domingo, 18 de maio de 2014

Os Ritos Maçônicos (Parte 1)

Rito Adonhiramita 



Em 1758, o Barão de Tschoudy, com a experiência adquirida no Capítulo dos Cavaleiros do Oriente, para o qual escrevera os Rituais de Iniciação e Catecismos de Instrução, preparou-se para empreender sua obra maior. Baseando-se na tradição e na excepcional cultura que acumulara forneceu o material para a compilação de Recueil Précieux de La Maçonnerie Adonhiramite (Compilação Preciosa da Maçonaria Adonhiramita), cuja conseqüência foi o florescimento de inúmeras Lojas, na Europa e no Oriente próximo, chegando o Rito Adonhiramita a ser o mais difundido de todos. 

É um Rito histórico, característico e essencialmente metafísico, esotérico e místico, tornando-se exotérico quando exerce o magistério de sua liturgia. Tem por bases teológicas as verdades bíblicas reveladas no Antigo e Novo Testamento, particularmente, no que concerne a construção do Templo de Salomão e às origens do Cristianismo com relação ao período das Cruzadas. É derivado diretamente do Rito de Heredom, e abrangia, até 1873, 12 graus: sendo 3 simbólicos e 9 filosóficos, coroados com o de Cavaleiro Noaquita. Em 2 de junho de 1973, o Rito passou a compor-se de 33 graus e sua Oficina-Chefe denominou-se Excelso Conselho da Maçonaria Adonhiramita. Seus graus estão assim divididos:
  • Loja azul: aprendiz, companheiro e mestre;
  • 4º grau: Mestre perfeito;
  • 5º grau: Primeiro eleito ou Eleito dos nove;
  • 6º grau: Segundo eleito ou Eleito de Perignam;
  • 7º grau: Terceiro eleito ou Eleito dos quinze;
  • 8º grau: Aprendiz escocês ou Pequeno arquiteto;
  • 9º grau: Companheiro escocês ou Grande arquiteto;
  • 10º grau: Mestre escocês;
  • 11º grau: Cavaleiro da espada ou Cavaleiro do Ocidente ou Cavaleiro da águia;
  • 12º grau: Cavaleiro Rosacruz.
Brasão do Excelso Conselho da Maçonaria Adonhiramita

Rito Schroeder

 

Foi criado por Friedrich Ludwig Schroeder (1744-1816). Schroeder foi um ator e dramaturgo alemão, diretor do teatro municipal de Hamburgo. Foi grão mestre da Grande Loja de Hamburgo. Como um reformador da maçonaria moderna, ele era a favor de um retorno às fontes mais autênticas e passou quase 20 anos na finalização do rito que leva seu nome. Possui apenas os graus da loja azul.

Era avesso ao aspecto da cavalaria que carateriza a simbologia da maior parte dos alto graus, ele reformou as cerimônias de sua obediencia no sentido de maior simplicidade, revivendo o uso do rito inglês antigo  e levando em consideração os três primeiros graus simbólicos. Foi aprovada em 1811 pela Grande Loja de Hamburgo. O sistema de Schroeder foi o mais democrático de todos os ritos praticados na Alemanha antes da Segunda Guerra Mundial.

Na atualidade é praticado pela Grande Loja dos Maçons Antigos Livres e Aceitos da Alemanha, a Grande Loja da Áustria, Grande Loja da Hungria e algumas lojas da Grande Loja Suíca Alpina. Além disso é muito praticado no Brasil.
Friedrich Ludwig Schroeder
Rito Sueco

O rito suéco (Svenska Frimurare Orden) é praticado principalmente nos países nórdicos (Dinamarca, Filandia, Islandia, Noruega e Suécia). A pratica deste rito exige do maçom que ele se declare cristão. A história de sua criação é extensa devido a implementação da Estrita Observancia da maçonaria da Europa do norte. Foi fundada sobre uma base cristã e templária instalada na Suécia em 1759 por Carl Friedrich Eckleff (1723-1786).

A maçonaria na Suécia foi introduzida por conta de Wrede-Spare, oficial de cavalaria que recebeu em Paris sua iniciação, elevação e exaltação. A primeira reunião é datada em 17 de março de 1735, mas por decreto do rei Frederich I da Suécia, a maçonaria foi interditada em 21 de outubro de 1738, mas anulado alguns meses mais tarde.

O rito suéco afirma-se como fundamentalmente cristão, e impregnado de Rosacrucianismo, de Cabala e Teosofia (lembra alguns aspectos da doutrina de Swedenborg). Esta organizado em dez graus divididos em três classes:
  1. Graus de São João: aprendiz, companheiro e mestre;
  2. Graus de Santo André da Escócia: aprendiz, companheiro e mestre de Santo André;
  3. Graud do Capítulo: superior irmão ilustre (ou cavaleiro do oriente), todo poderoso irmão ilustre (ou cavaleiro do ocidente), irmão iluminado e superior irmão iluminado.
Ainda possui outros dois graus administrativos:
  • Todo poderoso irmão iluminado;
  • Cavaleiro comendador da Cruz Vermelha.
Loja Svenska Frimurare Orden
Rito Moderno

 

Com a Grande Loja dos Modernos em Londres, foi traduzido o ritual para utilização das primeiras lojas azuis na França em 1782. Deste modo ficou conhecido tanto como rito Moderno como rito Francês. Além da tradicional loja azul, este rito possue o conjunto de graus filosóficos denominados Ordens de sabedoria:
  • 4º grau: Eleito secreto;
  • 5º grau: Eleito escocês;
  • 6º grau: Cavaleiro da espada ou Cavaleiro do oriente ;
  • 7º grau: Cavaleiro Rosacruz;
  • 8º grau: Cavaleiro Kadosh filosófico ou Cavaleiro da águia branca e preta;
  • 9º grau: Cavaleiro da sapiência ou Grande inspetor.
Dentro do Grande Oriente da França, este rito é o considerado como o mais "laico". De fato mais fiel que o da Grande Loja de Londre, fundador da maçonaria especulativa. Perpetuando alguns fundamentos, disposição das colunas J e B, disposição dos candelabros, a bateria em dois golpes curtos e um longo, entrada com o pé direito, dentre todas as coisas que a Grande Loja dos "Antigos" alteraram.

Rito Escocês Retificado

 

De essencia cristã, foi fundado em Lyon, França, em 1778. Foi principalmente elaborado por Jean-Baptiste Willermoz (1730-1824). Este famoso maçom reformou o ramo francês da Estrita Observancia Templária para o convento de Gaules, incorporando elementos da ordem dos eleitos Cohen e renunciando a herança templária. Inspirou-se em diferentes sistemas iniciáticos existentes na época:
  • Ordem dos Cavaleiros Maçon Eleitos Cohen do Universo (Ordre des Chevaliers Maçons Élus Coëns de l'Univers) de Martines de Pasqually;
  • Estrita Observancia Templária, inicialmente estabelecida na Alemanha em meados do século 18;
  • Escocismo maçonico, os diversos altos graus maçonicos cuja organização ainda não formalizada;
  • Maçonaria azul de três graus, o qual praticado pelo Grande Oriente da França na época e que tornou-se o atual Rito Françes.
Os graus estão organizados da seguinte forma:
  • Período probatório: aprendiz, companheiro, mestre e mestre escocês;
  • Ordem interior: escudeiro novato e cavaleiro benfeitor da cidade Santa;
  • Classe secreta (colégio metropolitano): professo e grande professo.
Brasão do RER

Ritual de Emulação


É importante, principalmente no Brasil, não confundir-se o ritual de Emulação com o rito de York. Onde suas diferenças são sutis mas de profunda relevancia. O ritual de Emulação é mais comum no Inglaterra, onde existem as lojas de instrução, que mantem o modelo do ritual sem que se perca qualquer detalhe. Ainda assim existem diversas lojas de intrução, que apesar de possuirem rituais muito similares, tem-se suas diferenças seja em algumas palavras ou desenvolvimento do ritual, dentre elas: Stanford, Bristol, Stability e Taylor.

Em linhas gerais podemos dizer que diferente do rito de York, o ritual de emulação busca mais objetividade, seja no tempo de desenvolvimento da oficina, nos procedimentos ou adereços. Enfim, é de suma importancia os sinais e desenvolvimentos do ritual, uma vez que devem ser realizadas de cor.

Rito de York


Fundado no ano de 1799 por Thomas Smith Webb (1771-1819). O rito de York é o mais praticado nos Estados Unidos, e encontrado minoritariamente na França. O seu desenvolvimento coincide com a expansão da Grande Loja dos Antigos no inicio do século 18.
Sua conhecida origem é da Escócia, sendo os maçons irlandeses quem contribuiram para exportar para América do Norte durante o século 18 e inicio do século 19.

As diferenças ritualisticas entre os antigos e os modernos estão restritos as inversões das palavras sagradas, disposições das luzes, o conteudo simbólico dos graus de companheiro e de mestre.

O rito de York é particularmente desenvolvido nos Estados Unidos onde suas lojas interditam toda discussão de assuntos políticos, religioso ou de tudo controverso que não tenha como objetivo a evolução dos seus membros. Também não é incomum nos Estados Unidos o rito de York ser praticado em conjunto com o REAA. Seus graus estão agrupados em 5 categorias:
  1. Lojas azuis: aprendiz, companheiro e mestre;
  2. Capitulos (Real Arco): Mestre de marca, Past Master (virtual), Mui Excelente Mestre e Maçom do Real Arco; Os rituais do Real Arco foram escritos em 1797 em Boston, partindo do simbolismo sobre a Arca da Aliança no Templo de Salomão.
  3. Conselho Críptico: Mestre Real, Mestre Eleito e Super Excelente Mestre; Estes são notavelmente mais modernos, estima-se que foram escritos no início do século 19. Por sua vez sua referencia mitologica é sobre as criptas do Templo de Salomão.
  4. Comanderia Templária: ordem da cruz vermelha, ordem de malta e ordem do templo. Com uma visão mais cristã, diferente do conselho e dos capítulos passa-se para as ordens templárias.
  5. Benfeitores (Shriners): Antiga Ordem Árabe dos Nobres do Santuário Místico, acessível aos mestres maçons, seu desenvolvimento é a caridade, principalmente a crianças.
Graus paralelos: vários outros graus maçonicos não integrados aos principais sistemas ou categorias listadas acima não são agregadas a maçonaria oficial nos Estados Unidos, assim como em países regidos pelas antigas constituições inglesas. Podemos citar algumas:
  • Ordem da Cruz Vermelha de Constantino;
  • Ordem dos Cavaleiros Maçons;
E as ordens que incluem mulheres:
  • Damas Orientais do Santuário da América do Norte;
  • Filhas do Nilo;
  • Ordem da Estrela do Oriente.
O rito de York é baseado na Bíblia, especialmente no Antigo Testamento. O sinal de ordem por vezes é precedido pela frase "Deus guarda". Sendo ainda menos formal que o ritual de Emulação, de qualquer modo as praticas são aprendidas de cor e podem variar de um lugar para outro.

Pretendemos extender os assuntos quanto aos ritos, aprofundando mais em casa um.

Brasão do rito de York
Continua..

Fonte: Ambas Colunas

O Pelicano

O PELICANO
Para alguns autores no estudo especifico da tradição e das simbologias maçônicas vamos encontrar a definição de que o pelicano na maçonaria é o "símbolo maçônico representado pelo pelicano derramando sangue pelos seus filhotes a que foi adotado pela maçonaria, na antiga arte cristã, o Pelicano era considerado emblema do salvador" por isto que ritualisticamente dentro dos graus filosóficos está acompanhado de uma cruz do grau de Cavaleiro Rosacruz.

Este simbolismo cristão do Pelicano foi adotado como um dos símbolos do Cristo, que teve seu sangue derramado pela Igreja e pela salvação de toda humanidade, assim nos alerta alguns autores e teólogos católicos .

A esta interpretação teológica antiga , varias escolas iniciáticas místicas sobretudo do período medieval  aplicaram esta explicação ,mas porém, com um outro significado e sentido, considerando o Pelicano como símbolo do sacrifício de dar, indicando que na medida em que damos , nossas posses, as nossas energias, nossos conhecimentos e saberes intelectuais, as nossas habilidades, alimentamos o ciclo natural da vida, desenvolvendo o nosso caráter e a nossa personalidade, sendo que, na medida que os anos passam neste caminho, o nosso sacrifício se reflete em boas ações que perduram além da nossa existência terrena, como que fossemos sempre lembrados por todos os sacrifícios que fizemos para o bem da humanidade.

Entre os famosos alquimistas, investigadores da verdade na idade media o Pelicano foi um utensílio que utilizaram para suas operações alquímicas, um tipo especial de alambique de vidro circular, formado de uma só peça, com o bojo encimado por um capitel tubulado, do qual partiam dois tubos opostos e encurvados, formando uma alegoria em forma de asa., e também um símbolo da regeneração.

Os antigos Rosacruzes em sua origem alemã seguidores do pensamento do mestre Germany Rosencreuzer na sua maioria eram Alquimistas razão pela qual terem adotado o pelicano como símbolo máximo  da capacidade de regeneração química da matéria.E seguindo esta mesma compreensível alegoria fica patente seu significado ao sacrifício de Cristo, cujo sangue derramado sobre a cruz no calvário tenha se tornado instrumento e meio de regeneração do espirito medida de transformação da humanidade assim como a rosa mística e a fênix mitológica que renasce das cinzas.

Porem a cultura que mais contribuiu para que o pelicano se tornasse um símbolo místico foram os cátaros, que seus sacerdotes desta seita entre os séculos XI e XII d.c.
se tornaram os principais opositores da Igreja Catolica na Europa, chamando a si mesmos de "popelicans" termo que na gíria francesa advinha da contração da palavra pope que significa papa com a pelican que significa pelicano. Em termos gerais alguns autores nos alertam que significava literalmente  " pais pelicanos" numa contrafação opositora aos sacerdotes da Igreja Catolica da época.

De certa forma, os cátaros, os templários, os Rosacruzes e os Maçons tornaram se irmãos espirituais da mesma simbologia e valores. Da mesma forma que cada um destes seguimentos filosóficos  foram cada um a seu modo condenados pela Igreja Catolica Apostolica Romana por suas ideias e praticas heréticas em varias cruzadas iniciadas a partir dos meados do século XIII. 

Texto de Ricardo Vianna Barradas a partir das obras :


Conhecendo a Arte Real - A Maçonaria e suas Influências Históricas e Filosóficas 
de João Anatalino, Editora Madras.

Maçonaria Sutilezas Arte Real de Raimundo Rodrigues, Editora A Trolha.
A Doutrina Secreta Dos RosaCruzes de Magus Incognito, Editora Pensamento.
A Chave da Alquimia de Paracelso, Editora Tres .


Dogma e Ritual de Alta Magia de Eliphas Levi.

Fonte: Museu Maçônico Pelicano

Comunhão com a Egrégora Cósmica

Neste post a idéia é abordar a egrégora sob o ponto de vista das principais escolas místicas e esotéricas.

Concepção generalista


Do grego egrêgorein, significando vigiar ou velar. É denominado como entidade criada a apartir do coletivo pertencente a uma assembléia, ou seja, um campo de energia criado em outro plano a partir da energia emitida por um grupo de pessoas através dos seus padrões mentais e emocionais.

As egrégoras estão presentes em todas as coletividades, sejam simples associações até assembléias religiosas, sendo então gerado via energias físicas e mentais deste grupo que busca um objetivo comum. Desta forma podemos caracterizar diversos agrupamentos humanos que aplicam-se, tais como: empresas, clubes, igrejas, família, partidos entre outros.

Quando deliberadamente gerada, a egrégora tende a manter-se e influenciar o meio envolvido. Pode-se entender também como um pensamento de senso comum, onde a maioria dos envolvidos num grupo são sugestionada para uma idéia. No ponto de vista místico-filosófico estes conceitos se contradizem e portanto são diretamente incompativeis.

Concepção místico-filosófico


Um dos objetivos da filosofia Rosacruz consiste em dar a cada ser humano os meios de viver a harmonia cósmica nos planos físico, mental, emocional e espiritual. Algumas linhas filosóficas rosacruzes utilizam da denominação do Sanctum Celestial, tal é o campo de energia não limitado no tempo ou espaço, onde diversos iniciados de diversas épocas acessam.

Na concepção Rosacruz tem-se a questão dos membros ativos (praticantes) e supraterrestres (Conclave dos Mestres Cósmicos) o qual constitui uma unidade hierárquica. Ainda propõe uma comunhão sob proteção de maneira que nenhuma influência negativa possa se exercer sobre o praticante enquanto se encontrar nesse estado interior.


Para o famoso cientista da psicanálise Carl Jung, podemos ter percepções intuitivas por meio da exploração do inconsciente coletivo. Para o célebre psicanalista o inconsciente pessoal descansa sobre um outro mais profundo extrato, que não se origina nem da experiência, nem de uma aquisição pessoal, mas é inato no ser humano: o chamado consciente coletivo.

Isso significa dizer que qualquer aglomerado humano, seja um pequeno grupo de pessoas, uma cidade ou mesmo um país tem sua egrégora, sua sua alma coletiva, como preferimos denominar. Na egrégora os símbolos têm conteúdos transpessoais, isto é, seus significados são comum à toda a humanidade. Estes símbolos são idênticos a si mesmo em todo ser humano, são os chamados arquétipos.

Concepção espírita

Pode ser a aura de um lugar onde há reuniões de um grupo ou até mesmo uma entidade autônoma formada por energias mentais combinadas.

Assim, uma egrégora é uma forma criada por pensamentos e sentimentos, que adquire vida e que é alimentada pelas mentalizações e energias psíquicas. É uma entidade autônoma que se forma pela persistência e intensidade de correntes emocionais e mentais. Pensamentos e sentimentos fracos criam egrégoras mal definidas e de pouca vida ou duração, porém pensamentos e sentimentos fortes criam egrégoras poderosíssimas e de longa duração.

Essas formas são percebidas pelos cinco sentidos. No plano astral também são bem definidas as formas dos corpos vitais dos seres vivos, assim como as formas dos elementais (gnomos, fadas, salamandras, ondinas, duendes, silfos e outros).

Também possuem forma no plano astral os desejos, vícios, sentimentos e emoções. São formas coloridas que lembram animais, que se juntam às formas de almas de encarnados e de desencarnados, e às formas de seres e entidades típicas do astral. No plano mental, os pensamentos de objetos e coisas concretas possuem formas definidas similares às do plano físico, e pensamentos abstratos são vistos por símbolos típicos que podem ser interpretados pela linguagem simbólica superior estudada e pesquisada na Iniciação. Estas explicações são necessárias para entendimento do que é uma egrégora, e principalmente para permitir a criação de egrégoras pessoais e coletivas.

Existem egrégoras positivas que protegem, atraem boas energias e afastam cargas negativas, e egrégoras negativas que fortalecem o mal, canalizam forças negativas e repelem forças positivas. A egrégora pode ser coletiva ou pessoal.

Locais sagrados como Aparecida, Lourdes e Fátima, têm egrégoras poderosíssimas, formadas pela fé e mentalizações dos devotos, que acumulam as energias psíquicas dos fiéis, e quando alguém consegue canalizar para si as energias psíquicas acumuladas na egrégora, provoca o conhecido milagre. Esta é a explicação oculta da realização de grande parte dos ditos “milagres” que acontecem.

Os locais possuem egrégoras formadas pelas energias psíquicas de seus freqüentadores. A egrégora pessoal é formado pelas energias psíquicas da pessoa e principalmente pelos seus pensamentos.

O dia fixo para a prática


Desta forma, conforme aceito pela maioria das tradições e sendo a egrégora atemporal, não faz sentido o dia fixo para a prática de uma reunião ou meditação. Contudo, é preciso lembrar que somente com a prática pode-se aproximar da perfeição, e neste caso a proposta de um dia fixo é criar uma disciplina para que seja praticado.

Fonte: Ambas Colunas

Gato: O melhor amigo do Homem.

Gata salva criança de 4 anos de cão feroz.

Uma criança americana foi atacada por um cachorro na terça-feira (13 de Maio) enquanto brincava na calçada de casa. Mas antes que o cão transformasse Jeremy, de 4 anos, em pedacinhos, sua gata Tara o salvou.

Uma câmera de vigilância captou a ataque, que aconteceu na cidade de Bakersfield, na Califórnia. No vídeo, Jeremy brinca tranquilamente quando o cachorro do vizinho percebe sua presença e resolve dar o bote.

Assim que agarra a perna de Jeremy, Tara aparece e assusta o cachorro. Quando o cão já está bem longe, a gata volta para ver o estado de seu dono.

O menino saiu praticamente ileso do ataque, a não ser por alguns pontos que levou na perna.
"Ela é minha heroína", afirmou depois.

Segundo a polícia local, o cachorro responsável pelo ataque, uma mistura de Labrador com Chow de 8 meses de idade, foi entregue às autoridades e deverá ser sacrificado.

Os donos do cachorro afirmaram que o animal não gostava de crianças nem bicicletas.
Erika Triantafilo, a mãe da criança, disse ao portal 23ABC que os vizinhos manobravam o carro para fora da garagem quando o cão fugiu.

Veja o vídeo abaixo e tome cuidado, pois no final aparecem imagens fortes de como a perna do garoto ficou machucada. Segundo Triantafilo, foram necessários apenas alguns pontos no local.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Ataque de seres "ultraterrestres" no Novo México

Um estranho incidente ocorreu numa reserva indígena Navajo, no estado do Novo México, EUA, no final de março, começo de abril deste ano.
O incidente envolveu um grupo de famílias e outros moradores de uma localização não especificada aos arredores de Gallup, Novo México.  De acordo com as testemunhas, Bradford e Maria, série de tiros e artilharia pesada de solo podiam ser escutados à distância.  Logo após, fachos de luz apareceram sobre o seu ‘hogan‘ (‘hogan‘ é uma palavra indígena Navajo para uma choupana de barro).  As luzes eram tão brilhantes que iluminavam o interior da choupana através das janelas e, incrivelmente, através das pequenas rachaduras nas paredes e telhado.  As luzes pareciam causar desorientação, mas as testemunhas foram capazes de ver que os fachos vinham de uma nave pairando no céu, a qual continha formas hexagonais, como se fosse de uma colmeia.
As testemunhas saíram para fora e foram até a casa principal que ficava atrás da choupana. Enquanto eles corriam, notaram uma nave em forma de disco pairando sobre a casa, com luzes multicoloridas ao seu redor.  Os fachos de luz estavam indo em direções diversas a partir de outra nave não descritível.  Estas naves estavam criando correntes de fortes ventos e literalmente empurravam as árvores até o solo.  As testemunhas também notaram pequenas entidades indo ao redor dos cães que estavam presos, e repentinamente fazendo com que estes paracem de latir e ficassem inconscientes.
No mesmo momento, Bradford disse que seu tio estava lutando com uma entidade em sua casa, que ficava próxima.  Tornou-se aparente que o seu tio tinha incapacitado o ser, ou mesmo o matado.
Bradford e outros moradores na região começaram a confrontar a nave com suas armas de fogo.  Em um dado momento, Bradford estava atirando com seu rifle AK-47 em direção à nave, quando a arma começou a esquentar, ao ponto de Bradford ter que largá-la, pois estava muito quente para ser segurada.  Ele declara que ‘algo’ da nave foi direcionado à sua arma.

Faz-se interessante notar que alguns dos moradores anciãos estavam gritando para a nave, ‘voltem para as estrelas’.
De volta à casa, as testemunhas descreveram ter ouvido passos no telhado, bem como uma correria na área do lado de fora.  Eles estavam chamando desesperadamente a polícia e as autoridades locais.
Quando os bombeiros e a policia estadual começaram a chegar, a nave começou a se retirar.  Alguém do corpo de bombeiros declarou poder “ver as luzes brilhantes no telhado” quando se aproximavam da localidade. Havia 4 carros de polícia na cena, bem como um indivíduo em um SUV Cadillac Escalade preto.  As testemunhas se referiram a esta pessoa como sendo um ‘soldado universal’, armado até os dentes.  Esta pessoa nunca falou uma só palavra, mas era óbvio que a polícia estadual sabia quem ele era, e estavam seguindo ordens dele através de sinais.
Quando este ‘soldado universal’ escutou as testemunhas descrevendo o encontro do tio com uma das entidades, ele imediatamente foi em direção à residência do tio.  Ele dirigiu seu veículo até a casa do tio e logo algo foi carregado para fora da casa e colocado num vasilhame desconhecido, provavelmente criogênico, no SUV.
Logo após, JC Johnson, um ovniólogo que está investigando o caso, foi contatado pelas Investigações Criminais Navajo, em referência ao incidente.
A investigação ainda está em andamento.
Fonte: OVNI Hoje