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terça-feira, 4 de setembro de 2018

The Black House: o Templo da Morte


“The Black House” (Baan Si Dum) ou também conhecida por Casa Negra ou Templo da Morte fica no norte da Tailândia, perto da cidade de Chiang Rai, e a apenas dois quilômetros do conhecido White Temple Wat Rong Khun (Templo Branco) que também fica na região. O templo consiste em quarenta construções onde a cor preta predomina e onde a morte é exibida em muitas formas. Não é um museu oficial, e nem cobram ingressos para visitar, e poucos turistas conseguem encontrar devido a dificuldade de sua localização. É um local que nem os tailandeses supersticiosos gostam de chegar perto.

Trata-se da casa, estúdio e museu do artista tailandês Thawan Duchanee, que durante anos dedicou sua vida a arte, refletindo profundamente a filosofia budista e colecionou os mais estranhos objetos, desde couro de crocodilos, cobras, conchas, crânios, chifres, esqueleto completo de um elefante e outros objetos bizarros. A área é imensa e quem visita se surpreende com os detalhes arquitetônicos e a quantidade de objetos acumulados. Alguns edifícios são abertos, mas a entrada ao seu interior é proibida.

Para os amantes de animais, a visitação é uma tortura, porque em todos os cantos terá algum bicho empalhado, como se fossem troféus. Em sites de turismos, alguns turistas comentaram sobre torturas de animais no lugar, como duas grandes cobras pythons presas em gaiolas desproporcionalmente pequenas ao tamanho dos animais no jardim. Muitos visitantes ficam confusos e acabam achando que o proprietário é um grande caçador e aquilo tudo é fruto de suas caçadas.

O artista Thawan Duchanee de 74 anos tem uma casa no local, mas tem residência fixa em Bangkok. Ele passou a maior parte da sua vida na Europa até se estabelecer definitivamente na Tailândia. O artista alega que o lugar não tem nenhum significado oculto ou religioso, mas a justificativa contrasta com a impressão que fica nos visitantes.



























































Parece um lobo...mas não é

Especialistas em vida selvagem nos Estados Unidos estão intrigados com um animal "parecido com um lobo", morto por um fazendeiro no estado de Montana. "Não temos idéia do que seja isso", disse em entrevista a um jornal local o porta-voz do Departamento de Pesca, Vida Silvestre e Parques de Montana (FWP, na sigla em inglês), Bruce Auchly. O órgão espera o resultado de um teste de DNA para desvendar o mistério.

Em um comunicado à imprensa, o Departamento descreve a criatura como "fêmea, jovem, não lactante e membro da família dos canídeos, que inclui cachorros, raposas, coiotes e lobos".

Depois de inspecionar a criatura, os especialistas disseram, entretanto, duvidar que fosse um lobo, pois seus dentes eram muito curtos, as patas dianteiras anormalmente pequenas e as garras muito grandes.

O resultado do teste de DNA para identificar afinal que espécie seria essa deve demorar até uma semana. Enquanto não sai, teorias bizarras têm circulado na internet sugerindo que poderia se tratar, por exemplo, de um lobisomem, de um jovem urso pardo ou de um parente de Pé-grande.


O fazendeiro atirou na criatura na semana passada, quando percebeu que se aproximava do seu rebanho.

"Várias coisas me chamaram a atenção quando vi as fotos", disse Ty Smucker, especialista em gerenciamento de lobos do FWP.

"As orelhas são muito grandes. As pernas parecem um pouco curtas. As patas parecem um pouco pequenas, e a pelagem parece estranha. Tem realmente algo de estranho nisso."

A agência registrou as teorias "míticas" que estão circulando on-line, incluindo a de que o animal poderia ser um lobo gigante.



"Em primeiro lugar, lobo gigante era uma música da banda americana Grateful Dead, de 1971", brinca Auchly. "Eu conheço, já a ouvi muitas vezes", diz ele.

"A questão número dois é: o lobo gigante é um animal pré-histórico, como os mastodontes e os tigres dentes de sabre; por isso, não existe."


Entre as teorias que estão sendo divulgadas na internet, alguns dizem que a região está muito ao norte para o animal ser o lendário Chupa-cabra. Outros se perguntam se pode ser um Dogman, uma figura folclórica em Michigan, por exemplo.

Outros acham que é um coilobo (uma mistura de lobo e coiote), ou talvez um cão-lobo criado em cativeiro e depois solto na natureza.

A caça a lobos é permitida no estado de Montana e os moradores também têm permissão para matá-los se ameaçarem suas propriedades, informou o FWP em seu comunicado à imprensa.

Em Maio de 2018, especialistas que pesquisam esses animais estimaram a existência de aproximadamente 900 lobos em todo o estado.

Fonte: BBC

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Aves caíram do céu em Roma, sem explicação

Como publicado aqui recentemente, primeiro foi no estado de Utah, nos Estados Unidos. E agora, encontramos a noticia de que poucos dias depois o mesmo fenômeno ocorreu em Roma, na Itália.

Assim, fica aqui o registro:


Estorninhos caem do céu em Roma.
Os bandos de estorninhos que criam padrões coreografados nos céus sobre Roma perderam misteriosamente o seu equilíbrio, com centenas caindo para suas mortes, depois de colidirem um com o outro. Os pássaros começaram a cair do céu no fim de semana de 27 de janeiro, deixando uma pilha de cadáveres minúsculos em ruas e calçadas.

Em Porta Pia, um dos portões de Roma, e em outros bairros, os moradores tiveram que andar na ponta dos pés sobre os corpos de pássaros caídos, enquanto as motocicletas se arriscaram a derrapar sobre os cadáveres esmagados pela passagem de carros. “Era como um filme de Hitchcock – havia muito sangue e o cheiro tornou-se horrível”, disse Paolo Peroso, chefe da associação de residentes de Porta Pia.



Milhões de estorninhos migram para o sul durante o inverno, onde eles apreciam o calor e as luzes da rua que lhes permitem manter o olho aberto devido aos falcões predatórios. Durante o dia, se aventuraram fora da cidade, banqueteando-se com azeitonas antes de voltarem a pousar nas árvores de Roma, despejando toneladas de excremento oleoso nas ruas, forçando os habitantes locais a usarem guarda-chuvas.

Exames iniciais nos pássaros mortos excluíram veneno ou doença, disse Francesca Manzia, chefe de um hospital administrado pela Liga Italiana para a Proteção de Aves. “Achamos que eles estavam em boa saúde, mas sofrendo do trauma e ossos quebrados que você associaria com colisões, seja entre si ou com cabos”, disse ela.

Um número anormalmente grande de estorninhos em direção às mesmas árvores poderia ter levado às colisões, enquanto outra causa poderia ser ataques de predadores, que criam pânico dentro dos bandos, disse ela.

“Quando atacados, os estorninhos tocam um no outro e se um estorninho atinge um obstáculo, muitos outros seguirão trás e encontrarão o mesmo destino”.

Alguns dias antes, centenas de pássaros caíram do céu no estado de Utah, nos EUA.

Francesca Manzia disse que a verdadeira causa das mortes é um mistério, assim como a maneira exata com que os pássaros coordenavam seus voos em grupo permaneceu um enigma para cientistas. “Realmente não sabemos o que eles estão fazendo”, admitiu ela.

Fonte

Centenas de pássaros caem do céu em cidade dos EUA


Centenas de pássaros voando pelo céu subitamente caíram mortos, despertando suspeitas de que foram atingidos por um OVNI.

Teóricos da conspiração afirmam que os pássaros foram atingidos por um ataque depois que mais de 200 estorninhos caíram do céu em cidade do estado de Utah, nos Estados Unidos.

Testemunhas chocadas disseram que os pássaros simplesmente caíram do céu, enquanto alguns suspeitam que eles voaram contra um ‘objeto camuflado’.

Moradores da cidade de Draper ficaram chocados quando as imagens começaram a circular nas redes sociais.

Lacey Brown, moradora daquela cidade disse:

Enquanto eu estava dirigindo, esses pássaros estavam caindo do céu.

Eles estavam simplesmente caindo do céu como folhas.

O sargento Chad Carpenter, do Departamento de Polícia da cidade de Draper insiste que se tratou apenas de algum acidente.

Ele disse:

É uma das coisas mais raras de que já ouvi falar.

Já o canal popular de conspiração no YouTube, SecureTeam10, diz que a morte em massa dos pássaros provavelmente ocorreu por um ataque alienígena.

Em um vídeo, o narrador do canal diz:

No ano passado, e especialmente no ano anterior, estávamos tendo esses eventos em massa desses pássaros que caíam do céu em todo o mundo.

Independentemente do que você pensa, se há uma causa sobrenatural – muitas pessoas disseram que havia algum tipo de objeto camuflado no céu que eles talvez voaram contra – mas em muitas dessas instâncias no passado, descobriu-se que nenhum dessas aves sofreu algum trauma de contusão. Eles não atingiram nada no céu…

O Sargento Carpenter se manifestou para acalmar qualquer medo de que uma invasão alienígena fosse iminente.

Ele disse:

Nenhum alienígena, nenhum dispositivo de camuflagem. Nenhum veneno, era apenas uma daquelas coisas estranhas em que os pássaros estavam apenas voando, entraram no lado de um grande veículo e ‘bum’.

Fonte

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Ahuizotl: O monstro comedor de gente


O mito em torno do Ahuízotl afirma que essa criatura teria a forma de um cão, pêlo curto, orelhas pontudas, um corpo liso e uma cauda negra, de cuja ponta sai uma mão semelhante à humana. Algumas versões da lenda afirmam que a criatura seria pequena (do tamanho de um cão), mas muitas representações do estranho ser o mostram como uma criatura muito grande.
Temido por pescadores, o Ahuízotl era conhecido por seu apetite voraz e pelo seu apreço por carne humana, mostrando um carinho especial para as chamadas "partes crocantes", tais como as unhas e dentes. O animal também era conhecido por deliciar-se com a delicadeza do globo ocular humano.

Segundo o padre e historiador Ángel María Garibay, o nome é formado or a(tl), "água"; huiz(tli), "espinho" (os pelos molhados lembrariam espinhos quando o animal sai da água e se sacode); e (y)otl, "semelhante". O tlatoani ("imperador") mexica que precedeu Motecuhzoma ou Montezuma e governou os astecas de 1486 a 1502 adotou Ahuízotl como seu nome e símbolo.
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Alguns dizem também que o animal tem patas de macaco. Diz-se que o animal atrai as vítimas para a beira do lago com gritos que parecem o choro de uma criança. Uma vez que a vítima esteja ao seu alcance, ele as agarra com a mão na ponta da cauda e as arrasta para as águas lamacentas onde vive. Também atrai pescadores fazendo peixes e rãs pularem, como se houvesse um peixe grande nas proximidades, e depois os agarra em seus botes.
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Reconhece-se uma vítima do ahuízotl porque seu corpo retorna à superfície exatamente três dias depois, sem os olhos, dentes e unhas, que seriam devorados pelo monstro. Como esse monstro era considerado um servo de Tlaloc (Deus da chuva), o corpo deveria ser retirado e sepultado por um sacerdote e considerado um sacrifício especial a esse Deus, que levaria seu espírito para seu paraíso, o Tlalocan.
Não se conhece a origem da lenda, mas vários povos das Américas têm histórias análogas sobre animais perigosos que vivem em lagos e rios, que podem ser inspirados no castor, no gambá (em náuatle: tlacuache), em alguma espécie de lontra (aizcuíntli, "cão d'água", na mesma língua), ou mesmo na ariranha (Pteronura brasiliensis) da América do Sul.

domingo, 16 de julho de 2017

O gato e a Espiritualidade


Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não topa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa essa relação precária do homem com o (próprio) mistério. 

O gato não se relaciona com a aparência do homem. Ele vê além, por dentro e pelo avesso. Relaciona-se com a essência. Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende do afago. A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando surge nele um ato de entrega, de subida no colo ou manifestação de afeto, é algo muito verdadeiro, que não pode ser desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe, pois significa um julgamento. 

O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode, ele que enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós. Nada diz, não reclama. Afasta-se. Quem não o sabe "ler" pensa que "ele" não está ali. 

Presente ou ausente, ele ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, ele está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir. 

O gato vê mais e vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluídos, auras, fantasmas amigos e opressores. 

O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente a nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério. 

O gato é um monge silencioso, meditativo e sábio monge, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado. 

O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante, à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e de novas inter-relações, infinitas, entre as coisas. 

O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega, atenção. Desatentos não agradam os gatos. Bulhosos os irritam. Tudo o que precise de promoção ou explicação quer afirmação. Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências. 

Ninguém em toda natureza aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o gato! Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração ioga. Ensina a dormir com entrega total e diluição recuperante no Cosmos. Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata. 

Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo (quase 15 minutos) se aquecendo para entrar em campo. O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, a qual ama e preserva como a um templo. 

🔶Lição de saúde sexual e sensualidade. 
🔶Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias. 
🔶Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal. 
🔶Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular. 
🔶Lição de salto. 
🔶Lição de silêncio. 
🔶Lição de descanso. 
🔶Lição de introversão. 
🔶Lição de contato com o mistério, com o escuro, com a sombra. 
🔶Lição de religiosidade sem ícones. 
🔸Lição de alimentação e requinte. 
🔸ição de bom gosto e senso de oportunidade. 
🔸Lição de vida, enfim, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências, sem exigências. 

O gato é uma chance de interiorização e sabedoria, posta pelo mistério à disposição do homem." 

O gato é um animal que tem muito quartzo na glândula pineal, é portanto um transmutador de energia e um animal útil para cura, pois capta a energia ruim do ambiente e transforma em energia boa, -- normalmente onde o gato deita com frequência, significa que não tem boa energia -- caso o animal comece a deitar em alguma parte de nosso corpo de forma insistente, é sinal de que aquele órgão ou membro está doente ou prestes a adoecer, pois o bicho já percebeu a energia ruim no referido órgão e então ele escolhe deitar nesta parte do corpo para limpar a energia ruim que tem ali. 

Observe que do mesmo jeito que o gato deita em determinado lugar, ele sai de repente, pois ele sente que já limpou a energia do local e não precisa mais dele. 

O amor do gato pelo dono é de desapego, pois enquanto precisa ele está por perto, quando não, ele se a afasta. 

No Egito dos faraós, o gato era adorado na figura da deusa Bastet, representada comumente com corpo de mulher e cabeça de gata. Esta bela deusa era o símbolo da luz, do calor e da energia. Era também o símbolo da lua, e acreditava-se que tinha o poder de fertilizar a terra e os homens, curar doenças e conduzir as almas dos mortos. Nesta época, os gatos eram considerados guardiões do outro mundo, e eram comuns em muitos amuletos. 

"O gato imortal existe, em algum mundo intermediário entre a vida e a morte, observando e esperando, passivo até o momento em que o espírito humano se torna livre. Então, e somente então, ele irá liderar a alma até seu repouso final." 

Fonte: The Mythology Of Cats, Gerald & Loretta Hausman

sexta-feira, 14 de julho de 2017

O gato e a Espiritualidade



Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não topa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa essa relação precária do homem com o (próprio) mistério.


O gato não se relaciona com a aparência do homem. Ele vê além, por dentro e pelo avesso. Relaciona-se com a essência. Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende do afago. A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando surge nele um ato de entrega, de subida no colo ou manifestação de afeto, é algo muito verdadeiro, que não pode ser desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe, pois significa um julgamento.

O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode, ele que enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós. Nada diz, não reclama. Afasta-se. Quem não o sabe "ler" pensa que "ele" não está ali.



Presente ou ausente, ele ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, ele está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir.

O gato vê mais e vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluídos, auras, fantasmas amigos e opressores.

O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente a nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério.

O gato é um monge silencioso, meditativo e sábio monge, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado.

O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante, à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e de novas inter-relações, infinitas, entre as coisas.

O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega, atenção. Desatentos não agradam os gatos. Bulhosos os irritam. Tudo o que precise de promoção ou explicação quer afirmação. Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências.

Ninguém em toda natureza aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o gato! Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração ioga. Ensina a dormir com entrega total e diluição recuperante no Cosmos. Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata.

Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo (quase 15 minutos) se aquecendo para entrar em campo. O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, a qual ama e preserva como a um templo.

🔶Lição de saúde sexual e sensualidade.
🔷Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias.
🔶Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal.
🔷Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular.
🔶Lição de salto.
🔷Lição de silêncio.
🔶Lição de descanso.
🔷Lição de introversão.
🔶Lição de contato com o mistério, com o escuro, com a sombra.
🔷Lição de religiosidade sem ícones.
🔶Lição de alimentação e requinte.
🔷Lição de bom gosto e senso de oportunidade.
🔶Lição de vida, enfim, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências, sem exigências.

O gato é uma chance de interiorização e sabedoria, posta pelo mistério à disposição do homem."

O gato é um animal que tem muito quartzo na glândula pineal, é portanto um transmutador de energia e um animal útil para cura, pois capta a energia ruim do ambiente e transforma em energia boa, -- normalmente onde o gato deita com frequência, significa que não tem boa energia -- caso o animal comece a deitar em alguma parte de nosso corpo de forma insistente, é sinal de que aquele órgão ou membro está doente ou prestes a adoecer, pois o bicho já percebeu a energia ruim no referido órgão e então ele escolhe deitar nesta parte do corpo para limpar a energia ruim que tem ali.
Observe que do mesmo jeito que o gato deita em determinado lugar, ele sai de repente, pois ele sente que já limpou a energia do local e não precisa mais dele.

O amor do gato pelo dono é de desapego, pois enquanto precisa ele está por perto, quando não, ele se a afasta.

No Egito dos faraós, o gato era adorado na figura da deusa Bastet, representada comumente com corpo de mulher e cabeça de gata. Esta bela deusa era o símbolo da luz, do calor e da energia. Era também o símbolo da lua, e acreditava-se que tinha o poder de fertilizar a terra e os homens, curar doenças e conduzir as almas dos mortos. Nesta época, os gatos eram considerados guardiões do outro mundo, e eram comuns em muitos amuletos.

"O gato imortal existe, em algum mundo intermediário entre a vida e a morte, observando e esperando, passivo até o momento em que o espírito humano se torna livre. Então, e somente então, ele irá liderar a alma até seu repouso final."

quinta-feira, 18 de maio de 2017

As misteriosas ruínas de Nan Madol


Fora da ilha de Pohnpei na Micronésia, encontra-se a antiga cidade de Nan Madol, a única cidade antiga já construída sobre um recife de coral. Composto por um conjunto de quase 100 plataformas de pedra e coral, sobre ilhas artificiais, separadas por canais estreitos e fechadas por um paredão exterior, Nan Madol é uma maravilha da engenharia. No entanto, apesar da enormidade do empreendimento na construção da cidade, não existem registros de quando exatamente foi construído, de onde vieram as enormes rochas, como elas foram transportadas para lá e por que razão foi construída sobre um recife.

São 58 as ilhas que fazem parte do chamado "setor mortuário" das ruínas de Nan Madol. A maioria delas foi ocupada pelas residências dos sacerdotes Iniciados.


Outras serviam a propósitos bem específicos: a comida era preparada em Usennamw (uma ilha próxima), as canoas feitas em Dapahu; o óleo de coco, extraído em Peinering.

As grandes sepulturas, caracterizadas por altas paredes, ficam nas ilhotas de Peinkitel, Nandauuwas, Karian e Lemenkou.

Em Pohnpei, ilha situada ao norte do oceano Pacífico, uma tradição antiga e fantástica repousa sob as águas do litoral e nas ilhotas-satélite, ilhas artificiais, feitas de rocha vulcânica, edificadas sobre bancos de coral.


Na vista aérea, os terraços, quadrangulares, distinguem-se claramente nas imediações de um maciço rochoso principal. Ali, ruínas de uma cidade megalítica guarda segredos que os arqueólogos ainda não conseguiram desvendar.


Sob os mar do litoral da Ilha de Pohnpei (ou Ponape), no Oceano Pacífico, se esconde uma página da história da humanidade. Por esta razão, os Iniciados da Irmandade dos Tsamoro, dão a esta ilha este nome: "Sobre o Segredo". Um lugar que parece esconder os mais fantásticos segredos.

Em frente à costa, estão as ruínas enigmáticas da cidade aquática de Nan Madol, construída - não se sabe quando e nem por quem - com gigantescos blocos de basalto sobre 91 ilhas artificiais.

Invadida pela mata e mangues, continua sendo para os nativos uma cidade proibida, onde - de acordo com sua tradição - a morte espreita quem fica depois que o sol se põe.

Em 1939 apareceu na imprensa alemã uma notícia curiosa: mergulhadores japoneses haviam efetuado mergulhos na Ilha Carolina de Ponape (a antiga Pohnpei) a fim de explorar uma camada de destroços de platina.

Não era uma formação natural coberta de coral; era um tesouro submarino. Notícias posteriores afirmam que na costa oriental de Pohnpei se encontram dispersadas, em uma ampla área, misteriosas construções cobertas pela floresta: um sistema de canais, muros ciclópicos, ruínas de fortificações, ruínas de palácios, etc...

Uma Cidade Submersa

Muito antes da Primeira Guerra - explicaram os nativos - coletores de pérolas e comerciantes japoneses sondaram clandestinamente o fundo do Mar. Os mergulhadores regressaram com narrações fabulosas: ali embaixo podiam se encontrar ruas totalmente conservadas, recobertas por moluscos, colônias de coral e outros habitantes marinhos.


Desconcertante havia sido, segundo eles, a visão de numerosas abóbadas de pedra, colunas e monólitos!

Esta misteriosa cidade submersa guarda tesouros concretos que podemos chamar de "Panteon dos nobres" do lugar, pois suas múmias se encontram ali.

Mas o assombroso é que cada uma dessas múmias estaria encerrada em sarcófagos de platina!

Foram estes sarcófagos que - na época da dominação japonesa, entre as duas guerras mundiais - os mergulhadores japoneses haviam localizado.


De acordo com testemunhas, os mergulhadores iam extrair a platina das relíquias, contudo eles não voltaram mais a partir daquele momento. Desapareceram sem deixar rastro, levando consigo seu moderno equipamento de mergulho e de trabalho: nunca mais foram vistos.

Seus antepassados aplicam tecnologias mágicas

O principal enigma que se apresenta são as ruínas de Nan Matol. Com respeito a elas, a arqueologia oficial reconhece abertamente seu desconhecimento absoluto sobre a finalidade das mais impressionantes ruínas do Oceano Pacífico; e além do mais é a única cidade em ruínas que se pode visitar nos 166 milhões km² do leito daquele do oceano.

Existe um foco mágico, oculto na abrupta espessura de floresta de Salapwuk, nas altas montanhas do reino de Kiti, em sudoeste de Pohnpei.

Ali e em outros pontos da ilha, na memória dos pohnpeyanos, continua perpetuada a recordação dos gigantes, de pessoas que sabiam voar, de uma raça dotada de assombrosos poderes mágicos que permitiam transporte aéreo de grandes blocos de pedra.


Tais poderes mágicos que permitiam a levitação das rochas, são as explicações dos nativos para o fato dos antigos construtores de Nan Madol conseguirem transportar grandes quantidades de imensos blocos de pedra.

Claro que tais crenças são construídas sob a perspectiva da religião e do misticismo pois os nativos não compreendem como tais blocos foram deslocados.

Teóricos das teorias dos antigos Deuses astronautas também possuem suas próprias explicações para tal feito: uso de tecnologia antigravidade que teria sido aprendida com visitantes de outros planetas.

Indiferente das teorias e do misticismo, a engenharia empregada em tais construções é fascinate, basta observar a rede de canais estabelece a comunicação entre as ilhotas artificiais de Nal Madol; paredões de pedra funcionam como represas que contêm a violência das ondas do Pacífico. Na ilha mortuária de Nandauwas, segundo a lenda, encontra-se a tumba de um herói local chamado Isokelekel.


Mitologia local

Pensile Lawrence, um dos transmissores vivos da história esotérica de Pohnpei, relata a tradição:

- "Nove casais - nove homens e nove mulheres - entram numa canoa e lançaram-se em alto mar, buscando uma terra nova para se estabelecer.”.

Pensando nisto eles toparam com um polvo fêmea de nome Letakika, que averiguou o motivo de sua viagem e lhes indicou um lugar no oceano em que havia uma rocha surgindo em cima das ondas.

Os casais prosseguiram seu caminho e acharam a rocha. Sobre ela começaram a construir uma ilha.

Quando ficou pronta, um casal ali fixou sua moradia; depois disso os outros casais continuaram seu caminho e, sucessivamente, construíram ilhas até que os nove casais ocuparam as nove ilhas.


O nome do homem não tinha importância, não tinha nome. Quem tinha nome era a mulher, que se chamava Lemueto. Lemueto é a primeira mulher de Pohnpei cujo povoamento se deu através de um matriarcado (governo onde é a mulher que manda).

O relato é claramente alegórico. O número nove aparece como um signo representativo de nascimento.

Os casais e canoas, ou nave, também são imagens recorrentes, que aparecem em mitologias de diferentes povos, em todo o mundo. A nave-canoa remete, segundo teorias, ao bíblico "dilúvio de Nóe".

Os casais micronésios de Pohnpei também levavam alimentos e sementes para cultivar na "nova terra".

A lembrança dessa simbologia durou muito tempo. A cada nove meses, os antigos ilhéus costumavam se reunir em Salapwyk (uma das ilhotas) que, segundo a tradição, foi a primeira ilha edificada, onde se localiza a pedra fundamental de Pohnpei.


É o principal lugar de culto onde os iniciados realizam suas cerimônias, rigorosamente vetadas para estranhos.

Iniciados e a Sociedade Secreta

Como muitos outros povos indígenas, os ilhéus de Pohnpei também têm uma lenda sobre um instrutor divino, que transmitiu aos antepassados uma série de conhecimentos práticos, da agricultura à magia.

Esses instrutores são ali chamados de "Sau Rakim" e preservavam seus segredos sob compromisso de pena de morte para aquele que violasse o silêncio. Tal mito, se verdadeiro, pode ser o indicativo de como tal técnica de construção acabou se perdendo com o passar do tempo.

Esses instrutores conheciam as antigas histórias de Pohnpei. Quando morriam, começava a chover, a relampejar e trovejar.

Os Sau Rakim eram os iniciados mais graduados. Abaixo deles estavam os membros da sociedade secreta dos Tsamoro.


Os chefes de tribo eram, automaticamente, membros dessa sociedade; outros, não-chefes, para entrar na sociedade passavam anos sendo submetidos a provas antes da admissão. Entre as provas, era preciso dominar a língua da sociedade, diferente da língua do povo.

Chamada argot, esta língua é considerada por alguns estudioso como a "língua dos argonautas" (míticos navegantes e heróis gregos).

Uma vez por ano, durante quatro dias, os Tsamoro se reuniam em um local sagrado, rodeado de muros de pedra. Durante essas reuniões, era consumido o sakau, bebida sagrada dos "seres superiores".


A sede dosTsamoro localizava-se nas matas dos montes de Salapwuk.

Pai Extraterrestre e Mãe Terrestre

Reza a lenda que a conexão celestial dos pohnpeyanos começou com um homem chamado Kanekin Zapatan, descido das alturas, de um lugar desconhecido a Ponhpei, acompanhado de um grupo de pessoas que sabiam voar.

Kanekin Zapatan se casa com uma filha de um chefe nativo. Teremos assim um homem que desceu do céu que se casa com mulher terrestre. (Situação semelhante à "queda dos anjos" narrada no Gênesis bíblico: os anjos "enamoraram-se" das filhas dos homens) vide "Eram os Deuses Astronautas?" de Erich Von Däniken.

Depois disso, Zapatan se junta aos seus companheiros levantando voo. Acompanha-o também sua mulher.

E literalmente disse a tradição: "Meticulosa, a mulher em seu cabelo e ao redor ajusta o nó".

Defensores das teorias dos antigos Deuses astronautas acreditam que essa seria a indicação de que ela poderia estar usando um capacete, algo, segundo eles, indispensável para voar.

Logo após a filha do nativo, no trajeto, dá a luz um filho distinto; dotado de grandes poderes mágicos.

Este menino se chamava Luk, que deixam na terra entretanto eles prosseguem voo.

Mais adiante Luk acende uma fogueira, o fumo sob um tambor, e sobe ao céu, imagem esta que pode equiparar-se, segundo os teóricos dos antigos astronautas, a decolagem de um foguete portador de uma cápsula tripulada.


Ao reencontrar-se com seus pais se recorda que "me geraram na terra". A narração também afirma que "sabia andar sobre o mar".

Dominando a Técnica do Voo

Um curioso invento aparece nos relatos de tempos antigos, os "sacos voadores”. Trata-se de veículos voadores de grande mobilidade com capacidade para um só tripulante.

Também existem narrações que se referem a combates entre vários sacos voadores. Em relação a este tema perguntas perduram em eterna dúvida: "Homens voadores?"

Relatos mitológicos antigas afirmam que esses homens entravam em grandes pássaros, pronunciavam palavras mágicas, o pássaro se levantava e voava céu afora. Construíam "pássaros voadores com árvores." (Aviões?).


Dois Irmãos com Poderes Mágicos

Para começar a decifrar o enigma da cidade morta de Nan Madol é preciso contar o mito de Olosipe e Olosaupa (outra mitologia recorrente: Castor e Pólux, na Grécia; os deuses gêmeos pré-colombianos).

Com eles começa o mistério da cidade de Nan Madol.

A única recordação ancestral que os nativos conservam sobre a construção da cidade que se refere a sua origem é a atuação desses dois personagens.

Nada se sabe de onde vieram; chegaram em uma nuvem, na parte norte da ilha. Eram construtores, engenheiros, arquitetos extraordinariamente inteligentes e dotados de poderes mágicos.

Foram sacerdotes e instrutores que ensinaram os princípios da cultura e da civilização aos pohnpeianos.

Chegaram a Pohnpei para construir um santuário consagrado a um protetor da terra e do mar: a enguia, desde então animal totêmico por excelência em Pohnpei.

Para o pohnpeiano o corpo da enguia é habitado por uma divindade. Como a serpente para os aborígines da Austrália e para os povos meso-americanos, entre outros.



E porque em Pohnpei não aparece a figura da serpente, cobrando vigor, e em seu lugar, o da enguia? Pois que é o único animal nativo da região que pode se assimilar a uma imagem de uma serpente; por uma simples razão: na pequena ilha não existem serpentes.

Voltamos ao propósito de Olisipe e Olisaupa: erguer um santuário para a serpente sagrada.

Sendo a enguia uma cobra aquática, o santuário devia se erguer em um lugar que reunisse mar e terra: o recife de coral que rodeia a ilha, fundação natural de Nan Madol.