terapia cognitivo-comportamental. A ideia é que o robô faça perguntas que as ajudem a entender como se sentem depois de um dia difícil.

Decisões difíceis

A combinação de medidas biométricas com o perfil genético de um indivíduo pode ajudar a prever fatores de risco de tal forma que podem substituir diretrizes médicas gerais. No mundo da medicina de precisão, a IA pode tornar o check-up anual anacrônico.

Mas quanta confiança estamos dispostos a colocar em um algoritmo sobre decisões de nossas vidas? Um artigo recente no AMA Journal of Ethics apresenta um cenário hipotético em que o aprendizado de máquina é usado em decisões do fim da vida. Na ocasião, os autores ressaltam que "um algoritmo não perderá o sono se prever, com alto grau de confiança, que uma pessoa gostaria que a máquina que dá suporte a sua vida fosse desligada".

A questão é: queremos que algo como a IA, que não se preocupa com suas decisões, faça ponderações tão importantes?

Talvez ainda preferíssemos a abordagem de um médico ao de uma máquina. Mas, em um futuro próximo, a IA pode entender questões bem antes dos especialistas humanos. Por serem totalmente adaptadas a nossa personalidade, comportamento e emoções, elas poderiam nos alertar sobre algo que salvaria nossa vida.

Portanto, embora não possamos esperar que um computador sinta emoções, podemos querer que ele entenda o que e como estamos nos sentindo.

O Bruxo e o Poder

As pessoas quando ouvem que você é um Bruxo, pensam e deduzem que você é um ser supremo com todas as receitas, poções, magias e feitiços do mundo na sua cabeça, livro ou varinha de condão. Acho engraçado como as pessoas olham você com interesse quando você diz seguir uma determinada religião e outras com cara de espanto e pensando com qual diabo você fez um pacto.

Ser seguidor de uma religião não convencional está sendo de grande procura por todos que buscam "algo" para a sua vida. Todos ficam sintonizados, lendo revistinhas de "Wichcraft", Seriados, ou buscando sacerdotes e/ou sacerdotisas que lhe ensinem um caminho a seguir, com suas receitas de bolos para solucionar todos os problemas da sua vida.

Vou ser sincero, se você busca uma solução para todos os seus problemas e um atalho para a felicidade, esse caminho provavelmente não é o da Bruxaria. Não ensinamos os atalhos para o qual cada um deve seguir, nem mostramos seus animais guardiões para seres expostos como bichinhos de estimação e nem saímos em praça pública com atames e "parafernalha" pendurada pelo pescoço para dizer que somos diferentes e possuímos poder.

O caminho de um Bruxo é o de se auto-descobrir todos os dias, buscar na reflexão qual o sentido de sua jornada, lutar e enfrentar diariamente o seu maior inimigo, que é a si mesmo. O poder do Bruxo está no intuito de suas ações, buscando no caminho todo o conhecimento e sabedoria para sentar-se com os semelhantes na fogueira e compartilhar o conhecimento da batalha travada. Não buscamos títulos e reconhecimento da sociedade para nos verem como superiores, buscamos apenas o respeito de nossos semelhantes para seguirmos nosso caminho em paz e em Awen.

Para quem pretende seguir um caminho de conhecimento, sabedoria e êxtase, tem que aprender a dar valor a sua conduta. Aprender a ter humildade para reconhecer sua ignorância perante os acontecimentos, lealdade para com os amigos e honestidade consigo mesmo. Reconhecer suas fraquezas e medos, mas não deixar que ele os domine, mas buscar neles as forças necessária para ter coragem e força para seguir com a proteção dos Deuses.

Saber quem você é, qual a sua origem e valorizar seu sangue (ancestrais) é fundamental para entender como você age e se relaciona com o mundo. Vejo muitos dizendo que são bruxos e mau conseguem conversar com a sua mãe, acreditam que ser rebeldes com roupas pretas os diferenciam e dá poder para agirem da forma que desejam sem responsabilidade alguma, fazendo "feiticinhos" e unguentos que resolvam seus problemas amorosos, financeiros e familiares. Vou contar um segredinho, você é responsável por suas ações, suas derrotas e vitórias, só assim haverá crescimento, maturidade e aprendizado.

Bruxos e Magos: Diferenças

Existem diversos fatores que diferenciam os praticantes da Bruxaria dos adeptos da Magia, entre elas algumas são:

BruxosMagos

 
Orientação PoliteístaOrientação Monoteísta
Interage com as energias naturaisManipula as energias naturais
InformalidadeFormalidade
EmotividadeRacionalidade
Busca vivênciasBusca conhecimento
Vivencia é SaberConhecimento é poder
Tem a magia como um estado de Espírito. Vive a magiaTem a magia como instrumento.  Pratica a magia
Ritos de evocação religiosaRitos cerimoniais
Faz feitiços e encantosFaz experimentos complexos
ReligiosidadeCientificismo
Espírito de ComunhãoEspírito de Fraternidade
Fonte

A História do Código Morse

Você sabe o que é o código morse?Ou ainda quando ele foi criado e com que finalidade? Neste artigo vamos dar as respostas para estas perguntas e ainda por cima mostrar o alfabeto em código morse e dar algumas dicas de como aprender essa linguagem.

Em primeiro lugar é preciso saber que a transmissão por código morse não é usada ou monitorada por nenhum país do mundo de maneira oficial. No entanto, ele foi um código de linguagem de extrema importância para a história das comunicações.

Principalmente no que diz a respeito a Segunda Guerra Mundial. Já que, uma década antes, o código passou a ser usado em todas as transmissões marítimas e até mesmo áreas.

Isso se tornou decisivo para a realização de manobras a fim de evitar ataques inimigos. Por causa da importância histórica deste tipo de código, este post é dedicado totalmente a tirar dúvidas e apresentar curiosidades sobre ele.

O que é o código morse?

O código morse é um sistema de transmissão por código, que usa sinais binários, que foi criado originalmente para ser usado com telégrafos elétricos. Um telégrafo era um aparelho de comunicação para longas distâncias que foi criado em 1835, nos Estados Unidos.

Um dos criadores, e que batizou a invenção foi Samuel Morse, um artista, físico e inventor. Ele desenvolveu um sistema de códigos, que usava pulsos elétricos para enviar informações em longas distâncias.
Esse sistema de códigos usava pulsos elétricos para enviar informações em longas distâncias 
Para isso, utilizava pontos e linhas que eram organizados para representar um certo número, que estaria em um dicionário com a palavra equivalente.

No início os telégrafos funcionavam usando correntes elétricas que serviam para controlar eletroímãs e produzir os pulsos magnéticos variados. Morse criou esse aparelho em conjunto com o físico Joseph Henry e com o inventor Alfred Vail.

Para conseguir enviar as informações era necessário criar um código que utilizasse apenas três tipos de pulsos e espaços entre eles.

História


Na mesma época, mais precisamente em 1837, na Inglaterra, os inventores William Cooke e Charles Wheatstone criaram um sistema parecido. No entanto, o deles utilizava um sistema de agulhas que girava para indicar qual letra estava sendo enviada. No entanto, esse aparelho não conquistou o público e apenas duas unidades foram vendidas.

Em 1844, o telégrafo de Morse foi a público e logo se tornou um sucesso. A ideia, desde o início, era que operadores treinados decodificaram os sinais para enviar ou receber mensagens de várias partes do mundo.

Uma curiosidade é que o sistema de codificação binário não foi criado por Samuel Morse. Se tem registros que datam entre os anos 400 e 200 antes da Era comum da região onde fica a Índia. Esse sistema antigo, que era muito parecido com o código morse, foi descrito pelo matemático indiano Pingala.

Como ele se tornou o que conhecemos hoje?

A ideia inicial de Morse era criar um sistema de linhas e pontos, que podiam ser traduzidos em números. Cada conjunto de números serviria para representar uma palavra, que estaria contida em um grande dicionário entregue a cada um dos controladores.

Pouco tempo depois, Alfred Vail, que foi o seu parceiro na invenção, trabalhou para aprimorar esse código. Sendo assim, ele adicionou letras e outros símbolos especiais, para deixar o sistema de transmissão mais acessível e usável.

Para isso, ele também analisou a frequência em que as letras do alfabeto latino eram utilizados no idioma inglês. Dessa maneira, ele pode colocar as letras mais usadas nas sequências mais curtas de pontos e traços. Já as letras menos utilizadas ficaram com as sequências maiores. Sendo assim, o código ficou mais curto e fácil de ser aprendido e interpretado. Mesmo que não fossem ouvidos ou vistos todos os sinais do código.

Outro fato que ajudou a popularizar o modelo criado por morse foi que não havia a necessidade de ter uma folha de papel acoplada a máquina. No início ela digitava os símbolos em uma tira de papel e pouco tempo depois isso se tornou opcional, pois os operadores conseguiam ouvir os pontos elétricos que eram enviados. Dessa forma, era possível fazer uma decodificação rápida, precisa e sigilosa. Com isso, o código morse pode ser um sinal sonoro, luminoso ou até mesmo escrito.

O mais conhecido alfabeto em código morse é no alfabeto latino, que é usado em quase todos os países ocidentais. Contudo, alguns países possuem um alfabeto próprio. Por isso, ao longo dos anos foram sendo criadas extensões para o código morse oficial, fazendo com que ele pudesse ser utilizado em todo o mundo.

Onde o código morse era utilizado?

No início, o código morse era usado em todas as comunicações de longa distância, que precisavam ser feitas em um curto espaço de tempo. Para isso era utilizada uma rede de telégrafos espalhados por várias partes do mundo.

A partir de 1890 ele passou a ser usado em larga escala em transmissões viasinal de rádio. Vale lembrar que nessa época ainda não era possível enviar voz. Ou seja, o código morse era a única maneira possível de comunicação através do rádio. Dessa maneira, grande parte das comunicações a longa distância que foram realizadas durante o final do século 19 e início do século 20, utilizaram o código morse.

Seja através de telégrafos, rádios ou mesmo cabos submarinos que foram instalados em várias regiões. Na década de 1920, todo avião comercial ou militar, deveria ter a bordo uma pessoa capaz de entender o código morse.

Isso servia para receber ou enviar mensagens para a torre de controle, que ficava no solo. Na década seguinte, pilotos civis e militares precisavam ter habilitação no código para fazer qualquer voo. Principalmente pelo fato de todos os sistemas de navegação e comunicação serem feitos dessa maneira. Esse sistema foi batizado de radiotelegrafia, já que unia as duas tecnologias para trazer agilidade ao processo.

Durante a Segunda Guerra Mundial, que durou de 1939 a 1945, essa tecnologia foi implantada nos navios e largamente utilizada pelo mundo. Sendo assim, todos os navios deveriam ter a bordo pessoas que soubessem código morse, como uma forma de receber e enviar mensagens, coordenadas e evitar ataques de forças inimigas.

Da mesma forma começaram a ocorrer interceptação de mensagens e espionagem da comunicação inimiga. Era usada também para enviar mensagens diretamente para os campos de batalha, para repassar ordens e planos para agir.

Onde ele é usado atualmente?

Por conta da sua importância para o início das comunicações em longas e em um curto período de tempo, o código morse é reconhecido como linguagem oficial em quase todos os países.

No entanto, o seu uso atualmente ficou restrito a alguns serviços específicos e a entusiastas de rádio amador. Inclusive, até recentemente, saber perfeitamente o código morse era um dos requisitos para conseguir a licença de rádio amador.

Na marinha mundial o código deixou de ser usado em 1999. Sendo substituído pelo Sistema Mundial de Socorro e Segurança Marítima. A guarda costeira e marinha dos Estados Unidos, no entanto, usa até hoje uma comunicação através de código morse.

Algumas áreas da aeronáutica e da aviação civil ainda utilizam leitores de código morse. Para fins militares, quase nenhum país do mundo declarou oficialmente fiscalizar as transmissões nesse tipo de código.

Como ler em código morse?

Qualquer pessoa pode aprender a ler ou decifrar mensagens em código morse. Para isso basta estudar e ter paciência em gravar todos os símbolos e os seus equivalentes em letras e números.

Antes de mais nada é preciso saber os sinais básicos, que são dois tipos. Ossinais curtos, que são representados visualmente por um ponto e chamados de DIT. Em segundo lugar existem os sinais longos, que são chamados de DAH. Esses sinais são representados visualmente por um traço e geralmente são três vezes maiores ou mais longos que os dits.

Logo depois de aprender os sinais, é necessário ouvir gravações, até aprender a distingui-los em sinal sonoro. Existem diversas gravações que podem ser encontradas na internet e até aplicativos que ajudam no aprendizado do código morse.

Por fim, é preciso começar a treinar no dia a dia. Isso faz com que o aprendizado seja assimilado melhor e que o uso dele se torne mais natural. Para isso é possível escrever bilhetes ou listas de compras, por exemplo.

Outra possibilidade é usar sites da internet que convertem textos em código morse. Um exemplo é o Tradutor de Código Morse, para usar basta digitar o texto desejado e ainda é possível ouvir a tradução em código morse.

Tabela do alfabeto em código morse

O código morse universal é compatível com o alfabeto utilizado no Brasil. Sendo assim, separamos neste artigo além do alfabeto, a tabela de números e de sinais em código morse para quem deseja aprender.
O alfabeto morse é composto por pontos e traços
Lembrando que o sistema é binário e representado visualmente por pontos e traços.

A: .-
B: -…
C: -.-.
D: -..
E: .
F: ..-.
G: –.
H: ….
I: ..
J: .—
K: -.-
L: .-..
M: —
N: -.
O: —
P: .–.
Q: –.-
R: .-.
S: …
T: –
U: ..-
V: …-
W: .–
X: -..-
Y: -.–
Z: –..

Já a tabela de números em código morse é o seguinte:

1: .—-
2: ..—
3: …–
4: ….-
5: …..
6: -….
7: –…
8: —..
9: —-.
0: —–

Alfred Vail além de letras e números adicionou alguns símbolos especiais, como sinais de pontuação na tabela oficial do código morse. Confira alguns dos mais usados.

Ponto: ……
Ponto e vírgula: -.-.-.
Vírgula: .-.-.-
Dois pontos: —…
Interrogação: ..–..
Exclamação: –..-
Aspas: .-..-.
Hífen ou traço de separação: -…-
Parênteses: -.–.-
Sublinhado: ..–.-
Traço duplo: -…-

O espaço entre as palavras é representado visualmente pelo símbolo da barra.

Como falar socorro neste código?

Todo mundo sabe que a sigla universal de pedido de socorro é a mundialmente famosa SOS. Algumas histórias sobre a origem dessa sigla dizem que ela é uma abreviação de save our ships, traduzido como salve nossos navios.

Outras histórias afirmam que significa save our souls, que pode ser traduzido como “salve nossas almas”. No entanto, a história real é que essa sigla foi criada exclusivamente para código morse. Principalmente porque ela é formada por uma combinação simples e quase impossível de ser confundida. Por isso, se tornou oficial em 1908, quando se popularizou por todo o mundo.

Em código morse, esse pedido de socorro é representado por “…—…”. Ou seja, três sinais curtos, em seguida três sinais longos e por fim mais três sinais curtos.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Púca: A criatura da mitologia irlandesa

Púca, também chamado pelos nomes Phooka, Phuca, Pwca, Puka, Pouque, Glashtyn e Gruagach, é uma criatura travessa da mitologia e do folclore irlandês e galês, é uma das várias espécies de elfos e fadas que se divertem em atrapalhar e até causar a morte de viajantes.

A criatura é uma fada mitológica, muito boa em mudar de formas, podendo se transformar em cavalos, coelhos, cabras, goblins e cachorros. Porém, independente da forma que a púca assuma, sua pelagem é sempre escura, e são muitas vezes representados como cavalos pretos com olhos alaranjados. Eles têm o poder da fala humana e são conhecidos por dar bons conselhos, mas também gostam de confundir os humanos. Púcas gostam de charadas e são muito sociáveis, e também gostam de pregar peças em pessoas distraídas e crianças.

O púca pode ser considerado bom ou mau. Se você respeitá-lo eles são bem neutros. As pessoas mais velhas costumam dizer que os Púcas eram muito numerosos, há muito tempo. Eram maus de aparência negra e só atraiam coisas ruins, as vezes apareciam na forma de potros selvagens, com correntes penduradas sobre eles. E faziam de tudo para prejudicar os viajantes desatentos. Além disso, as crianças sempre eram alertadas para não comer amoras sobre amadurecidas, porque este era um sinal de que o púca estaria por perto.

Em contraste, o púca é representado como sendo útil para os agricultores, que relaciona o conto seguinte: O filho de um fazendeiro chamado Phadraig um dia notou a presença invisível do púca e gritou para ele, oferecendo-lhe um casaco. O púca apareceu sob a forma de um touro jovem, e disse-lhe para ir até o velho moinho à noite. A partir de então, os púcas, secretamente à noite e realizavam todo o trabalho de moagem dos sacos de milho em farinha. Phadraig dormiu a primeira vez, mas depois se escondeu em um baú para não perde-los de vista, e mais tarde fez um presente de um terno de seda fina. Inesperadamente isso fez com que os phoukas saíssem para "ver um pouco do mundo" e deixar o seu trabalho. Mas então a riqueza do fazendeiro lhe permitiu se aposentar e dar a seu filho uma boa educação. Mais tarde, no casamento de Phadraic, o phouka deixou um presente, deixou um cálice de ouro, cheio de bebida que, evidentemente, asseguraria sua felicidade.

Se um ser humano for atraído por um puçá, ele terá um passeio selvagem e meio assustador, no entanto, ao contrário de um kelpie (que faz o seu cavaleiro mergulhar no mais próximo córrego ou lago para se afogar e devora-lo) o Púca não fará seu cavaleiro nenhum dano real. No entanto, segundo alguns folcloristas o único homem a montar o Puca foi Brian Boru , Rei da Irlanda, usando um freio especial incorporando três pêlos da cauda do Puca. Embora o Puca goste de zuar seres humanos e muitas vezes aterrorizante, ele é considerado uma criatura benevolente.

É uma criatura associada com Samhain, um festival da colheita. Qualquer coisa que sobre nos campos é considerado propriedade do "púca" e portanto não comestíveis. Em algumas localidades, ceifeiros deixam uma pequena parte da cultura, o "share de Puca", para aplacar a criatura com fome. Porém, 1 de novembro é o dia do Puca, e o dia do ano em que se pode esperar que se comportem civilmente. No início de novembro, o Puca era conhecido em alguns locais, eles defecam e cospem nos frutos silvestres, tornando-os não comestíveis.

Em algumas regiões, é mais respeitado do que temido, se tratado com o devido respeito, ele pode realmente ser benéfico para aqueles que encontram-lo. O Púca é uma criatura das montanhas e colinas, e nessas regiões há histórias de ele aparecer no dia de 1 de Novembro e fornecendo profecias e avisos para aqueles que consultá-lo.

Em algumas partes do Condado de Down, ele se manifesta como um duende, curto desfigurado que exige uma parte da colheita; no Condado de Laois, ele aparece como um bicho-papão monstruoso, enquanto em Puca o Waterford e Wexford aparece como uma águia com um enorme envergadura e em Roscommon como um bode preto.

Fonte: Medo Sensitivo

O (suposto) fantasma flagrado por câmera de segurança

Recentemente, saiu nas manchetes que uma mãe cujo filho faleceu alegou que o fantasma de seu filho voltou para a casa da família. Suas câmeras de segurança supostamente capturaram algum tipo de figura transparente em sua cozinha.

O filho de Jennifer Hodge, Robbie, de Atlanta, na Geórgia, faleceu há alguns anos atrás de algo que infelizmente tem levado muitas vidas. Uma overdose.

A enlutada mãe de dois filhos passou os últimos dois anos tentando entender o que aconteceu, e então ela recebeu uma notificação em seu telefone do sistema de segurança em sua casa, e lia-se “avistou uma pessoa”.

Jennifer Hodge estava assistindo televisão na cama com sua filha Lauren, 21, e ela estava prestes a adormecer quando seu telefone lhe enviou o aviso.


A notificação às 23h51 de 5 de janeiro de 2019 dizia que sua câmera de segurança doméstica havia sido acionada, e a mensagem dizia que a câmera "avistou uma pessoa". A notificação tirou uma foto e enviou uma massa transparente em forma de figura humana. Ela afirma que esta é a foto real.

Então, de acordo com a história dela, a mãe e a filha correram para a cozinha e nada foi mexido, e não havia sinais de invasão.





Ela falou para a mídia e explicou que acredita que a câmera viu o fantasma de seu filho.

“É simplesmente insano - eu estou impressionada. É uma loucura. Eu estava deitada na cama assistindo TV com minha filha e eu estava quase dormindo.''

O telefone estava entre nós e eu recebi uma mensagem dizendo que alguém estava na cozinha. Ela disse: “mãe, tem uma pessoa na cozinha ... mãe, é o Robbie! ”. Eu fiquei chocada. E parecia igual a ele - barba e tudo.

Ela acredita que o que viu foi um sinal de que Robbie está em paz. Ela disse: “Agora, sinto que ele estava me deixando saber que ele é feliz no céu. Isso me traz algum conforto, mas eu ainda acho estranho. Estou admirada - por que isso aconteceu comigo? Eu não vi nada desde então e nunca tinha visto um fantasma antes.


Parece com o Robbie? Sim. Eu adoraria ver a câmera de outra pessoa onde as pessoas possam parecer transparentes. Isso é simplesmente estranho.

Ela continuou a explicar que Robbie era um ótimo garoto e que ele sofria de dependência de heroína.

Fonte: Sempre Questione

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Turmalina Negra - Proteção Energética



A Turmalina Negra, com suas fortes emanações purificadoras, é a mais completa pedra de proteção contra energias negativas e forças sombrias.

Ela bloqueia os ataques espirituais, afasta pessoas mal intencionadas e dissolve todas vibrações negativas.

É ideal para proteção energética pessoal e para purificar e afastar energias negativas de ambientes.

Suas vibrações também fortalecem o ossos, melhoram a circulação e fortalecem nossa imunidade.



Energias e Significado da Turmalina Negra


A Turmalina Negra é uma super pedra de proteção capaz de absorver e dissipar todas energia negativas.

Sua vibração neutraliza até os ataques mais fortes de magia negra, inveja e vampirismo energético.

Por ter capacidade de captar a energia da atmosfera e emitir partículas conhecidas como Íons, é uma poderosa pedra purificadora de ambientes.

Seu poder é tão grande, que a torna capaz inclusive de neutralizar os efeitos nocivos de radiações de celulares.

Efeitos Terapêuticos


A Turmalina Negra aumenta a vitalidade, fortalece o sistema imunológico, melhora os casos de artrite e favorece o realinhamento da coluna vertebral.

Por emitir radiação infravermelha na faixa de 9 mícrons, é muito recomendada para melhorar a circulação.

A turmalina Negra também dispersa o estresse e a tensão e estimula uma atitude positiva em relação a vida, sendo assim útil nos casos depressão, ansiedade e nervosismo.

Como Usar a Turmalina Negra


Para proteção pessoal use uma joia de Turmalina Negra ou carregue uma junto com você no seu dia a dia.

Se deseja usar seus efeitos terapêuticos, deixe em contato com do local por 30 minutos durante alguns dias.

Para para purificar e proteger sua casa, escolha uma Turmalina Negra de bom tamanho e deixe em sua sala e na porta de entrada da casa ou escritório.

Para a purificação da água, deixe a por alguns minutos em imersão e filtre a água novamente antes de beber.

Usos Típicos da Turmalina Negra

✨Proteção pessoal contra energias negativas
✨Purificação de energias de ambientes
✨Uso terapêutico por aplicação energética e florais
✨Desfazer trabalhos de magia negra
✨Purificar e energizar a água
✨Afastar pessoas negativas ou mal intencionadas
✨Limpeza e Energização da Turmalina Negra


Como é uma pedra capaz de transmutar as energias negativas, é recomendada a sua limpeza com água e sal grosso em boa quantidade.

Por ser uma pedra que naturalmente já capta as energias da Ionosfera, não precisa ser recarregada com muita frequência.

Porém pode ser deixada por cerca de 30 minutos ao Sol para que seu recarregamento seja mais completo e veloz.

Informações Técnicas

Incidência: Comum , porém cristais de alta pureza são raros
Dureza: Nível 7 a 7,5 na escala Mohs
Ocorrência: Brasil (especialmente na região de Minas Gerais) e muitos países
Composição Química: Borossilicato complexo de alumínio
Cores: Preto e Cinza Escuro
Sistema Cristalino: Hexagonal (trigonal), cristais usualmente alongados
Nome técnico: Schorlina

Fontes, Bibliografia e Referências

A Bíblia dos Cristais, Autor: Judy Hall, Editora: Pensamento
Love is in the Earth, Autora: Melody, Editora: Earth Love Books
Gemas do Mundo, Autor: Walter Schumann, Editora: Ao livro técnico SA
Pedras Preciosas e Outros Minerais, Autor: G. Brocardo, Editora: Siciliano
Caminho das Pedras, Autor: Antonio Duncan, Editora: Nórdica

O ponto Feng Fu

Os chineses descobriram que o corpo tem diferentes pontos de pressão que, ao serem estimulados, podem melhorar a saúde tanto a nível físico como emocional. Conheça o ponto Feng Fu.

O ponto Feng Fu é um desses pontos de pressão que oferecem incríveis benefícios à saúde. Esse ponto se encontra localizado exatamente onde se unem a cabeça e o pescoço, e seu significado em nosso idioma é “palácio do vento”.

Para estimular o ponto Feng Fu é utilizada uma terapia com gelo, com a qual a pessoa poderá se sentir mais jovem e cheia de energia.

Na medicina tradicional da China, o corpo é considerado como um sistema de energia. Apoiando-se nesse pensamento, a medicina chinesa aproveitou algumas técnicas, como a acupuntura, a acupressão e as massagens para equilibrar o fluxo de energia das pessoas e a função dos seus órgãos.

A partir desse conceito, os chineses descobriram que o corpo tem diferentes pontos de pressão que, ao serem estimulados, podem melhorar a saúde tanto a nível físico como emocional.

Para que serve a estimulação do ponto Feng Fu?

A maioria de nós procura melhorar nossa qualidade de vida, prevenir o envelhecimento precoce, ter mais energia e, sobretudo, evitar dores ou problemas de saúde.

Para conseguir isso, obviamente, é necessário levar um estilo de vida saudável, uma boa alimentação, fazer exercícios, controlar o estresse ou não fazer atividades de alto risco, entre outros.

Tudo isto é crucial para ter uma boa qualidade de vida apesar do passar dos anos; entretanto, a estimulação com gelo do ponto Feng Fu pode se converter em um grande aliado para obter todos esses benefícios à medida que o tempo passa. No que consiste essa técnica?

Antecedentes da terapia

Na medida em que o tempo passa e com cada experiência que temos ao longo da vida, vamos experimentando diferentes tipos de dores que vão da cabeça até os pés.

As dores podem ser o resultado de uma lesão física como cortes, queimaduras ou golpes, entre outros. Também podem ser dores do interior do corpo como, por exemplo, dores de cabeça, de dente ou gástrica, entre outras.

Se essas dores forem recorrentes e não forem tratadas rapidamente, elas podem afetar as atividades cotidianas e a qualidade de vida.

Frequentemente, as pessoas tomam analgésicos para diminuir os dores mas, infelizmente, não costumam chegar à raiz do problema e podem ter efeitos secundários no organismo.

O que poucos conhecem é que uma técnica tão simples como a estimulação com gelo do ponto Feng Fu pode ter melhores efeitos do que qualquer outro analgésico.

A terapia Feng Fu com gelo forma parte da medicina alternativa da China, derivada da acupuntura. A acupuntura é uma técnica muito famosa em todo mundo, que consiste na inserção e na manipulação de agulhas no corpo com o objetivo de restaurar a saúde e o bem-estar dos pacientes.

Neste caso, o ponto que terá que ser estimulado é o que está justamente onde se une o pescoço e o crânio, para o qual simplesmente vamos usar uma pedra de gelo.
Método para estimular o ponto Feng Fu

Deite-se de barriga para baixo e coloque uma pedra de gelo (de aproximadamente 2 x 2 cm) no ponto Feng Fu, localizado na base do crânio, logo abaixo da aresta inferior da tampa do crânio, na parte superior do pescoço.

Deixe-a ali durante 20 minutos e segure-a com um cachecol ou uma venda para que não se deslize. É importante fazê-lo regularmente, com descansos de dois ou três dias.

A regra principal é fazê-lo em jejum, quer dizer, com o estômago vazio, e outra vez antes de se deitar. Não tema aplicar o gelo já que não provocará um resfriado.

Uma vez colocado o gelo no ponto Feng Fu, você vai sentir o frio só por 40 segundos. Passado esse tempo, você começará a sentir uma sensação de calor que tornará a terapia mais agradável.

É possível que nos primeiros dias de aplicação, você sinta euforia pela liberação de endorfinas na corrente sanguínea.

Benefícios da estimulação do ponto Feng Fu


🔵É ideal para melhorar a qualidade do sono.
🔴Ajuda a melhorar o estado de ânimo e a vitalidade em geral.
🔵É bom para regular o trabalho no espaço digestivo.
🔴Ajuda a prevenir e tratar os resfriados.
🔵Combate e alivia diferentes doenças como a dor de cabeça, dor de dente ou dor nas articulações, entre outros.
🔴Pode ajudar a tratar doenças pulmonares e cardiovasculares.
🔵Ajuda nos casos de doenças neurológicas com mudanças degenerativas da coluna.
🔴Pode ser bom para tratar problemas gastrintestinais e as infecções de transmissão sexual.
🔵Pode ajudar com os transtornos da glândula tireoide.
🔴Para pacientes com artrite, hipertensão e hipotensão.
🔵Asma bronquial.
🔴Aliviar a síndrome pré-menstrual.
🔵Ajuda com transtornos psicoemocionais, estresse, fatiga crônica, depressão ou insônia.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Conexão que desconecta: Os Smartzumbis

Overdose digital já é uma epidemia


Quem nunca se deparou com um zumbi digital em seu caminho? Pessoas que usam seus celulares em qualquer lugar sem se atentar se está sendo inconveniente ou atrapalhando o fluxo. Algumas escolhem responder mensagens na escada do metrô ou checar as notificações das redes andando sem controle nas calçadas. Com isso temos seres que caminham com mobilidade reduzida e cognição limitada, coisa que também se torna cada vez mais comum em rodas de amigos. Muitas vezes tínhamos a pessoa ali ao nosso lado quando, de repente, ela é sugada pelo celular e se torna ausente, mesmo presente.

O celular tem sido, de fato, nossos mais próximos companheiros. Um estudo conduzido pela Motorola em parceria com a especialista Nancy Etcoff comprovou o óbvio: pessoas entre 16 e 37 anos passam mais tempo do dia usando seus celulares do que trabalhando ou se relacionando com pessoas queridas. Os mais jovens ainda consideram o aparelho como “melhor amigo”. Isso faz sentido se comparado a um levantamento do site Dscout, empresa americana de análise de mercado, mostrando que, em média, em um dia (que contém 1.440 minutos) tocamos 2.617 vezes os nossos celulares.

Não é necessário nenhum diploma em psicologia pra entender que estamos fazendo isso errado e este uso descontrolado traz danos à nossa saúde. O uso exagerado da tecnologia potencializa e desenvolve doenças como depressão, ansiedade, déficit de atenção, estresse e ainda outras patologias emocionais. Na verdade, não é só isso que está errado, tem muita coisa que a tecnologia nos disponibiliza que ao invés de nos ajudar, vem nos atrapalhando. Porém, a culpa nunca é da tecnologia, não devemos responsabilizar as ferramentas que temos disponíveis por nossa inaptidão em usa-las de maneira equilibrada. Para entender melhor nosso comportamento, as últimas pesquisas sobre o assunto explicam biologicamente os motivos que tornam nossos Smartphone em objetos tão irresistíveis.


Até podemos considerar que usamos em demasia nossos aparelhos móveis, talvez até estejamos dentro dos 68% que pegam o celular assim que abre os olhos, como mostrou um recente levantamento da revista Time, e ainda assim acharmos que temos a situação sob controle. Dificilmente nos questionaremos sobre como a tecnologia afeta nossas relações e assumiremos nosso vício em um grau destrutivo. Para entender melhor sua dependência em relação ao smartphone, o instituto Delete elaborou um teste on-line que ajuda a medir o seu uso de tecnologia, o teste, caso você queira fazer, está disponível aqui: bit.ly/teste_celular.

Independentemente de testes, este “facilitador” já faz parte de nossas vidas de maneira bastante significativa. Você provavelmente já deve ter tido a experiência de sentir seu celular vibrar quando na verdade ele estava estático ou ainda pior, você nem estava com ele. A conhecida como “síndrome do celular fantasma” foi comprovada cientificamente em um teste feito pelo Instituto de Tecnologia da Georgia e, segundo os resultados, 9 em cada 10 usuários de celulares já tiveram esta sensação.

A explicação de tudo isso está em nossa cabeça. Nossos celulares são gatilhos emocionais que estimulam áreas específicas do nosso cérebro. O fato de termos à mão o mundo em tempo real, pessoas interagindo e tudo acontecendo de forma “acessível” nos traz grande ansiedade. O psicólogo Larry Rosen, da Universidade do Estado da Califórnia, cunha o termo Fomo (Fear of Missing out – ou medo de perder alguma coisa) para essa sensação de angústia. Ou ainda a Nomofobia, termo recente que tem origem nos diminutivos inglês No-Mo ou No-Mobile, que significa Sem Celular, caracterizada pela fobia causada do desconforto ou angústia resultante da incapacidade de acesso à comunicação através de aparelhos celulares ou computadores.

A relação entre o smartphone e nossa cabeça é simples. Quando o som de uma notificação do WhatsApp, e-mail ou redes sociais chega, nosso cérebro libera dopamina, o conhecido hormônio da felicidade que eleva o nível de excitação, dando uma sensação de recompensa positiva. Toda a vez que fazemos algo que gostamos somos recompensados por essa substância, o contrário também tem sua penalidade. A grande questão é que nosso cérebro não associa essas recompensas somente a atitudes positivas, inclusive o surgimento de nossos vícios tem essa origem, como exemplo mais clássico da psicologia temos os jogos caça-níqueis e jogos de azar, que atuam diretamente em nosso sistema de recompensa. Sempre desconfie das coisas que você gosta, elas sempre serão a Caixa de Pandora de nossos males.


A estratégia de liberação de dopamina é conhecida pelos desenvolvedores de aplicativos e plataformas Web e também é usada nos games para entreter jogadores. Cristiano Nabuco, Coordenador do Grupo de Dependência Tecnológica do Programa dos Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria da USP, explica que os games fazem com que a liberação do hormônio aconteça depois de 5 minutos de jogo, o cérebro percebe e sinaliza para segurar a dose para 8 minutos, sendo depois necessário 16 minutos para ter a mesma sensação, criando assim um ciclo vicioso. Segundo Dr. Nabuco, as redes sociais e WhatsApp têm o mesmo efeito, um elogio em uma foto ou uma nova mensagem traz a sensação boa, com isso checamos sempre nossos aparelhos em busca de satisfação.

Em contrapartida isso gera ansiedade em checar novas notificações. A busca de diminuir essa ansiedade tem o efeito inverso. Estimulamos de tal forma as glândulas ad-renais que liberamos grandes quantidades de cortisol, o hormônio do estresse que é importante em situações de luta ou fuga assim que largamos o celular. Além disso, comprovadamente o celular suga parte de nossa capacidade mental. O simples fato de o aparelho estar conosco afeta nosso desempenho em qualquer atividade e diversos estudos sugerem que estes aparelhos atrapalham o desenvolvimento de crianças e adolescentes quando usados em excesso.

Um estudo, da Universidade Standford, fez diversos testes com os multitarefas digitais, aqueles que assumidamente dizem que conseguem exercer mais de uma atividade ao mesmo tempo. Os resultados mostraram algo que qualquer neurocientista já sabia: eles não executam bem as tarefas como imaginam, apresentam dificuldade em estruturar as informações e ignoram o que é irrelevante, isso porque o funcionamento do cérebro só consegue focalizar uma coisa por vez e quando não concluímos um processo (ou resolvemos um problema) dispendemos de grande carga emocional.

Outra recente pesquisa da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo mapeou o uso smartphone por parte dos estudantes. O resultado mostrou que a cada 100 minutos diários de navegação em casa, os alunos perdiam, em média, 6,3 pontos no ranking de classificação da universidade. Quando o uso é na universidade, a queda chegou a 12 pontos. Países como a França proíbe o uso de celulares nas escolas como forma de aumentar o desempenho dos alunos. Não à toa as pessoas estão ficando mais superficiais, estudos apontam queda no QI dos jovens, que entre 1980 e 2008 mostrou declínio e isso também pode ter relação com o modo em que interagimos com o mundo. Este tema é abordado em outro artigo de forma mais aprofundada, que questiona se “Estamos ficando burros?”.


O fato é que não usamos a tecnologia da melhor forma por ainda sermos ignorantes no assunto. Ignorantes no sentido de falta de conhecimento, pois ainda estamos no centro da mudança que essas tecnologias nos trazem. Confundimos muito a mobilidade com a disponibilidade e precisamos entender que estas são coisas totalmente distintas. A nossa atenção é o que temos de mais importante, tanto no lado pessoal quanto no profissional. Além de definir o que somos e a maneira como encaramos o mundo, ela é fruto de cobiça das empresas em seus aplicativos e anúncios disparadores de dopamina.

A escritora e jornalista científica Catherine Price, autora do livro “Celular: como dar um tempo” coloca essa situação contemporânea de forma bastante simples: “Só vivenciamos aquilo que prestamos atenção. Quando decidimos prestar atenção em determinado momento, tomamos uma decisão ampla de como queremos viver a vida. (...) Estamos conectados mas somos solitários. A tecnologia que nos dá liberdade também funciona como prisão”. Um importante ponto de reflexão para perceber o quanto estamos nos afastando da vida real vivendo o mundo on-line, deixando de perceber aquilo que realmente dá sentido para nossos dias.

Neste contexto, a educação digital é fundamental e já começa a ser não só discutida, como também difundida. Companhias já apostam em medidas que tragam essa “desintoxicação tecnológica”. Christian Cetera, diretor de RH da GM Mercosul adotou desde o começo do ano uma medida aprovada por 85% dos colaboradores: não usar celular no trabalho. “É um chamado para a gente ter uma vida mais plena, estar presente quando fala ao telefone, quando dirige, caminha. As pessoas às vezes pensam que podem viver diversas vidas ao mesmo momento, mas isso não é realidade”.


Um dos gurus da gestão corporativa, Simon Sinek, é adepto da metodologia sem celular. Em seus workshops ele retira dos participantes os celulares, o que causa bastante desconforto, pois são sempre grandes líderes e altos executivos que não querem se desfazer dos seus gadgets, porém depois os próprios participantes reconhecem o quanto aquilo foi transformador, pois nos intervalos as pessoas interagem, conversam e estão verdadeiramente ali. “Nunca deveria haver celulares em salas de reuniões – qualquer que seja – porque a qualidade dos encontros é sempre elevada”, aponta Sinek.

Se quisermos realmente nos conectar com as pessoas, precisamos aprender a desconectar desses novos “melhores amigos” e viver a vida com mais presença. Observe as pessoas a sua volta enquanto anda pelas ruas, veja o quanto estão cada vez mais absortas em seus mundos particulares e deixam de notar a riqueza e profundidade daquilo que está ao redor. Tente “respirar sem ajuda dos aparelhos” e sinta o que te cerca. Claro que as vantagens do mundo virtual são imensas e inegáveis, na democracia ela age inclusive como uma ferramenta política, além de ser uma importante fonte de lazer e conteúdo. Em nenhum momento devemos inibir a tecnologia de entrar em nossas vidas ou rejeitar esses progressos, pois são essenciais. Devemos preservar o equilíbrio e perceber quanto o formato desses novos hábitos afetam também nossa vida off-line.

Por confundir mobilidade com disponibilidade, não conseguimos nos “desligar” de nossos compromissos porque quando saímos do trabalho, levamos o escritório em nossos bolsos, carregamos nossos compromissos na palma da mão e não nos conectamos com o que realmente importa. Além disso, nos distraímos nos gatilhos sociais que o aparelho nos fornece e acabamos, sem perceber, ignorando amigos e momentos ao checar as notificações das suas redes sociais. O que precisamos não é proibir o uso, é educar e compreender.

É na interação real que o mundo acontece e não por trás das telas dos celulares. Para a psiquiatra Vivian Machado, especialista em dependência química, a dependência digital é caracterizada quando há uma perda da capacidade laboral, da socialização ou outro tipo de prejuízo. A pessoa passa a se sentir mal sem aquele estímulo e não vê sua vida sem ele. Se você sente angústia em ficar longe do seu aparelho, fica o alerta. “Se tornou aparentemente óbvio que nossa tecnologia excedeu nossa humanidade” isso foi dito por Albert Einstein sem nem mesmo conhecer os Smartphones, imagina o que ele diria hoje. Não deixe que um dispositivo exerça tanto controle sobre sua vida, desconecte para se conectar.

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