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sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Múmias de Nazca: Extraterrestres ou outra espécie nativa da Terra?

No dia 19 de novembro passado ocorreu uma Conferência o Congresso da República do Peru, apresentando o relatório final dos testes efetuados nas famosas múmias anômalas de Nazca, que alguns pesquisadores acreditam ser de seres extraterrestres.

Agora, a mídia internacional (de fora do Peru) está se manifestando, embora a notícia ainda não tenha alcançado (convenientemente) a mídia corporativa. Mas este já é um progresso:


É hora delas [as múmias] finalmente serem aceitas pela comunidade científica pelo que eles realmente são … o que quer que sejam?

Em 19 de novembro, as pessoas que as estudam desde sua descoberta, The Alien Project, fizeram uma apresentação televisionada de quase cinco horas sobre suas últimas descobertas e análises no Congresso da República do Peru, em Lima, com a presença de pelo menos um membro do parlamento peruano.

Os resultados estão aí…

“As múmias de Nazca são autênticas. A demonstração pelos resultados das análises de DNA, os scanners, as radiografias, a tomografia. De acordo com análises de DNA, scans e raios X, os especialistas são confrontados com os fatos, os incríveis “Pequenos Grays” e Maria pertencem a duas novas espécies totalmente desconhecidas até hoje. É claro que estamos diante de uma descoberta inesperada e de interesse para toda a humanidade!…

O vídeo de cinco horas foi imediatamente publicado na revista Ikaris e todos os dados e imagens estão em exibição no site do The Alien Project. Felizmente, os resultados foram resumidos por vários sites e são realmente interessantes…

Aqui estão alguns dos destaques da última apresentação:

Os testes de DNA das múmias não mostram nenhuma relação com qualquer humano ou animal conhecido.

Os ossos das múmias são ocos mas rígidos, semelhantes à estrutura dos ossos das aves. Há desgaste visível nas articulações entre os ossos, o que indica que os seres eram de idade avançada e que estavam realmente vivos – em outras palavras, as múmias não eram montadas de várias partes.

Varreduras em 3D do interior das múmias mostram que os ossos, órgãos, músculos, gordura e possíveis ovos estão nos locais apropriados para as criaturas terem sido seres vivos.

Os dados não correspondem a nenhuma espécie conhecida, tornando altamente provável que estas sejam uma espécie desconhecida com um caminho evolutivo separado dos humanos.

As características que parecem ovos na múmia Josefina são de vários tamanhos, indicando diferentes fases de desenvolvimento.


Novamente, há uma cobertura muito mais detalhada dos dados e análises no website do The Alien Project.

A presença e aparente aprovação da apresentação pelo deputado Armando Villanueva Mercado conferiu legitimidade ao anúncio, embora este tenha admitido que o Ministério da Cultura do Peru recusou um convite para participar. O público foi preenchido com muitos arqueólogos universitários e especialistas no campo de estudos de múmia, que é um grande campo no Peru. Como esperado, houve muita discordância no final da apresentação, com muitos repetindo a mesma queixa que tiveram ao longo da história dessas múmias com três dedos – que eles não foram autorizados a participar ou mesmo observar o estudo e as análises. dos restos e que todo o processo não seguiu os procedimentos científicos adequados.

Por outro lado, o público também continha muitos crentes e novos convertidos, e espera-se que haja uma cobertura mais detalhada do relatório.

É este o anúncio que muda tudo? Se não, quem iria tão longe para perpetrar uma fraude? (Sim, nós o ouvimos, céticos do pouso na lua.) Sim, o nome “Alien Project” é presunçoso e muitos dos participantes nos muitos anúncios sobre essas múmias estavam errados antes. Neste ponto, se The Alien Project (e o governo peruano e o Congresso Mundial sobre Múmias que protegem corretamente a dignidade dos restos de antigos peruanos, sejam quais forem) não permitem testes e análises científicas externas, os três dedos do medidor de múmia alienígena ainda está preso entre ‘céticos’ e ‘não comprovados’.

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Volgogrado e a Segunda Guerra Mundial

Chamada de Stalingrado até 1961, cidade presenciou uma das batalhas mais sangrentas da história da humanidade.
Durante as escavações para a reforma da Arena Volgogrado, que receberá quatro jogos da Copa do Mundo de 2018, operários encontraram ossadas e vestígios de bombas no local em que foi construído o estádio. Essa não foi uma surpresa para os organizadores do evento: localizada às margens do Rio Volga, a cidade testemunhouuma das batalhas mais sangrentas já registradas. Ao menos 2 milhões de pessoas morreram ou foram feridas, em um evento-chave da Segunda Guerra Mundial que mudou os rumos da História. Ao final da luta, a cidade estava reduzida às ruínas e era um cemitério a céu aberto. A vitória soviética contra as tropas nazistas havia cobrado um grande preço da população local.

Ironicamente, durante mais de 35 anos, Volgogrado recebeu o nome do líder que conduziu a União Soviética à vitória (e quase pôs tudo a perder): fundada em 1589 com o nome de Tsarítsin, a cidade foi rebatizada de Stalingrado em 1925, como homenagem aos feitos de Josef Stalin — o secretário-geral do Partido Comunista da União Soviética comandara tropas bolcheviques no local durante a Guerra Civil, no começo da década de 1920.

Em 1961, como parte dos esforços do líder Nikita Kruschev em "desestalinizar" a sociedade soviética, a cidade recebeu o nome do rio que corre na região. As memórias da batalha da Segunda Guerra Mundial, entretanto, jamais seriam esquecidas. Em 1967, foi construído um monumento de 85 metros de altura que representa a Mãe-Pátria Russa: sobre a colina de Mamayev Kurgan, uma mulher com feições heroicas brande uma espada gigantesca. A estátua, que pode ser vista de diferentes pontos da cidade, está situada a pouco mais de um quilômetro da Arena de Volgogrado.

Traição ou jogada de mestre?

O movimento socialista de todo o mundo ficou em choque com a notícia que o diplomata soviético Viatcheslav Molotov teria um encontro com o regime nazista da Alemanha, a poucos dias do início da Segunda Guerra Mundial. Com a benção de Josef Stalin, o tratado de não-agressão assinado em 23 de Agosto de 1939 também determinava a "partilha" do território polonês: em 1º de setembro, as tropas nazistas invadiriam o país do leste europeu e dariam início ao conflito mundial.


Para alguns militantes, a tática soviética era um sinal de submissão ao poderio nazista — ou, até mesmo, um claro indício de traição. Mas a liderança da União Soviética sabia que a assinatura do tratado era apenas uma manobra para ganhar tempo: vivendo um tardio processo de industrialização, os soviéticos eram infinitamente mais fracos que os alemães.

Para piorar, Stalin conduzira entre 1936 a 1938 um processo de consolidação do poder que marcou a perseguição e eliminação física de qualquer vestígio de oposição. Líderes bolcheviques históricos, como Lev Kamenev, Grigori Zinoviev e Nikolai Bukharin, foram acusados de conspirar contra a liderança soviética e colocar a revolução em risco. Processados, foram presos e posteriomente executados. A repressão não se limitou aos quadros políticos: três dos cinco marechais soviéticos também foram fuzilados, assim como centenas de oficiais das Forças Armadas.

Com o Exército acéfalo e poucos recursos tecnológicos bélicos, só restava à União Soviética realizar manobras para protelar o máximo de tempo possível sua entrada na Segunda Guerra Mundial. O conflito, no entanto, seria inevitável: derrotar o fascismo era uma condição básica para a sobrevivência soviética e sua tentativa de realizar uma transição ao socialismo.

Afinal, os nazistas calcavam seu pensamento político em duas premissas básicas: para que a Alemanha conquistasse sua vitória final, era necessário derrotar as "raças inferiores" (personificadas na população judaica) e destruir qualquer rastro do comunismo. Não por acaso, os nazistas defendiam um Estado forte que defendesse os trabalhadores, mas que não dava brecha alguma para a consolidação de entidades sindicais ou de movimentos sociais que contestassem a estreita ligação entre os empresários e membros do partido de Adolf Hitler — em 1933, livros de Karl Marx foram queimados em praça pública como "necessidade de purificação radical da literatura alemã de elementos estranhos que possam alienar a cultura alemã".

A mãe de todas as batalhas 

No dia 22 de junho de 1941, o pacto de não-agressão finalmente seria rompido. Hitler ordenara o início da Operação Barbarossa, que deslocaria quase 4 milhões de tropas nazistas com o objetivo de varrer a União Soviética do mapa e construir uma vitória em um curto período de tempo. Com a tática conhecida como Blitzkrieg — ataques rápidos e precisos com a utilização da Força Aérea e de tanques blindados — a Alemanha avançou rapidamente sobre o território soviético. Enquanto marchavam em direção à Moscou, os fascistas também se dirigiam aos territórios localizados ao sul, em busca dos campos de petróleo do Cáucaso.


Em novembro, as forças nazistas já estavam às portas da capital Moscou. Para levantar a moral da população, a União Soviética organizou uma parada militar para relembrar o aniversário da Revolução Bolchevique: as tropas desfilaram em frente ao complexo do Kremlin, sede da liderança soviética, e retornaram para o campo de batalha. A mobilização popular e o inverno russo foram determinantes para a contra-ofensiva: em janeiro de 1942, os alemães se afastaram de Moscou. O cenário, entretanto, ainda era crítico.

Enquanto lutava pela sobrevivência, o Exército Vermelho estabeleceu uma linha de defesa na cidade de Stalingrado para impedir que as tropas alemãs avançassem sobre os campos de petróleo ao sul do país. O Rio Volga seria utilizado para a movimentação de tropas e insumos básicos para a população, que permaneceu na cidade trabalhando na produção de armamentos e na escavação de trincheiras. No final de julho de 1942, a Alemanha iniciou um intenso bombardeio aéreo sobre a cidade — milhares de civis morreriam por conta dos incêndios resultantes dos ataques.

Impotentes diante da superioridade tecnológica alemã, as forças soviéticas iniciaram uma tática de aproximar ao máximo suas linhas militares em relação à vanguarda nazista, atraindo os inimigos para dentro da cidade. Assim, a utilização de bombardeios e de ataques de tanques blindados ficaria reduzida. Ao mesmo tempo, Josef Stalin editaria a ordem 227: sob a consigna de "Nenhum Passo Para Trás", a determinação estabelecia que nenhuma tropa poderia recuar sem autorização — quem desobedecesse, correria o risco de ser preso e fuzilado.

Durante o segundo semestre de 1942, Stalingrado tornou-se um matadouro: a colina de Mamayev Kurgan, que hoje ostenta o monumento da vitória, mudava constantemente de mãos. Ora ostentava a bandeira soviética, ora exibia o estandarte da Alemanha Nazista. Na fábrica de aço Outubro Vermelho, os operários mantinham a produção enquanto soldados disputavam o controle do perímetro. Em batalhas travadas casa a casa, prevalecia a utilização de atiradores de elite: o soviético Vassili Zaitsev ganhou fama de herói ao abater 243 alemães em Stalingrado.

Não por acaso, o conflito ficou conhecido como "A Mãe de Todas as Batalhas". Em dezembro, o Exército Vermelho iniciou a Operação Urano, que aproveitava uma brecha nas linhas inimigas para iniciar um movimento de contra-ataque. Ao centrar fogo contra as tropas romenas, que auxiliavam os nazistas e eram menos equipadas, os soviéticos iniciaram um movimento de cerco antes de desferir um golpe fatal.

Com problemas nas linhas de abastecimento, os alemães também sofriam com o inverno russo. Em janeiro de 1943, a liderança alemã informava Adolf Hitler que as tropas não tinham munição ou alimento — como resposta, o nazista afirmava que a luta seria feita até o último homem.


Com quase 730 mil mortos, feridos ou desaparecidos, as tropas nazistas finalmente se renderiam no dia 2 de fevereiro. A vitória soviética também cobrava seu preço: durante os meses de conflito, houve mais de 1,1 milhão de baixas, com um número desconhecido de civis mortos. A partir de Stalingrado, a União Soviética iniciaria um contra-ataque que culminaria com a chegada do Exército Vermelho em Berlim, em abril de 1945. A bandeira vermelha com a foice e o martelo tremularia em pleno Reichstag, o Parlamento Alemão que presenciou a ascensão e o fim do nazismo.

Fonte: Gizmodo

Múmia de mil anos é encontrada no Peru

Após nove semanas de pesquisa e escavação no sítio arqueológico de Pachacamac, no Peru, um grupo de pesquisadores da Universidade Livre de Bruxelas, na Bélgica, encontrou algo que fez todo o esforço valer a pena: uma múmia em ótimas condições.

“O defunto ainda está envolto no enorme embrulho fúnebre que lhe serviu de caixão”, aponta o professor e arqueólogo Peter Eeckhout, autor do estudo. “Descobertas como esta são excepcionalmente escassas e essa múmia está incrivelmente bem preservada. Já coletamos amostras para uma posterior datação por carbono, mas pela área em que foi encontrado, acreditamos que esse indivíduo foi enterrado entre 1000 a 1200 anos d.C.."

O sítio arqueológico peruano de Pachacamac fica localizado no distrito de Lurín, região fortemente marcada pela civilização Inca e fez parte de um projeto maior chamado Ychsma, também orientado por Eeckhout.

Durante as pesquisas do projeto Ychsma, os arqueólogos exploraram três monumentais estruturas do sítio, incluindo um santuário dedicado a ancestrais locais repleto de estruturas fúnebres, numerosas múmias e oferendas, tal como conchas de Spondylus importadas do Equador, objetos que estão associados ao influxo de água do fenômeno El Niño e que simbolizam abundância e fertilidade.

Porém, quando o povo Inca chegou e se instalou no distrito de Lurín, durante o século 15, a área do grandioso santuário acabou virando um templo de cura. Quando os espanhóis chegaram à América Latina, o pouco que ainda havia do santuário foi saqueado.

É por isso que Eeckhout e sua equipe de pesquisa ficaram surpresos com a descoberta da múmia em ótimas condições de preservação. Devido ao bom estado em que o fóssil foi encontrado, os pesquisadores poderão estudá-lo sem ter que retirar os restos mortais de dentro do “embrulho” que o protege.

Agora, o fóssil será encaminhado para estudos e análises de raio-x, tomografia computadorizada, reconstrução 3D e outras técnicas que permitirão uma melhor noção sobre quem foi aquele indivíduo e como ele morreu.

Além da múmia, os arqueólogos encontraram artefatos de devoção religiosa em outras partes do sítio de Pachacamac, como vasos e fósseis de cachorros e outros animais. Segundo os autores da pesquisa, todas essas descobertas indicam que os Incas impactaram fortemente a região de Pachacamac, no sentido de criar um centro de peregrinação no Peru.

Fonte: Galileu

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Sarcófago de granito negro é encontrado no Egito

Um misterioso sarcófago de granito negro foi encontrado por arqueólogos em Alexandria, no Egito. As dimensões dele impressionam: com 1,85m de altura, 2,65m de profundidade e 1,65m de largura, é o maior artefato do gênero já encontrado no país. Junto a ele, também estava uma escultura de alabastro representando uma cabeça.

De acordo com Ayman Ashmawy, do Ministério de Antiguidades do Egito, o sarcófago nunca foi aberto desde que foi selado, há mais de dois mil anos. Esse fato é muito raro, já que tumbas egípcias antigas têm sido saqueadas e arrombadas no decorrer dos últimos séculos.

O sítio arqueológico onde ele foi encontrado data do período Ptolomaico (305 a.C - 30 a.C). Os especialistas agora procuram descobrir o que há dentro do artefato. Os arqueólogos acreditam que a escultura encontrada pode representar a pessoa enterrada ali, mas ainda é cedo para que isso seja confirmado.

Pelas características do sarcófago, especula-se que ele deva pertencer a alguém com alto prestígio social. A descoberta pode ajudar a entender melhor os costumes dos habitantes de Alexandria, uma das cidades mais importantes da antiguidade.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Encontros entre gigantes reais e exploradores confirmados pela História



Os seres humanos sempre foram fascinados pelo que se encontra além das fronteiras e horizonte do nosso mundo, pelo que se encontra na próxima colina ou sobre as ondas além do que vemos. Esse fascínio nos levou a explorar e entender nosso planeta desde os tempos remotos, e incontáveis ​​exploradores ultrapassaram as fronteiras de nossos mapas e os limites de nosso horizonte para descobrir, domar e conquistar. Temos muitos registros dessas aventuras e, muitas vezes, espreitam dentro delas histórias surpreendentes sobre povos e criaturas estranhas, algumas das quais são tão misteriosas e desconcertantes como eram então; e uma delas é sobre os gigantes do Novo Mundo.

Talvez o conto mais intrigante e amplamente conhecido de verdadeiros gigantes na era da exploração tenha começado com um relato sobre ninguém menos que o grande explorador português Fernão de Magalhães. Entre os anos de 1519 e 1522, Magalhães embarcou em sua mais famosa viagem, uma expedição para procurar uma boa rota para as ilhas Maluku das Índias Orientais, que acabaria resultando na primeira circunavegação do mundo. Magalhães recebeu o comando de cinco navios e uma parte de sua viagem levou-os através do vasto oceano até a distante terra da Patagônia, no extremo sul da América do Sul. Foi aqui que a expedição se deparou com uma visão bastante desconcertante.

De acordo com relatos do cronista oficial da expedição, Antonio Pigafetta, ao se aproximarem da costa da Patagônia, eles testemunharam uma pessoa de “enorme estatura” dançando e pulando nua na praia, enquanto estranhamente jogava poeira em sua cabeça. Aparentemente, um membro da tripulação foi enviado para tentar fazer contato com o misterioso gigante e, ao chegar à costa, o homem começou a imitar os movimentos excêntricos e o comportamento do gigante em um esforço para ampliar a amizade. Pigafetta relataria o que aconteceu assim:


O capitão-geral [isto é, Magalhães] enviou um dos nossos homens ao gigante para que ele pudesse realizar as mesmas ações, como um sinal de paz. Feito isso, o homem levou o gigante a uma ilhota onde o capitão-general aguardava. Quando o gigante estava na presença do capitão-geral e em nossa presença, ele ficou muito maravilhado e fez sinais com um dedo para cima, acreditando que tínhamos vindo do céu. Ele era tão alto que chegávamos apenas à sua cintura e ele estava bem proporcionado.

Os exploradores supostamente deram comida e bebida a essa enorme criatura, e notou-se que o gigante estava absolutamente aterrorizado quando viu um espelho. Magalhães e seus homens finalmente puderam fazer contato com o resto da tribo da criatura, e eles estavam em bons termos a princípio, ganhando lentamente a confiança dos gigantes ao longo de várias semanas, até mesmo comendo e caçando com eles. Infelizmente, os exploradores europeus que eram, os homens não resistiram a tentar capturar alguns deles para levar para casa. Dois dos gigantes foram supostamente capturados, mas não sobreviveram à longa e angustiante jornada de volta à Espanha, o que significa que não retornaram com nenhuma evidência real de gigantes na Patagônia, mas somente com suas histórias fantásticas sobre o que haviam visto.

As histórias realmente decolaram e, de fato, a Patagônia se tornaria sinônimo da imagem de gigantes desajeitados. Tal foi a popularidade do conto que o próprio nome da região, a Patagônia, vem do nome de Magalhães para as criaturas, patagones, que podem ser derivadas da palavra espanhola pata, que significa “pé”, tornando o nome algo semelhante a “A Terra dos Pés Grandes”, ou pode simplesmente vir dos personagens fictícios de homens selvagens que os Patagônicos caracterizaram em um livro da época chamado Primaleon, dependendo a quem você perguntar.

As histórias desses gigantes misteriosos que vivem no vasto oceano em alguma terra distante e exótica realmente capturaram a imaginação na época, e isso seria ainda mais estimulado quando outros relatos dos gigantes da Patagônia começaram a surgir de outros exploradores nos anos posteriores. Por exemplo, em 1579, Francis Fletcher, capelão de Sir Francis Drake, escreveu sobre esses gigantes, que diziam ter cerca de 3 metros de altura. Na década de 1590, o explorador Anthonie Knivet também alegou que durante seu tempo na Patagônia, ele havia visto alguns cadáveres dos gigantes, que foram estimados em cerca de 3,6 metros de altura, e havia outro relato do explorador inglês William Adams, que alegou que sua expedição tinha sido atacada por nativos invulgarmente grandes enquanto contornava a Terra do Fogo.

Tais encontros alimentaram ainda mais rumores de que a Patagônia era de fato uma terra de gigantes, e esses relatórios extremos continuariam. Em 1615, os circunavadores holandeses Willem Schouten e Jacob Le Maire alegaram ter encontrado uma sepultura misteriosa que estava cheia de ossos e restos de seres estranhos que teriam cerca de 3,3 metros de altura. Em 1766, houve o relato de que o comodoro John Byron, que havia circunavegado o mundo a bordo do navio Dolphin, havia encontrado uma tribo de enormes nativos na Patagônia, que mediam entre 2,40 metros e 3,60 de altura.


Esses enigmáticos relatos vindos desses exploradores da Patagônia não só despertaram muita surpresa, mas também debate e ceticismo da comunidade científica. Muitos acadêmicos acreditavam que os contos eram fraudes, exageros excessivos ou um ardil para cobrir as reais intenções por detrás daqueles que faziam excursões à América do Sul, mas a crença de que esses gigantes eram reais, no entanto, persistiu entre a população em geral. Nos últimos anos, as lendas românticas dos gigantes da Patagônia diminuíram um pouco à medida que informações mais realistas vieram à luz, como um relatório oficial revisado das viagens de Byron, lançado em 1773, no qual foi escrito que os nativos que eles encontraram tinham na verdade apenas 2,0 metros de altura, que ainda era muito alto para a época, mas longe dos rumores de 2,40 a 3,60 metros. Além disso, em 1628 o sobrinho de Sir Francis Drake afirmou em seu livro The World Encompassed, que a altura dos ‘gigantes’ que seu tio havia encontrado e falado fora altamente exagerada, escrevendo:

Magalhães não estava totalmente enganado em nomear esses gigantes, pois eles geralmente diferem do tipo comum de homem, tanto em estatura, grandeza e força de corpo, quanto também na hediondez de suas vozes: mas eles não são nada tão monstruosos e gigantescos como estavam representados, havendo alguns ingleses tão altos quanto o mais alto que pudemos ver, mas talvez os espanhóis não achassem que algum inglês viria para reprová-los e, portanto, presumiram que poderiam mentir audaciosamente.

Acredita-se que esses exploradores possam estar realmente se deparando com uma tribo da Patagônia chamada Tehuelche, que tem uma das alturas médias mais altas do mundo, comumente excedendo 1,80 metros e alcançando mais de 2,10. Eles teriam certamente se sobrepujado na maior parte da Europa. Os exploradores do dia, que normalmente teriam ficado na faixa de 1,52 metro, e os subsequentes exageros, rumores, recontagens e erros de identificação de observadores poderiam ter visto as descrições da altura dos ‘gigantes’ aumentarem, dando origem a histórias misteriosas de viajantes contendo rumores e boatos. No entanto, no caso de Magalhães, o cronista era um observador astuto e tinha um olho para os detalhes, com a maioria de suas informações bastante precisas, por isso é difícil dizer se Pigafetta teria inventado tal coisa.

A Patagônia não é o único lugar que viu relatos históricos de gigantes reais à espreita no sertão do Novo Mundo, e criaturas semelhantes foram descritas durante a era dos Conquistadores nas selvas do que hoje é a Flórida. O conquistador espanhol e explorador Pánfilo de Nárvaez enfrentou uma desastrosa e fracassada invasão do norte da Flórida, depois de perder a maioria de seus homens para ataques e doenças nativas, falta de suprimentos adequados e ser abandonado pelos próprios navios que os levaram até lá, e ele mesmo desapareceria depois de partir para Cuba em uma jangada improvisada.

Um sobrevivente de toda a provação foi um oficial subalterno chamado Alvar Nuñez Cabeza de Vaca, que junto com um grupo de outras pessoas decidiu ir direto para a segurança no México, o que eles erroneamente acreditavam estar muito mais perto de onde estavam do que na verdade estava. Eles construíram uma jangada e partiram em sua viagem mal concebida, e Cabeza de Vaca sobreviveria à provação e seguiria até o Texas, antes de finalmente voltar para a Espanha e finalmente escrever um relato de aventuras. Enterrado neste diário está um relato muito estranho e angustiante em que esse grupo heterogêneo aparentemente encontrou um grupo de gigantes misteriosos muito agressivos ao atravessar um lago na Flórida. Cabeza de Vaca afirmou em seu diário:

Quando tentamos atravessar o grande lago, ficamos sob o pesado ataque de muitos índios gigantes escondidos atrás das árvores. Alguns dos nossos homens foram feridos neste conflito, pelo que a boa armadura que usavam não valeu. Os índios que havíamos visto eram todos arqueiros. Eles andavam nus, eram grandes, e aparecem à distância como gigantes. Eram de proporções admiráveis e de grande atividade e força. Os arcos que usavam eram tão grossos quanto o braço, de onze ou doze palmos de comprimento, que atiravam a duzentos passos, com uma precisão tão grande que não erravam nada.

Outras áreas da América do Norte tiveram relatos históricos de gigantes na mesma época, e os povos indígenas frequentemente falavam de criaturas gigantescas que habitavam a terra. Em 1519, uma aldeia inteira de gigantes foi supostamente encontrada em algum lugar ao longo do rio Mississippi pelo explorador Alonzo Álvarez de Piñeda durante uma expedição para mapear a área da Costa do Golfo. Piñeda os descreveu como uma “raça de gigantes, de dez a onze palmos de altura”, e disse que eles eram pacíficos e tinham uma riqueza de ouro, ainda que os nativos ficassem aterrorizados com eles. Anos depois, em 1539, houve também o relato de Hernando De Soto, que ficou cara a cara com numerosos gigantes durante suas aventuras pela porção sudeste do que hoje são os Estados Unidos. De Soto partira de Tampa Bay, na Flórida, com um contingente de centenas de homens, e durante a jornada eles supostamente encontravam com frequência tribos de nativos governados por gigantes. Um deles era um chefe Tuscaloosa, que foi encontrado no oeste do Alabama e disse ser um homem enorme e gigante que se elevava sobre todos os outros.


Há também os relatos do conquistador e explorador espanhol Hernando de Alarcón, que estava tentando encontrar um rio que pudesse ser usado para transportar suprimentos para as tropas espanholas ao longo das costas da Califórnia e do México. Alarcón subiu o rio Colorado até o Grand Canyon, e durante essa jornada ele e seus homens supostamente se depararam com uma tribo de cerca de 200 guerreiros gigantes de até 3 metros de altura. Os gigantes eram supostamente muito agressivos, mas Alarcón os apaziguou com presentes e outros sinais de paz. O conquistador Francisco Coronado também contou que se deparou com tribos inteiras de gigantes durante sua missão em todo o sudoeste em busca do lendário El Dorado.

Em alguns casos, foram encontradas evidências físicas desses gigantes, como supostamente aconteceu com o conquistador Bernal Díaz del Castillo, que serviu sob Hernán Cortés durante a conquista espanhola do México. Dentro das páginas de seu registro detalhado da conquista e subsequente colapso do Império Asteca, A Verdadeira História da Conquista da Nova Espanha, há um estranho relato de uma raça de gigantes que foi dita pelos índios Tlaxcatec de terem habitado uma vez o área. O chefe da tribo então forneceu os restos desses misteriosos gigantes como evidência, dos quais Castillo escreveria sobre os contos e os restos:

Eles disseram que seus ancestrais haviam dito a eles que homens e mulheres muito altos, com ossos enormes, haviam morado entre eles. Mas como eram pessoas muito más com costumes perversos, lutaram contra eles e os mataram, e os que restaram morreram. E para nos mostrar o quão grandes eram esses gigantes, eles nos trouxeram o osso da perna de um, que era muito grosso e da altura de um homem de tamanho comum, e isso era um osso da perna desde o quadril até o joelho. Avaliei-me contra isso, e era tão alto quanto eu, embora eu tenha uma altura razoável. Eles trouxeram outros pedaços de ossos do mesmo tipo, mas estavam todos podres e devorados pelo solo. Ficamos todos admirados com a visão desses ossos e nos sentimos certos de que deve ter havido gigantes naquela terra.

Não está claro o que aconteceu com esses restos, e este permanece sendo apenas mais um relato estranho e não verificado entre muitos.

Aqui examinamos alguns dos inúmeros relatos de gigantes reais sendo encontrados em toda a América do Norte e do Sul na era da exploração, e tais relatos desapareceram na história para serem esquecidos e desprovidos de qualquer evidência ou prova real. Fica-se a pensar se há alguma verdade nesses relatos históricos desses maciços monstros, ou se eles são apenas grandes contos criados por exploradores cautelosos ou o produto de anos de evolução. É difícil determinar quanto desses contos são reais ou fabricados, e somos amplamente deixados para especular e nos perguntar sobre o que esses exploradores viram lá fora nessas áreas desconhecidas do planeta. Se os relatos foram reais ou não, a ideia de que os gigantes já percorreram o mundo é tentadora e provavelmente irá disparar a imaginação por um longo tempo para vir.


Fonte

segunda-feira, 9 de abril de 2018

10 Amuletos Mágicos da Sorte e Suas Sinistras Histórias


Como um todo, a humanidade é muito supersticiosa. O mundo é um lugar cruel e precisamos de toda a ajuda que pudermos obter. Então, nos voltamos para os nossos amuletos e orações, nossos talismãs, e às vezes, até mesmo os nossos animais com a esperança de que um pouco de boa sorte vá nos proteger de tudo o que está lá fora. No entanto, alguns desses encantos tem uma história muito perturbadora.

(01) A Medalha Exorcística de São Bento



Na parte frontal da medalha, temos a imagem de São Bento segurando uma Cruz no alto em sua mão direita (símbolo de sua grande devoção, fez muitos milagres com o Sinal da Cruz) e sua regra para Mosteiros na mão esquerda. Por causa disso, a medalha é muitas vezes referida como a Medalha-Cruz de São Bento. Inscrições: "Crux s. Partis Benedicti" (Cruz de nosso Santo Padre Bento), "Eius em obitu nostro praesentia muniamur" (Que possamos ser reforçados pela Sua presença na hora de nossa morte!) e "ex SM Casino" (de Santo Monte Cassino, 1880: moeda cunhada para o 1400 Aniversário do nascimento de São Bento). Atrás da imagem do Santo, há uma figura que simboliza um cálice, de onde saem uma serpente e um corvo com um pedaço de pão no bico, lembrando duas tentativas de envenenamento das quais São Bento se salvou milagrosamente. Até aqui, tudo normal: uma medalha em homenagem ao Santo.

Mas na parte traseira da Medalha, existe um encantamento recitado para afastar o diabo. As letras em torno do exterior da medalha (VRSNSMV - SMQLIVB) são iniciais para uma frase, e significam "Vade retro Satana; nunquam suade mihi vana! Sunt mala quae libas. Ipse venena Bibas!". Em português se traduz" Afaste-se Satanás! Nunca me tente com suas vaidades! O que você me oferece é mau. Beba o veneno você mesmo!". "CSPB": Crux s. Patris Benedicti (cruz de nosso Santo Padre Bento). E "PAX", significa Paz, que é um lema beneditino durante séculos. CSSML: Crux Sacra Sit Mihi Lux - "A cruz sagrada seja minha luz". NDSMD: Non Draco Sit Mihi Dux - "Não seja o dragão meu guia".

O encantamento que adorna a medalha veio há pouco tempo, e foi descoberto durante um julgamento por bruxaria. Em 1647, um grupo de mulheres foram a julgamento por bruxaria na cidade bávara de Natternberg, Alemanha. As mulheres testemunharam que enquanto elas exerciam o poder da bruxaria e do diabo, havia um lugar onde elas não tinham poder: a abadia nas proximidades, em Metten. As mulheres disseram que a abadia estava sob algum tipo de proteção particularmente poderosa, e elas foram incapazes de superar o que quer que fosse.

Abadia em Metten, Alemanha. 
Quando a abadia foi investigada para descobrir por que ela tinha mantido as bruxas à distância, o povo da cidade encontrou algo: cruzes pintadas nas paredes da abadia com a mesma inscrição que é usada agora na medalha. Não havia nenhum indício de sobre o que as letras representavam até que um manuscrito datado de 1415 foi descoberto. O manuscrito descrevia a iluminação de um santo segurando um pergaminho e um cajado. No cajado estava todo o encantamento que agora está associado com Bento.

O encantamento que havia sufocado o poder das bruxas foi viral no século 17 e medalhas carimbadas com as letras espalharam-se por todo o continente. Elas ficaram conhecidas por ser extremamente eficaz contra alguém que sofre de possessão demoníaca. Também acreditam que possa dar a proteção divina, ajudar a afastar qualquer mal, e, finalmente, trazer a paz de espírito e um coração puro.

(02) Medalha Anting-Anting



As Lendas sobre o amuleto Anting-Anting vem das Filipinas. Acredita-se que o amuleto protegia o usuário de qualquer dano causado por balas ou facas e tornou-se popular entre os bandidos. Em seu tratado sobre folclore, John Maurice Miller contou a história do Líder Manuelito de uma gangue de foras-da-lei, que se mantiveram seguros por causa de seu Anting-Anting. De acordo com a história, Manuelito teve inúmeros desentendimentos com a lei e diziam que não importava quantas pessoas estavam atirando contra ele, sua Anting-Anting desviava quaisquer balas que chegavam perto dele.

Durante festas e comemorações, ele combinava com seus próprios capangas para que disparassem contra ele, tudo para demonstrar sua invencibilidade. Como o bandido e seus homens estavam próximos de Manila, capital das Filipinas, um grupo de Macabebes foram despachados para tentar pôr fim ao seu reinado de terror de uma vez por todas. Eles atiraram com suas balas de prata, cujo material havia sido extraído e derretido de uma estátua da Virgem Maria. Era a única coisa poderosa o suficiente para superar o Anting-Anting e, finalmente, conseguiram matar o líder foragido.

Cópias charmosas de Manuelito foram feitas em grande número, mas o folclore por trás de fazer e encantar uma Anting-Anting é muito terrível. Era mais eficaz quando eles eram feitos durante a Semana Santa. Um dos métodos era a exumação de uma criança não batizada ou de um bebê abortado. O corpo era colocado dentro de um tubo de bambu, e o líquido que escorria do corpo em putrefação era drenado do tubo e recolhido. Em seguida, o líquido era lentamente bebericado por quem queria ganhar a proteção do Anting-Anting. Um outro método, mais alternativo era ir a um cemitério durante a Semana Santa e colocar uma oferta de comida e vinho em uma tumba. Os espíritos iriam consumir a refeição e deixar para trás uma pedra branca, dando sua proteção em troca da refeição.

(03) Limpadores de Chaminés



Superstições e crenças têm crescido em torno de uma das ocupações mais improváveis: ​​limpadores de chaminés. Na Alemanha, ver um limpador de chaminés perto do ano novo é considerado um sinal de que boas coisas estão por vir no próximo ano. Vários países, como Alemanha e Inglaterra, usam brinquedos e iguarias comestíveis na forma de raspadores e ferramentas usadas pelos limpadores como amuletos de boa sorte. Na Inglaterra, incluir um limpador de chaminés em sua lista de convidados do casamento é uma maneira garantida de trazer sorte e fertilidade. Muitos limpadores de chaminés modernos se alugam para casamentos como continuação de uma prática que tem sido forte desde o reinado do Rei George II.



Segundo a sabedoria tradicional, esses trabalhadores ingleses desfrutam de sua reputação como um amuleto da sorte por causa de uma vassourada com o raspador que salvou o rei George II. Uma versão da história diz que o rei estava andando de cavalo quando este se assustou com um cão, e um limpador de chaminés entrou em cena para salvar o dia. Noutra versão, o rei estava na carruagem, mas o resultado é o mesmo. Desde então, o raspador foi oficialmente reconhecido como uma espécie de sorte quando você o mantém ao seu redor.

No entanto, aqueles que foram forçados a ser limpadores de chaminés na Era Vitoriana eram tão azarados como o máximo que se poderia ser. Os meninos novos que eram pequenos o suficiente para caber nas chaminés eram aprendizes sob o ensinamento de um varredor mestre.


Na década de 1870, os jornais estavam cheios de exemplos de varredores mestre recebendo vereditos de culpa em acusações de homicídio culposo. Em fevereiro de 1875, um limpador de Cambridge foi considerado culpado pela morte de um menino que ele tinha forçado a subir em uma chaminé em combustão no Fulborn Asylum (Hospital Psiquiátrico), que morreu sufocado na fuligem.

Fulborn Asylum (Hospital Psiquiátrico), em Cambridge, Inglaterra.
Folclore de um tipo diferente também foi usado para assustar as crianças. Meninos levados e bagunceiros eram avisados ​​de que o limpador de chaminés viria, os colocaria em um saco, e os levaria até a chaminé, se não se comportassem - a típica lenda do Homem do Saco.

(04) Ferraduras da Sorte



Se ele está pendurado em uma parede para manter e recolher toda a boa sorte ou para derramar sobre todos que passam, a ferradura é uma superstição comum. Uma explicação de como ela veio a ser um amuleto de sorte é um conto sombrio de Saint Dunstan (Bispo de Londres, 909 d.C - 988 d.C), um homem santo que trabalhava como ferreiro em uma forja, quando ele não estava ocupado fazendo orações ou tocando sua harpa.


De acordo com a história, São Dunstan estava tocando sua harpa quando o diabo o ouviu cantar. A música encheu o diabo de ódio, e sem conseguir evitar, também começou a cantar. O diabo fez um barulho tão horrível que Dunstan sabia que só poderia ser feito por algo verdadeiramente mal. Dunstan agarrou-o pelo nariz com um par de alicates quentes da forja e passou a pregar ferraduras quentes nos pés do diabo, que atravessava as unhas através da pele macia. Os gritos de agonia eram altos o suficiente para acordar os mortos.


Dunstan se recusou a remover as ferraduras de suas unhas até que o diabo assinasse um acordo prometendo nunca mais incomodar as pessoas enquanto elas estivessem rezando na igreja ou em qualquer lugar sob a proteção de uma ferradura. Dunstan manteve sua parte do acordo, e desde então, a ferradura protege a quem a mantém por perto e enquanto permanecerem virtuosas.

Há um par de outras explicações sobre a ferradura, incluindo a associação com o número sete (a quantidade usual de pregos utilizados). Curiosamente, ao contrário da ferradura, o ferreiro foi tipicamente associado com o mal em vez do bem, sendo frequentemente ligado à prática de magia negra. Já o Whitesmith (pessoas que trabalham com chumbo ou estanho) eram considerados pessoas muito mais respeitáveis.

(05) Cabeça Decepada da Medusa



Desde os tempos da Grécia antiga, a cabeça decepada de Medusa tem sido um amuleto de boa sorte bizarro. A imagem da cabeça decepada (chamado Gorgoneion) foi adicionado a tudo. Quando colocada em escudos, acreditava-se proteger os homens que foram encaminhados para a batalha. Se usada como uma máscara pelos atores, os protegeriam da maldição do mau-olhado. A imagem da cabeça da górgona estava em todos os lugares, todos com a crença de que ela protegia o usuário. Foi ainda utilizada por Minerva, cimentando a crença de que detinha poderes de proteção.


A imagem da mulher com serpentes no cabelo surgiu a partir do conto grego épico de Perseu e Medusa. Medusa era uma das três irmãs, e a única irmã que era mortal. Depois que Perseu removeu sua cabeça por ordem do Rei Polydektes de Seriphos, ele foi perseguido por suas irmãs imortais.

Perseu faz a decapitação de Medusa, de onde nasceram Pegasus e Chrysaor
Antes de Medusa ser morta, ela era a amante de Poseidon. Em sua decapitação, ela deu à luz a seus filhos, cavalos alados, Pegasus, e Chrysaor (que era às vezes são representados como um gigantes e, por vezes, como javalis alados), que saltaram de sua cabeça cortada.



Enquanto os primeiros escritos sobre Medusa e suas irmãs as descrevam como demônios marinhos hediondos, às vezes é o infeliz encontro com Poseidon que transformou a outrora bela Medusa no monstro com cabelos de cobra. Quando ela e Poseidon profanaram um santuário de Athena, ela foi amaldiçoada a se tornar o monstro pelo qual ela é lembrada.

(06) Janelas de Bruxa


Datado de 1830, as janelas inclinadas chamadas popularmente como "Janelas de Bruxa" são uma peça de design arquitetônico que é bastante exclusivo no estado de Vermont, EUA. Essas janelas eram instaladas no segundo andar das casas, posicionadas em um ângulo de 45 graus, com uma explicação perfeitamente razoável. Quando adições de novos cômodos eram feitas na casa, a nova parte do edifício frequentemente cobria as janelas antigas. O espaço deixado para instalar novas janelas era geralmente muito apertados, então as janelas bruxa angulares eram perfeitamente úteis para que aquele cômodo não ficasse sem janela. Numa época em que as pessoas faziam o máximo proveito dos materiais que tinham em mãos, janelas bruxas eram muitas vezes feitas de materiais que sobravam.


O folclore popular que tem crescido em torno destas janelas é que eles estavam lá para proteger os moradores da casa de bruxas. De acordo com a história, bruxas não podem virar suas vassouras para voar através de uma janela que está fixada em um ângulo.

Também chamados de janelas caixão, remonta uma época em que as pessoas geralmente eram veladas em suas casas. Poderia ser difícil de manobrar um caixão por causa dos corredores apertados e escadas de uma casa do século 19. As janelas caixão angulares foram criadas supostamente para tornar mais fácil retirar o caixão para fora da casa, em vez de tentar tirá-lo através de uma porta.

(07) Pedras Capão


Pedras capão eram consideradas peças de sorte, pelo menos desde o tempo de Plínio. O antigo filósofo escreveu sobre as pedras em sua famosa obra História Natural e as descreveu como rochas do tamanho de feijões recuperados das moelas de galos castrados, animais conhecidos como capões. Plínio observou uma história sobre uma pedra capão que supostamente tornou um homem chamado Milo de Croton invencível. Até o segundo século, a pedra capão não estava apenas associada a fazer alguém invencível. De acordo com a escrita de Damigeron, um mágico que coloque a pedra na sua boca seria dotado de proezas de batalha, eloquência, charme, bom caráter, e a capacidade de fazer uma esposa cair sobre si mesma em seus esforços para agradar ao marido.

Ao longo do próximo século, mais benefícios foram adicionados aos poderes da pedra. Se ela fosse tirada de um capão que tinha sido castrado na idade de três, quatro, sete, nove ou dez anos, eliminaria também a necessidade de beber álcool em uma pessoa, tornaria o parto mais fácil, e curaria doenças nos olhos. Os textos médicos do século 16 sugerem que os médicos tentaram corrigir problemas de visão com uma espécie de versão inicial da lente de contato. Foi feita a partir de um cristal semelhante ao das pedras capão e inserida no olho. Eles observaram que o cristal deve ser pequeno e altamente polido, com uma nota informando que o único prejuízo foi realmente causado pelo incômodo do objeto cortante, além da vermelhidão causada pela dificuldade de respiração da córnea, cerca de 30 minutos após a inserção.


Temos certeza de que o salto de charme benéfico para lente de contato surgiu após um mal-entendido de séculos de idade. O médico romano Dioscorides foi o autor de um texto médico que permaneceu em uso por cerca de 1.600 anos. No texto, ele parafraseia Plínio e descreve a camada interior do estômago do capão. Quando a pedra secava, era triturada em pó e adicionada ao vinho: soube-se que resolvia problemas no estômago. A partir daí, outros interpretaram que a colocação da pedra capão em sua boca iria conceder seus efeitos.

(08) Camisa Fantasma


A Camisa Fantasma era uma parte da religiosidade dos nativos americanos do século 19 do Movimento Ghost Dance. De acordo com os ensinamentos do movimento, a camisa fantasma iria proteger seu portador do mal e, mais especificamente, de balas. Hoje, acredita-se que, para muitos, a camisa fantasma foi uma demonstração tangível de um desejo de paz.

Em 1896, James Mooney registrou suas impressões sobre a Camisa Fantasma. Ele disse que elas foram usadas ​​por homens, mulheres e crianças sob suas roupas normais e, por vezes, como parte dos rituais Ghost Dance. Elas eram tipicamente decoradas com iconografia sagrada, e eles acreditavam que as imagens e as pinturas dariam à camisa seus poderes protetores. Alguns acreditam que eram imagens de guerra, e não de paz, e levou a um cisma na ideia por trás da camisa fantasma.

Massacre de Wounded Knee, 1890.
Em 1890, 250 Sioux foram mortos no massacre de Wounded Knee. Seus corpos foram saqueados, e um ano mais tarde, quando Wild Bill Cody (Buffalo Bill) apareceu na direção de seu Show Wild West ("Oeste Selvagem", o show incluía uma parada de cavaleiros, participação de índios americanos, grandes atiradores, Turcos, Árabes, Mongóis e Cossacos, com cavalos e roupas típicas, e com participações de Jane Calamidade e Touro Sentado) em Glasgow, ele tinha com ele alguns dos itens que haviam sido roubados dos mortos. Ele apresentou alguns dos itens para a cidade, incluindo uma Camisa Fantasma.


Somente em 1998 a Camisa Fantasma foi devolvida aos descendentes daqueles que tinham morrido em Wounded Knee. Eles foram entregues por funcionários da Escócia, que disse que eles sabiam que a peça precisava ser devolvida à sua casa.

(09) Pé de Coelho


Um pé de coelho pode dar sorte para qualquer um, exceto para o coelho. A crença é prevalente na América do Sul, onde os coletores de folclore têm encontrado inúmeras histórias de pessoas que afirmam que um pé de coelho mantém afastado qualquer dano, especialmente se eles estão sujeitos a certos rituais. Para ser realmente eficaz, ele precisa ser a pata esquerda frontal do coelho, e deve ser mergulhada em água encontrada em um toco de árvore podre em um cemitério à meia-noite. Outras histórias afirmam que é a pata dianteira direita, e o coelho deve ter sido morto em um cemitério.

Enquanto isso em um Universo Paralelo...
Por que um coelho? Parcialmente por causa de uma das histórias de Ole Brer Rabbit, registrado pela Biblioteca Greenwood de Lendas Folclóricas Americanas e de origem em 1900. A história diz que o Sul estava sendo atormentado por uma bruxa de 500 anos de idade, que tinha amaldiçoado as pessoas e os animais para morrerem de fome. Quando os chamaram o inteligente Compadre Coelho para ajudá-los, o coelho decidiu que sabotaria as roupas da bruxa quando ela se banhasse antes de sair para o seu negócio noturno do mal. Ele pegou uma cesta de pimenta, amassou-as em um purê, e encheu as roupas da bruxa com ele. Quando ela voltou e colocou sua roupa, ela ficou paralisada por causa das queimaduras das pimentas. Os animais a capturaram e a queimaram, pondo fim ao seu reinado de terror e fazendo de seus pés uma excelente proteção em homenagem ao coelho contra bruxas e seu mal.



Há também histórias de coelhos que são feridos durante a noite com as mesmas lesões que aparecem nas mulheres locais no dia seguinte, revelando que elas são bruxas. A ideia de coelhos serem bruxas, ou familiares das bruxas, fez com que os seus pés se tornassem um poderoso totem contra sua maldade. A preparação correta do pé iria colocar o poder da bruxa nas mãos da vítima.

(10) Gato Preto


Os gatos pretos eram considerados por dar boa sorte no antigo Egito e foram muitas vezes associados a Bastet, até que o seu culto foi proibido em 390 a.C. Em alguns lugares, o seu estatuto como protetores benevolentes continuou. Na Escócia, um gato preto aparecendo em sua casa é um sinal de que você vai ser próspero, e é comum para os navios tomarem um gato preto com eles em viagens para a proteção de má sorte e tempestades. No sul da França acredita-se que os gatos pretos são gatos mágicos, e faça-lhe um favor que você irá ganhar a sua bênção. Mas a queda do gato preto começou com bruxaria.

Em 1170, Peter Waldo fundou uma seita cristã chamada "Os Valdenses" com a afirmação de que todos tinham a capacidade de falar diretamente com Deus. Isso, é claro, colocou um amortecedor sobre o Papa e os negócios financeiros da igreja caíram, assim alegações foram feitas contra os valdenses depois que eles foram excomungados. Os Valdenses ficaram conhecidos como adoradores do diabo na forma de um gato preto. Era uma acusação que também seria movida contra os Cavaleiros Templários e os cátaros, começando com o delineamento de uma cerimônia herética adorando o gato descrita pelo escritor medieval Walter Map. De acordo com Map, os encontros dos cátaros 'contavam com grupos nas sinagogas que esperaram por um gato preto enorme que descia por uma corda que pendia do teto. Uma vez que o gato aparecia, eles apagavam todas as luzes e seguiam seu caminho com ele na escuridão, onde iria beijá-lo. O mesmo foi dito da Ordem dos Templários e foi uma das principais acusações feitas contra eles.


Mas historicamente, foi o Papa Gregório IX que deu um Strike no Gato Preto. Até Gregório, hereges e bruxas só eram normalmente investigadas quando alguém apelava à igreja para obter ajuda. Gregório, em seu texto Vox in Rama, afirmou que os gatos pretos eram um sinal claro de que seu mestre era uma bruxa ou um adorador do diabo. Ele passou a dizer que os próprios gatos estavam longe de espectadores inocentes, que eram participantes ativos nos rituais do mal, e, supostamente, quando eles tomaram a sua forma humana ele se transformaria em homens de pele clara com olhos negros. O sinal claro de que um gato preto era um desses demônios que mudam de forma foi o ponto de partida para chegarem à conclusão de que o fazia para ajudar no ritual da bruxa dando-lhe um beijo obsceno. Suas palavras deu início a uma campanha contra os gatos que durou mais de 500 anos. O sucesso foi tanto que é quase impossível encontrar um gato completamente preto em algumas áreas do mundo, porque eles foram caçados quase à extinção.

Fonte: Matrix Desvendada

segunda-feira, 19 de março de 2018

O segredo do Lago Nemi


O lago Nemi é um local próximo a Roma onde foram, no século XI, encontrados vestígios de duas embarcações que se acreditava serem da época do Império Romano. Após várias escavações que ocorreram durante séculos, esse lago, sob ordens de Mussolini, passou a ser drenado. A drenagem fez vir à tona duas enormes embarcações, que suscitaram novas pesquisas acerca da construção naval romana, além de estudos sobre a escavação destas. Além disso, ela revelou, também, que ambas as embarcações eram de grande luxo, possuindo colunas de mármore e mosaicos como piso, entre outros. Depois que as bombas pararam de funcionar, um museu foi construído na região e, durante a Segunda Guerra Mundial, os barcos foram queimados por alemães.

No início do século XV, o humanista Flavio Biondo, em suas obras histórico-geográficasRoma instarurata e Italia illustrata, comenta a existência de alguma coisa muito antiga sob as águas do lago. Em 1464, Leon Battista Alberti, realizou algumas sondagens e recuperou alguns objetos que o permitiram afirmar que deveria tratar-se de um naufrágio.

As primeiras tentativas de resgate foram realizadas por Francesco De Marchi em 1535, utilizando um tipo de escafandro por ele inventado. Mais alguns objetos foram recuperados nesta tentativa.

Houve então uma lacuna e, apenas em 1895, o antiquário Eliseo Borghi realizou algumas explorações que lhe permitiram trazer a tona algumas peças de madeira e o primeiro objeto de bronze: parte de um timão. O resgate continuou e mais objetos foram recuperados, incluíndo os cabeços de amarração em bronze com formato de cabeça de animais reproduzidos aqui nas margens. Todos os objetos confirmaram a existência de pelo menos uma embarcação submersa.

Com a exposição do que foi resgatado no Museu Nazionale Romano, o Ministero della Pubblica Istruzione (um nosso Ministério da Cultura) decidiu realizar prospecções mais detalhadas. Trabalhos estes que culminaram com a confirmação da existência não de uma mas sim de duas embarcações romanas afundadas.

A primeira delas estava a cerca de 50 metros da margem numa profundidade que variava dos 5 aos 12 metros e, a segunda localizada a cerca de 70 metros da margem e a uma profundidade variando dos 16 aos 21 metros.

Decidiu-se pela remoção das embarcações mas, só depois de muitos anos, em 1928, foi decidido o método a ser utilizado para tal: o lago seria parcialmente esvaziado.

Com o apoio financeiro e logístico de industriais e de sociedades, foi utilizado um antigo aqueduto romano para auxiliar nos trabalhos. Todos os processos iniciaram-se no dia 20 de Outubro de 1928. Apenas em 28 de Março de 1929, quando o nível do lago havia baixado em 5 metros, a primeira embarcação começou a surgir. A segunda só despontou no dia 30 de Janeiro de 1930.

O esvaziamento parcial do lago terminou em Outubro de 1932 e calculou-se que foram retirados cerca de 50.000.000 de metros cúbicos de água.

As embarcações que surgiram tinham as seguintes medidas:

A primeira (prima nave) 71,30 X 20 X 3,5 e a segunda (soconda nave) 73 X 24,4 X 2,7. Ambas movidas por uma fileira de remos de cada lado. A primeira embarcação possuía características de uma embarcação militar pois tinha dois lemes na popa e possuía o esporão na proa.

Após grandes discussões sobre sua data, chegou-se a conclusão que haviam sido construídas sob o governo de Calígula e uma foi construída para ser um templo à Diana e outra como um palácio flutuante.

Além da grande quantidade de objetos recuperados, as próprias embarcações permitiram um enorme estudo sobre a construção naval romana do séc. I d.C.

Ambas foram instaladas num museu e durante mais de uma década puderam ser apreciadas até que na noite do dia 31 de Maio de 1944 um incêndio, destruiu o museu e as duas embarcações.

O museu foi reconstruído em 1953 e abriga os objetos que haviam sido resgatados e 2 quilhas.

Recentemente foi fechado um acordo entre diversas empresas para construir réplicas em tamanho natural para novamente serem abrigadas pelo museu.

domingo, 28 de janeiro de 2018

Viracocha, um Deus Anunnaki contrariando nossa História?

Quando nós escrevemos sobre os deuses anunnaki, fica sempre uma dúvida se eles habitaram apenas o Iraque e a áfrica do Sul. O que pode explicar ligações entre os artefatos encontrados que demostram uma ligação entre a civilização Maia e os Sumérios?
Arqueólogos estudando as antigas civilizações Inca, Maia e asteca, descobrem ligações ou um possível contato entre essas antigas civilizações milhares de anos atrás? Como esse contato poderia ter existido? 


Seria possível que essas civilizações mantiveram um contato mercantilista e cultural que ainda não conhecemos?

Estudiosos dos sítios arqueológicos no Peru, descobriram que Puma Punku, já existia antes dos Incas e que pode ser mais antigo que a colonização Inca. Artefatos em Tiahuanaco mostram que o deus conhecido como Viracocha, tinha barba, fato inusitado porque os Incas não possuem barba, cabelos longos e bigode.


Detalhe que é uma evidencia incontestável que uma raça caucasiana ou de origem europeia deve ter influenciado essas esculturas. Uma outra evidência que comprova ligações com a Suméria pode ser comprovada em uma tigela encontrada na Bolívia com caracteres indiscutivelmente sumérios.


Essa pequena tigela foi chamada de "A fonte magna", contendo inscrições sumerianas e que foi traduzida pelo epigráfico americano Clyde Ahmed Winter, decifrando e descobrindo que os caracteres eram proto-suméria o que leva a conclusão da época escrita, isto é, IV milênio a.C.

Então, isso implicaria que a possível ligação entre eles pode ter acontecido 6.000 anos atrás. "Aproxime-se no futuro de uma pessoa dotada de grande proteção em nome da grande Nia. Este oráculo atende pessoas que desejam alcançar a pureza e fortalecer seu caráter. O Divino Nity espalhará pureza, serenidade, caráter. Use este talismã (a Fonte Magna), para que a sabedoria e a serenidade gerem em você.Usando o santuário apropriado, a unguenta pomada, o sábio jura tomar o caminho certo para alcançar a pureza e o caráter.

Oh pai, encontre a única luz para todos os que desejam uma vida nobre! ".

Essa bacia deve ter sido usada em purificações religiosas.
Outro fato que mostra a ligação entre a Suméria e os Maias, vem de duas esculturas que indiscutivelmente são provas de que houve essa ligação 6 mil anos atrás, sabe-se lá como isso aconteceu.


O que seria essa bolsa que está representada nas imagens?
Na imagem dos anunnakis há muitos significados, usando asas de anjos e a famosa pinha que estou fazendo um artigo sobre exatamente esse artefato que parece desconhecido, mas que conhecemos muito bem. Pode ser algum tipo de conhecimento tecnológico que nós ainda não conhecemos? As evidências são inegáveis. Então como os sumérios chegaram a América do Sul e no Peru.

Simples, eles vieram de barco e usando o caminho de Peabiru.

O caminho de Peabiru foi usado por várias expedições e descoberta por um náufrago português Aleixo Garcia em 1524. O caminho foi revelado pelos índios Guaranis ao náufrago em confiança por ter convivido com os indígenas. Eles deram ao português várias peças de ouro. O que acendeu o lado egoísta do português em achar o Eldorado. Esse achado motivou a vinda dos espanhóis que arrasaram as civilizações Maias, a procura do tão cobiçado ouro.


Esse caminho era conhecido dos índios porque é um caminho que é traçado pelo Sol. Se seguirmos o Sol iremos parar no Peru. Nada mais real do que isso. Então, o caminho de Peabiru pode ter sido uma forma de ligação entre o mundo sumério e os Incas, Maias e Astecas.

Petróglifos encontrados pelo caminho de Peabiru
Esse petróglifo lembra muito o olho de Hórus

Por todo o caminho de Peabiru podemos encontrar sinais rupestres que podem explicar que esse foi um caminho muito usado milhares de anos atrás.
Acredito que esses sinais rupestres remontam visitantes sumérios ao nosso país. Isso também é triste de ver porque nossos arqueólogos não estão preocupados com nossa história.

Tudo isso porque os nossos arqueólogos acham que os antigos sumérios eram um povo primitivo e que não possuíam nenhum tipo de capacidade tecnológica. O que é inverídico pois os Sumérios inventaram a roda e muitas coisas que nós conhecemos hoje.


Essa imagem mostra que os Sumérios navegavam e na cidade de Ur na tumba real foram encontrados barcos sumérios!


Se, os Sumérios tinham barcos porque não usá-los?
Esse é o ponto. Agora imagine esses homens da Suméria entrando em contato com os indígenas e os povos antigos dessa localidade. Homens de barba e bigode?




Então, você pode imaginar que esse contato realmente existiu e consequentemente mudaria a história como nós conhecemos. Os Sumérios chegaram antes do Colombo e de Pedro Alvares Cabral, por milênios.

O fato também é real para os Egípcios tanto na América do Sul, como na América do Norte. Esse tipo de arqueologia se chama arqueologia proibida, sabe por que? Por que os arqueólogos não aceitam que suas regras sejam burladas.

Explicando dessa maneira a história parece mais fácil e mais simples de explicar coisas fora de épocas. Isso porque devemos sempre buscar a verdade mesmo que ela seja cruel conosco.

Por que não começamos a parar de nos enganar e começar a buscar a verdade?



Esse vídeo é muito interessante onde David Hatcher Childress, mostra algumas ligações entre China e Peru, também ligações com os Sumérios. Algo que alguns arqueólogos tentam destruir como se essas evidências não sejam reais. Talvez o medo que houve uma ligação entre essas civilizações. O que parece bobo, pois haviam barcos 6 mil anos atrás. Essas civilizações viajavam pelo planeta, como nós viajamos hoje em dia. 


Gosto de mostrar uma prova indiscutível que existe no museu do Cairo, e isso mostra que os arqueólogos subestimam a realidade dessas antigas civilizações. O bumerangue é conhecida arma usada pelos aborígenes da Austrália. Mas vários bumerangues foram encontrados no Egito e não são algo criado para cultos, mas para a caça.




Muitos arqueólogos não aceitam essa visão por acharem maluca, mas a prova para terminar com essa discussão boba de egiptólogos inconformados com a verdade vem da própria Austrália. Eu adoro isso porque é um modo de calar a boca do cético!





Essas imagens podem parecer bobas para, mas o que você acha de um vídeo para espantar o maior dos arqueólogos que insistem em encobrir a verdade.

Este site é conhecido como " glifos de Gosford ", na Autrália e dizem alguns egitologistas de serem falsos, pois foram descobertos em 1955 e depois alguém acrescentou alguns hieróglifos. Não seria impossível isso se o bumerangue australiano existisse, o que prova que os Egípcios conheciam os bumerangues australianos. 


Os glifos de Gosford foram devidamente traduzidos e muitas pessoa ainda acreditam que possa ser algum tipo de fraude. Traduzido o texto em forma resumida conta história de um filho de Khufu, que foi o conhecido Queóps.

Temos dois príncipes, Nefer-Djeseb e Nefer-Ti-Ru, filhos do grande rei Khufu, liderando uma quantidade de marinheiros egípcios para a distante Austrália. Seu navio encalhou, e evidentemente o Príncipe Nefer-Ti-Ru sucumbiu por uma mordida de cobra. Ele foi enterrado lá, nos afloramentos rochosos perto do moderno Gosford, 4.500 anos atrás.


Se é verdade ou não saberemos isso quando encontrarem o sarcófago do príncipe, até podemos dizer que seja falso, mas como sempre prefiro que achem o sarcófago e tudo será esclarecido. O que temos que ter em mente é que os Egípcios possuíam barcos e tinham muita capacidade e pior: mais comprometedor são o barco de Khufu que foi encontrado ao lado da pirâmide de Queops. Veja as fotos e o braco de Khufu.



Veja por que um faraó colocaria um barco ao lado de sua piramide? 


Só por ser o barco que leva a alma do faraó? Me poupe! É notório que nem 40% de toda a história egípcia pode ser contada, nem mesmo sabem quem foi o verdadeiro construtor da pirâmide de Quéops, apenas um cartucho como o nome de Khufu foi encontrado na pirâmide.


Você acha que um faraó como Khufu rabiscaria uma imagem como essa na pirâmide? Me poupe!


Você acha que bumerangues encontrados no Egito foram importados da Austrália via correio? Me poupe!



Esse quadro mostra a coleção de bumerangues egípcios. Esse fato mostra que alguém está te enrolando.


Esses artefatos se encontram em um museu do Peru, e que contém inscrições chinesas e foi estudada por um especialista em pictografia chinesa, e declarou ser do chinês arcaico.


O que acontece, quando algo foge da lógica as pessoas sempre tentam fugir das explicações convencionais e dizer ou que são falsos ou fora de lógica, e chegam a esconder mesmo. 


Muitos desses objetos que confrontam as evidencias dos arqueólogos são praticamente descartados. Não seria mais fácil dizer: nós não sabemos explicar e estamos buscando respostas do que esconder ou refutar algo?


Veja bem: o caso dos Glifos de Gosford. Não seria mais razoável, mandar vários egiptólogos e arqueólogos no local em vez de ficar inventando um monte de desculpas esfarrapadas e sem lógica? 


Estou chamando a atenção de nossos valorosos especialistas sabe-tudo para buscarem a respostas e não jogarem para baixo do tapete.


A CIÊNCIA NÃO É FEITA DE COVARDES MAS DE PESSOAS COM INTELIGÊNCIA E VONTADE DO SABER. NINGUÉM É DONO DA VERDADE, POIS A CIÊNCIA SEMPRE FOI ATRÁS DA VERDADE, NÃO É? 


Espero que novos arqueólogos corajosos que buscam a verdade, e destruir esse bando de arqueólogos que se acham sempre donos da verdade. Ciência não é assim, se algo está estranho é porque há algo de errado como a história da humanidade.


Coloquei várias informações que demonstram que a história contada por esses senhores da verdade incólume, vivem de uma mentira que se chama história humana para esconder alienígenas e coisas que nós não compreendemos. Isso para mim é uma covardia histórica dos nossos cientistas. Afinal o que é ciência?


Para que serve a ciência, um monte de mentiras que são manipuladas para servir à desinformação? 


POR QUE ESCONDER A VERDADE DAS PESSOAS DOS NOSSOS FILHOS, QUAL A RAZÃO? SERÁ QUE A HISTÓRIA TEM ALGO GRAVE QUE NÓS NÃO SABEMOS?


O SER HUMANO JÁ PASSOU DA INFANTILIDADE HOJE VIVEMOS A LIBERDADE DO PENSAMENTO, ESSA ESCOLA DE GENTE ATRASADA QUE NÃO TEM CORAGEM DE DIZER QUE ERROU OU QUE HÁ ALGO DE ERRADO NA HISTÓRIA. 


(Detalhe que esqueci de escrever todas essas evidencias aconteceram entre 6 a 4.500 anos atrás, tanto a bacia encontrada na Bolívia quanto aos petróglifos na Austrália, inclusive das imagens Olmecas datam da mesma época).

Fonte