sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Vencemos, Patriotas!

Embora este blog não dê ênfase a noticias relacionadas á Política, eu não poderia deixar de registrar esse momento histórico pelo qual passou nosso país. Um movimento democrático que revolucionou o conceito de votar, de simplesmente ir às urnas e digitar os números de seus candidatos. Foi muito além disso. Foi a eleição mas atípica da história do Brasil. Bom, isso desde que nasci.

Desde o Impeachment do Fernando Collor, não votei mais em ninguem. Me abstive de exercer esse dito "ato cívico", porque não acreditei mais em nenhum político de nossa nação. Aí chegou o dia em que o grande ídolo dos militantes do Partido dos Trabalhadores, Lula, assumiu a Presidência, com suas promessas mirabolantes de retomada da Economia, e crescimento sem igual na história do país. Pura enganação, como é a cara do PT. E o que rolou, desde sua posse, escândalos, Lava-Jato, passando ainda por sua "coleguinha" Dilma, até sua prisão, na atualidade, todo mundo já sabe. Não precisarei descrever aqui.

Até que no dia 31 de março de 2017, as Forças Armadas assumiram o comando das ações para restaurar a ordem e dominar a subversão dos comunistas em nosso país.

Paulo Chagas, General da reserva, fez um desabafo durante uma comemoração que ocorreu no dia 31 de março do ano passado.

“O povo brasileiro já defenestrou um partido corrupto (PT) e uma presidente inepta […] e está rejeitando um canalha que se chama Lula da Silva […] que pretende voltar ao poder, mas não voltará porque a nação não quer que ele volte … porque ele não merece … ele é um enganador”


“Ninguém pode estar melhor informado do que as Forças Armadas. Se alguma atitude tiver que ser tomada, vai ser tomada na hora certa”


E nesse meio tempo, eis que vejo despontar, de forma tímida, um homem - que seria mais à frente muito mais que um simples homem - que me fez acreditar novamente. Que eu poderia ir ás urnas e depositar meu voto naquele que representava tudo aquilo que eu desejava para meu país. Alias, não só eu, mais milhões de patriotas, que estavam já sufocados, estrangulados por esse sistema podre e sujo que dominava o Brasil. 
Mas o que tinha esse homem, Jair Messias Bolsonaro, até então desconhecido pela grande maioria do povo brasileiro, de tão especial assim? O que poderia explicar um eleitorado tão pouco homogêneo estar fazendo esse movimento espontâneo e desarticulado? Uma resposta óbvia está sendo dada: o anti petismo. Faz sentido, e isso não é pouca coisa, mas acreditamos que há um elemento adicional nessa migração de votos: O cansaço geral que as pessoas estão sentindo a respeito das “ideologias”, e que resulta no desejo desesperado de retorno ao “senso comum”.

Vamos chamar de “ideologia” qualquer conjunto de ideias estruturadas por intelectuais, que tem como propósito alterar o comportamento das pessoas e da sociedade. Alguns intelectuais acreditam que a sociedade não caminha naturalmente, espontaneamente para um futuro melhor, e se dedicam a criar, com base exclusiva na razão, modos de alterar o modo de pensar e de agir das pessoal.

São exemplos de ideologias barra-pesada o Comunismo, o Socialismo e o Nazismo. É exemplo de ideologia mais leve a Social Democracia. São ideologias porque as sociedades não convergem naturalmente para essas ideias, sendo necessário o uso do Estado para implantá-las à força.

Há exemplos históricos de revoluções criadas por intelectuais com base em ideologias, que resultaram em violência, assassinatos em série, destruição e fome: Revolução Francesa, Revolução Russa, Revolução Chinesa, Revolução Cubana. Todas elas têm traços comuns: seguem as cartilhas de intelectuais que defendem ideias de aumento do poder do Estado, o que se alcança destruindo liberdades individuais, a família, a religião, as associações civis, o ensino livre e as manifestações culturais espontâneas.
Na classe política, poucos se atrevem a defender publicamente o Comunismo, e até mesmo uma versão mais leve de ideologia de esquerda, o Socialismo. Mas a classe política brasileira quase que inteira é influenciada pelas ideologias, preferindo uma versão mais leve: a Social Democracia. Nesse balaio da Social Democracia podemos colocar quase toda a classe política do Brasil que tem representação do Congresso Nacional hoje: PMDB, PSDB, PT, DEM, REDE...

O mal que a alta cultura está provocando no Brasil é fenômeno já muito bem documentado. Certamente, o livro “O Imbecil Coletivo”, de Olavo de Carvalho, recentemente reeditado pela Editora Record, foi o primeiro grande alarme que se deu a respeito, já na década de 90, mas essa ideia, aparentemente, ainda não está clara na cabeça do povo. Outra obra de Carvalho que mostra a influência de ideologias na destruição da cultura, dos valores e das instituições é “O Mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”. 

Recentemente, o antropólogo Flávio Gordon, no seu livro “Corrupção da Inteligência” mostra que a chegada e a permanência do PT no poder (2002 a 2016) não seria possível sem a influência das ideologias de Gramsci e Marcuse, – filósofos marxistas – na academia. Para Gordon, os jornalistas, num processo mimético, compram as ideias dos intelectuais e espalham o tóxico ideológico por toda a sociedade

O que a maioria das pessoas quer é trabalhar, pagar suas contas, cuidar da sua família, ter sua religião respeitada, cultivar a memória que tem do seu passado e repetir o que o vovô, a vovó, a mamãe e o papai fizeram e ensinaram a fazer. A maioria das pessoas não quer mais ser violentada por universidades públicas, jornais, revistas e programas de televisão com ideias malucas.

É isso o que Bolsonaro representa, além do anti petismo, quando fala da família, das universidades públicas, da imprensa, de Deus. O retorno, que as pessoas querem desesperadamente, ao senso comum.

Votei em Bolsonaro, não porque cara é bonitão, militar, ou mesmo "Salvador da Pátria", "O Mito"....nada disso. Isso é idiotice do pessoal da dita "Direita", pois o cara nem assumiu ainda, como pode ser o "salvador"? Então, isso é exagero e fanatismo...

Votei porque vi nele uma figura que representa o Brasil que eu quero, livre dessa opressão vermelha, que me impede até sair de casa em segurança, com medo de balas perdidas; que faz com que o bandido, criminoso, tenha mais direitos que eu, que trabalho honestamente pra manter o meu sustento e minha família; que me enoja em ver nossas crianças nas escolas aprendendo sobre sexo, na mais tenra idade, quando na verdade tinha que aprender sobre valores cívicos e pátrios; que acha que o "sexo entre os iguais" é tão perfeitamente normal quanto o sexo entre os héteros; que inverte todo o significado de Cultura, alterando drasticamente os valores morais pré-estabelecidos....

Por essas e outras é que votei em Bolsonaro. Porque não sou de Direita, nem sou de Esquerda, não sou de rótulos! Sou Brasileiro! Sou patriota! amo meu país, mas não concordo e abomino essa sujeira que implantaram nele. E como patriota, vou lutar pelo meu país, pela sua liberdade e independência, e minha bandeira jamais será vermelha!...pois ela sempre foi verde, amarela, azul e branco. E assim será.

Sinto se minha forma de pensar não agrada a todos os meus leitores (perfeitamente normal) mas é assim que me posiciono nesta grande imensidão de terra chamada Brasil...




A Vitória da Democracia

"Finalmente, o Brasil terá um presidente de direita"



"A vitória de Jair Bolsonaro é simbólica por revelar empiricamente uma obviedade que só políticos oligarcas e de esquerda, festejados especialistas, comentaristas e jornalistas ignoravam ou preferiam ignorar: parcela significativa da sociedade brasileira ansiava por um representante que comungasse com ela uma agenda política, econômica e moral à direita, e que não tivesse medo de defendê-la.

Bolsonaro venceu porque atendeu a uma demanda reprimida da sociedade por um candidato de direita que oferecesse o pacote completo: ser e parecer honesto, corajoso, contundente, e defender uma agenda política baseada no combate à criminalidade, na defesa do direito à autodefesa, no respeito à propriedade privada, na liberdade de mercado (interna e externa), na ruptura com o presidencialismo de coalizão que corrói Presidência e Congresso, nas reformas necessárias para que o Estado deixe de atrapalhar a sociedade e que possa cumprir as suas atribuições constitucionais mais urgentes, como segurança pública.

Os desafios de Bolsonaro, agora, são usar o primeiro semestre de governo para realizar o que for possível dentro de tão pouco tempo, mas, principalmente, sinalizar com discursos e atos concretos que está disposto e empenhado a cumprir a agenda política e econômica com a qual se comprometeu com seus eleitores de primeira hora e com os que depositaram nele um voto de confiança para evitar que o PT voltasse ao poder.

A partir da posse, Bolsonaro terá uma janela temporal fundamental para corrigir as suas fragilidades individuais e ajustar o seu plano de governo, mostrar a que veio e garantir apoio por mais tempo. O presidente eleito certamente contará com a simpatia inicial de parte dos políticos que não o apoiaram e da parcela da sociedade que optou por um voto não ideológico em seu adversário, Fernando Haddad (PT), mas terá de renovar constantemente a confiança nele depositada. Até porque, a partir de janeiro, Bolsonaro será vigiado e combatido a todo momento pela esquerda na política formal, na cultura, na televisão, no jornalismo, e terá no parlamento representantes de uma direita independente, que se elegeu sem o seu apoio, e que o apoiará quando for preciso e que o confrontará quando for necessário.

Se o presidente eleito agir da maneira que prometeu, as negociações com o Congresso serão provavelmente feitas às claras e assim a sociedade saberá o que se passa e poderá imputar sobre o presidente e os parlamentares as responsabilidades individuais em vez de, como sói acontecer, fazê-lo coletivamente na forma de expressões tão indignadas quanto vagas (“político é tudo igual” etc.) que beneficiam os políticos incompetentes e criminosos.

Se, por outro lado, Bolsonaro não fizer o que disse que faria, titubear nas decisões importantes, demonstrar qualquer tipo de tibieza na condução do Poder Executivo ou cometer erros na relação política com os parlamentares recém-eleitos para o Congresso, terá não só mais deputados e senadores contra ele, mas uma parte da sociedade que o apoiou apenas porque queria impedir a volta do PT e que sabe de sua força nas redes sociais e nas ruas para derrubar um presidente.

A vitória de Bolsonaro também representa um desafio para a direita conservadora, que deverá aprimorar o trabalho incipiente em curso, trabalhar para conquistar relevância intelectual no debate público e protagonismo acadêmico, e assim ter estofo e legitimidade para orientar as ideias e a práxis política não apenas do governo Bolsonaro, mas de todos os políticos que se elegeram se apresentando ao eleitor como sendo “de direita” ou conservadores, muitos dos quais sem fazer a menor ideia do que isso significa.

Para um conservador, Bolsonaro não pode nem deve ser visto como alguém que, sozinho, vai redimir o país. Quem deve fazê-lo somo nós, a sociedade, que descobrimos a nossa força e ideias conservadoras e liberais. Em varias declarações públicas, o próprio Bolsonaro se recusou a vestir a roupa de salvador da pátria, atitude prudente que poderia alimentar as piores paixões que sempre existem em grupos de eleitores.

Bolsonaro é, portanto, como já escrevi aqui na coluna, parte de um processo maior de descoberta e tomada de posição à direita de parte da sociedade brasileira, e deve ser visto como tal, ou seja, não como o protagonista único do processo de transformação nem como o guia que conduzirá sozinho e de forma centralizada a mudança do país. Até porque vários foram os candidatos conservadores e liberais que se elegeram sem o seu apoio direto, Bolsonaro deve ser visto como mais um dos instrumentos políticos valiosos neste momento grave e delicado, e seu governo não pode, portanto, se sobrepor à sociedade que o elegeu.

Vencida a eleição, a partir de agora, intelectuais, analistas, comentaristas, jornalistas conservadores e liberais deverão assumir com independência a responsabilidade de colaborar com o novo governo, que venceu a disputa com uma agenda em parte conservadora, em parte liberal. Essa colaboração deve se dar com orientações, sugestões, proposições e críticas para que o governo Bolsonaro – ele, sua equipe e base aliada – encontre no debate público uma fundamentação qualificada para aprimorar os seus acertos e corrigir os seus equívocos.
A presidência de Bolsonaro também será – e deve ser – julgada pela forma como ele, sua equipe e base de apoio vão lidar com sugestões e avaliações contrárias formuladas por conservadores e liberais, mas também pela oposição de esquerda. Mais do que qualquer outro presidente, Bolsonaro será cobrado a respeitar as instituições e posições contrárias, francas e não criminosas, para que não seja acusado de repetir o comportamento persecutório que foi institucionalizado pelos petistas.

O PT, aliás, tentará fazer o tipo de oposição infame que sempre fez, mas não terá mais a vida fácil que tinha quando seus adversários eram tucanos, emebistas et caterva. Na Presidência e dentro do Congresso, os petistas enfrentarão uma oposição diferente daquela a que estavam acostumados, e que será formada por conservadores, liberais e bolsonaristas.

No exercício da Presidência, caso Bolsonaro aprimore e cumpra a sua agenda política e econômica de fazer com que o Estado brasileiro deixe de atrapalhar quem quer trabalhar, de abrir o país para o comércio internacional, de eliminar a burocracia nociva, de trabalhar com o Congresso para simplificar o sistema tributário, reduzir a carga tributária, aprovar uma reforma da Previdência, estimular a implementação de um federalismo de fato, enfrentar o déficit, reduzir os gastos e limitar o poder do Estado, restringir a atuação da Presidência às suas obrigações constitucionais, sem exacerbá-las, e, na área de segurança pública, dispor de tudo o que estiver ao alcance do Poder Executivo para ajudar os governadores a combater a violência descontrolada no estados, pavimentará o caminho para realizar um ótimo governo de feições conservadoras e liberais.

Por mais que muitos desgostem e neguem, o fato incontornável é que a eleição de Bolsonaro representa a vitória da democracia brasileira, que também é instrumento de alternância de poder entre visões políticas e ideológicas divergentes. Dessa vez, o país terá, finalmente, um presidente de direita.

Se Bolsonaro for bem-sucedido, consolidará a direita conservadora e não conservadora como alternativas políticas viáveis e confiáveis. Caso contrário, poderá comprometer todo um trabalho intelectual e de ativismo de ideias que o precede e do qual ele foi beneficiário, e prejudicar a formação em curso de uma melhor e mais qualificada elite política conservadora. Reside aqui a fundamental importância de os conservadores aconselharem e eventualmente criticarem as decisões políticas do novo governo.

Considerando os problemas urgentes do país e a oposição brutal que certamente será feita pelo PT e por seus partidos e organizações satélites, a tarefa do governo Bolsonaro e dos conservadores está longe de ser fácil, mas plenamente possível e necessária. Porque agora teremos, finalmente, no Poder Executivo federal um presidente – e, no Congresso, parlamentares – com uma agenda em parte conservadora, em parte liberal. É um novo país que agora se expressa na política."

A morte do PT

E o que dizer do PT? Deixemos que os mortos enterrem seus mortos.
A esquerda petista nos conduziu a Bolsonaro. Todos os seus esforços políticos pós- redemocratização nos trouxeram a este momento.

Podemos dizer, sem medo de errar, que as condições para a vitória de hoje de Bolsonaro foram construídas pela consolidação do PT como centro hegemônico das lutas populares e por suas vitórias eleitorais nas últimas quatro eleições.

A esquerda liberal implementou e intensificou a política macroeconômica do PSDB, se abraçando a um cartel de bancos e a um projeto que desindustrializou o país e acentuou sua dependência no sistema de produção mundial. O Brasil se tornou refém do agronegócio e da exportação de commodities, enquanto suas forças produtivas eram parasitadas e esgotadas até a quase completa destruição.

Para a população, o PT vendeu a ilusão de um consumismo indesejável e insustentável diante do atravancamento de nossas possibilidades produtivas, levando ao povo a fantasia de pertencer a uma ”nova classe média” porque poderia comprar a crédito pagando os juros mais indecentes do mundo.

A educação foi privatizada, a saúde se tornou objeto de comércio, os investimentos públicos foram estrangulados e o governo apostou na expansão de emprego pouco qualificado, gerando uma bolha econômica que, ao estourar, afundou o país.

Com o PT, o povo brasileiro se tornou ainda mais pobre, ainda mais explorado, ainda mais distante de sua independência final. Para manter sua hegemonia no campo popular, o PT desmobilizou os sindicatos e aparelhou com pelegos todos os demais instrumentos de luta dos trabalhadores. Além disso, a crise da segurança pública, somada ao descaso do Estado, nos níveis municipal, estadual e federal, gerou uma imensa indignação popular – o trabalhador, afinal, achacado por assaltantes e traficantes, é o principal prejudicado pela violência urbana – sobretudo nas periferias. Finalmente, o PT se uniu a um esquema de corrupção que alimentava empresários e permitia a lavagem de dinheiro pelo crime organizado e por empresas religiosas.

Sem nada a oferecer ao Brasil, senão instrumentos mais eficientes de exploração de nossos recursos e de nossa força de trabalho pelo sistema financeiro nacional e internacional, o PT se sustentou politicamente tentando impor ao conjunto de nossa população os dogmas de uma religião cosmopolita que se refestelava em estrangeirices e ofendia a religiosidade popular, financiava movimentos abortistas e uma militância feminista e LGBT radical cujo ideal de sociedade é completamente alienígena à nossa formação cultural.
À exploração econômica do povo, o PT e a esquerda liberal que ele representa acrescentaram a opressão ético-comportamental, impondo aos brasileiros uma agenda identitária pós-moderna que ofendia os costumes populares.

De um modo geral, a esquerda progressista diz defender o povo, mas odeia tudo que vem dele: sua fé, sua cultura, seus valores. Como levar a sério uma esquerda liberal que defende que os usuários de crack na crackolândia não são pessoas escravizadas pelo vício, vício explorado por traficantes, mas, sim, pessoas exercendo sua liberdade de escolha? Como levar a sério uma esquerda liberal que defende a legalização da prostituição, a legalização das drogas?

A esquerda liberal fracassou porque não representa ninguém a não ser banqueiros e uma classe média que se pretende ocidental, e não brasileira. Os governos PT, com todas as suas traições, todas as suas contradições, todas as suas concessões, e inclusive com seus pretensos sucessos, preparou o país para esse momento. À tentativa de nos tornar uma caricatura da Califórnia, o PT construiu um inimigo que nos ofertava Miami e Texas.

E nós avisamos. Aliás, estamos avisando há anos que o progressismo da esquerda progressista jogaria os país nas mãos da direita neoconservadora mais liberal e reacionária possível. Nós tentamos a todo momento, desde nossa fundação, trazer a esquerda para o apoio dos valores morais tradicionais da população brasileira. Fizemos isso porque sabíamos que o Brasil só poderia ser salvo por essa aliança entre justiça social e conservadorismo moral. E a todo momento fomos criticados e atacados por isso, inclusive pela pequena parcela da esquerda que critica os “exageros” da esquerda liberal.

Caminhos de reconstrução

O que fazer então? Urge construir e consolidar um campo patriótico e popular, que represente o Brasil profundo e seus valores: a segurança pública e direito à legítima defesa e a defesa da família contra o progressismo cosmopolita bem como a defesa dos trabalhadores e dos mais pobres contra o capitalismo globalista e a usura. Uma via patriótica, conservadora e trabalhista, que se apoie no pensamento social cristão, na Doutrina Social da Igreja, no distributismo, no nacionalismo de figuras como o Dr. Eneas Carneiro e Leonel Brizola. Um quarto caminho para além do liberalismo, do comunismo e do fascismo.

Quem ama verdadeiramente a nação, também ama seu povo. Nacionalismo sem defesa do povo é discurso vazio. Assim como é vazio trabalhismo sem soberania nacional.

Já o Comunismo tem uma natureza satânica: a da mentira pura e simples, a da tapeação, a de fazer com que o povo seja manipulado a pensar diferente numa fórmula que, na realidade, é a mais pura enganação.

O PT foi uma enganação institucionalizada. Lula foi justamente uma mentira em carne, osso e barba. A mentira foi tanta que conseguiram até convencer que a entrega de “Bolsas Famílias” teria tirado milhões de famílias da pobreza absoluta para a “Classe Média”. E a população em bom número acreditou.

Quando não se tem conhecimento, escolaridade, alguma leitura, alguma habilidade de argumentação, acaba caindo no papo e já era.

O impressionante nem foi a vitória de Bolsonaro, mas sim que Haddad, o candidato “poste” de Lula, o líder máximo dessa “seita/ partido”, teve expressiva votação. Depois da maior crise econômica provocada pelo PT, como é que alguém em sã consciência poderia votar novamente nesse partido? A resposta é simples: pelo fato de que continua sendo manipulado pela impressionante capacidade de mentira que é o PT.

Agora que o PT foi enterrado, é preciso matá-lo de vez. Afinal de contas, o Conde Drácula dorme num caixão, mas não está morto. Sempre sai a noite. O PT precisa receber a estaca no peito para ser destruído de vez.

Não é vingança, mas sim justiça. Quantos sonhos, quanta riqueza, quantas vidas foram desperdiçadas por esse partido sem escrúpulos?

Lula, que está preso por causa de um Triplex e daqui a pouco deverá receber a sentença do sítio de Atibaia, precisa responder, tal como seu “poste” Dilma Rousseff, pelo verdadeiro saque que foi o BNDS (Banco Nacional de Desenvolvimento Social).

Lula e Dilma tiveram coragem de usar dinheiro do contribuinte brasileiro para financiar até mesmo ampliação do metrô de Caracas, isso num Brasil tão carente de infraestrutura.

Nem estamos falando da delação premiada do ex-ministro Antônio Pallocci sobre a miríade de crimes cometidos por Lula. Aliás, as acusações são tão graves que, a rigor da lei, o PT teria até mesmo de ser extinto, isto é, perder seu registro e fechar as portas.

É verdade a grande frase do falecido diplomata, Roberto Campos (1917-2001): “a burrice no Brasil tem um passado glorioso e um futuro promissor.” A frase fez jus ao caso do PT. Mesmo com tantas advertências, a população encontrou de cabeça na Onda Lula em 2002 e pagamos um preço terrível pelo erro.

Mas agora que tenhamos um novo recomeço e que o PT vá para o lixo da história, de onde nunca deveria ter saído.

Fontes:
https://www.gazetadopovo.com.br
https://jbfoco.com.br
http://novaresistencia.org

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Filmado OVNI passando na frente da Lua

Um observador do céu no Reino Unido acha que viu um OVNI voando pela Lua…

Imagens de vídeo mostram o momento em que Jason Callum apontou seu telescópio para a superfície lunar para ver melhor as crateras.

Mas o que ele acabou descobrindo deixou-o espantado.




O vídeo, capturado em Bracknell, Berkshire, mostra um pequeno objeto preto atravessando a tela, vindo da direita para a esquerda.

Jason tentou seguir sua trajetória, mas, uma vez que a luz da Lua deixou o quadro, ficou impossível de rastrear.

Então, ele enviou a gravação para seu canal no YouTube, perguntando aos seguidores o que eles achavam que poderia ser.

“Parece uma nave-mãe derrubando alguns alienígenas”, afirmou um espectador.

Outro acrescentou: “Parece que está circulando a Lua à procura de algo.”

E um terceiro afirmou: “Poderia ser o satélite Cavaleiro Negro“.

Dizem que o satélite Cavaleiro Negro (Black Knight) é uma espaçonave na órbita quase polar da Terra, de origem extraterrestre.

Os teóricos da conspiração afirmam que a NASA está envolvida em um acobertamento da aeronave ultra-secreta.

Acredita-se que uma foto da Nasa de 1998 mostre o satélite Cavaleiro Negro, mas a NASA afirmou que provável se trata de detritos espaciais.


Fonte

Encontrada em caverna uma biblioteca dourada


Este artigo é sobre uma misteriosa descoberta que uma vez foi reivindicada, dentro de sistemas de cavernas no Equador, que alguns acreditam terem sido artificialmente construídas.

Trata-se de uma descoberta que, embora agora escondida do mundo, foi fotografada, estudada e documentada, graças à variedade de artefatos que haviam sido reunidos por um indivíduo conhecido como Padre Crespi.

Uma biblioteca metálica inteira, aparentemente alienígena, completada com centenas de folhas de ouro, platina e outros metais preciosos, elaborada para revelar uma linguagem surpreendente e desconhecida, claramente deixada por um povo de tremendas capacidades.

A caverna em que este achado é reivindicado ter sido feito, é conhecido como Cueva de los Tayos.

E, embora tal descoberta seja negada pelas autoridades equatorianas, os governos equatorianos e do Reino Unido financiaram uma extensa pesquisa sobre os sistemas de cavernas, logo depois que as reivindicações se tornaram públicas.

O achado atraiu a atenção de vários indivíduos que viajaram para as profundezas dessas cavernas, inclusive Neil Armstrong, o primeiro homem na Lua.

Porém, o que deve ser focado no vídeo abaixo são as enormes cavernas, aparentemente feitas pelo homem. Se esses sistemas de cavernas forem de fato admitidos um dia como tendo sido artificialmente cavados na rocha, então isso revelaria inegavelmente a falhas tremendas nas reivindicações da academia, quanto à geologia e até mesmo a verdadeira história da região. O sistema de cavernas é tão enorme que ainda precisa ser totalmente explorado pelo homem moderno, mas o que foi explorado revelou características altamente convincentes, que corroboram afirmações anteriores de uma origem artificial.

De acordo com Klaus, este figura é na verdade uma pintura de um gigante na caverna, medindo mais de 7 metros de altura.

O portal Moricz, por exemplo, em homenagem a Juan Moricz, o indivíduo que afirma ter descoberto originalmente a biblioteca metálica, é claramente de natureza artificial.

A questão é: por que ir tão longe para construir esse sistema de cavernas com aparência natural?

Tudo foi criado apenas para esconder esta biblioteca?

E, em caso afirmativo, qual seria a importância da informação contida?

E por que tal achado atraiu a atenção do primeiro homem na Lua? O astronauta sabia algo que ainda não descobrimos?

Juan Moricz assinou uma declaração datada de 8 de julho de 1969, na qual ele confessou ter tido uma reunião com o presidente equatoriano, onde recebeu total controle sobre sua descoberta, desde que pudesse produzir provas fotográficas e uma testemunha independente corroborando a descoberta.

Quando Moricz se encontrou com Von Däniken em 1972, ele o levou a uma entrada secreta, através da qual eles entraram em um grande salão artificial dentro do sistema de cavernas.

Aparentemente, Von Däniken nunca chegou a ver a biblioteca em si, ele escreveu em seu livro, O Ouro dos Deuses.

Veja uma citação do livro:

As passagens formam ângulos retos perfeitos. Às vezes elas são estreitas, às vezes largas. 

As paredes são lisas e muitas vezes parecem ser polidas. Os tetos são planos e, às vezes, parecem cobertos por uma espécie de esmalte …

Minhas dúvidas sobre a existência dos túneis subterrâneos desapareceram como que por mágica, e me senti extremamente feliz. Moricz disse que passagens como essas se estendiam por centenas de quilômetros, sob os solos do Equador e do Peru.

Parece inquestionável se seções de Cuevas de Los Tayos, eram de fato artificiais. Sentimos que a questão agora é, quem passou por esses esforços inimagináveis, tão longe de volta de volta na história? Por que criar um lugar tão profundo dentro da terra, com tal pretendida ilusão de origem natural, se você não procurou esconder alguma coisa?

Muitos ainda acreditam que a verdade ainda está escondida no fundo de suas cavernas inexploradas, uma verdade que nos forçará a reescrever completamente a história da humanidade.

Mesmo hoje, as cavernas continuam a ser a obsessão de muitos exploradores, buscando encontrar a resposta para seus blocos de pedra criados artificialmente.

Seriam as lendas verdadeiras em torno de Cuevos De Los Tayos?

Será que uma vez realmente lá havia uma antiga biblioteca metálica, deixada para nós por uma antiga civilização?

Fonte

Os Reptilianos e aTerra Oca

A teoria da Terra Oca é fascinante: a ideia de vastas cavernas subterrâneas com ecossistemas completos e que, de acordo com alguns, são versões invertidas do cosmos existentes no centro do nosso planeta…

Então, se a terra é oca, quem ou o que poderia estar vivendo lá embaixo? Ela está cheio de nazistas cavalgando em dinossauros, ou é o lar de pequenos homens verdes, anões gnomos ou alguma outra criatura mística?

Em um artigo interessante encontrado no site theblackvault.com, as idéias sobre o que vive nos recessos mais profundos do nosso planeta foram expostas.


O artigo começa dizendo que o diretor de pesquisa de abduções da MUFON, John Carpenter, encontrou evidências confiáveis ​​de mais de 200 testemunhas contando como foram abduzidas por nossos velhos amigos, os reptilianos.

Esses extraterrestres de sangue frio mostraram-se ser muitos, mas um fato estranho é que na maioria dessas interações está faltando um elemento importante para um encontro imediato com um alienígena: A espaçonave!

Isso levou Carpenter e outros à conclusão de que esses reptoides, os quais acredita-se serem estranhos ao planeta, tem, de fato, e podem sempre ter vivido aqui em nosso planeta.

Existe a ideia de que essas criaturas evoluíram neste planeta há cerca de 60 milhões de anos. Talvez sejam as espécies inteligentes que surgiram dos dinossauros?

Essa longa história no planeta é refletida em muitas crenças culturais com culturas, que vão desde os sumérios até os gregos, que apontam para o “deus serpente” ou monstro serpentino em muitos de seus mitos e lendas. Poderiam os reptilianos ser a semente do surgimento dessas histórias surgiram?

A figura da serpente é importante até mesmo no mundo de hoje, aparecendo no símbolo de instituições de cuidados médicos. Essa imagem de serpente espiral não só foi encontrada em petroglifos e outras ilustrações que remontam ao Egito antigo, mas também encontradas em lugares que vão da Grã-Bretanha ao Novo México.

Algumas das maiores imagens de cobras ou serpentes são encontradas entre as linhas de Nazca, juntamente com as outras grandes figuras famosas esculpidas no chão daquela região.

E não podemos esquecer os nagas das religiões hindu e budista… Essas cobras também são encontradas na história das culturas isoladas: os povos aborígenes australianos falam que a serpente está travando uma guerra ao redor da área rocha de Ayers…

Se eles tivessem uma tecnologia de armas capaz de causar tais danos em uma época em que os humanos estavam longe da Idade da Pedra, certamente teriam um nível de sofisticação tecnológica que seria invejável hoje.

Uma ideia diz que os reptoides tinham naves espaciais e deixaram o planeta em um certo ponto, até que se depararam com outros grupos extraterrestres e foram empurrados de volta ao planeta. Ao retornarem, descobriram que um grupo de ETs nórdicos haviam assumido o planeta.

Os reptilianos estavam descontentes com essa aquisição, especialmente depois de falhar em seus planos de viagem interestelar, e agora perderem o que consideravam seu planeta. Ocorreu uma guerra e esta guerra é o que está escrito nos livros antigos, mais notavelmente o Maabárata.

Qualquer um com um interesse na ideia de alienígenas do passado ou antigas civilizações avançadas conhece as histórias das vimanas voadoras, as lendas épicas de grandes batalhas com contos de armas fantásticas e destruição em grande escala.

Os mitos do dilúvio que também são encontrados na maioria das culturas ao redor do planeta, também são oriundos dessa época.

Outro tema recorrente é que depois das batalhas, os deuses da serpente sempre perdem e são banidos para um mundo subterrâneo pelo resto dos tempos. As religiões transformam essas figuras ao longo dos séculos que se seguiram, renomeando-as como demônios e coisas do tipo.

Citação da Bíblia Capítulo 12, vs. 7-9:

E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos;

Mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus.

E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele.

Apocalipse 12:7-9

Este mundo subterrâneo é uma ideia comum que não é limitada por localização ou cultura, com muitos ensinamentos religiosos dizendo que este banimento vem com a estipulação de que, se esses seres desejam continuar a viver no planeta, eles não devem interferir com o desenvolvimento da humanidade.


Essas histórias da guerra entre essas espécies antigas são lidas como as páginas de qualquer bom épico de ficção científica. A humanidade presa entre facções e grupos de adoração de ambos os lados como divindades.

Não é de admirar, como espécie, porque somos tão agressivos quando parece que a própria civilização foi formada a partir do conflito desses seres.

Como não poderia ser?

Nascemos na violência e, desde então, as diferenças religiosas têm sido uma causa importante para a maioria dos atos mais bárbaros da história. Evidências da adoração e formação de religiões em torno desses primeiros habitantes da Terra podem ser encontradas em muitos lugares até hoje. Artefatos foram encontrados e o conhecimento transmitido por culturas na América do Sul, Índia e Egito.

A semelhança de estruturas do tipo pirâmide em todos esses locais antigos: o conhecimento da engenharia necessária para construir tais maravilhas dadas pelos reptilianos.

As tecnologias avançadas que mencionamos foram usadas para cortar e manipular pedras maciças e manipulá-las de maneiras que lutamos para entender até hoje. Estatuetas de ídolos em forma de reptoides podem ser encontradas em todas as culturas, com histórias quase idênticas.

Outra prática mais sombria em todas essas culturas é o ‘sangue’ dos sacrifícios humanos, realizados pelos astecas e maias para cerimônias de sangria nas culturas em todo o mundo. Parece que esses reptoides têm um gosto pelo líquido vermelho.

O artigo continua falando sobre as antigas práticas dessas culturas e especula que esses deuses / reptilianos estavam se alimentando da humanidade. Mencionando deuses como Huitzilopochtli, o deus asteca da guerra. Um ser meio humano meio cobra com presas enormes, jantava os corpos daqueles mortos em batalha. Este deus tem a mesma forma como os Nagas das religiões orientais…

Deus, demônio, alienígena ou criptídeo, seja lá qual for o nome que você achar adequado, diz respeito à habilidade que eles têm de esconder sua aparência. Isso funciona como uma projeção mental, a imagem de um homem ou uma mulher sendo irradiada para a mente daqueles que os vêem. Esses poderes de controle da mente parecem ser muito perigosos, mas a criatura continua dizendo que eles foram proibidos de causar danos aos humanos, mas este nem sempre foi o caso…

Os outros deuses / alienígenas nos libertaram dessa escravidão quando baniram essa raça reptiliana para o submundo?

O que você acha, isso é tudo um monte de mitos e lendas, onde fantasia e a realidade se entrelaçam, ou poderia haver alguma verdade nisso?

David Ike certamente diria que é verdade e que essas criaturas são más e ainda buscam recuperar o planeta como se fossem seu…

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