domingo, 11 de fevereiro de 2018

Nos Estados Unidos, enormes criaturas aladas estão sendo avistadas.


Foto ilustrativa para este artigo, porém obtida por uma testemunha em Chicago no ano de 2011.
Uma das tendências mais curiosas em avistamentos de criptídeos tem sido a recorrência de avistamentos de grandes criaturas aladas ou humanóides alados. Muitos dos avistamentos aconteceram na área de Chicago, onde os habitantes relataram avistamentos de um grande animal que voa sobre a cidade. É claro que muitos desses avistamentos coincidiram com o lançamento de um documentário que mostrava o ‘Chicago Mothman‘, então acredite no que quiser. No entanto, avistamentos semelhantes foram relatados em todo o país, e até na Carolina do Norte. Agora, os relatos de uma criatura estranhamente similar que apareceu no Alasca tem alguns criptozoólogos se perguntando se algo verdadeiramente anômalo está ocorrendo. Seriam esses somente grandes pássaros, ou alguma outra coisa?

O avistamento aconteceu no Vale Mendenhall de Juneau, no Alasca. O animal (ou seja lá o que for) foi relatado pela primeira vez ao grupo ‘Juneau Community Collective‘ do Facebook. A testemunha ocular, Tabitha Bauer, afirmou que viu uma enorme besta alada voando acima, muito grande para ser qualquer animal nativo – ou pelo menos qualquer coisa que conhecemos:

Eu estava apenas passando com meu carro pelo cinema no Vale e havia um enorme pássaro preto voando acima da estrada. A envergadura tinha que ser pelo menos 20 pés (6 metros); era quase tão larga quanto a estrada. Eu vivi aqui toda a minha vida e nunca vi nada assim, isso me assustou. Não era um corvo ou uma águia. Esta não é uma piada. Esta coisa era ENORME, quase do tamanho de um pequeno avião. O corpo dele tinha que ter de seis a oito pés (1,80 a 2,40 metros).

Bauer acrescentou que ela sabe que “isso soa como maluquice”, mas parece estar convencida de que ela viu a enorme criatura alada. De acordo com o jornal online Juneau Empire, esta não é a primeira vez que esses animais foram vistos na área.

Claro, os especialistas em vida selvagem acreditam que esses avistamentos sejam apenas grandes águias, albatrozes ou outras aves nativas, e que as testemunhas oculares estão simplesmente julgando mal os tamanhos dos pássaros. Da mesma forma, biólogos na Carolina do Norte sugeriram que as criaturas vistas lá eram prováveis ​​garças azuis.

Poderia ser que a visão das pessoas em todos os EUA estão piorando, ou alguma coisa estranha está ocorrendo nos céus? Drones em forma de pássaro? Pterosauros que descongelaram das calotas polares? Ou, mais provável, apenas alguns grandes pássaros e um caso do comportamento obsessivo coletivo?

Fonte

Além da nossa galáxia, podem existir trilhões de mundos habitáveis.



Um novo estudo, publicado em 2 de fevereiro no The Astrophysical Journal Letters, dá a primeira evidência de que mais de um trilhão de exoplanetas poderiam existir além da Via Láctea. Usando informações do Observatório Chandra de raios-X da NASA e uma técnica de detecção de planeta chamada microlente, para estudar uma galáxia quasar distante, cientistas da Universidade de Oklahoma encontraram evidências de que existem aproximadamente 2.000 planetas extragalácticos para todas as estrelas além da Via Láctea. As galáxias de Quasar são objetos distantes, alimentados por buracos negros, um bilhão de vezes mais gigantes do que o nosso Sol.

“Podemos estimar que o número de planetas nesta galáxia distante é mais do que um trilhão”, diz Xinyu Dai, o professor de astronomia e astrofísica que liderou o estudo.

Alguns desses exoplanetas são pequenas exo-luas, enquanto outros são como grandes gigantes de gás como Júpiter. Ao contrário da Terra, a maioria dos exoplanetas são objetos deslocados, não estreitamente ligados às estrelas, vagando pelo espaço, ou vagamente orbitando entre as estrelas.

A metodologia de Microlente funciona como uma ampliação, diz o co-autor Eduardo Guerras. É um processo cheio de nuances que analisa as frequências emitidas por objetos celestiais que se movem, para observar como eles distorcem e ampliam a luz que vem dos objetos próximos deles. Esta luz então ilumina coisas que de outra forma não são visíveis…

..Já que esses objetos estão tão distantes – os corpos extragalácticos estão a cerca de 3,8 bilhões de anos-luz de distância – o método de microlente é a única maneira de se ter uma idéia de sua forma. Os pesquisadores sabem que estão olhando para planetas por causa da velocidade em que estão se movendo.

“Você pode ter esse efeito com estrelas, mas seria muito, muito menos provável. Seria muito menos frequente”, diz Guerras. “Se você tem apenas um planeta, as chances de observá-lo duas vezes são astronomicamente pequenas. Essas estrelas estão muito distantes. Não há como você observá-las por qualquer meio [tradicional]”, diz Guerras.

“Esperamos que outras equipes publiquem análises independentes para confirmar nossas descobertas”, diz Dai. “Acho que este é um caso em que as descobertas científicas podem ser desencadeadas pela centelha das ideias”.


Aves caíram do céu em Roma, sem explicação

Como publicado aqui recentemente, primeiro foi no estado de Utah, nos Estados Unidos. E agora, encontramos a noticia de que poucos dias depois o mesmo fenômeno ocorreu em Roma, na Itália.

Assim, fica aqui o registro:


Estorninhos caem do céu em Roma.
Os bandos de estorninhos que criam padrões coreografados nos céus sobre Roma perderam misteriosamente o seu equilíbrio, com centenas caindo para suas mortes, depois de colidirem um com o outro. Os pássaros começaram a cair do céu no fim de semana de 27 de janeiro, deixando uma pilha de cadáveres minúsculos em ruas e calçadas.

Em Porta Pia, um dos portões de Roma, e em outros bairros, os moradores tiveram que andar na ponta dos pés sobre os corpos de pássaros caídos, enquanto as motocicletas se arriscaram a derrapar sobre os cadáveres esmagados pela passagem de carros. “Era como um filme de Hitchcock – havia muito sangue e o cheiro tornou-se horrível”, disse Paolo Peroso, chefe da associação de residentes de Porta Pia.



Milhões de estorninhos migram para o sul durante o inverno, onde eles apreciam o calor e as luzes da rua que lhes permitem manter o olho aberto devido aos falcões predatórios. Durante o dia, se aventuraram fora da cidade, banqueteando-se com azeitonas antes de voltarem a pousar nas árvores de Roma, despejando toneladas de excremento oleoso nas ruas, forçando os habitantes locais a usarem guarda-chuvas.

Exames iniciais nos pássaros mortos excluíram veneno ou doença, disse Francesca Manzia, chefe de um hospital administrado pela Liga Italiana para a Proteção de Aves. “Achamos que eles estavam em boa saúde, mas sofrendo do trauma e ossos quebrados que você associaria com colisões, seja entre si ou com cabos”, disse ela.

Um número anormalmente grande de estorninhos em direção às mesmas árvores poderia ter levado às colisões, enquanto outra causa poderia ser ataques de predadores, que criam pânico dentro dos bandos, disse ela.

“Quando atacados, os estorninhos tocam um no outro e se um estorninho atinge um obstáculo, muitos outros seguirão trás e encontrarão o mesmo destino”.

Alguns dias antes, centenas de pássaros caíram do céu no estado de Utah, nos EUA.

Francesca Manzia disse que a verdadeira causa das mortes é um mistério, assim como a maneira exata com que os pássaros coordenavam seus voos em grupo permaneceu um enigma para cientistas. “Realmente não sabemos o que eles estão fazendo”, admitiu ela.

Fonte

Criatura gigante alada é avistada na Carolina do Norte, EUA

Imagem meramente ilustrativa
Vários moradores da Carolina do Norte, nos EUA, estão relatando avistamentos de uma enorme criatura alada, ou possivelmente múltiplas criaturas, que despertou o interesse dos criptozoólogos locais. Os jornais da Carolina do Norte estão relatando vários avistamentos de algum tipo de grande besta voadora que parece ser diretamente do período Triássico. Uma testemunha, Cynthia Lee de Raleigh, diz que viu o animal várias vezes. Com base na forma como Lee e outras testemunhas descreveram a criatura, alguns criptozoólogos acreditam que ele (ou eles) poderiam ser um pterossauro:

Tinha uma cauda longa em forma de diamante. Era marrom escuro. Tinha essa estranha crista. Eu desenhei uma gravura disso. Minha mãe e meu tio viram um também enquanto eles estavam brincando fora da casa da minha avó quando eles eram muito pequenos. Eles disseram a vovó, mas ela não acreditou nisso. Eu pensei que eles estavam extintos.

O criptozoólogo Jonathan Whitcomb diz que não está sozinho em acreditar que ainda pode haver pterossauros vivos na Carolina do Norte.

Ele disse ao The News & Observer, com base na cidade de Raleigh:

Meus associados e eu acreditamos que estes são pterossauros não extintos, o que muitas pessoas chamariam de ‘pterodáctilos’ ou ‘dinossauros voadores’.

Whitcomb ainda afirma ter uma foto do tempo da Guerra Civil, que mostra um grupo de soldados posando com o que ele afirma ser um pterodáctilo morto.


No entanto, por mais interessantes que esses relatos de testemunhas oculares possam ser, os zoólogos da área não estão convencidos. Quando solicitado uma resposta, a chefe de paleontologia do Museu de Ciências Naturais da Carolina do Norte, Lindsay Zanno, respondeu apenas que “os pterossauros têm estado extintos por 65 milhões de anos”. Outros especialistas locais em vida selvagem sugerem que esses avistamentos eram prováveis ​​garças azuis, um grande pássaro nativo.

A grande garça azul pode ser encontrada em toda a América do Norte.
Ainda assim, com outros avistamentos recentes de criaturas aladas de aparência anômala semelhantes, isso parece um pouco estranho. Esses avistamentos podem ser relacionados aos grandes animais alados vistos em Chicago? O Mothman migrou para o sul no inverno? Ou, mais provável, o aumento da expansão urbana forçou a garça-real a novas áreas?

Fonte

Centenas de pássaros caem do céu em cidade dos EUA


Centenas de pássaros voando pelo céu subitamente caíram mortos, despertando suspeitas de que foram atingidos por um OVNI.

Teóricos da conspiração afirmam que os pássaros foram atingidos por um ataque depois que mais de 200 estorninhos caíram do céu em cidade do estado de Utah, nos Estados Unidos.

Testemunhas chocadas disseram que os pássaros simplesmente caíram do céu, enquanto alguns suspeitam que eles voaram contra um ‘objeto camuflado’.

Moradores da cidade de Draper ficaram chocados quando as imagens começaram a circular nas redes sociais.

Lacey Brown, moradora daquela cidade disse:

Enquanto eu estava dirigindo, esses pássaros estavam caindo do céu.

Eles estavam simplesmente caindo do céu como folhas.

O sargento Chad Carpenter, do Departamento de Polícia da cidade de Draper insiste que se tratou apenas de algum acidente.

Ele disse:

É uma das coisas mais raras de que já ouvi falar.

Já o canal popular de conspiração no YouTube, SecureTeam10, diz que a morte em massa dos pássaros provavelmente ocorreu por um ataque alienígena.

Em um vídeo, o narrador do canal diz:

No ano passado, e especialmente no ano anterior, estávamos tendo esses eventos em massa desses pássaros que caíam do céu em todo o mundo.

Independentemente do que você pensa, se há uma causa sobrenatural – muitas pessoas disseram que havia algum tipo de objeto camuflado no céu que eles talvez voaram contra – mas em muitas dessas instâncias no passado, descobriu-se que nenhum dessas aves sofreu algum trauma de contusão. Eles não atingiram nada no céu…

O Sargento Carpenter se manifestou para acalmar qualquer medo de que uma invasão alienígena fosse iminente.

Ele disse:

Nenhum alienígena, nenhum dispositivo de camuflagem. Nenhum veneno, era apenas uma daquelas coisas estranhas em que os pássaros estavam apenas voando, entraram no lado de um grande veículo e ‘bum’.

Fonte

Coexistência de Alienígenas de outras dimensões ao lado da nossa.

Poderiam alienígenas de outras dimensões estarem nos visitando? Seriam eles a causa das aparições de objetos voadores não identificados que desafiam as leis da física em nossa dimensão? Talvez:


A definição de seres interdimensionais ou inteligência interdimensional geralmente é descrita como uma entidade teórica ou ‘real’ que existe em uma dimensão além da nossa.

Apesar de acreditar que tais seres existem apenas na ficção científica, na fantasia e no sobrenatural, existem inúmeros ovniólogos que se referem a eles como seres reais.

A Hipótese Interdimensional

A hipótese interdimensional foi proposta por vários ovniólogos, como Jacques Vallée, que sugerem que os objetos voadores não identificados (OVNIs) e eventos relacionados (como avistamentos alienígenas) implicam visitas de seres de outras ‘realidades’ ou ‘dimensões’ que coexistem separadamente com a nossa. Alguns se referiram a esses seres como visitantes de outro universo.

Em outras palavras, Vallée e outros autores sugerem que os extraterrestres são reais, mas que não existem em nossa dimensão, mas em outra realidade, que coexiste com a nossa.

Esta teoria é uma alternativa à hipótese extraterrestre, que sugere que os extraterrestres são seres espaciais avançados que existem em nosso Universo.

A hipótese interdimensional argumenta que os OVNIs são uma manifestação moderna de um fenômeno que ocorreu ao longo da história humana registrada, o que, em tempos anteriores, foi atribuída a criaturas mitológicas ou sobrenaturais: a teoria dos Astronautas da Antiguidade.

E se os alienígenas forem viajantes de outra dimensão? Isso significa que estamos sozinhos no Universo depois de tudo?

Mas, apesar do fato de que os ovniólogos modernos e milhões de pessoas em todo o mundo acreditam que não estamos sozinhos neste universo, muitos ovniólogos e pesquisadores paranormais adotaram a Hipótese Interdimensional, sugerindo que ela explica a teoria alienígena de uma maneira muito mais aceitável.

O investigador paranormal Brad Steiger escreveu:

Estamos lidando com um fenômeno parafísico multidimensional que é principalmente proveniente do planeta Terra.

Outros ovniólogos, como John Ankerberg e John Weldon, que também favorecem a hipótese interdimensional, argumentam que os avistamentos de OVNI se encaixam no fenômeno espiritualista.

Comentando a disparidade entre a hipótese extraterrestre e os relatos de que as pessoas fizeram encontros de OVNI, Ankerberg e Weldon escreveram:

O fenômeno OVNI simplesmente não se comporta como visitantes extraterrestres.

Esta Hipótese Interdimensional deu um passo adiante no livro UFOs: Operation Trojan Horse (OVNIs: Operação Cavalo de Tróia) publicado em 1970, onde o autor John Keel relacionou OVNIs com conceitos sobrenaturais como fantasmas e demônios.

Alguns defensores da teoria extraterrestre adotaram algumas das idéias apresentadas pela Hipótese Interdimensional, porque ela faz um trabalho melhor para explicar como os ‘alienígenas’ poderiam viajar no espaço em grandes distâncias.

A distância entre as estrelas torna a viagem interestelar impraticável usando meios convencionais, e como ninguém demonstrou um motor antigravidade ou qualquer outra máquina que permita que um viajante se mova através do cosmos a uma velocidade mais rápida do que a luz, a Hipótese Interdimensional faz muito mais sentido.

De acordo com esta teoria, não é necessário usar qualquer método de propulsão porque ela sustenta que os OVNIs não são naves espaciais, mas sim dispositivos que viajam entre diferentes realidades. No entanto, eles ainda precisam passar de uma realidade para a outra, certo?

Um dos benefícios da Hipótese Interdimensional de acordo com Hilary Evans – um arquivista pictórico britânico, autor e pesquisador em OVNIs e outros fenômenos paranormais – é que ele pode explicar a aparente habilidade dos OVNIs para aparecerem e desaparecerem, não apenas da visão, mas de radar; pois os OVNI interdimensionais podem entrar e sair da nossa dimensão à vontade, o que significa que eles têm a capacidade de materializar e desmaterializar.

Por outro lado, Evans argumenta que, se a outra dimensão for um pouco mais avançada do que a nossa, ou talvez seja nosso próprio futuro, isso explicaria a tendência dos OVNIs de representar tecnologias próximas ao futuro.

Documentos anteriormente secretos do FBI – seres de outras dimensões existem

Embora tudo o que precede possa soar como algo proveniente de um filme de ficção científica, existe um documento peculiar anteriormente secreto que foi aberto nos arquivos do FBI, falando de seres interdimensionais e como sua ‘espaçonave’ tem a capacidade de materializar e desmaterializar em nossa própria dimensão.

Crédito da imagem: arquivos do FBI.
Abaixo, uma tradução dos pontos que são realçados na cópia do documento acima:

Alguns dos discos são tripulados, outros são controlados remotamente.
Sua missão é pacífica. Os visitantes contemplam se instalar neste mundo.
Os visitantes possuem a aparência humanoide, mas são muito maiores em tamanho.
Não são pessoas desencarnadas da Terra, mas vêm de seu próprio mundo.
Não vêm de outro ‘planeta’, como usamos a palavra, mas sim de um planeta etéreo que se interpenetra com o nosso, mas não nos é perceptível.
Os corpos dos visitantes, e também suas naves, se materializam automaticamente ao ingressar em certa taxa vibratória da matéria densa.
Os discos possuem um tipo de energia radiante, ou raio, que pode desintegrar facilmente a qualquer nave agressora. São capazes de reingressar ao etéreo quando queiram e desaparecer de nosso campo visual sem deixar nenhum rastro.
A região da qual eles se originam não é no plano astral, mas sim corresponde ao Lokas, ou Talas. Aqueles estudiosos dos temas esotéricos compreenderão estes termos.
Provavelmente não podemos nos comunicar com eles por intermédio de rádio, mas talvez isso possa ser feito por radar, se um sistema de sinal puder ser fabricado para tal.

Fonte

Sabemos que algo sofisticado está acontecendo, sejam feitos por alienígenas ou por humanos.


Este agroglifo de 238 metros apareceu em uma área remota (Milk Hill) de Wiltshire, Inglaterra, em 2001. Foi um desenho extremamente complexo e elaborado, composto de exatamente 409 círculos que formam o que é conhecido como triskelion. Este símbolo foi visto ao longo da história e em várias culturas que remonta a milhares de anos.

Você pode ser cético, mas isso realmente aconteceu, torando-se grandes manchetes e provocando o escrutínio de muitos pesquisadores e cientistas.

Filmagens para verificar a existência

Há uma grande filmagem disso no documentário ‘Crop Cricles: quest for truth‘ (Agroglifos: procura pela verdade), do diretor premiado, William Gazecki. (Você pode ver o vídeo ao final do artigo.)

Era tão grande que demorou meia hora para encontrar o centro.’ (Citação tirada do vídeo.)

…É uma das milhares de formações complexas, altamente detalhadas e precisas que têm deixado pesquisadores e cientistas desconcertados por décadas.

Teorias e explicações

Embora tenha sido postulada uma relação entre agroglifos e objetos voadores não identificados (OVNIs), ainda não foram provados avistamentos (ou testemunhas credíveis) de OVNIs reais em conexão com as formações desses padrões.

Às vezes, helicópteros militares foram filmados examinando os círculos também, há alguns vídeos pela internet que aludem a isso, você pode verificar alguns deles aqui.

Dito isto, a maioria dessas formações são um pouco desleixadas e, em sua maior parte, o resultado de farsas inteligentes, como essa abaixo que recente foi encontrada na Califórnia.



Mas alguns são tão complexos, significativos e precisamente projetados que sua execução exigiria uma enorme quantidade de tempo, esforço e tecnologia – e não o trabalho de uma única noite. Mais uma vez, esses padrões complexos apareceram milhares de vezes em todo o mundo, embora sejam mais predominantes no Reino Unido.

O agroglifo em Milk Hill (foto de capa) é um exemplo perfeito disso. Novamente, tenha em mente, no entanto, que houve muitos agroglifos impressionantes e muito credíveis criados por falsificadores, e como muitos sugeriram, tais fabricantes de agroglifos poderiam realmente criar belas obras de arte da noite para o dia.

O problema é que ninguém jamais se apresentou quanto a esses agroglifos, e ninguém foi apanhado no ato.

Algumas dessas formações são tão imensas e complexas que desafiam a razão.
E depois de todas essas décadas, nenhum dos perpetradores foi pego no ato de fazer qualquer uma das formações verdadeiramente extraordinárias. – Richard Dolan, historiador, acadêmico, autor e um dos principais pesquisadores de OVNIs do mundo.

A verdade é que muitas das formações complexas são completamente inexplicáveis e cheias de estranhezas que colocam ainda mais mistério à já confusa equação.

Uma dessas estranhezas é o fato de que algumas formações, por exemplo, têm culturas que foram completamente empurradas para baixo sem terem sido quebradas. Em alguns casos, eles foram curvadas apenas a centímetros acima do solo.

Os forjadores tradicionais usaram tábuas de madeira no passado, mas em alguns casos, é claro que este método não poderia estar por detrás dos círculos resultantes.

Alguns desses projetos são tão misteriosos e complexos, que foram estudados em um ambiente de laboratório, e alguns indicaram que os nós de alguns dos talos foram explodidos de um lado. Não é conclusivamente conhecido como isso foi feito, mas o efeito foi replicado pelo aquecimento de microondas altamente localizado. Este tipo de técnica faz com que a água dentro se vaporize e se desaloje. Como resultado, o caule dobra completamente para um lado.

Se algo como isto causou as formações, então estamos claramente falando sobre uma agência altamente sofisticada por detrás do fenômeno. – Richard Dolan
Normal – Dobrado – Explodido
Este é um fenômeno bem conhecido e que deixa os pesquisadores perplexos. Os falsificadores de agroglifos realmente explodem esses talos com aquecimento de microondas altamente localizado ou algo que produziria os mesmos resultados?

De acordo com o físico da Universidade de Oregon, Richard Taylor, sim, eles o fazem. Ele acredita que esta é a única explicação possível, e sugeriu que os artistas de agroglifos estejam usando dispositivos GPS, lasers e microondas para criarem esses padrões surpreendentes de formas geométricas.

Foi o que ele escreveu em uma edição de agosto de 2011 da Physics World:

Artistas de agroglifos não vão abrir seus segredos facilmente. Neste verão, artistas desconhecidos se aventurarão no campo perto de suas casas e realizarão suas artes, sabendo que continuam o legado do movimento de arte mais orientado para a ciência na história. (fonte)

Ele também expressou essa mesma crença em algum trabalho dele publicado em Journal Nature em 2010.

Assim como a citação de Richard Dolan aponta , se algo como isto causou essas formações, as pessoas responsáveis ​​devem ter uma enorme quantidade de recursos, pessoas e dinheiro à sua disposição, isto sem mencionar as habilidades necessárias para fazer um desenho tão grande e matematicamente perfeito. De fato, como Taylor sugere, seria o movimento de arte mais orientado para a ciência na história, se feito pelos humanos.

Outra curiosidade interessante em relação aos agroglifos é que o campo eletromagnético sobre a área onde a cultura foi estabelecida para criar a imagem é muitas vezes carregado eletrostáticamente.

Existe um conjunto de evidências que sugere que uma forma rara de energia eletromagnética, chamada de vórtice de plasma ionizado (geralmente conhecida como raio globular), esteja envolvida. – Greg Jefferys, historiador. (fonte)

Esta explicação foi originalmente oferecida pelo físico Dr. Terence Meadon, que acreditava que esses padrões eram o resultado de fenômenos atmosféricos. Ele sugeriu que as correntes do vento e os plasmas ionizados fossem os culpados. Este tipo de teoria tem validade, já que vários pesquisadores acreditam que algum tipo de energia de luz é fundamental na criação desses círculos.

O fenômeno dos agroglifos é muito interessante. Compreensivelmente, uma pessoa poderia rapidamente descartar a idéia de que alguns desses desenhos poderiam ser o trabalho de uma entidade desconhecida…

Foster Gamble, herdeiro da Proctor Gamble Corporation e bisneto de James Gamble, ilustra em seu filme Thrive que os círculos extremamente complexos também estão repletos de partículas magnéticas estranhas.

Os padrões das próprias formações foram estudados aprofundadamente. Além de serem supremamente lindos, muitos parecem ser mensagens de uma forma ou de outra, muitas vezes com implicações cosmológicas. Nenhum parece ameaçador ou do mal. Se alguém recebe algum sentido ou sentimento deles, é a benevolência. Se fosse assim que essas formações fossem criadas por uma inteligência extraterrestre ou não humana, podemos concluir que pelo menos um dos grupos aqui pode de fato se preocupar com nós e desejar nos ajudar. – Richard Dolan.

Pergunte a si mesmo, os farsantes podem ter criado todos esses (milhares) de padrões? Por que este é um fenômeno que data (de acordo com alguns) de milhares de anos? Mesmo a periódico científico Nature publicou um artigo sobre eles em 1880.

Algumas pessoas poderiam ter criado algo tão complexo assim, no meio da noite, sem deixar vestígios, marcas ou pegadas?


A Humanidade será mesmo salva pelos Alienigenas?

Era primeiro de julho de 1952, quando a revista Look publicava esta reportagem: “Flying Saucers- The Hunt Goes On” (Discos Voadores – A Caça Continua), com o sub-título: “Fearful of danger from the skies, the United States Air Force is launching a secret search to discover once-and-for-all what is the mysterious, unbelievable thing Americans keep sighting overhead” (Temerosa do perigo vindo dos céus, a Força Aérea dos Estados Unidos está lançando uma busca secreta para descobrir de uma vez por todas o que é a coisa misteriosa e inacreditável que os americanos continuam observando sobre suas cabeças).
Na época, a Força Aérea confirmou mais de 800 avistamentos de discos voadores, com relatórios de postos avançados em todo o país, inclusive em “nossos locais de instalações atômicas vitais”. Os locais atômicos eram áreas específicas de interesses intensos para os estranhos discos que se moviam rapidamente.
Avançando 65 anos: As entrevistas com o pessoal militar dos EUA validam a presença de estranhos movimentos de OVNIs que desligam os mísseis nucleares e os instrumentos, deixando-os inoperante, e interrompendo os controles humanos. Tudo isto é chocante a um elevadíssimo grau!
Os visitantes do espaço exterior, obviamente, não gostam de coisas nucleares nas mãos dos humanos. Caso contrário, por que se concentrariam em desligar as bases nucleares? Qualquer força poderosa o suficiente para desligar os silos de armas nucleares está tão além das capacidades dos terráqueos que eles podem ditar o que quiserem. Ainda assim, por que fechar as bases de mísseis? Se a ‘intenção’ é exposta pela atividade, sua mensagem diz que as usinas de energia nuclear e as armas nucleares devem seguir o caminho do pássaro dodô(extinção).
Um filme documentário d/d 2 de julho de 2017, UFOs e Nukes: The Secret Link Revealed(vídeo ao final do artigo) pela UAMN TV, é fascinante, quase inacreditável.
Há muitos documentários sobre OVNIs, mas a maioria mal concebidos, infundados e horrivelmente inventados.
 
O documentário da UAMN pode ser um dos únicos filmes que parecem credíveis, devido à qualidade dos relatos de testemunhas em primeira mão e ao uso de documentos militares anteriormente secretos.
UFOs e Nukes: The Secret Link Revealed é um filme de Robert Hastings. Ele nasceu em Albuquerque, NM, em 1950, em uma base militar, onde as armas atômicas foram projetadas. Seu pai serviu na USAF (Força Aérea). De 1966 a 1967, a família estava em Malmstrom AFB, Montana. Durante um incidente em particular de atividade OVNI num local de mísseis Minuteman, Hastings testemunhou pessoalmente cinco OVNIs rastreados em radar no controle aéreo de base. Essa experiência o levou a uma vida de pesquisa. A mensagem do filme é muito clara. Os seres humanos não devem ficar mexendo com a energia nuclear. Einstein também não disse isso?
O filme de Hastings é baseado em documentos anteriormente secretos do governo dos EUA e relatos pessoais de oficiais militares, revelando que, já em dezembro de 1948, os OVNIs começaram a aparecer em laboratórios nucleares americanos, depósitos de armazenamento de bombas, campos de testes de armas e, com o passar do tempo, em locais de mísseis intercontinentais (ICBMs).
Os oficiais de lançamento do ICBM dos anos 1960 e 1970 se manifestaram quando aos seus contatos imediatos, afirmando que os OVNI pairavam sobre as instalações de lançamento, pois os ICBMs de repente funcionavam mal, incapazes de iniciar ou reagir aos comandos por parte de operadores humanos. Além disso, os guardas de segurança do nível de solo fizeram chamadas de pânico para os oficiais de controle de missão subterrâneos, informando-os sobre a presença de naves circulares não identificadas manobrando no céu acima dos silos de lançamento dos ICBMs.
Em setembro de 2010, vários oficiais militares aposentados do alto escalão foram até Washington, DC para discutir esses encontros, da seguinte forma:
O capitão Robert Salas, da Força Aérea dos EUA, aposentado em 1967, foi um primeiro tenente servindo na Base da Força Aérea de Malsmtrom, em Montana, como um oficial de lançamento de mísseis. Em 24 de março, um guarda de segurança terrestre chamou o Capt. Salas para relatar, enquanto gritava para o telefone, que um objeto brilhante vermelho estava pairando sobre o portão da frente. Imediatamente após, os ICBMs desligaram, como se uma varinha mágica tivesse sido acenada através do céu, desligando-os.
O tenente Col Dwynne Arneson, aposentado da USAF em 1967, era o oficial encarregado do centro de comunicações da Força Aérea em Great Falls, Montana. Em março, ele recebeu uma mensagem de um oficial subalterno que OVNIs pairando no ar interromperam as operações de lançamento de mísseis.
Capitão Bruce Fenstermacher, USAD se aposentou da Warren AFB Wyoming 1976. Os guardas de segurança reportaram sobre um objeto em formato de charuto, com 15 metros de comprimento, que pairava no céu. Quando o capitão Fenstermacher mais tarde se encontrou com o guarda de segurança, ele estava na posição fetal e não podia ser acalmado.
De acordo com documentos anteriormente secretos dos Estados Unidos, as bases de mísseis na antiga União Soviética também sofreram problemas de avaria idênticos durante o mesmo período de tempo.
A Lei de Liberdade da Informação revelou documentos que confirmam, já em dezembro de 1948, que OVNIs foram avistados em Los Alamos, local de nascimento das armas nucleares. O mesmo laboratório testou a primeira bomba atômica apenas três semanas antes de deixar cair a bomba atômica no Japão. Os documentos afirmam que os OVNIs sempre apareceram na área.
Oak Ridge Nuclear Lab no Tennessee também teve experiências com OVNIs, assim como a Hanford Processing Plant, no Estado de Washington, e também o Savannah River Complex, um site de fabricação de plutônio na Carolina do Sul.
Os avistamentos de OVNIs começaram a ocorrer nas bases de mísseis dos EUA já em 1962. O tenente Philip Moore, aposentado da Walker AFB da USAF, estava no comando do Complexo Sete de mísseis, responsável por uma equipe de lançamento para ICBMs. Sua equipe de solo relatou uma luz brilhante acima do Local Seis, que rapidamente acelerou, parou instantaneamente e mudou instantaneamente as direções, algo que eles nunca viram antes.
Todas as bases de ICBMs nos Estados Unidos relataram incidentes de objetos que pairavam sobre instalações de mísseis. Muitas vezes, o pessoal da USAF rastreava os OVNIs no radar, realizando manobras muito além das capacidades de naves feitas pelo homem. Os operadores de radar ficavam atordoados quando os objetos voaram a velocidades de milhares de quilômentros por hora, faziam voltas em ângulo fechado e imediatamente paravam no meio do ar. Os interceptadores da Força Aérea perseguiram alguns dos objetos em tentativas fúteis.
Em Vandenberg AFB, 1967, o Dr. Robert Jacobs (tenente na época) disse que testemunhou um OVNI interceptando e destruindo um ICBM de teste em pleno voo. Ele filmou os lançamentos de mísseis com uma câmera telescópica. Uma ogiva falsa a velocidades de 8.000-10.000 Km/h foi atingida quatro vezes e destruída por um OVNI que ele capturou no filme. A CIA confiscou seu filme.
Antes que a CIA tomasse o filme, o oficial superior Jacobs Major Mansmann, usando uma lupa, estudou o filme em detalhes quadro a quadro. Aqui está o que ele viu: a forma era um disco clássico com uma bolha levantada no centro. Todo o disco inferior brilhava e girava lentamente.
À medida que disparou feixes de luz na ogiva falsa da USAF, o disco primeiro se posicionou para apontar e atirar, tudo acontecendo a velocidades de 10.000 Km/h.
Em outro contato imediato, o capitão da USAF, Jay Earnshaw, em Warren AFB WY, em 1965, estava no comando da base. O oficial de controle de segurança chamou-o para relatar objetos estranhos, 5 a 6 luzes alongadas pairavam acima do portão. Ao mesmo tempo, bases de lançamento de mísseis em Dakota do Norte e do Sul relataram incidentes semelhantes.
Major Gaylan King, aposentado da USAF em Ellsworth AFB SD em 1966, relatou um disco voador pairando sobre seu site de mísseis com uma luz avermelhada irradiando no míssil.
O capitão David Schindele, Minot AFB ND em 1966, relatou um objeto de 24 – 30 metros de diâmetro avistado em torno de suas plataformas de lançamento de mísseis. Todos os seus mísseis dispararam o ‘estado de alerta’ e desligaram enquanto o objeto pairava.
Além disso, de acordo com o site de Hastings, em outubro de 2012, vários incidentes de ovnis ocorreram nas bases ICBM em Montana.
Enquanto isso, a comunidade mundial já conhece, em primeira mão, o poder destrutivo da energia nuclear, e o Japão é o número um no desfile de sucesso, a saber: (1) 6 de agosto de 1945, ataque atômico de Hiroshima, com 70.000 mortos relatados (provavelmente mais), (2) 9 de agosto de 1945, ataque atômico de Nagasaki, 39 mil mortos (provavelmente mais), 3 de dezembro de 1965, costa Broken Arrow do Japão – Um avião da Marinha dos EUA com uma bomba nuclear caiu do porta-aviões USS Ticonderoga em águas com 8.000 metros de profundidade, e nunca foi recuperado, (4) março de 1981 – 100 trabalhadores acidentalmente expostos a doses de radiação de 155 milirem/dia durante as reparos da usina de energia nuclear (5) junho de 1999 – O mau funcionamento da barra de controle  da Usina Shika expõe os operadores a uma radiação constante não controlada (6) Acidente nuclear de Tokaimura – um acidente de instalação de processamento de urânio expôs três trabalhadores à radiação excessiva, dois morreram e 116 receberam grandes doses, (7) 11 de março de 2011 – A usina de energia nuclear de Fukushima teve três explosões de Derretimento Total. Em seguida, eles vão realizar os Jogos Olímpicos (2020) em zonas de radiação de Fukushima.
Não só isso, a comunidade mundial já sabe que o poder nuclear mortal fora de controle destrói pessoas em grupos, sem guerra. Chernobyl (1986) é o exemplo primário de como isso funciona, à medida que 800 mil funcionários saudáveis ​​de Chernobyl, russos e ucranianos (idade média de 33 anos) trabalhavam para controlar o colapso. Mais de 120.000 pessoas morreram com outros 30% -40% ficando deficientes para o resto da vida com doenças crônicas e danos permanentes genéticos e perigênicos aos seus descendentes. Sim, o dano da radiação é transmitido de geração em geração.
Além disso, Chernobyl é um exemplo de acidentes de radiação nuclear que trazem mágoa e danos a cidadãos inocentes que estavam no lugar errado na hora errada. Existem 2.397.863 pessoas registradas no ministério da saúde da Ucrânia para receber cuidados de saúde relacionados ao desastre de Chernobyl. Destes, 453.391 são crianças – nenhuma nascida no momento do acidente. Seus pais eram filhos em 1986. Essas crianças têm uma série de doenças: doenças respiratórias, digestivas, musculoesqueléticas, doenças oculares, doenças do sangue, câncer, malformações congênitas, anormalidades genéticas, trauma.
Enquanto isso, os ICBMs do “Homem Foguete” e suas ogivas nucleares (Coréia do Norte) são cada vez mais reais e ameaçadoras, pois o Líder do Mundo Livre (Trump) e o Grande Líder (Kim Jong Un) ocasionalmente trocam isultos infantis…
A julgar pela experiência de 70 anos com armas nucleares do Japão e pelos danos e destruição em curso de geração a geração dos sobreviventes de Chernobyl, parece que os OVNIs podem estar nos avisando algo quando eles manipulam as ogivas nucleares, desligando-as, mas, novamente, o que falar sobre a credibilidade de todos os oficiais militares aposentados que falaram sobre OVNIs pairando sobre as bases de mísseis ICBM? Os oficiais militares são responsáveis ​​por instalações militares secretas que continham energia nuclear suficiente para pulverizar partes da Terra. Eles são testemunhas confiáveis?
Você precisa se perguntar o que está acontecendo. Estariam os OVNIs nos enviando uma mensagem?

sábado, 10 de fevereiro de 2018

Carnaval - mais considerações pela doutrina Espírita

O texto abaixo veio do livro Sexo e Consciência de Divaldo Franco. Organizado por Luiz Fernando Lopes. Um texto riquíssimo de ensinamentos para todos nós, para cada vez mais passarmos a compreender a vida de uma outra forma, em que existe muitas coisas além do que os nossos olhos físicos veem.


Allan Kardec, quando estudou as Leis Morais, estabeleceu a Lei do Trabalho como uma das mais importantes para a vida. Contudo, o codificador reconheceu que o repouso é um elemento gerador de bem estar.

A criatura humana tem necessidade de espairecimento para renovar as suas energias e vitalizar as suas células. Alegria e repouso são indispensáveis ao equilíbrio do nosso estado psicológico.

Nossa harmonia emocional também depende da restauração das forças físicas. Em uma mensagem que recebi do Espírito Marco Prisco120, ele afirma que mudanças de atividade são suficientes para promover repouso e renovação. Para descansar não é necessário entrar em ociosidade ou se entregar a agitações descontroladas. Basta sairmos da rotina e fazermos algo útil, que a reconstituição das forças se processa naturalmente. Isso ocorre, por exemplo, quando interrompemos uma atividade intelectual e nos concentramos em outra que exige esforço físico. Por isso, muitos indivíduos do sexo masculino gostam de reservar em suas casas um espaço semelhante a uma oficina para a realização de trabalhos manuais. Nesse espaço eles esculpem objetos em madeira ou realizam pequenos consertos. Da mesma forma, as mulheres procuram costurar, fazer bordados ou algo equivalente para poderem variar de atividade, deixando de lado por alguns instantes o trabalho habitual exaustivo.
120 A mensagem tem o título de Lazer e encontra-se no livro Seara do Bem, psicografado por Divaldo Franco e ditado por diversos Espíritos. Obra publicada pela Editora LEAL. Nota do organizador.

Se observarmos sob o ponto de vista da cultura popular, seremos forçados a admitir que existem desfiles belíssimos em algumas festas de Carnaval. Certos desfiles são espetáculos de beleza, de Arte e de História, em que grandes compositores populares e artistas plásticos exibem trabalhos dignos dos maiores artistas da humanidade. Se a comemoração se detivesse nesses aspectos, tudo seria diferente. O grande problema é que o ser humano acaba desviando os objetivos do Carnaval para o sexo irresponsável e promíscuo.

Adicionemos a isso o aumento exponencial da violência. Os indivíduos põem para fora a sua destrutividade, sua intenção de contaminar os outros com atitudes mesquinhas. O número de assaltos, estupros, assassinatos e outras agressões é alarmante, sobretudo, naquelas massas humanas que acompanham desprevenidas o desfile dos grupos carnavalescos. Muitos indivíduos se reprimem o ano inteiro para assumirem a sua realidade psicológica no Carnaval. E, por isso na verdade eles permanecem mascarados por 360 dias, revelando em apenas cinco dias o que realmente são.

Tudo isso é estarrecedor! Em vez do Carnaval ser uma festa que renove as energias, que prepare o indivíduo para enfrentar com disposição as suas atividades diárias, a comemoração torna-se uma ocasião em que a pessoa se compromete espiritualmente de forma negativa. A exceção fica por conta dos que procuram as praias, os hotéis-fazendas e os lugares tranquilos do interior para um justo refazimento. Por isso, nas expressões da psicanálise o Carnaval transformou-se em uma manifestação de Tanatus, a pulsão de morte que existe dentro de todo ser humano.

Quando termina o período carnavalesco, continua presente no psiquismo do indivíduo aquela ilusão dos dias que se passaram. Não sabendo discernir uma coisa da outra, a pessoa tenta converter os demais dias do ano em um permanente Carnaval, como se a vida fosse constituída apenas de prazer. Isso sem mencionarmos os efeitos danosos da festança, além das doenças que já enfocamos: a gravidez indesejada, o despertar da consciência, o arrependimento, o transtorno emocional e as obsessões provocadas pelos Espíritos que se utilizaram daqueles dias de atitude irrefletida para perturbar o equilíbrio psicofísico das suas vítimas. Sem contar com o abandono afetivo, pois muitas pessoas cultivam a ilusão de que encontraram alguém para a toda a vida em uma esquina ou em um baile, e acabam descobrindo que foram somente usadas por uma companhia que desejava alguns instantes de prazer, sem nenhum vínculo posterior.

O Espírito é o comandante em tudo que se faz. é necessário conservarmos a mente pacificada, ao mesmo tempo em que é indispensável valorizarmos o nosso corpo físico, que é o receptáculo sagrado no qual vivenciamos a nossa reencarnação.

No ano de 1982, eu psicografei um livro chamado Nas Fronteiras da Loucura, ditado pelo Espírito Manuel Philomeno de Miranda. A obra estuda profundamente o Carnaval da cidade do Rio de Janeiro em 1968, quando um grupo de Espíritos nobres, capitaneados pelo Dr. Bezerra de Menezes, desenvolveram um trabalho de socorro às vítimas do Carnaval, tanto as encarnadas quanto as desencarnadas. A psicosfera na cidade era terrível. Os desencarnados em estado de primarismo se utilizavam de vibriões mentais das pessoas e passavam a alimentar-se com essas emanações psíquicas. Logo depois, quando o indivíduo vai perdendo o equilíbrio, entra em faixas de grande perturbação. 

E esses Espíritos insanos praticamente se lhes apossam, atirando-os em processos que Allan Kardec denomina como de subjugação. São vítimas espontâneas que passam a viver entre os dois mundos. Daí porque os gozadores estão sempre frustrados, pois foram instrumentos de outros gozadores que os utilizaram. Estando no corpo físico, os adeptos do carnaval desfrutam ao máximo do prazer, vivenciando situações em que se contaminam com doenças sexualmente transmissíveis, como a AIDS e a sífilis, que dizimam populações inteiras pelo mundo. Por outro lado, entidades perturbadas e vampirizadoras as utilizam para exauri-las, podendo assim experimentar as mesmas sensações que lhes agradavam quando estavam na Terra.


A médium D. Yvonne do Amaral Pereira, quando jovem foi levada pelos seus mentores desencarnados para ver os desfiles de Carnaval em regiões espirituais inferiores, nas quais ela testemunhava a existência de carros alegóricos semelhantes aos que circulavam nas grandes avenidas do Rio de Janeiro, durante as festividades de Momo. Certa vez, exatamente na época carnavalesca, ela foi à Avenida Rio Branco, na capital carioca, onde passavam inúmeros blocos de Carnaval. A dedicada médium testemunhou cenas que lhe pareceram profundamente chocantes, principalmente o exagero da nudez e as máscaras de Carnaval, que traziam figuras estranhas e monstruosas. O que mais impressionou D. Yvonne foi que as máscaras não lhe eram desconhecidas, pois já havia visto aqueles adereços quando estava em desdobramento espiritual, nas ocasiões em que os seus mentores a levaram para visitar as regiões inferiores do mundo invisível.

Os mentores da Vida Maior, preocupados com essas ocorrências, têm-se empenhado em criar lugares para atender aos encarnados que se deixam dominar por essas fantasias vampirescas, imiscuindo-se com as entidades perversas do mundo espiritual. Elas se conectam às mentes humanas indisciplinadas e extraem as suas forças fisiopsíquicas, atirando-as aos calabouços da insensatez. São requisitados milhares de Espíritos generosos que desejam servir para auxiliar as vítimas do desvario. Não são todos necessariamente entidades elevadas, mas são seres de boa vontade, orientados a inspirar aqueles que se envolvem em menos situações lamentáveis, em menos abusos. 

Esses desencarnados reconfortam, socorrem vítimas e trabalham em favor dos que desencarnam nesse período. Ainda prestam auxílio aos Espíritos que influenciam negativamente as pessoas, por malícia ou mesmo por ignorância, acreditando-se ainda encarnados. Esses seres benevolentes socorrem os Espíritos enfermos, oferecem-lhes a terapia do diálogo e levam-nos aos postos de socorro onde são atendidos. Com tais acertadas medidas os benfeitores diminuem a intensidade mórbida dos processos obsessivos.

Se, com todo esse socorro, ainda vemos resultados funestos, imaginemos se não houvesse a abnegação dessas entidades de boa vontade sob a direção dos nobres guias da humanidade!

A oração é uma medida fundamental para acelerar a diluição dos prejuízos ocorridos no período carnavalesco. Após o encerramento das festividades, seria ideal que construíssemos uma barreira vibratória do Bem para impedir que essa contaminação mental prosseguisse por vários dias na psicosfera terrestre.

Durante o Carnaval, as obsessões ficam mais frequentes porque as pessoas estão 
mais receptivas. A maioria pensa que a vida é um Carnaval, ignorando completamente que aqueles dias vão passar. Elas permanecem embaladas na ilusão e mantém uma conexão com os Espíritos que lhes são afins, dando lugar a processos obsessivos de difícil solução. Isso ocorre porque algumas vezes os encarnados sentem falta dos parceiros sexuais que foram apenas momentâneos. E, para compensar a falta, o seu psiquismo atrai companhias fora do corpo físico para estarem ao seu lado. Outras vezes, a fixação nas ideias eróticas não está relacionada a um parceiro específico, mas permite que a entidade vampirizadora possa introjetar na mente de sua vítima o desejo veemente, explorando as energias do desavisado que acaba por tombar em um estado de obsessão grave.

Nos lares que abrem suas portas para os festejos de Momo, há um risco das entidades inferiores se alojarem no ambiente doméstico. As mentes encarnadas retêm os seres invisíveis através das recordações do prazer que foi fruído e dos desejos que não foram atendidos. As lembranças passam a fazer parte da agenda diária de cada um. O indivíduo vai deitar-se à noite e fica elucubrando, em um verdadeiro diálogo com a entidade que lhe está imantada. E quando se desliga parcialmente pelo sono, ela o arrasta para regiões espirituais inferiores onde existem carnavais de pior procedência, conforme já esclarecemos nos comentários sobre o livro Sexo e Obsessão. 

Eu estive num desses lugares, desdobrado e levado pelos benfeitores, ocasião em que testemunhei cenas dantescas que se desenrolam em nome da atual alucinação sexual. E só não fiquei horrorizado porque fui preparado para olhar tudo com muita compaixão. Na bacanal organizada por esses Espíritos inferiores eu encontrei pessoas conhecidas da sociedade. Quando eles voltam ao corpo no dia seguinte, estão exaustos porque as energias saudáveis desapareceram. Como consequência dessa incursão ao mundo espiritual inferior, a obsessão está instalada.

Conforme já dissemos, esses seres do Além permanecem no ambiente doméstico e atraem outros Espíritos exploradores, pois eles, assim como qualquer um de nós, possuem grupos de amigos aos quais dizem: “Vamos para aquela casa porque lá o ambiente nos é propício!”.

Como se pode notar, essa infestação espiritual acontece porque o intercâmbio psíquico nutriente é muito bom, resultando em consequências devastadoras para a família.

Ainda poderemos adicionar uma importante consequência do período carnavalesco. Como a pessoa trabalhou, ganhou algum dinheiro e se divertiu durante poucos dias, o encerramento do Carnaval traz consigo a realidade, a frustração e a mágoa. E tendo-se acostumado com o dinheiro e as emoções experimentadas intensamente, dificilmente o indivíduo se ajusta novamente a uma vida normal, tranquila e serena, o que o induzirá a buscar a qualquer preço os recursos de que não dispõe, favorecendo o crescimento da violência urbana.

Portanto, que deveremos fazer nos dias do Carnaval? Nós, os espíritas, temos diversas sugestões para aproveitar o período. Aliás, não precisa ser espírita para chegar a essa conclusão. Qualquer pessoa de bom senso pode perfeitamente tomar a mesma decisão. Vamos utilizar esses dias para uma boa leitura, para meditar, para visitar pessoas enfermas, para conviver com a família e reestruturar planos, para reavaliar projetos pessoais. Se a pessoa tem uma confissão religiosa, poderá aproveitar a oportunidade e fazer um retiro com os companheiros de ideal.

Naturalmente poderemos utilizar o Carnaval para ir a festas ou bailes. Não é o Carnaval em si que traz consequências negativas, é o comportamento do indivíduo no Carnaval que pode prejudicá-lo. O fato de alguém isolar-se do convívio social não lhe garante paz interior. Um ermitão, aquele indivíduo que procura afastar-se do mundo e viver isolado de todos, pode estar atormentado pelos conflitos do sexo.

Desta forma, o Carnaval em si mesmo não é o responsável pelos abusos a que o ser se entrega. Mas sem dúvida, o clima moral e psíquico que existe nesse período favorece o comportamento alucinado e a perda do autocontrole, que encontram campo fértil nas oportunidades que são colocadas na bandeja do prazer. Poderemos perfeitamente, tomando certos cuidados, visitar lugares em que ocorram desfiles ou nos quais ouçamos uma música que nos agrade, que nos faça espairecer. O problema é quando a nossa conduta mental e moral nos faz assumir compromissos negativos com a vida, para depois do Carnaval colocarmos a máscara de hipocrisia social e de puritanismo.

Portanto, sejamos pessoas normais, alegres e joviais. Mas continuemos a trabalhar as imperfeições para atender ao nosso projeto de evolução. Allan Kardec já nos dizia que o verdadeiro espírita deve dedicar-se a superar as suas más inclinações, que podem emergir de épocas recuadas ou da vida atual mesmo. O indivíduo que se torna espírita somente na vida adulta, por exemplo, muitas vezes tem um longo caminho a percorrer para se libertar dos vícios que fizeram parte da sua juventude e estão impregnados em seu psiquismo... Se ele conhece bem a própria intimidade, sabe que pode vir a ceder a esses convites que durante muito tempo eram naturais em seu cotidiano.

O conceito de que a carne nada vale deveria ser substituído pelo princípio de que o corpo é o veículo da nossa sublimação. Temos necessidade de nos divertir, de festejar e de espairecer, pois tudo isso faz parte do nosso dia a dia. Não é proibido ser feliz, muito menos ser alegre, mas precisamos trabalhar profundamente para que o Carnaval tenha outro significado em nossa sociedade.

Fonte: Livro Sexo e Consciência de Divaldo Franco. 
Organizado por Luiz Fernando Lopes.

A psicosfera indigesta do Carnaval

Nos períodos de folia os carnavalescos surgem de todos os lados na busca do nutrimento de suas devassidões. Para tais são longas as estações de dias e noites para as preparações do delírio demente dos três dias de miragens. Os incautos esfolam as finanças familiares para experimentar o encanto efêmero de curtir dias de completa paranoia. Adolescentes e marmanjos se abandonam nas arapucas pegajosas das drogas lícitas e ilícitas. Não compreendem que bandos de malfeitores do além (obsessores) igualmente colonizam as avenidas das escolas de samba num lúgubre show de bizarrices. Celerados das escuridões espirituais se acoplam aos bobalhões fantasiados pelos condutores invisíveis do pensamento, em face dos entulhos concupiscentes que trazem no mundo íntimo.

Sobrevém uma permuta vibratória em todos e em tudo. Os espíritos das brumas umbralinas se conectam aos escravos de momo descuidados, desvirtuando-os a devassidões deprimentes e jeitos grotescos de deploráveis implicações morais. Tramas tétricas são armadas no além-tumba e levadas a efeito nessas oportunidades em que momo impera dominador sobre as pessoas que se consentem despenhar na festa medonha.
Enquanto olhos embaciados dos foliões abrangem o fulgor dos refletores e das fantasias brilhantes (inspirações ridículas impostas pelos malfeitores habitantes das províncias lamacentas do além-túmulo), nas avenidas onde percorrem carros alegóricos (que, pasmem! Já até transportou a efígie do Chico Xavier sob aplausos de omissos líderes espíritas), a visão dos espíritos observa o recinto espiritual envolto em carregadas e sombrias nuvens cunhadas pelas oscilações de baixo teor mental...


Os três dias de folia, assim, poderão se transformar em três séculos de penosas reparações. É bom pensarmos um pouco nisso: o que o carnaval traz ao nosso Espírito? Alegria? Divertimento? Cultura? É de se perguntar: será que vale a pena pagar preço tão elevado por uns dias de desvario grupal?
Quando se pretende alcançar essa alegria, através do prazer desregrado e dos excessos de toda ordem, o resultado é a insatisfação íntima, o vazio interior provocado pelo desequilíbrio moral e espiritual. Portanto, não fossem os exageros, o Carnaval, como festa de integração sócio racial, poderia se tornar um acontecimento compreensível, até porque não admitir isso é incorrer em erro de intolerância. Porém, para os espíritas merece reflexão a advertência de André Luiz: “Afastar-se de festas lamentáveis, como aquelas que assinalam a passagem do carnaval, inclusive as que se destaquem pelos excessos de gula, desregramento ou manifestações exteriores espetaculares. A verdadeira alegria não foge da temperança. ” (1)

A efervescência momesca é episódio que satura, em si, a carga da barbárie e do primitivismo que ainda reina entre nós, os encarnados, distinguidos pelas paixões do prazer violento. Costuma ser chamado de folia, que vem do francês folle, que significa loucura ou extravagância...


Nos dias conturbados de hoje, sabe-se que “(…) de cada dez casais que caem juntos na folia, sete terminam a noite brigados (cenas de ciúme etc); que, desses mesmos dez casais, posteriormente, seis se transformam em adultério, cabendo uma média de três para os homens e três para as mulheres (por exemplo); que, de cada dez pessoas (homens e mulheres) no carnaval, pelo menos sete se submetem espontaneamente a coisas que normalmente abominam no seu dia a dia, como álcool, entorpecente etc. Dizem, ainda, que tudo isso decorre do êxtase atingido na Grande Festa, quando o símbolo da liberdade, da igualdade, mas, também, da orgia e depravação, somadas ao abuso do álcool, levam as pessoas a se comportarem fora do seu normal (…)” (2)

O Espírito Emmanuel adverte: “Ao lado dos mascarados da pseudo-alegria, passam os leprosos, os cegos, as crianças abandonadas, as mães aflitas e sofredoras. (…) Enquanto há miseráveis que estendem as mãos súplices, cheios de necessidades e de fome, sobram as fartas contribuições para que os salões se enfeitem.”(3)

Como proferi supra, nesse panorama, os obsessores “influenciam os incautos que se deixam arrastar pelas paixões de Momo, impelindo-os a excessos lamentáveis, comuns por essa época do ano, e através dos quais eles próprios, os Espíritos, se locupletam de todos os gozos e desmandos materiais, valendo-se, para tanto, das vibrações viciadas e contaminadas de impurezas dos mesmos adeptos de Momo, aos quais se agarram.” (4)


Portanto, além da companhia de encarnados, vincula-se a nós uma inumerável legião de seres invisíveis, recebendo deles boas e más influências a depender da faixa de sintonia em que nos encontremos. As tendências ao transtorno comportamental de cada um, e a correspondente impotência ou apatia em vencê-las, são qual imã que atrai os espíritos desequilibrados e fomentadores do descaso à dignidade humana, que, em suma, não existiriam se vivêssemos no firme propósito de educar as paixões instintivas que nos animalizam.
Será racional fechar as portas dos centros espíritas nos dias de Carnaval, ou mudar o procedimento das reuniões? Existem alguns centros que fecham suas portas nos feriados do carnaval por vários motivos não razoáveis. 

Repensemos: uma pessoa com necessidades imediatas de atendimento fraterno, ou dos recursos espirituais urgentes em caso de obsessão, seria fraterno fazê-la esperar para ser atendida após as “cinzas”, uma vez ocorrendo essa infelicidade em dia de feriado momesco?

Os foliões crônicos declaram que o carnaval é um extravasador de tensões, “liberando as energias”… Entretanto, no carnaval não são serenadas as taxas de agressividade e as neuroses. O que se observa é um somatório da bestialidade urbana e de desventura doméstica. Aparecem após os funestos três dias as gravidezes indesejadas e a consequente proliferação de assassinatos de intrusos bebês nos ventres, incidem acidentes automobilísticos, ampliação da criminalidade, estupros, suicídios, aumento do consumo de várias substâncias estupefacientes e de alcoólicos, assim como o aparecimento de novos viciados, dispersão das moléstias sexualmente transmissíveis (inclusive a AIDS) e as chagas morais, assinalando, densamente, certas almas desavisadas e imprevidentes.

O carnaval edifica o nosso Espírito? Muitos espíritas, ingenuamente, julgam que a participação nas festas de Carnaval, tão do agrado dos brasileiros, nenhum mal acarreta à nossa integridade fisiopsicoespiritual. No entanto, por detrás da aparente alegria e transitória felicidade, revela-se o verdadeiro atraso espiritual em que ainda vivemos pela explosão de animalidade que ainda impera em nosso ser. É importante lembrá-los de que há muitas outras formas de diversão, recreação ou entretenimento disponíveis ao homem contemporâneo, alguns verdadeiros meios de alegria salutar e aprimoramento (individual e coletivo), para nossa escolha.

Não vemos, por fim, outro caminho que não seja o da “abstinência sincera dos folguedos”, do controle das sensações e dos instintos, da canalização das energias, empregando o tempo de feriado do carnaval para a descoberta de si mesmo; o entrosamento com os familiares, o aprendizado através de livros e filmes instrutivos ou pela frequência a reuniões espíritas, eventos educacionais, culturais ou mesmo o descanso, já que o ritmo frenético do dia a dia exige, cada vez mais, preparo e estrutura físico-psicológica para os embates pela sobrevivência.

Somente poderemos garantir a vitória do Espírito sobre a matéria se fortalecermos a nossa fé, renovando-nos mentalmente, praticando o bem nos moldes dos códigos evangélicos, propostos por Jesus Cristo.

Jorge Hessen


Referências bibliográficas:

(1) Vieira, Waldo. Conduta Espírita, ditado pelo Espirito André Luiz, Rio de Janeiro: Ed FEB, 2001, cap.37 “Perante As Fórmulas Sociais”.
(2) São José Carlos Augusto. Carnaval: Grande Festa…De enganos! , Artigo publicado na Revista Reformador/FEB-Fev. 1983.
(3) Xavier , Francisco Cândido. Sobre o Carnaval, mensagem ditada pelo Espírito Emmanuel, fonte: Revista Reformador, Publicação da FEB fevereiro/1987.
(4) Pereira, Ivone. Devassando o Invisível, Rio de Janeiro: cap. V, edição da FEB, 1998.

O Carnaval na visão Espírita

“Atrás do trio elétrico só não vai que já morreu...”. – Caetano Veloso

“Atrás do trio elétrico também vai quem já “morreu”...”.

Ao contrário do que reza o frevo de Caetano Veloso, não são somente os “vivos” que formam a multidão de foliões que se aglomera nas ruas das grandes cidades brasileiras ou de outras plagas onde se comemore o Carnaval.

O Espiritismo nos esclarece que estamos o tempo todo em companhia de uma inumerável legião de seres invisíveis, recebendo deles boas e más influências a depender da faixa de sintonia em que nos encontremos. Essa massa de espíritos cresce sobremaneira nos dias de realização de festas pagãs, como é o Carnaval. 

Nessas ocasiões, como grande parte das pessoas se dá aos exageros de toda sorte, as influências nefastas se intensificam e muitos dos encarnados se deixam dominar por espíritos maléficos, ocasionando os tristes casos de violência criminosa, como os homicídios e suicídios, além dos desvarios sexuais que levam à paternidade e maternidade irresponsáveis. Se antes de compor sua famosa canção o filho de Dona Canô tivesse conhecido o livro “Nas Fronteiras da Loucura”, ditado ao médium Divaldo Pereira Franco pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda, talvez fizesse uma letra diferente e, sensível como o poeta que é, cuidaria de exortar os foliões “pipoca” e aqueles que engrossam os blocos a cada ano contra os excessos de toda ordem. Mas como o tempo é o senhor de todo entendimento, hoje Caetano é um dos muitos artistas que pregam a paz no Carnaval, denunciando, do alto do trio elétrico, as manifestações de violência que consegue flagrar na multidão.

No livro citado, Manoel Philomeno, que quando encarnado desempenhou atividades médicas e espiritistas em Salvador, relata episódios protagonizados pelo venerando Espírito Bezerra de Menezes, na condução de equipes socorristas junto a encarnados em desequilíbrios.
Philomeno registra, dentre outros pontos de relevante interesse, o encontro com um certo sambista desencarnado, o qual não é difícil identificar como Noel Rosa, o poeta do bairro boêmio de Vila Isabel, no Rio de Janeiro, muito a propósito, integrava uma dessas equipes socorristas encarregadas de prestar atendimento espiritual durante os dias de Carnaval.

Interessado em colher informações para a aprendizagem própria (e nossa também!), Philomeno inquiriu Noel sobre como este conciliava sua anterior condição de “sambista vinculado às ações do Carnaval com a atual, longe do bulício festivo, em trabalhos de socorro ao próximo”. Com tranqüilidade, o autor de “Camisa listrada” respondeu que em suas canções traduzia as dores e aspirações do povo, relatando os dramas, angústias e tragédias amorosas do submundo carioca, mas compreendeu seu fracasso ao desencarnar, despertando “sob maior soma de amarguras, com fortes vinculações aos ambientes sórdidos, pelos quais transitara em largas aflições”.
No entanto, a obra musical de Noel Rosa cativara tantos corações que os bons sentimentos despertados nas pessoas atuaram em seu favor no plano espiritual; “Embora eu não fosse um herói, nem mesmo um homem que se desincumbira corretamente do dever, minha memória gerou simpatias e a mensagem das músicas provocou amizades, graças a cujo recurso fui alcançado pela Misericórdia Divina, que me recambiou para outros sítios de tratamento e renovação, onde despertei para realidades novas”.

Como acontece com todo espírito calceta que por fim se rende aos imperativos das sábias leis, Noel conseguiu, pois, descobrir “que é sempre tempo de recomeçar e de agir” e assim ele iniciou a composição de novos sambas, “ao compasso do bem, com as melodias da esperança e os ritmos da paz, numa Vila de amor infinito...”.

Entre os anos 60 e 70, Noel Rosa integrava a plêiade de espíritos que ditaram ao médium, jornalista e escritor espírita Jorge Rizzini a série de composições que resultou em dois discos e apresentações em festivais de músicas mediúnicas em São Paulo.

O entendimento do Poeta da Vila quanto às ebulições momescas, é claro, também mudou: 


- “O Carnaval para mim, é passado de dor e a caridade hoje, é-me festa de todo, dia, qual primavera que surge após inverno demorado, sombrio”.

A carne nada vale:

O Carnaval, conforme os conceitos de Bezerra de Menezes, é festa que ainda guarda vestígios da barbárie e do primitivismo que ainda reina entre os encarnados, marcado pelas paixões do prazer violento. Como nosso imperativo maior é a Lei de Evolução, um dia tudo isso, todas essas manifestações ruidosas que marcam nosso estágio de inferioridade desaparecerão da Terra.

Em seu lugar, então, predominarão a alegria pura, a jovialidade, a satisfação, o júbilo real, com o homem despertando para a beleza e a arte, sem agressão nem promiscuidade. A folia em que pontifica o Rei Momo já foi um dia a comemoração dos povos guerreiros, festejando vitórias; foi reverência coletiva ao deus Dionísio, na Grécia clássica, quando a festa se chamava bacanalia; na velha Roma dos césares, fortemente marcada pelo aspecto pagão, chamou-se saturnalia e nessas ocasiões se imolava uma vítima humana.

Na Idade Média, entretanto, é que a festividade adquiriu o conceito que hoje apresenta, o de uma vez por ano é lícito enlouquecer, em homenagem aos falsos deuses do vinho, das orgias, dos desvarios e dos excessos, em suma.

Bezerra cita os estudiosos do comportamento e da psique da atualidade, “sinceramente convencidos da necessidade de descarregarem-se as tensões e recalques nesses dias em que a carne nada vale, cuja primeira silaba de cada palavra compõe o verbete carnaval”.

Assim, em três ou mais dias de verdadeira loucura, as pessoas desavisadas, se entregam ao descompromisso, exagerando nas atitudes, ao compasso de sons febris e vapores alucinantes. Está no materialismo, que vê o corpo, a matéria, como inicio e fim em si mesmo, a causa de tal desregramento.

Esse comportamento afeta inclusive aqueles que se dizem religiosos, mas não têm, em verdade, a necessária compreensão da vida espiritual, deixando-se também enlouquecer uma vez por ano.

Processo de loucura e obsessão:

As pessoas que se animam para a festa carnavalesca e fazem preparativos organizando fantasias e demais apetrechos para o que consideram um simples e sadio aproveitamento das alegrias e dos prazeres da vida, não imaginam que, muitas vezes, estão sendo inspiradas por entidades vinculadas às sombras. Tais espíritos, como informa Manoel Philomeno, buscam vitimas em potencial “para alijá-las do equilíbrio, dando inicio a processos nefandos de obsessões demoradas”. 

Isso acontece tanto com aqueles que se afinizam com os seres perturbadores, adotando comportamento vicioso, quanto com criaturas cujas atitudes as identificam como pessoas respeitáveis, embora sujeitas às tentações que os prazeres mundanos representam, por também acreditarem que seja lícito enlouquecer uma vez por ano.

Esse processo sutil de aliciamento esclarece o autor espiritual, dá-se durante o sono, quando os encarnados, desprendidos parcialmente do corpo físico, fazem incursões às regiões de baixo teor vibratório, próprias das entidades vinculadas às tramas de desespero e loucura. Os homens que assim procedem não o fazem simplesmente atendendo aos apelos magnéticos que atrai os espíritos desequilibrados e desses seres, mas porque a eles se ligam pelo pensamento, “em razão das preferências que acolhem e dos prazeres que se facultam no mundo íntimo”. Ou seja, as tendências de cada um, e a correspondente impotência ou apatia em vencê-las, são o imã que atrai os espíritos desequilibrados e fomentadores do desequilíbrio, o qual, em suma, não existiria se os homens se mantivessem no firme propósito de educar as paixões instintivas que os animalizam.

Há dois mil anos. Tal situação não difere muito dos episódios de possessão demoníaca aos quais o Mestre Jesus era chamado a atender, promovendo as curas “milagrosas” de que se ocupam os evangelhos. Atualmente, temos, graças ao Espiritismo, a explicação das causas e conseqüências desses fatos, desde que Allan Kardec fora convocado à tarefa de codificar a Doutrina dos Espíritos. Conforme configurado na primeira obra da Codificação – O Livro dos Espíritos -, estamos, na Terra, quase que sob a direção das entidades invisíveis: “Os espíritos influem sobre nossos pensamentos e ações?”, pergunta o Codificador, para ser informado de que “a esse respeito sua (dos espíritos) influência é maior do que credes porque, freqüentemente, são eles que vos dirigem”. Pode parecer assustador, ainda mais que se se tem os espíritos ainda inferiorizados à conta de demônios.

Mas, do mesmo modo como somos facilmente dominados pelos maus espíritos, quando, como já dito, sintonizamos na mesma freqüência de pensamento, também obtemos, pelo mesmo processo, o concurso dos bons, aqueles que agem a nosso favor em nome de Jesus. Basta, para tanto, estarmos predispostos a suas orientações, atentos ao aviso de “orar e vigiar” que o Cristo nos deu há dois mil anos, através do cultivo de atitudes salutares, como a prece e a praticada caridade desinteressada. Esta última é a característica de espíritos como Bezerra de Menezes, que em sua última encarnação fora alcunhado de “o médico dos pobres” e hoje é reverenciado no meio espírita como “o apóstolo da caridade no Brasil”.

Fonte:Revista Visão Espírita.