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sábado, 21 de abril de 2018

O Simbolismo da Colméia na Maçonaria


Esse importante símbolo maçônico foi ignorado (ou talvez seja desconhecido) por praticamente todos os escritores maçons brasileiros. Até mesmo a literatura internacional versa pouco sobre esse símbolo, presente desde a cultura egípcia, passando pelos romanos, usado pelos cristãos primitivos, e que posteriormente inspirou imperadores, como Napoleão.

Com exceção do ser humano, qual o outro ser vivo trabalha muito e em equipe, vive em comunidade, produz diferentes tipos de materiais, constrói casa para milhares de iguais, e tem forte hierarquia e disciplina?

A abelha trabalha duro e sem descanso, não para ela, mas para todas. Ela produz e ela constrói. Ela vive em harmonia com a natureza. A colméia é o grande emblema do resultado do trabalho da abelha, da sua capacidade de construir algo em prol de todos. A abelha é o ser construtor, assim como o maçom pretende ser. A partir disso é fácil compreender como a colméia se tornou um símbolo maçônico presente em antigos estandartes e aventais, e no grau de Mestre Maçom dos rituais mais antigos de nossa Ordem.

Não se sabe a partir de quando a Colméia passou a constar nos rituais maçônicos, mas já estava presente na Maçonaria desde, pelo menos, o início do século XVIII, como evidencia um catecismo maçônico irlandês datado de 1724:

“Uma abelha tem sido, em todas as épocas e nações, o grande hieróglifo da Maçonaria, pois supera todas as outras criaturas vivas na capacidade de criação e amplitude de sua habitação. Construir parece ser da própria essência ou natureza da abelha”.

Há vários registros de colméias como parte integrante e de destaque de templos e rituais maçônicos na Inglaterra, Irlanda, Escócia e EUA no século XVIII. Porém, com a renovação dos rituais em boa parte do Reino Unido a partir de 1813, esse importante símbolo foi de certa forma ignorado, surgindo vez ou outra em Lojas de Pesquisa, com exceção da Maçonaria Americana, que manteve sua importância no Ritual.

Para se ter uma melhor compreensão do significado maçônico da Colméia, segue pequeno trecho adaptado do Monitor de Webb:

“A Colméia é um emblema de indústria e operosidade. Ela nos ensina a prática dessas virtudes a todos os homens. Viemos ao mundo como seres racionais e inteligentes. Como tais, devemos sempre ser trabalhadores, jamais nos entregando à preguiça quando nossos companheiros necessitarem, se estiver em nosso poder auxiliá-los. …Aquele que não buscar trazer conhecimentos e entendimento ao todo, merece ser tratado como um membro inútil da sociedade, indigno de nossa proteção como Maçons.”

Enfim, um dos símbolos maçônicos com significado e ensinamentos mais profundos, simplesmente perdido nas brumas do tempo e nas páginas das incontáveis “revisões” promovidas pelos “sábios” de outrora. Esse é o verdadeiro “símbolo perdido” da Maçonaria.

Fonte

domingo, 28 de janeiro de 2018

Desvendando Yaveh


Quem seria Yaveh, o Deus dos hebreus?...

Sabemos que Enki é a Serpente do Éden, Satanás, o opositor, talvez Lúcifer, o Portador da Luz... mas Yaveh é um mistério! Até Zecharia Sitchin ficou em dúvida sobre sua real identidade. Ele foi descartando todos! Primeiro descartou Enki, depois Enlil, Ninurta, Iskur, Nannar... Todos tinham a ver, mas sempre faltava alguma peça. Ora parecia ser um, ora parecia ser outro, e assim o enigma continuava... Nem mesmo Anu, se encaixava no quadro.

Mas achar que YHWH seja alguém superior aos Anunnaki, talvez Galzu, o misterioso mensageiro, ou ainda além dele, sugerindo que seja o Criador de Tudo, não faz o menor sentido! A bíblia, é um livro escrito para o povo hebreu, e pelo povo hebreu, que era o povo de Enlil. O Deus bíblico é um Anunnaki!
É algo simples afirmar que então YHWH seja Enlil. Mas se Zecharia Sitchin tinha dúvidas sobre isso, então a investigação tem que ir mais além!
YHWH é o famoso Tetragrama dos cabalistas, um nome sagrado e impronunciável para os hebreus... As sagradas 4 letras que formam o nome de Deus.

Eu sugiro que YHWH, seja não apenas um dos deuses, mas quatro deles!
Cheguei a essa conclusão, através do estudo do cabalista, e ocultista Papus, que em seus livros, especialmente O Tarot dos Bohêmios, vai fundo no estudo dessas cartas que trazem um conhecimento profundo do Passado. Não é só um instrumento adivinhatório, mas uma enciclopédia de símbolos, e ensinamentos esotéricos, que remontam ao passado remoto do povo hebreu.


Algumas cartas do Tarot dos Bohêmios, de Papus...

Nesse estudo, Papus (Gérard Anaclet Vincent Encausse), relaciona letras à números, e seu significado oculto. E então chegamos ao ponto onde o Tetragrama é aprofundado.
YHWH, é formado pelas letras Yod, He, Wav, He. Cada uma dessas letras representa alguém no Tarot dos Bohêmios. Yod, é o pai, He é o irmão, e Vo é o filho.
Se nós passarmos isso, para o conhecimento que temos sobre os Anunnaki, e sabendo que o Deus bíblico, não é um, mas vários, então estamos chegando perto de desvendar esse mistério ligado ao Tetragrama!

YHWH = Yod, He, Vo, He
Yod = Pai ... Quem seria o Pai?
He = Irmão, e repete duas vezes dentro do Tetragrama... Quem seriam os irmãos?
Vo = Filho... Quem seria o filho?

Quanto a Yod, não tenho dúvidas, é Enlil!
Mesmo porque, é a primeira letra no tetragrama em hebraico, que como vocês sabem, se lê da direita para a esquerda: יהוה

י Yod
ה He
ו Waw
ה He

Depois de Yod, segue a letra He, indicando um irmão... Seria Enki?... Não acredito que seja, pois estamos falando de deuses que governavam o povo hebreu.

Então quem é um dos HE?...

Antes de deciframos a letra He, vamos decifrar a letra Waw, ou Vo. Quem é o filho primogênito de Enlil?... Ninurta. Então Waw é Ninurta!
Agora temos duas letras He, significando irmãos. Quais são os irmãos possíveis nesse quadro? Ishkur e Nannar, os filhos de Enlil, nascidos na Terra!
A princípio, liguei as duas letras He com os irmãos gêmeos Inanna e Utu. Mas Inanna não pode ser, pois era Astarote, e essa deusa era rival de Yaveh, para os hebreus, embora volta e meia, sempre tinha um alí, seguindo essa deusa, inclusive o Rei Salomão...

E aí, temos que lembrar que Inanna, mandou seus reis invadir a 4ª Região (Espaçoporto no Sinai), e isso não foi perdoado por Enlil. O episódio Sodoma e Gomorra, não diz respeito somente a uma represália a Marduk e seus seguidores, mas também à Inanna e seus seguidores. Mohenjo-Daro está lá como prova do castigo...

Já Utu, faz algum sentido ser uma das letras He, pois ele era o comandante do Espaçoporto no Sinai!...
Mas como Utu entraria nesse jogo, se uma das letras He, é Nannar?... Bom, nós sabemos que em algum momento da história, Nannar se voltou contra Enlil. O motivo, não sabemos, mas posso adivinhar.

Nannar não tinha os mesmos direitos de Ninurta, nem em Nibiru, nem na Terra. Ninurta sempre seria o preferido de Enlil para ficar à frente dos negócios! Nannar ainda tinha que aguentar Marduk e Inanna querendo dominar a Terra. É muito possível que Nannar se revoltou com tudo isso, e quis conquistar o seu lugar na Terra. Dominando toda a região do Irã, outra religião foi fundada em seu nome: O Islamismo.

Já Utu, se estabeleceu em Jerusalém, o Centro de Controle da Missão Anunnaki na Terra, após o Dilúvio.
Se assim for, temos as peças do quebra-cabeças: YHWH é Enlil, Ninurta, Ishkur, e Utu que tomou o lugar de Nannar no grande jogo.
Quero fazer um adendo: He também significa mãe no estudo de Papus, sendo a primeira letra He no Tetragrama. Mas como sabemos que os Anunnaki são patriarcais, e mesmo os hebreus são patriarcais, descartei a possibilidade de ter uma deusa dentro do Tetragrama. Mas se tivesse, seria Ninhursarg. E aí, teríamos a conjunção: Yod = Pai (Enlil), He = Mãe (Ninhursarg), Waw = Filho (Ninurta), e He = irmão (Ishkur, Nannar, ou Utu, e nesse caso, continuo apostando em Utu.)... Acredito inclusive, que essa seja a conjunção mais acertada! Porque mesmo sendo patriarcais, Ninhursarg desempenhava um papel muito importante de liderança, atuando aqui e alí, com seu bom senso. Ela pode sim, ser a primeira letra He do Tetragrama, a mãe!

Concluíndo, YHWH, o nome impronunciável de Deus, é então as Iniciais dos nomes de 4 deuses! Não sei se podemos dizer iniciais, porque os Anunnaki realmente não revelavam seus verdadeiros nomes, sendo chamados o tempo todo por seus epítetos: Enlil ( O Senhor do Comando), Enki ( O Senhor da Terra)... e assim por diante. Mas já podemos ter uma idéia de quem é afinal Yaveh, o Deus dos hebreus, o Deus da bíblia. Que NÃO é o Deus Criador de Tudo! Neste, também os Anunnaki acreditavam e Lhe dirigiam suas orações.
Mas calma!... Não é porque o deus da bíblia não é o Deus Criador do Universo, que Ele não exista, e que você está à deriva ou sozinho nesse grande jogo que é a vida! Ao contrário! Existe uma Força Criadora e Amorosa muito palpável que podemos perceber quando sentimos Gratidão, Fé na Providência, Paz, e Amor!...

Sabendo que tudo no Universo, obedece uma hierarquia, e que a evolução é como uma escada de milhões de degraus, passando de uma raça criadora de homens para outra superior, e assim por diante, a cada esfera que habitamos, mantemos acesa em nós, a chama do contínuo BUSCAR! Deus ainda continua sendo o Grande Mistério da Vida! Aquele para Quem ansiamos voltar no fim da Grande Jornada.

E é claro, tudo isso pode ser apenas outra viagem da minha cabeça!
Como a moçada gosta de dizer hoje em dia: É muita brisa!

sábado, 27 de janeiro de 2018

Os Segredos da Suástica

Pelo que parece, a suástica é um símbolo pré-histórico, e sua escolha, para quem pretendia dominar o mundo, tinha objetivos certos.

A suástica é um símbolo que só perde para a cruz em matéria de simbolismo, mesmo assim, ela, a suástica, também é uma cruz.

Pelo fato de representar 10.000, em um desses países, faz-me lembrar um padrão de guerra no passado, onde a maioria dos exércitos tinha dez mil homens, apenas Gengis Khan viria mudar esse padrão, mas isso foi só uma lembrança. De fato, o significado da suástica está ligado à religião.

Os mentores de Hitler eram ocultistas e não tiveram dúvidas de que Hitler era o escolhido de seus livros sagrados, uma espécie messias do Nazismo. O mundo viu, mais uma vez, a grande prova de que a religião e a política não deveriam se misturar.

Se os nazistas conheciam os significados da suástica em todos esses países? Ninguém sabe, mas provavelmente não, o fanatismo racista dificilmente aceitaria outras culturas, ditas inferiores pelos nazistas.

A suástica “virada à direita”, é utilizada em cerimônias civis e religiosas, é utilizada também como amuleto de sorte e sucesso. Aparece no período neolítico da Índia e na pré-história de Tróia e Chipre, e, curiosamente, apesar de aparecer em tão diferentes culturas, não aparece no antigo Egito, Assíria ou Babilônia.

No início do século XX, era utilizada em várias partes do mundo, como amuleto de sorte e sucesso. Nos países nórdicos está relacionada a Runa, Gibur ou Gebo.

Quando o partido nazista adotou a suástica como logomarca, ela passou a ser associada com a ideologia do nazismo.

Heinrich Schliemann descobriu esta imagem no antigo sítio em que localizara a cidade de Tróia, sendo então associada com as migrações ancestrais dos povos “proto-indo-europeus” dos Arianos.

Ele fez uma conexão entre estes achados e antigos vasos germânicos, e teorizou que a suástica era um “significativo símbolo religioso de nossos remotos ancestrais”, unindo os antigos germânicos às culturas gregas e védicas.

O casal William Thomas e Kate Pavitt especulou que a difusão da suástica entre diversas culturas mundiais (Índia, África, América do Norte e do Sul, Ásia e Europa) apontava para uma origem comum, possivelmente da Atlântida.

Alfred Rosenberg, o primeiro a utilizar essas idéias, associou-as aos povos nórdicos, rosember também foi o teórico da pureza racial ariana.

A palavra “suástica” deriva do sânscrito svastika (no script Devanagari), significando felicidade, prazer e boa sorte. Ela é formada do prefixo “su-” (cognata do grego e?-), significando “bom, bem” e “-asti”, uma forma abstrata para representar o verbo “ser”. Suasti significa, portanto, “bem-ser”. O sufixo “-ca” designa uma forma diminutiva, portanto “suástica” pode ser literalmente traduzida por “pequenas coisas associadas ao que traz um bom viver (ser)”. O sufixo “-tica”, independentemente do quanto foi dito, significa literalmente “marca”. Desta forma na Índia um nome alternativo para “suástica” é shubhtika (literalmente, “boa marca”). A palavra tem sua primeira aparição nos clássicos épicos em sânscrito Ramayana e Mahabharata.


A Europa Ocidental ainda apresenta significados bizarros como:

“Aranha negra” – como chamada por diversos povos da Europa Ocidental.

“Cruz torta”, “Cruz Gamada” (ou “em ganchos”) – na Heráldica.

Sinomía em outros idiomas:

Alemão: Hakenkreuz;

Dinamarquês: hagekors;

Neerlandês: hakenkruis;

Esperanto: hokokruco;

Estoniano: haakrist;

Finlandês: ”hakaristi;

Húngaro: horogkereszt;

Islandês: hakakross;

Italiano: croce uncinata;

Norueguês: hakekors;

Romeno: Cruce încârligata;

Sérvio: kukasti krst;

Sueco: hakkors;

Sonnenrad: cruz do sol, quatro pernas;

Grego: martelos de Thor, associado com o deus do trovão nórdico;

Lituano: cruz de trovão;

As primeiras suásticas são datadas de 4.000 anos antes de cristo, em cerâmica, escrita vinca e na região do indo, 3.000 antes de Cristo, utilizada pelo budismo e hinduismo, posteriormente.

Nas idades do bronze e do ferro, foram encontrados vasos em Sintashta (2.000 antes de Cristo) no norte do cáucaso e Azerbaijão com o símbolo que para Bárbara G. Walker, autora de um livro sobre símbolos, demonstra serem oriundos das culturas dos cítios e sarmácios.


Carl Sagan reproduz um antigo manuscrito chinês, cometas com quatro braços curvados, lembrando a suástica. Sagan sugere que na antigüidade um cometa possa haver se aproximado bastante da Terra de forma que os jatos de gases que fluem dele, vergados pela rotação do cometa, tornaram-se visíveis – o que justificaria a representação da suástica como símbolo mundialmente existente.

A suástica é um dos símbolos sagrados do hinduísmo há pelo menos um milênio e meio. Ela é usada ali em vários contextos: sorte, o Sol, Brahma, ou no conceito da “samsara”. O budismo particularmente teve grande penetração noutras culturas, em especial no Sudeste da Ásia, China, Coreia, Japão, Tibete e Mongólia desde fins do primeiro milênio. Supõe-se que o uso da suástica pelos fiéis “Bom” do Tibet, e de religiões sincréticas como a “Cao Daí” do Vietnã , e “Falun Gong” da China, tenha sido tomado emprestado ao budismo. Da mesma forma, a existência da suástica como símbolo do Sol entre o povo “Akan” – civilização do sudoeste da África, pode ter sido igualmente resultado da transferência cultural em virtude do tráfico escravista por volta do ano de 1500.

O uso do símbolo no ocidente, junto às significações religiosas e culturais que lhe emprestaram, foi corrompido no começo do século XX, quando foi adotado pelo Partido Nazista. Isto ocorreu porque os nazistas declaravam que os arianos eram os antepassados do povo alemão moderno e propuseram, por causa disto, que a subordinação do mundo à Alemanha fosse algo imperativo, e até mesmo predestinado. A suástica então tornou-se um símbolo conveniente, de forma geométrica simples e ao mesmo tempo marcante, a enfatizar este mito ariano-alemão, insuflando o orgulho racial. Desde a II Guerra Mundial a maior parte do mundo ocidental tem a suástica apenas como um símbolo nazista, levando a equivocadas interpretações de seu uso no Oriente, além de confusão quanto ao seu papel sagrado e histórico em outras culturas.

Geometricamente a suástica pode ser definida como um icoságono (polígono de 20 lados) irregular. Os “braços” têm largura variável e são frequentemente retilíneos (mas isto não é obrigatório). As proporções da suástica nazista, entretanto, eram fixas: foram fixadas numa grade 5×5.

Uma característica fixa é a rotação em 180° de simetria e não equilateral – portanto com ausência de simetria reflexiva entre as suas metades.

A suástica é, depois da cruz equilateral simples (a “cruz grega”), a versão mais difundida da cruz.

A visão de Wilhelm Reich – O polêmico psicanalista Wilhelm Reich (ucraniano de origem germânica), em “Die Massenpsychologie des Faschismus, Frankfurt 1974, S. 102-107”, faz a seguinte leitura do efeito psicológico da suástica:
O Nazismo serviu-se da simbologia para atrair sobretudo a massa de trabalhadores alemães, enganando-os com a promessa de que Hitler seria um Lênin para a Alemanha;
“sob o simbolismo da propaganda, a bandeira era o que primeiro chama a atenção (cantando:).

Nós somos o exército da suástica,

Erguemos as bandeiras vermelhas

O trabalhador alemão nós queremos

Assim trazer para a liberdade.”

Usando músicas que claramente pareciam comunistas, e com a bandeira habilmente composta, passava o Nazismo um caráter revolucionário para as massas.

Reich atesta que a “teoria irracional” da superioridade racial, tinha apelos ao subconsciente, através das formas da suástica e dos contrastes oferecidos pelas cores utilizadas (vermelho, preto e branco), chegando mesmo Hitler a afirmar que esta cruz era um símbolo anti-semita, em sua origem.

“Se olharmos detidamente para as suásticas no lado direito, vemos que elas claramente revelam formas humanas esquematizadas. Já a suástica voltada para a esquerda, mostra um ato sexual…”.

Para o Hinduismo, os dois símbolos representam as duas formas do deus criador, Brahma: voltada para a direita, a cruz representa a evolução do Universo (ou Pravritti); para a esquerda, simboliza a involução do Universo (Nivritti). Também pode ser interpretado como representando as quatro direções (Norte, Leste, Sul e Oeste), com significado de estabilidade e solidez.

O Budismo foi fundado por um príncipe hindu e as duas formas da suástica são uma herança dessa cultura. O símbolo foi incorporado, desde a Dinastia Liao, nos ideogramas chineses, com o sinal representativo ou (wan, em chinês; man, em japonês; van, em vietnamita), significando algo como “um grande número”, “multiplicidade”, “grande felicidade” ou “longevidade”, mas o desenho (suástica virada à direita) é raramente usado. A suástica marca as fachadas de muitos templos budistas. As suásticas (qualquer das duas variantes) costumam ser desenhadas no peito de muitas esculturas de Buda, e frequentemente aparece ao pé da estatuária de Buda.

Em razão da associação da suástica voltada para a direita com o nazismo após a segunda metade do século XX, a suástica budista, fora da Índia, tem sido utilizada apenas na sua forma virada para a esquerda.

A suástica, usada na arte e escultura budistas, é conhecida dentro da língua japonesa como “manji” (que, literalmente, pode ser traduzido como: caractere chinês para eternidade), e representa o Dharma, a harmonia universal, o equilíbrio dos opostos. O símbolo virado à esquerda representa amor e piedade; voltado para a direita é força e inteligência.

No Japão, a suástica é chamada manji. Desde a Idade Média é usado como um Mon – ou “brasão de armas” de algumas famílias. Na simbologia japonesa a suástica virada à esquerda e horizontal ou manji é usada para indicar o local de um templo budista. A suástica à direita é chamada de gyaku manji (literalmente, manji invertido), e também é chamada de kagi juji, significando, literalmente, “cruz em gancho”.

O Jainismo dá mais ênfase à suástica que o Hinduísmo. É um símbolo do progresso humano, e representa o sétimo Jina (Santo), o Tirthankara Suparsva. É considerada uma das 24 marcas auspiciosas, emblema do sétimo arhat dos tempos atuais. Todos os templos do Jain, assim como seus livros santos, contêm a suástica. Suas cerimônias começam e terminam com o desenho da suástica feito várias vezes em volta do altar.

Algumas fontes indicam que a imperatriz chinesa Wu, da dinastia Tang (684-704), decretou que a suástica seria usada como um símbolo alternativo para representar o sol. Como parte da lista de caracteres do idioma chinês (mandarim), a suástica tem seu código (Unicode) U+534D (e a pronúncia segue o caractere chinês, no cantonês, man; no mandarim, wan) para a suástica voltada para a esquerda, e U+5350 para a suástica virada à direita.

O mandarim Wan é um homófono para o número 10 mil, que é usado para representar o todo da criação, no Tao Te Ching, o livro basilar do taoísmo.

A forma da suástica é um símbolo bastante antigo na cultura Kuna, de Kuna Yala, no Panamá. Para eles a imagem lembra o polvo que criou o mundo: seus tentáculos, voltados para os quatro pontos cardeais, deram origem ao arco-íris, ao sol, à lua e às estrelas.

Em fevereiro de 1925 os Kuna se revoltaram contra a supressão de sua cultura, pelo governo panamenho, e em 1930 conquistaram autonomia. A bandeira oficial do estado exibe a suástica, com formas e cores que variaram ao longo dos tempos: as faixas antes da cor laranja eram vermelhas, e em 1942 um círculo (representando o tradicional anel de nariz dos Kunas) foi acrescentado para diferenciá-la ainda mais do símbolo do partido nazista.

Na Grécia Antiga a deusa Atena era por vezes retratada num roupão ornado por suásticas.

A medieval Liga da Corte Sagrada – Walker (em A Woman’s Dictionary of Symbols and Sacred Objects) informa que a suástica duplicada era associada com as Cortes Vêmicas da Idade Média, uma seita secreta fundada para perseguir os hereges e judeus, antes de ficar associada à Inquisição. Esses tribunais, segundo ela diz, continuaram como sociedades ocultas para a prática da justiça sumária e do anti-semitismo, até o século XIX, quando foi sucedida pelo Partido Nazista, cujos associados teriam substituído a suástica dupla pela única.

Insígnia do 45th Infantry.A 45ª Divisão de Infantaria do Exército norte-americano usava uma suástica amarela sobre fundo vermelho como símbolo da unidade até os anos 30, como referência ao Pássaro-trovão da mitologia (Thunderbird).

Bandeira da Espanha Nacionalista durante a Guerra Civil Espanhola. Espanha – Os nacionalistas eram chamados de nazistas pelos republicanos, enquanto os republicanos eram chamados de comunistas pelos nacionalistas.

…o que inspirou Hitler para usar a suástica como símbolo da NSDAP já era usado pela Sociedade Thule (em alemão: Thule-Gesellschaft) considerando-se que havia muitas ligações desta com o DAP (Partido dos Trabalhadores) (…) de 1919 até o verão de 1921 Hitler usou a biblioteca Nationalsozialistische especial do Dr. Friedrich Krohn, um sócio muito ativo da Thule-Gesellschaft (…) Dr. Krohn também era dentista de Sternberg, que foi nomeado por Hitler para desenhar uma bandeira semelhante aquela que Hitler projetara em 1920 (…) durante o verão de 1920 a primeira bandeira do partido foi apresentada no Lago Tegernsee (…) sua fabricação foi caseira (…) não foram preservadas as primeiras bandeiras, e a bandeira do Ortsgruppe München foi então considerada como a primeira bandeira do Partido. A primeira vez que a suástica foi usada com um significado “ariano” foi em 25 de dezembro de 1907, quando os auto-denominados Ordem dos Novos Templários, uma sociedade secreta fundada por Adolf Joseph von de Lanz Liebenfels, içou no Castelo de Verfenstein (na Áustria), uma bandeira amarela com uma suástica e quatro flores-de-lis.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Algumas Seitas e Sociedades Secretas

Escolas do Quarto Caminho

As escolas do Quarto Caminho, ou agrupamentos de denominação similar, se baseiam nos ensinamentos de um mestre esotérico de origem russa chamado George Gurdjieff e seu discípulo Ouspensky. Gurdjieff expressa a ideia de que os seres humanos, com raras exceções, vivem em um estado análogo ao do sonho.
Para superar este estado sonolento deve-se despertar acordando-se de si mesmo. Para isso utiliza diversos exercícios (superesforço, training psicológico, movimentos rítmicos, danças rituais, tarefas que o mestre ordena).
Por sua parte Ouspensky expressava que a única saída que o homem tinha era através das Escolas e os ensinamentos do mestre e nessa evolução o discípulo podia se elevar e tomar consciência até chagar a N7 , a escala mais alta para um homem.

Loja Nova Ísis

A Loja Nova Ísis é um exemplo de denominação que surge sucetivamente de outras gerações, denominações de denominações que vão se ramificando numa complexa teia, assim partindo-se de registros e históricos destas é possível se catalogar até chegar a denominadores comuns as demais. Neste caso a Nova Isis foi fundada pelo Mestre Therion (Crowley), como ramo da tradição thelêmica, que também fundou a Fraternitatis Astrum Argentum.
A Sociedade Novo Aeon (SNA) - dissidência de atividade da O.T.O. que continuou pela Loja Nova Ísis que por sua vez deu lugar a Collegium ad Lux et Nox.

Fraternitatis Astrum Argentum

Também conhecida estranhamente por A.•. A.•.. esta ordem de ensinamentos foi criada Aleister Crowley com George Cecil Jones, homem que iniciou Crowley em 1898 a Golden Dawn que por estar insatisfeito com Jones a criou em 1907 com intenção de superar a Golden Dawn. O nome desta na realidade não está em latim mas sim em grego, Aster Argos (Estrela Brilhante, não de Prata), que apesar de soar um erro grafado, se somado o valor das letras dá 983, o mesmo da palavra Gnosis.

Ordem Martinista Sufi

É a convergência da Martinistas Europeus com os seguidores do Sufismo.

Fraternidade Universal da Humanidade

Relacionada como uma tradição lendária, a também chamada Igreja Secreta de Melki-Tsedek, leva a idéia da iniciação como ato de iluminação tirando-se assim a necessidade de sacerdócio ou qualquer mediador (logo pressupõe Jesus), que assim por uma mistura de elementos claramente teosoficos tem a obvia pretença de unificação, como uma Nova Ordem Mundial. Se relacionando algumas vez a "Taça do Santo Graal" podendo ser assim o mesmo que a Igreja Oculta do Santo Graal, de adoração aos não confirmados, mas perseguidos descendentes de Jesus.

Fraternitas Saturni

Foi fundada em 1918 por Gregor A.Gregorius ex-secretário-geral da Grande Loja Pansófica de Mestre Recnartus, apesar de algumas vezes se relatar que fora num concílio de Weida realizado, na Turingia, em 1925 pelo Mestre Recnartus. Foi censurada durante o nazismo e com a morte de seu fundador em 1964 criou dissenções que levou a criação de dissdências como a Ordo Saturni, sendo quase extinta a original mas retornando sob novo fôlego em 1993 com a fundação da Communitas Saturni, como transferência da alemã Kaiserslautern por seu fundador o Grão-Mestre Immanuel e compartilhando grandes semelhanças com o Rito Escocês Antigo da Maçonaria. Adotam o Saturno pois consideram este guardião das fronteiras e dos sistemas internos e externos, sendo relacionado na mitologia comum como o deus Cronos do tempo e da morte, também por considerarem a forma esférica como signo do masculino sendo por sua vez abraçado pelo feminino representado pelos aneis, não muito diferente assim dos ideias maçônicos, conforme definido no site ocultura: "No fim dos tempos, Saturno julgará o carma e o destino, representando o redentor em seu sentido positivo, mas o destruidor em seu sentido negativo, aquele que atira ao Abismo as almas não transformadas e ligadas à terra."
Communitas Saturni

Ordem maçônica de magia telêmica do caminho de Saturno.

Sociedade de Thule

Fundado pelo Grão-Mestre da Ordem Bávara Rudolf Freiherr Von Seboottendorf em 17 de Agosto de 1918, do qual viria a participar Hitler e a origem do Partido Socialista Alemão, o Nazismo. Thule era o nome de uma lendária ilha similar a Atlântida, supostamente detinha os conhecimentos do 'Super-homem', isto é, a criação do cepo "Ariano", o qual exterminaria todas as raças "inferiores". Isso se dava por "Mestre" dos "Anciões" que em contatos com os remanescentes dessa civilização (Thule) por rituais mágico-místicos o qual presa-se os concedia poderes e força sobrenaturais. Nascia o conceito dos super-heróis dos quadrinhos como o próprio Super-homem, que no entanto gerou um super-vilão chamado Füher, Adolf Hitler. Dizia-se que Thule era a capital do continente Hiperbóreo (Atlântida, Gondwana-Lemuria , Hiperbóreo, e Terra de Mu)

Germanenorden 

Sociedade Secreta alemã cujo o símbolo era uma suástica e tinha semelhanças hierárquicas a Maçonaria. Criada em 1912 que inspirou a Sociedade de Thule, também era anti-semitista.

Sociedade Antroposófica

O nome vindo do grego "conhecimento do ser humano" tinha como principal ideologia-tronco a chamada ciência espiritual criada pelo austríaco Rudolf Steiner no inicio do século XX, do qual fundou esta sociedade em 1912. Claramente inspirada nos ideias da teosófico de Helena Blavatsky, esta teria justamente surgido por divergências com a atual líder da Sociedade Teosófica, Annie Besant, levando diversos membros desta.

Dragon Rougue

Também conhecida como Ordo Draconis et Atri Adamantis, foi fundada por Thomas Karlsson, em 1989, é uma Ordem praticante da magia 'Caminho da Mão Esquerda' e a Magia Draconiana, tem provaveis conexões satânicas abertas. Seus Graus se dividem em: Lilith, Gamaliel, Samael, A'arab Zaraq, Thagirion, Golachab, Gha'agsheblah, Satariel, Ghagiel, Thaumiel.

Ordem do Dragão

Uma antiga Ordem fundada em 1408 seguindo moldes aparentemente similares as Ordens Católicas e militares do período. Apesar de ser originalmente romana (Societas Draconistrarum) cujo seu fundador era Sigismund, o rei da Hungria, seus domínios alcançaram a Alemanha onde era chamada de Drachenorden. Seu símbolo adotado no brasão é a imagem de um dragão circular com sua cauda atingido seu pescoço.
Seus princípios aparentes eram proteger a família real do qual seus membros faziam parte (cerca de 24 na época) e combater seus inimigos turcos. Dentre seus membros nobres procedeu Vlad II que adotara o nome Dracul (O Dragão), um pretendente ao trono da Valáquia, atual Romênia. No entanto, seu filho e sucessor cujo pelo notório sadismo ficou conhecido como Vlad, o Empalador. Foi deste que utilizando-se do nome “Draculea” que significava “filho daquele que foi membro da Ordem do Dragão” por ser filho de Dracul, ficou conhecido na literatura como Conde Dracula. Dracul assim, ainda naquele tempo acabou ganhando também o significado de "diabo" por seus inimigos e parte da população. Apesar de se dar como declinada desde a morte de seu fundador Sigismund 1947 muito se especula sobre suas atividades ainda hoje e até possíveis ligações como a Irmandade da Morte.
Quator Coronati

Fundada pelo Satanista William Wynn, em 1884, tendo-se uma filial chamada Quator Coronati Britânico.

domingo, 24 de dezembro de 2017

A verdadeira origem do Natal

humanidade comemora essa data desde bem antes do nascimento de Jesus. Conheça o bolo de tradições que deram origem à festa.

Roma, século 2, dia 25 de dezembro. A população está em festa, em homenagem ao nascimento daquele que veio para trazer benevolência, sabedoria e solidariedade aos homens. Cultos religiosos celebram o ícone, nessa que é a data mais sagrada do ano. Enquanto isso, as famílias apreciam os presentes trocados dias antes e se recuperam de uma longa comilança.


Mas não. Essa comemoração não é o Natal. Trata-se de uma homenagem à data de “nascimento” do deus persa Mitra, que representa a luz e, ao longo do século 2, tornou-se uma das divindades mais respeitadas entre os romanos. Qualquer semelhança com o feriado cristão, no entanto, não é mera coincidência.

A origem da data é essa, mas será que Jesus realmente nasceu no período de fim de ano? Os especialistas duvidam. "Entre os estudiosos do Novo Testamento e das origens do cristianismo, é consenso que ele não nasceu em 25 de dezembro", afirma o cientista da religião Carlos Caldas, da Universidade Mackenzie, em São Paulo. Na Bíblia, o evangelista Lucas afirma que Jesus nasceu na época de um grande recenseamento, que obrigava as pessoas a saírem do campo e irem às cidades se alistar. Só que, em dezembro, os invernos na região de Israel são rigorosos, impedindo um grande deslocamento de pessoas. "Também por causa do frio, não dá para imaginar um menino nascendo numa estrebaria. Mesmo lá dentro, o frio seria insuportável em dezembro", diz Caldas. O mais provável é que o nascimento tenha ocorrido entre março e novembro, quando o clima no Oriente Médio é mais ameno.

A história do Natal começa, na verdade, pelo menos 7 mil anos antes do nascimento de Jesus. É tão antiga quanto a civilização e tem um motivo bem prático: celebrar o solstício de inverno, a noite mais longa do ano no hemisfério norte, que acontece no final de dezembro. Dessa madrugada em diante, o sol fica cada vez mais tempo no céu, até o auge do verão. É o ponto de virada das trevas para luz: o “renascimento” do Sol. Num tempo em que o homem deixava de ser um caçador errante e começava a dominar a agricultura, a volta dos dias mais longos significava a certeza de colheitas no ano seguinte. E então era só festa. Na Mesopotâmia, a celebração durava 12 dias. Já os gregos aproveitavam o solstício para cultuar Dionísio, o deus do vinho e da vida mansa, enquanto os egípcios relembravam a passagem do deus Osíris para o mundo dos mortos. Na China, as homenagens eram (e ainda são) para o símbolo do yin-yang, que representa a harmonia da natureza. Até povos antigos da Grã-Bretanha, mais primitivos que seus contemporâneos do Oriente, comemoravam: o forrobodó era em volta de Stonehenge, monumento que começou a ser erguido em 3100 a.C. para marcar a trajetória do Sol ao longo do ano.


A comemoração em Roma, então, era só mais um reflexo de tudo isso. Cultuar Mitra, o deus da luz, no 25 de dezembro era nada mais do que festejar o velho solstício de inverno – pelo calendário atual, diferente daquele dos romanos, o fenômeno na verdade acontece no dia 20 ou 21, dependendo do ano. Seja como for, o culto a Mitra chegou à Europa lá pelo século 4 a.C., quando Alexandre, o Grande, conquistou o Oriente Médio. Centenas de anos depois, soldados romanos viraram devotos da divindade. E ela foi parar no centro do Império.

Mitra, então, ganhou uma celebração exclusiva: o Festival do Sol Invicto. Esse evento passou a fechar outra farra dedicada ao solstício. Era a Saturnália, que durava uma semana e servia para homenagear Saturno, senhor da agricultura. “O ponto inicial dessa comemoração eram os sacrifícios ao deus. Enquanto isso, dentro das casas, todos se felicitavam, comiam e trocavam presentes”, dizem os historiadores Mary Beard e John North no livro Religions of Rome (“Religiões de Roma”, sem tradução para o português). Os mais animados se entregavam a orgias – mas isso os romanos faziam o tempo todo. Bom, enquanto isso, uma religião nanica que não dava bola para essas coisas crescia em Roma: o cristianismo.

Solstício Cristão

As datas religiosas mais importantes para os primeiros seguidores de Jesus só tinham a ver com o martírio dele: a Sexta-Feira Santa (crucificação) e a Páscoa (ressurreição). O costume, afinal, era lembrar apenas a morte de personagens importantes. Líderes da Igreja achavam que não fazia sentido comemorar o nascimento de um santo ou de um mártir – já que ele só se torna uma coisa ou outra depois de morrer. Sem falar que ninguém fazia idéia da data em que Cristo veio ao mundo – o Novo Testamento não diz nada a respeito. Só que tinha uma coisa: os fiéis de Roma queriam arranjar algo para fazer frente às comemorações pelo solstício. E colocar uma celebração cristã bem nessa época viria a calhar – principalmente para os chefes da Igreja, que teriam mais facilidade em amealhar novos fiéis. Aí, em 221 d.C., o historiador cristão Sextus Julius Africanus teve a sacada: cravou o aniversário de Jesus no dia 25 de dezembro, nascimento de Mitra. A Igreja aceitou a proposta e, a partir do século 4, quando o cristianismo virou a religião oficial do Império, o Festival do Sol Invicto começou a mudar de homenageado. “Associado ao deus-sol, Jesus assumiu a forma da luz que traria a salvação para a humanidade”, diz o historiador Pedro Paulo Funari, da Unicamp. Assim, a invenção católica herdava tradições anteriores. “Ao contrário do que se pensa, os cristãos nem sempre destruíam as outras percepções de mundo como rolos compressores. Nesse caso, o que ocorreu foi uma troca cultural”, afirma outro historiador especialista em Antiguidade, André Chevitarese, da UFRJ.

Não dá para dizer ao certo como eram os primeiros Natais cristãos, mas é fato que hábitos como a troca de presentes e as refeições suntuosas permaneceram. E a coisa não parou por aí. Ao longo da Idade Média, enquanto missionários espalhavam o cristianismo pela Europa, costumes de outros povos foram entrando para a tradição natalina. A que deixou um legado mais forte foi o Yule, a festa que os nórdicos faziam em homenagem ao solstício. O presunto da ceia, a decoração toda colorida das casas e a árvore de Natal vêm de lá. Só isso.

Outra contribuição do norte foi a idéia de um ser sobrenatural que dá presentes para as criancinhas durante o Yule. Em algumas tradições escandinavas, era (e ainda é) um gnomo quem cumpre esse papel. Mas essa figura logo ganharia traços mais humanos.


Em ambos os casos, tudo que o cristianismo fez foi incorporar no seu próprio calendário de celebrações as tradições populares pré-existentes.

Os doutores da Igreja, na verdade, perceberam que os próprios cristãos manifestavam forte inclinação para aqueles festejos pagãos, e seria muito difícil desviá-los dessa tendência. Melhor seria trazer os cultos pagãos para dentro da Igreja, e dessa forma melhor controlá-los. Ficou assim estabelecido que a Natividade seria solenizada naquele dia e a Festa da Epifania no dia 6 de janeiro. Essa origem pagã da festa de Natal é reconhecida inclusive por Santo Agostinho, que exortava seus irmãos cristãos a não celebrarem o Sol naquele dia solene, como faziam os pagãos, e sim celebrarem "Aquele que tinha criado o Sol".

Essa mesma tática deu origem a muitas outras festas do calendário cristão, entre elas a Páscoa, as festas juninas, o Dia dos Mortos e o de Todos os Santos – todas elas eram festividades pagãs que foram incorporadas pela Igreja.

Ao redor do ano 1100, o Natal se tornara a festa religiosa mais importante em toda a Europa. Sua popularidade cresceu até a Reforma, quando muitos cristãos começaram a considerar o Natal uma festa pagã. Na Inglaterra e em algumas colônias americanas foi inclusive considerada manifestação fora da lei. Mas isso durou pouco. Logo o Natal reconquistou o primeiro posto entre as celebrações cristãs, sendo até hoje a festa mais amada.

No Natal, a festa cristã se entrecruza com a tradição popular de origem pagã. Antes do Natal cristão, existia a Festa do Fogo e a do Sol, pois essa época do ano é a do solstício de inverno, ou seja, o dia mais curto do ano no hemisfério norte. A partir dessa data (ao redor do dia 22 de dezembro) as horas de luz começam a ser mais longas a cada dia.

Essa inversão astronômica da rota solar constitui o cerne da questão para todo aquele que deseja compreender o real por quê da escolha de 25 de dezembro como data do nascimento do Cristo. Essa inversão trará de volta a primavera dentro de 3 meses. Quase todas as culturas antigas festejavam o evento. Todas as atividades humanas (caça, pastoreio e agricultura) eram ligadas ao fim do inverno e ao alternar-se das estações. Nos meses mais frios as pessoas permaneciam trancadas em casa, consumindo o alimento acumulando durante o ano, na esperança de que as reservas fossem suficientes. Superar a metade do inverno era, portanto, motivo de regozijo e de esperança de sobrevivência.

A festa do solstício cai no período entre 21 e 24 de dezembro por um simples motivo astronômico: nessa fase, aos olhos de um observador ou de um astrônomo, o sol parece ficar parado no horizonte, para depois inverter sua rota e retomar seu movimento em direção à primavera a partir do dia 25 de dezembro. Dessa mesma origem deriva uma importante festa da Roma Antiga, celebrada a 25 de dezembro, a festa dedicada ao deus Mitra, divindade solar muito cultuada pelos soldados e pelas populações das zonas de fronteira. A grande Festa do Sol, na mesma data, tinha a característica de integrar as religiões das diversas populações europeias sob o domínio do vasto império romano. Quase todas elas celebravam a 25 de dezembro o solstício de inverno. A festa era muito parecida às atuais celebrações do Natal cristão, com ritos coletivos e festas familiares.

Na Roma Antiga festejavam-se as Saturnálias em homenagem a Saturno, deus da agricultura. Era um período de paz e de recolhimento (meio do inverno), quando as pessoas trocavam presentes, e amigos e familiares se reuniam em suntuosos banquetes. Os celtas, outra etnia majoritária na Europa naqueles tempos, festejavam por seu lado o próprio solstício de inverno.

Nasce o Papai Noel

Ásia Menor, século 4. Três moças da cidade de Myra (onde hoje fica a Turquia) estavam na pior. O pai delas não tinha um gato para puxar pelo rabo, e as garotas só viam um jeito de sair da miséria: entrar para o ramo da prostituição. Foi então que, numa noite de inverno, um homem misterioso jogou um saquinho cheio de ouro pela janela (alguns dizem que foi pela chaminé) e sumiu. Na noite seguinte, atirou outro; depois, mais outro. Um para cada moça. Aí as meninas usaram o ouro como dotes de casamento – não dava para arranjar um bom marido na época sem pagar por isso. E viveram felizes para sempre, sem o fantasma de entrar para a vida, digamos, “profissional”. Tudo graças ao sujeito dos saquinhos. O nome dele? Papai Noel.

Bom, mais ou menos. O tal benfeitor era um homem de carne e osso conhecido como Nicolau de Myra, o bispo da cidade. Não existem registros históricos sobre a vida dele, mas lenda é o que não falta. Nicolau seria um ricaço que passou a vida dando presentes para os pobres. Histórias sobre a generosidade do bispo, como essa das moças que escaparam do bordel, ganharam status de mito. Logo atribuíram toda sorte de milagres a ele. E um século após sua morte, o bispo foi canonizado pela Igreja Católica. Virou são Nicolau.

Um santo multiuso: padroeiro das crianças, dos mercadores e dos marinheiros, que levaram sua fama de bonzinho para todos os cantos do Velho Continente. Na Rússia e na Grécia Nicolau virou o santo nº1, a Nossa Senhora Aparecida deles. No resto da Europa, a imagem benevolente do bispo de Myra se fundiu com as tradições do Natal. E ele virou o presenteador oficial da data. Na Grã-Bretanha, passaram a chamá-lo de Father Christmas (Papai Natal). Os franceses cunharam Pére Nöel, que quer dizer a mesma coisa e deu origem ao nome que usamos aqui. Na Holanda, o santo Nicolau teve o nome encurtado para Sinterklaas. E o povo dos Países Baixos levou essa versão para a colônia holandesa de Nova Amsterdã (atual Nova York) no século 17 – daí o Santa Claus que os ianques adotariam depois. Assim o Natal que a gente conhece ia ganhando o mundo, mas nem todos gostaram da idéia.

Natal fora-da-lei

Inglaterra, década de 1640. Em meio a uma sangrenta guerra civil, o rei Charles 1º digladiava com os cristãos puritanos – os filhotes mais radicais da Reforma Protestante, que dividiu o cristianismo em várias facções no século 16.

Os puritanos queriam quebrar todos os laços que outras igrejas protestantes, como a anglicana, dos nobres ingleses, ainda mantinham com o catolicismo. A idéia de comemorar o Natal, veja só, era um desses laços. Então precisava ser extirpada.

Primeiro, eles tentaram mudar o nome da data de “Christmas” (Christ’s mass, ou Missa de Cristo) para Christide (Tempo de Cristo) – já que “missa” é um termo católico. Não satisfeitos, decidiram extinguir o Natal numa canetada: em 1645, o Parlamento, de maioria puritana, proibiu as comemorações pelo nascimento de Cristo. As justificativas eram que, além de não estar mencionada na Bíblia, a festa ainda dava início a 12 dias de gula, preguiça e mais um punhado de outros pecados.

A população não quis nem saber e continuou a cair na gandaia às escondidas. Em 1649, Charles 1º foi executado e o líder do exército puritano Oliver Cromwell assumiu o poder. As intrigas sobre a comemoração se acirraram, e chegaram a pancadaria e repressões violentas. A situação, no entanto, durou pouco. Em 1658 Cromwell morreu e a restauração da monarquia trouxe a festa de volta. Mas o Natal não estava completamente a salvo. Alguns puritanos do outro lado do oceano logo proibiriam a comemoração em suas bandas. Foi na então colônia inglesa de Boston, onde festejar o 25 de dezembro virou uma prática ilegal entre 1659 e 1681. O lugar que se tornaria os EUA, afinal, tinha sido colonizado por puritanos ainda mais linha-dura que os seguidores de Cromwell. Tanto que o Natal só virou feriado nacional por lá em 1870, quando uma nova realidade já falava mais alto que cismas religiosas.

Tio Patinhas

Londres, 1846, auge da Revolução Industrial. O rico Ebenezer Scrooge passa seus Natais sozinho e quer que os pobres se explodam “para acabar com o crescimento da população”, dizia. Mas aí ele recebe a visita de 3 espíritos que representam o Natal. Eles lhe ensinam que essa é a data para esquecer diferenças sociais, abrir o coração, compartilhar riquezas. E o pão-duro se transforma num homem generoso.

Eis o enredo de Um Conto de Natal, do britânico Charles Dickens. O escritor vivia em uma Londres caótica, suja e superpopulada – o número de habitantes tinha saltado de 1 milhão para 2,3 milhões na 1a metade do século 19. Dickens, então, carregou nas tintas para evocar o Natal como um momento de redenção contra esse estresse todo, um intervalo de fraternidade em meio à competição do capitalismo industrial. Depois, inúmeros escritores seguiram a mesma linha – o nome original do Tio Patinhas, por exemplo, é Uncle Scrooge, e a primeira história do pato avarento, feita em 1947, faz paródia a Um Conto de Natal. Tudo isso, no fim das contas, consolidou a imagem do “espírito natalino” que hoje retumba na mídia. Quer dizer: quando começar o próximo especial de Natal na televisão, pode ter certeza de que o fantasma de Dickens vai estar ali.

Outra contribuição da Revolução Industrial, bem mais óbvia, foi a produção em massa. Ela turbinou a indústria dos presentes, fez nascer a publicidade natalina e acabou transformando o bispo Nicolau no garoto-propaganda mais requisitado do planeta. Até meados do século 19, a imagem mais comum dele era a de um bispo mesmo, com manto vermelho e mitra – aquele chapéu comprido que as autoridades católicas usam. Para se enquadrar nos novos tempos, então, o homem passou por uma plástica. O cirurgião foi o desenhista americano Thomas Nast, que em 1862, tirou as referências religiosas, adicionou uns quilinhos a mais, remodelou o figurino vermelho e estabeleceu a residência dele no Pólo Norte – para que o velhinho não pertencesse a país nenhum. Nascia o Papai Noel de hoje. Mas a figura do bom velhinho só bombaria mesmo no mundo todo depois de 1931, quando ele virou estrela de uma série de anúncios da Coca-Cola. A campanha foi sucesso imediato. Tão grande que, nas décadas seguintes, o gorducho se tornou a coisa mais associada ao Natal. Mais até que o verdadeiro homenageado da comemoração. Ele mesmo: o Sol.

E a onipresente árvore de Natal? Também ela pertence à tradição pagã europeia. A imagem da árvore (especialmente as que são perenemente verdes, resistentes ao inverno, como os pinheiros) constitui um tema pagão recorrente, céltico e druídico, presente tanto no mundo antigo quanto no medieval, de onde foi assimilado pelo cristianismo. A derivação do uso moderno dessas tradições, no entanto, não foi provada com certeza. Ela remonta seguramente pelo menos à Alemanha do século 16. Ingeborg Weber-Keller (professor de etnologia em Marburgo) já identificou, entre as primeiras referências históricas da tradição, uma crônica de Bremen de 1570, segundo a qual uma árvore da cidade era decorada com maçãs, nozes, tâmaras e flores de papel. A cidade de Riga, na Letônia, é uma das que se proclamam sedes da primeira árvore de Natal da história (em Riga existe inclusive uma inscrição escrita em oito línguas, segundo a qual "a primeira árvore de fim-de-ano" foi enfeitada na cidade em 1510).

Fonte: Super Interessante

domingo, 12 de novembro de 2017

Os Nazistas e O Culto do Sol Negro

sol-negro-nazismo01Os Arquivos Secretos da “WAFFEN S.S.”  e o culto secreto dos nazistas ao SOL NEGRO (Swarze Sohne-S.S.)uma estrela Anã Marrom, um segundo sol de nosso sistema solar que já esta se encaminhando para dentro do nosso sistema solar. 
As tropas Waffen-S.S. tem sua fundação derivada da chamada Schützstaffel-S.S.-Tropas de Proteção – no ínicio do Partido Nazista como forma de proteção pessoal a Adolf Hitler em um período conturbado politicamente (as décadas de 20 e 30 do século XX). Hitler exigia que sua tropa de elite fosse composta por cidadãos com comprovada origem germânica, uma condição física e mental excepcional e que cumprissem as normas da ideologia nazista. …
Tradução, edição e imagensThoth3126@protonmail.ch
Os Arquivos Secretos da “WAFFEN S.S.”  e o culto secreto dos nazistas ao SOL NEGRO (Swarze Sohne-S.S.), uma estrela Ana Marrom, um segundo sol de nosso sistema solar que já esta se encaminhando para dentro do nosso sistema.
… Para isso colocou à frente da sua tropa especial Heinrich Himmlerque em alguns anos, mais exatamente em 1933, conseguiu aliciar nada menos do que 52.000 homens para o seu exército.). Esta foi a parte pública, o verniz externo de uma organização muito mais secreta e criminosa conhecida pelos seus participantes pelo verdadeiro nome cujo significado era Swarze Sohne-S.S.que traduzindo significa SOL NEGRO (símbolo mais abaixo )pois a cúpula do nazismo rendia cultos e sacrifícios ao SOL NEGRO (uma Estrela Anã Marrom) que esta entrando em nosso sistema solar e vai causar o colapso de nossa civilização TRIDIMENSIONAL em breve.!!
As duas letras SS são do alfabeto rúnico (dos povos germânicos) da letra sigil equivalente ao S latino. Abreviação da expressão SOL NEGRO – Swarze Sohne em alemão moderno.
O sistema solar de Aldebaran esta a 68 anos-luz da terra, na Constelação do Touro (ver figura mais abaixo, à esquerda), sendo Aldebaran  a estrela (Alpha) principal do sistema e teria dois planetas habitados. Os habitantes desse sistema solar seriam subdivididos num povo de mestres, de “homens-deuses” brancos (arianos) e em diferentes outras raças humanas.

O Símbolo nazista do SOL NEGRO, Swarze Sohne-S.S.
 Estas outras raças teriam se desenvolvido devido às mudanças climáticas sobre os planetas isolados e seria o resultado de uma degenerescência desses “homens-deuses”. Esses mutantes teriam tido um desenvolvimento espiritual inferior aos “homens-deuses”. Quanto mais as raças se misturavam, mais seu desenvolvimento espiritual se degradava. Como conseqüência, quando o sol de Aldebaran começou a crescer, a se transformar numa gigante vermelha, eles não puderam mais fazer viagens interplanetárias como seus ancestrais; tornou-se impossível para eles, sair de seus planetas.
Foi assim que as raças inferiores, totalmente dependentes da raça dos mestres, teriam sido evacuadas em naves espaciais e levadas para outros planetas habitáveis. Malgrado essas diferenças, o respeito mútuo era próprio entre essas duas raças, elas não se apossavam do espaço vital da outra. Cada raça respeitava o desenvolvimento da outra (contrariamente do que se passa entre os terrestres).
A raça dos mestres, os homens-deuses brancos, teriam começado a colonizar outros planetas similares a terra há aproximadamente 500 milhões de anos, em seguida à expansão e conseqüente perda de massa do sol de Aldebaran e do calor crescente que disso resultou e deixou os planetas inabitáveis.
Alguns dizem que eles teriam colonizado em nosso sistema solar primeiramente o planeta Mallona (denominado também de MALDEK, Marduk ou então Phaeton entre os russos) que teria existido, na época, cuja órbita seria entre Marte e Júpiter, onde hoje se encontra  o cinturão de asteroides (o que restou após a explosão do planeta Maldek).
 Em seguida, foi a vez de Marte, cujas grandes cidades piramidais e a face marciana bem conhecida, fotografadas em 1976 pela sonda Viking, testemunham o alto nível de desenvolvimento de seus habitantes. Daí a suposição que os homens-deuses de Sumeran-Aldebaran vieram nessa época pela primeira vez a terra.
Velhos traços de um sapato fossilizado, remontando próximo de 500 milhões de anos o testemunham, assim como um trilobite (classe extinta de artrópodes que viveram em toda a era paleozóica) fossilizado pisoteado com o salto desse sapato. Essa espécie de lagostim primitivo vivia então sobre a terra e desapareceu há 400 milhões de anos.
Os membros da Sociedade VRIL pensavam que os aldebarianos aterrissaram mais tarde, quando a terra tornou-se pouco a pouco habitável, na Mesopotâmia e que formavam a casta dominante dos sumerianos. Denominavam esses aldebarianos “homens-deuses brancos”.  Mais tarde, os telepatas de Vril receberam a informação seguinte: a língua dos sumerianos era não somente idêntica a dos aldebarianos, assim como ela tinha também as sonoridades semelhantes ao alemão e a freqüência dessas duas línguas era quase idêntica.
Isso corresponde com a realidade? Digamos simplesmente que os planos de construção e as informações técnicas recebidas pelos telepatas – de onde quer que elas venham – eram tão precisas que nasceu a idéia mais fantástica jamais concebida pelo homem: a construção da “máquina para o Além”. O conceito de “outra ciência” amadureceu nas mentes da época (em nossos dias empregaríamos o termo de “formas de energias alternativas”). Foi preciso três anos para que o projeto fosse colocado em condições de funcionamento.

Acima, foto das pegadas fossilizadas com os dois trilobites (indicados pelas setas) fossilizados JUNTOS em suas solas, na ponta do pé direito e no lado esquerdo do calcanhar do pé esquerdo. Delta, Utah, EUA, encontrado em 1968.
Nessa primeira fase de “outra técnica” ou de “outra ciência” o Dr. W. O.  Schumann, membro das sociedades Thule e Vril, fez a exposição na Faculdade de Ciências de Munique.  Eis uma parte dessa exposição:
Em todos os domínios, existem dois princípios que determinam os acontecimentos, a luz e a sombra, o bem e o mal, a criação e a destruição, como o positivo e o negativo na eletricidade.  Trata-se sempre de uma forma ou de outra!  Esses dois princípios – que designamos concretamente como os princípios criadores e destruidores – determinam também nossos meios técnicos […]
O princípio destruidor é a obra do Diabo, o princípio criador, a obra de Deus […] Toda a técnica baseada no princípio da explosão (Fissão) ou da combustão pode ser catalogada como uma técnica satânica. A nova era que virá será a era de uma técnica nova, positiva (Fusão) e divina!” […] (Extraído dos arquivos secretos da Waffen S.S.).

O Castelo de Wewelsburg, a sede das Waffen SS na Alemanha nazista.
No mesmo período, o cientista Victor Schauberger trabalhava num projeto similar. Ele tinha tomado seu conhecimento do ensinamento de Johannes Kepler, que possuía a doutrina secreta dos pitagóricos, retomada e mantida secreta pelos templários.  Essa doutrina tratava do saber sobre a implosão (neste caso fusão, isso significa a utilização do potencial dos mundos interiores no mundo exterior).
Hitler e todos os outros membros das Sociedades Thule e Vril sabiam que o princípio divino é sempre criador, quer dizer construtivo. Uma tecnologia que, ao contrário, repousa na explosão é, pois, nesse caso, destruidora, oposta ao princípio divino.
Quiseram então criar uma tecnologia baseada na fusão/implosão. A doutrina da oscilação de Shauberger (o princípio da série dos harmônicos = monocórdio) parte do saber sobre a implosão. Digamos mais simplesmente: fusão/implosão no lugar de fissão/explosão!
Por meio das trajetórias de energia do monocórdio e da técnica de implosão penetra-se no domínio da anti-matéria e dissolve-se, assim, o poder da gravidade.  A primeira nave em forma de prato foi construída no verão de 1922; sua propulsão era baseada na técnica de implosão (a máquina para o Além).

Um recinto sagrado (para os nazistas) de iniciação dos líderes comandantes das 38 divisões das tropas Waffen SS, situado numa das torres do Castelo de Wewelsburg, com o SWARZE SOHNE (SOL NEGRO) desenhado no piso em posição central.
Ela compreendia um disco de 8 metros de diâmetro, alteado por um disco paralelo de 6,5m de diâmetro e tendo abaixo outro disco de 6m de diâmetro. Esses três discos tinham em seu centro um orifício de 1,80m de diâmetro, onde montaram o propulsor de 2,40m de altura. Embaixo, o corpo central terminava em forma de cone. Nesse cone havia uma espécie de pêndulo que tinha por efeito estabilizar o aparelho. Os discos inferior e superior giravam em sentido inverso para criar um campo de rotação eletromagnético.
Não conhecemos o desempenho desse primeiro disco voador. Ele foi experimentado durante dois anos antes de ser desmontado e guardado nas oficinas da Messerschmidt em Augsbourg. Encontramos os auxílios financeiros para esse projeto nas contabilidades de diversas empresas industriais mencionadas sob o código “JFM”. É certo que o mecanismo Vril foi tirado da “máquina para o Além” mas ele foi classificado como  o levitador Schumann SM.  
A princípio, a máquina para o Além devia engendrar um campo extremamente forte ao redor dela e em sua vizinhança próxima, o qual fazia de todo o espaço circundante – nele compreendido o da máquina e seus ocupantes – um microcosmo completamente independente de nosso cosmo planetário. Por sua força máxima, esse campo seria totalmente independente de todas as forças e influências do nosso Universo, tais como a gravidade, o eletromagnetismo, a radiação ou qualquer matéria. Ela podia mover-se à vontade em todos os campos gravitacionais sem que os tripulantes sentissem ou detectassem as forças de aceleração e desaceleração.

Reichsflugscheiben: RFZ-Vril 1 – 1934-1942.
Em junho de 1934, Victor Schauberger foi convidado por Hitler e pelos maiores representantes das Sociedades Vril e Thule e trabalhou daí em diante, em colaboração com eles. O primeiro OVNI alemão surgiu em junho de 1934. Foi sob a direção do Dr. W. O. Schumann que surgiu o primeiro avião circular experimental no terreno da fábrica de aviões Arado em Brandenburg; tratava-se do RFZ 1. Por ocasião de seu primeiro vôo, que foi também o último, ele subiu verticalmente a uma altura de 60m, mas começou a dançar no ar durante alguns minutos.
A empenagem Arado 196 que deveria guiar o aparelho mostrou ser completamente ineficaz. Foi com muito sacrifício que o piloto Lothar Waiz conseguiu pousá-lo no solo, escapar e afastar-se correndo, pois o aparelho começou a rodopiar como um pião antes de capotar e de ficar completamente em pedaços. Foi o fim do RFZ 1, mas o início dos engenhos voadores Vril.
O segundo protótipo, RFZ 2 (Foto a seguir mais abaixo) ficou acabado antes do fim do ano de 1934; ele tinha uma propulsão Vril e uma “pilotagem por impulsão magnética”. Seu diâmetro era de 5m, e suas características eram as seguintes: os contornos do aparelho ficavam sombreados quando ele tomava velocidade, e ele se iluminava com diversas cores, o que é bem característico dos OVNIs.
Segundo a força de propulsão, ele ficava vermelho, laranja, amarelo, verde, branco, azul ou violeta, as cores do prisma da luz solar. Ele pôde funcionar, e o ano de 1941 reservou-lhe um destino notável. Foi utilizado como avião de reconhecimento de grande distância durante a “Batalha da Inglaterra”, pois se averiguou que os caças alemães Standards ME 109 eram inadequados para vôos de reconhecimento transatlântico devido ao seu pequeno raio de ação.

Reichsflugscheiben: RFZ-Vril 2
Ele foi fotografado em fins de 1941 no alto do sul do Atlântico, quando se dirigia para o cruzador auxiliar Atlantis, que se encontrava nas águas da Antártica. Ele não podia ser usado como avião de caça pela seguinte razão: devido a sua pilotagem por impulsão, o RFZ 2 não podia efetuar mudanças de direção a não ser de 90°, 45° ou 22,5°. “É inacreditável”, irão pensar alguns leitores, mas são precisamente essas mudanças de vôo em ângulo reto que caracterizaram os OVNIs vistos nos céus de nossa Terra.
Após o sucesso do pequeno RFZ 2 como avião de reconhecimento de grande distância, a Sociedade Vril dispôs de um terreno de experimentação em Brandenburgo. O caça Vril 1, um disco voador equipado com armas leves, voava no fim do ano de 1942. Ele tinha 11,5m de diâmetro, possuía uma cabina e uma “propulsão por levitação Schumann” e uma ”pilotagem por impulsão de campo magnético”. Atingia velocidades de 2.900 a 12.000 km/h, podia realizar em plena velocidade mudanças de vôo em ângulo reto sem prejuízo para o piloto, pois possuía um campo gravitacional próprio que cancelava o do planeta, não estava submisso às condições atmosféricas e estava perfeitamente apto para voar no espaço. Construíram 17 exemplares do Vril 1; houve também diversas variantes com dois assentos, munidos de uma cúpula de vidro.
No mesmo momento, um projeto V-7 surgiu. Muitos discos voadores usavam esse nome, mas tinham uma propulsão por reatores convencionais. Foi graças a Andreas Epp que o RFZ 7 foi criado; ele combinava um disco voador por levitação com essa propulsão por reação. A equipe de Schriever-Habermohl e aquela de Miethe-Belluzo participaram da sua elaboração. Ele tinha 42m de diâmetro, mas fracassou por ocasião de uma aterrissagem em Spitzbergen. Entretanto foi feito nos arredores de Praga, mais tarde, uma foto de um RFZ 7 construído do mesmo jeito. Segundo Andreas Epp, ele deveria ser equipado com ogivas nucleares e deveria bombardear Nova Iorque.
Em julho de 1941, Schriever e Habermohl construíram um avião circular que decolava na vertical, movido por uma propulsão por reação, mas que tinha, entretanto, graves perdas de força. Desenvolveram outro “pião volante a eletro-gravitação” com uma propulsão a taquions, que teve melhor resultado. Depois foi a vez do RFZ 7T; construído por Schriever, Habermohl e Belluzo, que também funcionou maravilhosamente. Mas comparados com os discos Vril e Haunebu, os discos voadores V-7 eram como brinquedos de crianças.
Até mesmo no meio dos SS encontrava-se um grupo que trabalhava para a produção da energia alternativa. Era a Secretaria de Estudo IV do Sol Negro (Swarz Sohne)= SS-E-IV, cuja meta principal era tornar a Alemanha independente do petróleo bruto estrangeiro. O SS-E-IV desenvolveu “o mecanismo Thule”, denominado mais tarde taquiador Thule, a partir do mecanismo Vril e do conversor de taquions do comandante Hans Coler. Em agosto de 1939 decolou o primeiro RFZ 7. Era um pião volante equipado com armas mais ou menos pesadas, com o nome estranho de Haunebu 1. Ele tinha uma tripulação composta por oito homens, tinha 25m de diâmetro, sua velocidade de partida era de 4.800 km/h podendo atingir até 17.000 km/h.
Era equipado com dois “canhões de raios fortes” (KSK) de 60mm, montados sobre pequenas torres rotativas, e de quatro MK 106 e tinha uma aptidão média para voar no espaço exterior da Terra. Em 1942, o Haunebu II estava igualmente acabado. Seu diâmetro variava de 26 a 32m, sua altura era de 9 a 11m. Ele podia transportar uma equipe de 9 a 20 pessoas. Propulsado por um taquiador Thule, ele atingia na periferia terrestre 6.000 km/h. Era capaz de deslocar-se no espaço e tinha uma autonomia de 55 horas de vôo. 
Já existiam então os projetos para a grande nave espacial Vril 7 de 120m de diâmetro que devia transportar companhias inteiras. Pouco depois foi construído o Haunebu III, exemplar absolutamente prestigioso entre todos, com seus 71m de diâmetro. Ele voou e foi até filmado: podia transportar 32 pessoas, sua autonomia em vôo era de mais de oito semanas e atingia uma velocidade de pelo menos 7.000 km/h (e pelos documentos dos arquivos secretos dos SS podia atingir 40.000 km/h).
Virgil Armstrong, ex-membro da CIA e aposentado das forças especiais Green Beret (Boinas Verdes), declarou que os engenhos voadores alemães durante a Segunda Guerra podiam aterrissar e decolar na vertical e voar em ângulo reto. Eles atingiam 3.000 km/h e estavam armados de canhões laser (provavelmente o KSK, canhão de raios fortes) que poderiam atravessar uma blindagem de 10 cm de espessura. O professor e PH.D Dr.J. J. Hurtak, cientista e autor do livro “Die Schlüssel des Enoch” (As Chaves de Enoch) disse que os alemães estavam em vias de construir o que os Aliados designavam de “sistema de armas milagrosas”, Hurtak teve em suas mãos os documentos mencionando:
1. A construção do complexo industrial de Peenemunde, cidade para experiências de engenhos teleguiados para o espaço e o desenvolvimento de bombas V1, V2 e atômicas.
2. A vinda dos melhores técnicos e cientistas da Alemanha para os E.U.A. logo após o fim da guerra, em uma operação altamente secreta chamada pelos EUA de OPERAÇÃO PAPERCLIP  páginas 179/180/181 

O complexo industrial de Peenemunde, cidade laboratório para experiências de engenhos teleguiados para o espaço, desenvolvimento de bombas atômicas e dos primeiros mísseis, as bombas voadoras V1 e V2 (decolando).
Esses documentos mencionavam também a existência do que foi denominavam foo-fighters (bolas de fogo) pelos pilotos dos aviões aliados. A CIA e os serviços secretos britânicos já estavam a par, em 1942, da construção e do emprego de tais objetos voadores, mas eles não os apreciaram no seu verdadeiro valor. Os Aliados designavam, de fato, pelo nome de foo-fighters todas as espécies de aparelhos voadores luminosos alemães. Duas invenções correspondiam particularmente ao que denominavam de foo-fighter: as tartarugas voadoras e as bolhas de sabão.
As duas nada tinham a ver entre si, mas os Aliados associavam-nas sem razão. A Tartaruga Voadora foi concebida pela secretaria de estudos SS-E-IV em Wiener Neustadt. Sua forma lembrava uma carcaça de tartaruga. Era uma sonda voadora sem tripulação que devia perturbar o sistema de ignição elétrica do material militar do inimigo. Essa sonda estava também equipada de armas sofisticadas, de tubos à Klystron, denominados raios da morte pelos SS. Mas a sabotagem por corte de contato não funcionou perfeitamente no início.
Continuaram, mais tarde, a desenvolver essa técnica. Alguém que já viu os OVNIs poderá confirmar que esse corte de contato, quer dizer, a pane das instalações elétricas, é uma das características típicas dos OVNIs quando eles aparecem. Wendell C. Stevens, piloto da Força Aérea Americana durante a Segunda Guerra Mundial, disse que os foo-fighters eram as vezes cinza-esverdeado ou vermelho-alaranjado, que eles se aproximavam até 5m dos aviões e ficavam nessa posição. Não era possível desembaraçar-se deles, mesmo quando atiravam neles, obrigando as esquadrilhas a dar meia volta ou a aterrissar.
Quanto às “bolhas de sabão”, designadas freqüentemente de foo-fighters, eram de fato, simples balões no interior dos quais se encontravam finas espirais em metal para confundir os radares dos aviões inimigos. Sua eficácia provavelmente foi mínima, posto a parte o efeito de intimidação psicológica. No início do ano de 1943, lançou-se o projeto de uma astronave em forma de charuto que deveria ser construída nas oficinas do Zepelim; era o “Aparelho Andrômeda” (139m de comprimento). Ele devia transportar várias naves espaciais em forma de prato para vôos (interestelares) de longa duração.
Maria Orsic, também conhecida como Maria Orschitsch foi uma famosa médium, que se tornou a líder da Sociedade Vril (VRIL Gesellschaft). Ela nasceu em Viena (Áustria). Seu pai era um imigrante croata de Zagreb, sua mãe era de Viena. Ninguém nunca mais a viu (nem morta ou viva) depois do final da segunda guerra.
Acima na primeira foto mais à esquerda: Um dos símbolos da Sociedade VRIL que explorava essencialmente a energia feminina criativa do Cosmos,O SOL NEGRO, por trás do poder de todo sol que emana Luz. Princípio feminino e divino que os antigos egípcios conheciam muito bem e o representavam com a imagem da ÍSIS NEGRA, mais tarde (re)descoberta pelos Cavaleiros Templários…

ÍSIS Negra
Uma reunião importante da Sociedade Vril teve lugar próximo do Natal de 1943 em Kolberg, uma estação balneária no Mar do Norte, à qual assistiram as médiuns Maria Orsitsch e Sigrum. O assunto principal do encontro tratava do “Empreendimento Aldebaran”.
As médiuns tinham recebido informações precisas sobre os planetas habitados, situados ao redor do sol de Aldebaran, e uma viagem foi programada para ir até eles. Em 2 de janeiro de 1944, Hitler, Himmler, Künkel e Schumann (estes dois da Sociedade Vril) encontraram-se para falar desse Projeto Vril.
Eles queriam dirigir-se, com o auxílio de uma grande espaçonave, o Vril 7, para Aldebaran via um canal dimensional. Segundo Ratthofer, o primeiro ensaio em vôo num canal dimensional teria acontecido no inverno de 1944. O aparelho teria evitado por um triz um desatre: pelas fotos do Vril 7, tomadas após seu retorno, disseram “que ele havia viajado durante um século”. O revestimento exterior das cabinas parecia muito usado, e ele estava estragado em muitos lugares quando retornou da experiência.

Sigrum
 A médium conhecida como “SIGRUM” nome de uma das filhas de Odin, o chefe dos deuses na mitologia dos povos Nórdicos
Em 14 de fevereiro de 1944, o piloto de ensaio Joachim Rochlike testou em Peenemunde o helicóptero supersônico construído por Schriever e Habermohl, sob o nome de projeto V 7, o qual estava equipado com doze turbopropulsores BMW 028. Sua velocidade de decolagem vertical era de 48 km/h, ele atingia uma altura de 24.200m e sua velocidade em vôo horizontal era de 2.200 km/h. Ele podia ser propulsado também por uma energia não-convencional. Entretanto, jamais pode ser utilizado, pois Peenemunde foi bombardeada em 1944, e sua transferência para Praga tornou-se inútil, pois essa cidade foi ocupada pelos americanos e os russos bem antes que se pudesse utilizar os discos voadores.
Logo que ocuparam a Alemanha no início de 1945, os britânicos e os americanos descobriram, entre outras coisas, nos arquivos secretos das WAFFEN S.S., fotos do Haunebu II e do Vril 1 assim como também do aparelho Andrômeda. Em março de 1946, o presidente Truman fez com que o comitê da frota de guerra dos EUA desse permissão para reunir o material alemão para que eles pudessem experimentar essa alta tecnologia. Cientistas alemães, trabalhando secretamente, foram enviados aos EUA, fazendo parte do quadro da operação Paperclip. Tomavam parte nesse grupo Victor Schauberger e Werner von Braun, futuro Diretor da NASA e responsável pelo desenvolvimento da indústria aeroespacial dos EUA..
Breve resumo das construções que deviam ser produzidas em série:
O primeiro projeto foi conduzido sob a direção do professor Dr. W. O. Schumann da Faculdade de Ciências de Munique. Foram nesse conjunto que teriam sido construídos, no início de 1945, 17 discos espaciais voadores de 11,5 m de diâmetro, que teriam realizado 84 ensaios de vôo; eram eles que foram denominados os caças Vril 7 com o nome de Odin e  teriam decolado de Brandenburgo para Aldebaran, em abril de 1945, após terem explodido todo o terreno de ensaios, conduzindo uma parte dos cientistas do projeto Vril e os membros da loja Vril.

O Haunebu III, com 71m de diâmetro, um só exemplar construído, voou pelo menos 19 vezes.
O segundo projeto foi levado pela secretaria de estudos IV dos SS, que fez construir, até o início de 1945, três tipos de piões espaciais de diferentes tamanhos em formato de sino:  Páginas 182/183/184/185
1. O Haunebu I, com 25m de diâmetro e dois exemplares, testado 50 vezes (velocidade de vôo por volta de 4.800 km/h).
2. O Haunebu II, com 32m de diâmetro e sete exemplares, testados 100 vezes (velocidade de vôo perto de 6.000 km/h).  Foi previsto, de fato, construir o Haunebu II em série. Uma oferta teria sido feita pelas firmas de aviões Dornier e Junkers. No fim de março de 1945, Dornier pegou o contrato. O nome oficial desses pesados piões voadores teria sido DO-STRA (Dornier Estratosférico).
3. O Haunebu III, com 71m de diâmetro, um só exemplar construído, voou pelo menos 19 vezes  (velocidade de vôo perto de 7.000 km/h).
4. O “Aparelho Andrômeda”, astronave de 139m que podia receber um Haunebu II, dois Vril 1 e dois Vril 2. Ele ficou estacionado como projeto.
Existem ainda documentos atestando que o Vril 7, versão grande modelo, foi terminado no fim de 1944 e que, após os ensaios, ele fez alguns vôos que não ultrapassaram a órbita terrestre e foram mantidos em segredo:
1. Aterrissagem perto do lago Mondsee em Salzkaammergut com ensaios de mergulho para verificar a resistência à pressão da água na fuselagem;
2. O Vril 7 provavelmente estacionou na “fortaleza dos Alpes” de março a abril de 1945 por  razões de segurança e por motivos estratégicos. De lá ele voou para a Espanha, onde personalidades importantes do Reich haviam-se refugiado, para conduzí-los para a América do Sul e para Neuschwabenland (explicações logo após) e colocá-los em segurança nas bases secretas que os alemães haviam construído fora da Alemanha durante a guerra;

A médium Sigrun se deixou fotografar em frente a uma nave VRIL 7 (direita)
3. Logo depois, o Vril 7 teria decolado secretamente para o Japão, mas nós nada mais sabemos. O que aconteceu com as naves espaciais alemãs após a guerra?
Não podemos excluir uma produção de uma pequena série do Haunebu II. As diferentes fotos dos OVNIs que, após 1945, mostram construções tipicamente alemãs dão-nos o que pensar. Alguns dizem que uma parte dos engenhos afundaram no lago Mondsee na Alta Áustria; outros pensam que eles teriam sido enviados para a América do Sul, onde foram transportados em peças desmontadas. O certo é que mesmo que essas peças não tenham chegado à América do Sul, foram aí fabricados com o auxílio de planos de construção de novos aparelhos.
Fizeram com que voassem, e uma parte importante dessa tecnologia foi utilizada em 1983 no programa de “experiência Phoenix” projeto precedido pelo “Experimento Philadelphia” de 1943. (Tratam-se de experiências de teleportação, de desmaterialização  e rematerialização, e de viagens no tempo pela Marinha Americana que foram coroadas de êxito, mais do que poderia ser imaginado nos sonhos dos mais temerários. Isso seria matéria para outro livro, e também nos afastaria do assunto que abordamos aqui; ver biografia.)

Navio da Alemanha Schwabenland.
Em 1938 houve uma expedição alemã ao Antártico, conduzida pelo navio Schwabenland. Os alemães atribuíram-se 600.000 km quadrados de terreno que eles batizaram Neuschwabenland (Nova Suábia). Era uma região sem neve, com montanhas e lagos. Frotas inteiras de submarinos do tipo U-BOAT, 21 e 23 tomaram mais tarde a rota para Neuschwabenland. Até hoje, mais de cem submarinos alemães aí desapareceram. Eles estavam equipados, entre outras coisas , com tuba Walter, que lhes permitira permanecer várias meses sob a água.
Podemos pensar que eles fugiram para Neuschwabenland com os discos voadores em peças desmontadas ou que eles tenham ao menos, levado os planos de construção. Podemos supor também, pois os ensaios de vôo foram coroados de sucesso, que no fim da guerra os discos voadores foram para lá diretamente. Essa suposição pode parecer ousada para muitos, mas vários indícios importantes permitem, entretanto, imaginar que isso aconteceu dessa forma.
Podemos então fazer a pergunta: ‘Por que os Aliados invadiram a Antártica sob as ordens do almirante E. Byrd, em 1947? Se isso fosse somente uma expedição, porque Byrd tinha à sua disposição 4.000 soldados, um navio de guerra, um porta-aviões todo equipado e um completo sistema de abastecimento? Ele dispunha de 8 meses, e no entanto, foi obrigado, já no final de apenas oito semanas, a interromper tudo, após ter sofrido enormes perdas de aviões. O número exato jamais foi comunicado publicamente. O que realmente aconteceu então?
O almirante Byrd explicou mais tarde para a imprensa: “É duro de compreender, mas no caso de uma nova guerra, será preciso esperar ataques de aviões que podem voar de um pólo a outro.” páginas 186/187/188. Ele deixou assim transparecer que havia lá do outro lado uma civilização avançada que se servia, de acordo com os SS, de uma tecnologia superior.

HAUNEBU II – DoSTRA
Protótipo do HAUNEBU II – DoSTRA
Em seu livro  “Zeitmaschinen” (Máquinas do Tempo) onde se pergunta, entre outras coisas, o que aconteceu com os Haunebu, Norbert Jünge-Ratthofer escreveu: “Desde maio de 1945, os piões espaciais Haunebu I, II e III e mesmo os discos voadores espaciais Vril 1 desapareceram, primeiro sem deixar traços […]
Nesse contexto, é extremamente interessante saber que o Haunebu III do Reich alemão, após seu 19° ensaio de vôo, teria fugido voando para Marte, para uma expedição espacial em 20 de abril de 1945,  decolando de Neuschwabenland, que era então oficialmente um imenso território do Reich alemão na Antártica oriental  (n.t. e onde hoje esta situada a base de “pesquisa” Neumayer Stationda Alemanha na Antártica, exatamente na mesma região e onde foi filmado imagens de fenômeno UFO/luzes inexplicáveis. 
O que resultou disso tudo, nós não sabemos. Um ano mais tarde, em 1946, numerosos objetos luminosos de origem desconhecida, mas fabricados de forma artificial indubitavelmente,  e provocaram um grande alarme nos Aliados no Oriente e no Ocidente.
Novamente, um ano mais tarde, em 1947, e até nos nossos anos 50, objetos voadores luminosos surgiram acima da América do Norte em crescente número. Eles eram pilotados, isto é certo, por seres inteligentes, eram freqüentemente redondos, em forma de disco ou de um sino, eram também às vezes “objetos voadores não identificados” em forma de charuto, os quais são denominados OVNIs.
Existem autores que dizem que esses “OVNIs” não eram iguais, não se assemelhavam,  em regra geral, aos fabricados pelo Reich alemão. Sobre esse ponto minha opinião diverge. Material fotográfico bem documentado prova que especialmente a versão Haunebu II foi vista, e mesmo com freqüência, desde 1945. 
Se o leitor estivesse interessado, como eu, desde os 10 anos, no mundo técnico dos OVNIs, poderia verificar que, entre os casos onde houve contatos pessoais com os ocupantes dos OVNIs, existe uma porcentagem particularmente elevada de muitos seres da espécie “ariana”, loiros altos de olhos azuis, e que estes falavam ou o alemão corrente ou outra língua com acento alemão (para os informados, mencionamos o caso de Adamski, em 1952, o caso de Cedric Allingham, em 1954, e aquele de Howard Menger, em 1956).
Localização da Base de Neuschwabenland, idêntica à da atual Base alemã de pesquisa Neumayer LOCAL ONDE ESTRANHOS ACONTECIMENTOS ACONTECEM.
Dizem também que existem fotos coloridas de um disco voador que aterrissou com homens para partir logo em seguida, e sobre o qual estavam desenhadas duas cruzes, uma Balkenkreuz e uma cruz gamada. Essas fotos foram feitas nos anos 70 por um guarda noturno na Alemanha.
Existe a propósito dos engenhos voadores acima mencionados um bom dossiê de fotos e filmes, como por exemplo, a documentação com 60 minutos, UFO Geheimnisse des 3.° Reiches (Segredos dos OVNIs do 3.° Reich) (MGA Áustria/Royal Atlantis – Film GmbH). Citamos também o dossiê do americano Vladimir Terziski, que por ocasião da conferência sobre os OVNIs em setembro de 1991 em Phoenix, no Arizona, projetou diapositivos durante três horas e mostrou as fotos de naves alemãs, de planos de construção e de bases subterrâneas alemãs.
O livro do comandante da aeronáutica italiana Renato Vesco é também muito interessante, assim como aquele de Rudolf Lusar: “Die Deutschen Waffen und Geheimwaffen des Zweiten Weltkrieges und ihre Weiterentwicklung” (As armas alemãs e as armas secretas alemãs da Segunda Guerra Mundial e seu desenvolvimento ulterior); J. F. Lehmanns Verlag, München, 1971.
Compreenderam agora porque tudo o que se refere aos OVNIs passa pela mistificação na grande mídia, e isso particularmente na Alemanha? Segundo esse plano alemão, o mundo da imprensa e da mídia, que é controlada pelos Illuminati graças ao lobby anglo americano e sionista, está prestes a investir somas enormes para impedir que o cidadão alemão faça investigações nesse domínio.
A pergunta que podemos colocar agora é a seguinte: De onde as sociedades secretas alemãs Thule e Vril conseguiram os conhecimentos indispensáveis para a construção desses engenhos voadores? E de onde lhes vinha o saber concernente ao dom da genética, domínio no qual os alemães estavam igualmente muito avançados em relação às outras nações?
Segundo os dizeres de Herbert G. Dorsey e de outros pesquisadores, eles foram auxiliados não somente pelos contatos telepáticos com os extraterrestres que lhes forneciam planos de construção, mas também pelo estudo da propulsão de uma nave não-terrestre que teria caído intacta na Floresta Negra, na Baviera em 1936 e outra em Czernica. Mas não existe nenhuma prova, praticamente, desse acontecimento, nem testemunhas oculares ainda vivas.
Base de “pesquisa” Neumayer Station da Alemanha na Antártica, localizada exatamente na mesma região da base nazista de Neuschwabenland onde foram feitas imagens de fenômeno UFO, luzes inexplicáveis:
Entretanto, essas provas existem nos EUA, e mesmo em grande número. Na mesma época, os americanos registraram uma série de objetos que se arrebentavam no solo, o que não pode se manter completamente oculto. Falaremos disso mais tarde. Voltemos à política. Durante o tempo que I. G. Farben sustentou Hitler, seu parceiro de cartel, a Standard Oil (Rockefeller) organizava o povo contra os nazistas. Assim também, a Ford Motor Company fabricava armamentos militares para o exército americano, mas produzia, ao mesmo tempo, na Alemanha veículos militares para os nazistas. Ford e Opel (filial da General Motors que é controlada por J. P. Morgan) eram os dois maiores fabricantes de carros na Alemanha de Hitler. páginas 188/189/190
Não importa qual o vencedor, as multinacionais eram, desde o início, vencedoras. É segundo esse mesmo princípio que muitos empreendimentos trabalhavam durante a Segunda Guerra Mundial. Por que nada disso consta nos livros escolares ou nas enciclopédias? E particularmente na Alemanha, onde reina aparentemente a liberdade de imprensa e onde se ensina a verdade?
Uma das razões é a seguinte: a fundação Rockefeller distribuiu, em 1946, US$ 139.000 (uma fortuna razoável para a época) para que se apresentasse ao público uma versão oficial da Segunda Guerra Mundial que dissimulasse todo o auxílio dos banqueiros sionistas americanos para a edificação do regime nazista e que passasse também em silêncio a ideologia mística e oculta desse regime. Um dos principais doadores era a Standard Oil Corp. de Rockefeller, hoje o Grupo EXXON, a Esso no Brasil.

Fonte