sábado, 20 de janeiro de 2018

Carma e Darma


As leis de Carma e Darma
Nesta lição aprenderemos sobre duas leis superiores, as leis de carma e darma, sendo muito importante entender como essas leis funcionam para que possamos saber o que fazer para conduzir nossas vidas com mais sabedoria.

Qualquer ato seja este bom ou mal, tem a sua conseqüência. Se praticarmos o bem a conseqüência será boa para nós, se temos uma má conduta as conseqüências serão ruins.
Não existe efeito sem causa e nem causa sem efeito.
E para julgar nossas ações existem seres de consciência totalmente desperta, que são os responsáveis para levar a cabo este trabalho.
Estes seres constituem o Tribunal da Justiça Divina, cuja função é pesar nossas boas e más ações e aplicar de forma justa a sentença, a conseqüência dos nossos atos.

O Tribunal da Justiça Divina.

Esse Tribunal é formado pelo regente Anúbis e seus 42 juízes.
Nas pirâmides do Egito foram encontradas várias ilustrações do Tribunal da Justiça Divina.
Nestas ilustrações o regente Anúbis é representado por um homem com a cabeça de chacal e os 42 juízes são simbolizados por diversos animais. Anúbis, na tradição egípcia, é o juiz que pesa o coração dos mortos e aplica a pena correspondente.

A Lei Divina tem como base a justiça e a misericórdia. A justiça sem misericórdia é tirania. A misericórdia sem justiça é tolerância, complacência com o erro.
Se ao pesar nossas ações em uma balança, o prato das boas ações estiver mais pesado o resultado será um Darma, que é uma recompensa pelas boas obras que fazemos.
O Darma (do sânscrito Dharma) significa também realidade ou ainda virtude.
Se ocorrer o contrário, se o prato das más ações estiver mais pesado, o resultado será um Carma para nós, ou seja, sofrimento, dor, adversidades, etc.
A palavra de origem sânscrita Karma significa ação. Podemos entendê-la como lei de ação e conseqüência.

Entretanto, é errôneo acreditar que Carma é somente a parte ruim da vida. Na verdade, ele é a “bagagem da alma” enquanto o Espírito passa pelas sucessivas encarnações e experiências nesta escola de consciência.

Carma não é só o negativo de nossas vidas. Carma é tudo aquilo que compõe os alicerces e a estrutura que edifica o Espírito enquanto transita pelo Planeta Terra, já que este é um mundo de consciência e, por isso, de aprendizado. Todas as ações que praticamos, naturalmente criarão reações condizentes. Também chamada de Lei de Causa e Efeito, essas ações irão sempre gerar um Carma, ou seja, um resultado, positivo ou negativo.

Isso significa que há um Carma negativo e um Carma positivo.


O Carma positivo, vai gerar frutos bons, que resultam em momentos tranquilos e suaves no porvir. Esse Carma também podemos chamar de Darma, para diferenciar do outro que comumente chamamos de Carma.

Todas as vezes que agimos conscientemente de forma que essa ação traga dor, perturbação, dificuldades ou qualquer prejuízo para outro ser humano, estamos adquirindo uma pendência negativa que exigirá resgate lá adiante.

Também quando agimos de tal sorte que causamos prejuízos a qualquer coisa da natureza, seja animais, plantas, água, terra e tudo o que há, inclusive quando emporcalhamos os ambientes com maus cuidados com o lixo, principalmente aquele que danifica o meio ambiente, certamente, lá adiante, vamos passar por situações onde teremos a oportunidade de resgatar as más ações do pretérito.

Toda ação de resgate, é denominada EXPIAÇÃO. É como se tivéssemos uma conta pendente que precisa ser paga. Nessas contas não há avalistas. Ninguém paga a dívida do outro.

Da mesma forma, as boas ações do passado nos proporcionam, na presente encarnação, situações de conforto e bem-estar, trazendo resultados positivos em tudo aquilo que sucede em nossa atual existência. Esse é o Carma positivo, ou Darma, como queiram.

Precisamos considerar que somos Espíritos estelares que aceitaram passar por uma experiência de consciência em um Planeta habilitado para isso, como se fosse uma Escola.

Uma vez aceito tal desejo, o Espírito imortal corporifica-se no Planeta correspondente, como a Terra por exemplo, e é submetido ao véu do esquecimento. Ao iniciar a sua caminhada, tudo é aprendizado, como se nunca tivesse existido antes. Porém, para que ele possa mais rapidamente se autoavaliar, depois de um certo tempo aqui nesta escola, o Espírito desprende-se do corpo físico, ação que comumente é chamada de morte, e o seu segundo corpo, ou seja, o perispírito, se encarrega de acompanhar o Espírito nas faixas dimensionais da Quarta Dimensão, onde há um mundo paralelo ao que conhecemos na matéria, e lá, há todas as possibilidades para que ele faça uma avaliação da última etapa, cumprida aqui na escola terrena.

Nas Colônias Espirituais, o Espírito recobra as suas lembranças de todas as suas passagens pela Terra, mesmo que basicamente, bastaria lembrar apenas da última, pois a cada existência, todo o nosso histórico é atualizado.

Claro que antes existe uma infinidade de situações que diferem individualmente para cada Espírito. Cada um vai passar por determinados períodos de arrependimento, dor ou sofrimento, de acordo com a vida que levou antes de desencarnar. Para cada caso, há uma situação. Mas depois tudo se afunila, até que chega o momento de o Espírito reprogramar uma nova volta para a Terra. Uma nova encarnação.


É este projeto reencarnatório que vai determinar as condições que a próxima existência oferecerá para que o espírito, na forma humana, encontre maneiras de corrigir as ações mal sucedidas no passado.

Embora não haja imposições por parte das Leis Divinas, o próprio Espírito deseja resgatar o mais breve possível as suas pendências. Colocará variadas possibilidades e dificuldades, situações em que terá a oportunidade de lapidar a sua alma. E essas situações de dor, sofrimento ou dificuldades, é o que denominamos de Carma.

Dizemos que ninguém foge do próprio Carma. Isso é verdadeiro, pois ninguém foge de si mesmo. Então, para que possamos evoluir como seres de Luz, precisamos fazer os resgates. Como necessidade da própria alma, vamos encontrar os meios para fazê-los.

O Espírito só concluirá o aprendizado nesta Escola de Consciência, quando desencarnar e não deixar nenhum resgate pendente. Aí sim, não precisará mais voltar aqui. Passará a habitar mundos superiores.

Como a Terra está deixando de ser um Mundo de Provas e Expiações, evoluindo para um Mundo Regenerado, os remanescentes desta escola terrena, terão que completar as lições em outro lugar. Pelo que nos informam os Amparadores Espirituais, será em um Planeta ainda atrasado como era a Terra na época pré-histórica.

Este momento, também chamado de “Separação do joio e do trigo”, já está acontecendo. A maioria de nós está, provavelmente, na última encarnação na Terra.

O Bem e o Mal como os conhecemos, nada mais é que as condições que nós mesmos criamos para evoluir. Permanecer no mal, sempre acarreta em atraso evolutivo. Sempre trará Carma negativo para ser resgatado lá adiante.

Em resumo: Viemos a primeira vez na forma humana, ganhamos uma consciência que nos proporciona criar, agir e decidir pelo livre arbítrio, ou seja, pela vontade individual de cada um. Temos o poder de decidir sempre qual situação vamos criar. E temos dentro de nós a capacidade de antever os resultados também. Entretanto, quando optamos pelas vantagens pessoais, ou pela lei do menor esforço, situações que podem resultar em prejuízos para terceiros, criamos um Carma que exigirá resgate.

Tais resgates que nem sempre seria preciso fazê-los através da dor. Quando reconhecermos que somos merecedores de cada situação surgida no dia a dia, e tomarmos ciência que tal situação está proporcionando um reaprendizado, aceitando e fazendo o firme propósito de reajustar aquilo que foi feito errado antes, certamente, o peso do Carma vai diminuir até extinguir-se por completo. A isso chamamos de “pagar com o amor ao invés da dor”.

Os tipos de Carma.

Existem vários tipos de Carma:

Individual: quando é aplicado especificamente a uma pessoa. Por exemplo, no caso de uma doença.
É importante ressaltar que nem todo sofrimento ou acontecimento ruim é cármico, pois devido a nossa inconsciência podemos causar diretamente nosso próprio sofrimento. Ex: uma pessoa que atravessa uma rua sem a devida atenção e é atropelada.

Familiar: quando é aplicado de tal forma que afeta toda uma família. Por exemplo, no caso de se ter um membro da família que é viciado em drogas. Isto traz sofrimento para todos ao redor.

Regional: quando é aplicado em determinada região. Temos como exemplo as secas, enchentes ou outras adversidades climáticas que ocorrem em determinados lugares e regiões.

Nacional: é uma ampliação do carma regional. Temos o exemplo de países que são assolados pela guerra, ditaduras, misérias, desastres naturais, etc.

Mundial:
quando é aplicado a toda humanidade. Temos o exemplo das guerras mundiais e, atualmente, vemos a imensa degradação e a progressiva escassez dos recursos naturais, iminência de guerra nuclear, grandes desastres naturais, ameaças de epidemias, etc.

Neste momento não poderíamos deixar de alertar que estão ocorrendo grandes transformações em nosso mundo devido ao carma mundial que está em progresso.
Por isso é urgente que se pratique a morte psicológica, que se elimine o máximo possível dos defeitos psicológicos, que é o que nos torna desumanos, para não sucumbir juntamente com toda a humanidade ante o carma mundial.

Katância: é o carma mais rigoroso, que é aplicado aos Mestres, que apesar de suas inúmeras perfeições, podem cometer erros e ser penalizados.

Kamaduro: é o carma aplicado a erros graves, assassinatos, emboscadas, torturas, etc. Esse tipo de carma não é negociável e quando é aplicado vai inevitavelmente até as suas consequências finais.

Karmasaya:
esse carma também não é negociável e é aplicado quando a pessoa comete adultério.
Nas escrituras sagradas está escrito que “todo pecado será perdoado, menos os pecados contra o Espírito Santo”, e esse pecado é o adultério. Mas o que é considerado adultério perante a Justiça Divina?

Perante a Lei Divina quando duas pessoas se unem sexualmente elas estão casadas nos mundos internos (independente de serem casadas pelas leis físicas).
Portanto se a pessoa tem mais de um/uma parceiro sexual em um determinado espaço de tempo (menos de um ano), essa pessoa comete adultério e lança Carma sobre suas costas.

Mais ainda, quando duas pessoas se unem sexualmente, por estarem internamente casadas, seus Carmas se somam e tornam-se comum às duas pessoas.
E se uma dessas duas pessoas tiver outra relação sexual com uma terceira pessoa, essa última terá o Carma das três pessoas.
Sabendo disso podemos então fazer uma idéia de como é grave a situação cármica de toda a humanidade.

Se no prato da balança cósmica colocamos as boas obras e no outro as más, é evidente que o Carma dependerá de qual prato estará mais pesado. Todos somos grandes devedores, seja devido aos nossos atos nessa existência ou em outras passadas.
Por isso é urgente que mudemos nossa conduta diária.

Ao invés de protestarmos por estarmos em dificuldades, devemos sim procurar ajudar aos demais.
Ao invés de protestarmos por estarmos doentes, devemos dar medicamentos aos que não podem comprá-los, levar ao médico os que não podem ir, etc.
Ao invés de reclamarmos das pessoas que nos caluniam, devemos aprender a ver o ponto de visto alheio e abandonar de uma vez a calúnia, as intrigas, as reclamações, etc.

Nosso carma pode ser perdoado se eliminarmos a causa de nossos erros, de nossa ira, de nossa inveja, de nosso orgulho, etc.
A causa de nossos erros e, por conseguinte, de nosso sofrimento é o ego, nosso defeitos psicológicos..
O mundo seria um paraíso se as pessoas eliminassem de si mesma essas abominações inumanas.
Não é possível ter uma conduta reta se somos manipulados pelos defeitos psicológicos.

Conforme vamos eliminando nossos próprios defeitos o carma referente a tal ou qual defeito vai sendo perdoado. Isto é a misericórdia.

Nunca devemos protestar contra nossa situação cármica, pois isso só vem a agravá-la.
O Carma é um remédio que nos aplicam para que vejamos nossos maiores defeitos e que normalmente são a causa de nosso sofrimento.

8 lições dos Samurais para vida cotidiana



A cultura samurai influenciou a evolução do Japão como uma sociedade e, no século 20, se tornou referência mundial. O reconhecimento da fragilidade foi a filosofia mais empregada dos samurais.

No livro “Samurai Strategies” (“Estratégias Samurais”, em tradução livre), de Boye Lafayette, o autor explora algumas virtudes dos samurais que definiram seu modo de vida e como podemos aplicá-las em nossas próprias vidas. Confira 8 maneiras de inseri-las no seu cotidiano e ter uma vida mais saudável:

1.Honestidade

A honestidade é fundamental para relações interpessoais, de acordo com o Bushido, um código de conduta que preza pelos valores morais elevados. Por esse motivo, os samurais consideravam a honestidade como uma obrigação. “Eu não tenho poder divino, faço da honestidade meu poder divino” consta no “Credo do Samurai”.

2.Honra

Segundo a cultura, as decisões tomadas refletem quem você realmente é. Desse modo, a honra é fundamental e jamais deve ser abandonada. Todos os homens morrem, porém, o nome e o legado são eternos.

3.Disciplina

A disciplina é importante, pois é preciso saber entender os ensinamentos que são passados e respeitar seus superiores. As etapas de aprendizado são ouvir e refletir. Além disso, é necessário estar disposto a melhorar todos os dias para chegar o mais próximo da perfeição.

4.Benevolência

Pessoas dotadas de habilidades superiores devem usá-las para ajudar o próximo. Além de ajudar sempre que possível, é necessário ser cortês com os inimigos.
5.Dever

Um bom samurai realiza todos os seus deveres, assumindo todas as consequências de seus atos.

6.Autocontrole


O autocontrole é uma ferramenta fundamental de sucesso. Ele te deixará consciente e seguro de seus atos.

7.Prontidão

Estar preparado para qualquer adversidade é uma característica dos samurais. Saber fazer a leitura de uma determinada situação para depois encontrar uma resolução é o caminho para uma vida mais saudável.

8.Coragem


Para os samurais, o medo é uma forma de fracasso. Por isso, o indivíduo deve estar seguro e destemido para enfrentar qualquer situação.

Fonte

Jesus...Um Anunnaki?


O assunto de hoje, eu evitei por anos, desde que comecei a escrever sobre os Anunnaki. Na verdade, não fossem as insistentes perguntas, eu continuaria evitando! Até que no início de 2016, tomei fôlego e coragem e escrevi este artigo, que agora trago repaginado para o blog.

Certamente o mundo terá que mudar quando o conhecimento do passado se tornar tão propagado e consciente, que já não seja possível qualquer manipulação das massas.
Até lá, muitas questões ainda serão levantadas, pelo menos por quem já está por dentro da estória, ou melhor, História!

Agora sabemos através das tabuletas de argila, em especial o Enuma Elish, que data do séc. VII a. C., e é nomeado pelos estudiosos como O Mito da Criação, ou as 7 Tábuas da Criação, pois que em seu conteúdo, se revela uma cosmogonia completa do Sistema Solar, e a criação do homem na Terra, fatos conhecidos até então apenas na Bíblia, de forma resumida e com linguagem extremamente alegórica, quando finalmente em 1876, George Simth publicou a tradução do texto babilônico que fora descoberto em 1849, por Henry Layard, na Biblioteca de Assurbanipal, em Nínive, antiga capital da Assíria.


Há ainda o Atra Hasis, cuja cópia mais antiga, data de 1600 a.C., e o original sumério presume-se que esteja ligado à Eridu, a cidade mais antiga do Oriente Médio, e aí estamos falando de pelo menos 6.000 anos atrás!


O poema épico que leva o nome do herói que conta a estória, relata como os deuses criaram o homem, e como este foi designado para o trabalho, aliviando os deuses das tarefas que não queriam mais pra eles, e de como uma enorme enchente, destruiu quase toda a humanidade terrestre, revelando ao mundo não só um primeiro dilúvio, como também, um primeiro Noé! 

Aliás, Atra Hasis, conhecido como Ziusudra em Sumério, é o próprio Noé! 

Esse relato volta a aparecer no Épico de Gilgamesh, tanto em tabuletas de argila, como em relevos feitos em pedra e datados do séc. VIII a.C., onde o lendário rei de Uruk, conta sua aventura em busca da imortalidade, e seu encontro com Utnapishtim (novamente o mesmo Noé), que lhe conta como tudo aconteceu nos tempos antes do Dilúvio!


Vários foram os tradutores dos diversos textos, além desses acima mencionados, encontrados por toda a região da antiga mesopotâmia, e por mais que se relegue tudo à simples mitologia, que nada mais é que uma história muito antiga, que de tão antiga mais parece lenda, algo improvável de realmente ter acontecido, é impossível em algum momento da leitura não começar a se questionar se de repente tudo isso aconteceu de verdade, e se aconteceu de verdade, então quem eram esses deuses que vieram do céu para a terra?... De onde vieram?... E se esses textos estão contando uma história real, então a bíblia também está? E se o que está na bíblia em linguagem alegórica, é apenas um resumo desses textos muito mais antigos, então YHWH, o poderoso deus dos hebreus, não é o Criador de todo o Universo, mas sim um extraterrestre, vindo de um planeta longínquo, como propôs seriamente Zecharia Sitchin?... Ou seja: O Reino Celestial, o Céu, é um planeta?... Se os deuses do Velho Testamento, já sabe-se que são os Anunnaki, referidos no texto religioso como Nefilim, Elohim, Senhor, Adonai, Anjos... Então... E o Novo Testamento, e Jesus?... É um Anunnaki?... Ou é um Ser de Luz, vindo das Plêiades, ou qualquer outro lugar do Universo que não seja jamais relacionado aos belicosos, egóicos e amorais nibiruanos?...

São perguntas importantes, que exigem respostas com um mínimo de delicadeza, pois abalar a fé alheia, chega a ser pecado! Mas viver na ignorância da fé cega, para sempre, é como viver numa prisão de segurança máxima, você terá uma cama pra dormir, uma refeição, 1 hora de sol, e viverá isolado do mundo lá fora! Antes tarde do que nunca, a Verdade nos libertará.

Então vamos lá!

Pra começar, só posso falar assertivamente daquilo que com estudo pude discernir com clareza. Tudo o que for além disso, são conjecturas, suposições.
A primeira pergunta que se tem que fazer é: Jesus realmente existiu?... Porque há estudos sérios que apontam para a sua inexistência! Há livros, e há documentos que parecem provar por A + B que Jesus é uma estória politicamente armada para o domínio das massas. Há doutorados sobre isso!... Será que todas aquelas lindas e intensas palavras que crescemos lendo e ouvindo nas igrejas e em casa, foram escritas por um gênio das letras?... Será que toda aquela estória triste de traição, crucificação e morte, foram inventadas apenas para nos sentirmos culpados pelo sacrifício de alguém tão moralmente elevado, um Deus, que fez tudo o que fez, para salvar nossas pobres almas?...

Em contrapartida, há vestígios de alguém com o mesmo perfil e nome Jesus, na Índia! Mas a estória é de que não teria morrido, e sim partido praquela distante terra para continuar pregando, estudando, e morrer em paz... Há vestígios de Jesus, no Egito, na Grécia...Há livros apócrifos que afirmam que Jesus não morreu, e era casado com Maria Madalena, com quem teve filhos. Ou melhor: uma filha. E aí chegamos aos reis merovíngios, e toda uma dinastia de descendentes divinos, que podem estar reinando até hoje nos países europeus. E isso não é coisa do Dan Brown, e seu O Código Da Vinci! Há estudiosos sérios que corroboram a existência de Jesus, e traçam uma linha cronológica desde antes do seu nascimento até os dias de hoje.


Agora vamos supor que Jesus realmente existiu. E se existiu, existe até hoje, porque as escrituras afirmam veementemente que ele retornará no Fim dos Tempos!... A pergunta que me fazem constantemente é: Jesus é um Anunnaki?...

Lendo Zecharia Sitchin, que era judeu, e consequentemente avesso ao fator Jesus, como o Messias prometido, o vemos em vários momentos ligando a ponte entre Jesus e os Anunnaki, mas não afirmando nada categoricamente. Na verdade, ele deixa a brecha pra que cheguemos à nossa própria conclusão. Todos que leram seus livros, inevitavelmente ficaram com essa pergunta na cabeça! Eu fiquei com essa pergunta na cabeça!...

Há vários fatores que ligam Jesus aos Anunnaki, e inclusive à Enki, como por exemplo, o número 40, seu número sagrado (...40 dias e 40 noites no deserto, 40 dias após a ressurreição...), o peixe que é o símbolo do cristianismo, e é também o símbolo de Enki, ou Ea, "Aquele cuja casa é água"...

Há passagens nos evangelhos que fazem a conexão com os Anunnaki, em especial Enki, ainda mais clara! Como por exemplo em Mateus, se não me falha a memória.... "Por acaso não fui eu quem criou os seus corpos?"... "Cada fio de cabelo de suas cabeças, estão todos contados!" Numa alusão clara à experiência genética feita nos primórdios do tempo, e a absoluta ciência do código DNA trabalhando em nossos corpos exatamente como eles queriam. Em outra passagem, Jesus dá uma surra nos vendilhões do templo, dizendo: "Não façam da casa do meu Pai, um lugar de comércio!"... 

Naquela época o templo de Jerusalém, havia sido reconstruído por Herodes, Mas a base do templo antigo, havia sido construído por Salomão. O que era o templo, senão uma moradia, ou base, ou centro de controle dos Anunnaki? Em outra passagem: " E, o que jurar pelo templo, jura por ele e por aquele que nele habita; E, o que jurar pelo céu, jura pelo trono de Deus e por aquele que está assentado nele."

Se o templo era dos Anunnaki, então quem habitava em tempos remotos, naquele templo em especial, e quem era o Pai de Jesus?... Enlil?... Utu, neto de Enlil? Utu ou Shamash, o Deus Sol, comandava o espaçoporto no Sinai, e também o Centro de Controle da Missão, que após o Dilúvio havia sido transferido para o local onde hoje é conhecido como Jerusalém. Agora perceba a conexão entre Utu\Shamash, o Deus Sol, e Jesus!... Mitra, o Deus Sol persa, é relembrado no final de Dezembro no máximo até o dia 25 de Dezembro, que marca o solstício de inverno no hemisfério norte, e a festa é uma comemoração ao nascimento do Sol Invictus... Isso não quer dizer que Jesus nasceu nesse dia! Estudos apontam que não, e que foi apenas uma conveniência. Tudo combinadinho!... Enfim!...


Seja lá quem for o deus que habitava o templo que Jesus defendeu no chicote, o pai de Jesus era um Anunnaki! Não faz o menor sentido acreditar que Jesus, veio de algum Reino Celestial de Pura Luz Espiritual... Não veio. Não veio das Plêiades. Não veio de Andrômeda. Não veio de Vênus.

Mas como pode ser Jesus, filho de um Anunnaki? O que ele disse, não combina em nada com o que os Anunnaki falavam e faziam!... Vc pensa realmente assim?... Então não prestou atenção totalmente em tudo que Jesus disse. Não entendeu direito os Evangelhos, não entendeu direito o Velho Testamento, não entendeu mesmo os textos mesopotâmicos. e nunca leu os mandamentos egípcios de Thoth com atenção. Jesus não veio pregar a Paz e o Amor. Jesus veio para explicar a Lei de Moisés. Uma lei moral e cívica, passada ao profeta por um deus no alto de uma montanha, no Sinai. E sabemos que esse tal deus que guiava o povo hebreu durante o dia numa nuvem, durante a noite num pilar de fogo, era um Anunnaki! Quais são os mandamentos mais considerados por Jesus?... "Amai a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a ti mesmo." Ou seja: Respeite o Anunnaki, seu líder, e respeite seu próximo como gostaria que fosse respeitado. Não é uma lei religiosa, mística, espiritual, e profunda. Nunca foi.

Quem leu o Livro Perdido de Enki, vai querer imaginar que Jesus é um enviado do misterioso Galzu, o emissário do Criador de Tudo... Não gente. Não é. Deixem Galzu e o Criador de Tudo, de fora dessa estória!

Quando Jesus fala sobre o Reino de Deus, está falando de Nibiru, o planeta dos Anunnaki. Quando promete a Vida Eterna, está se referindo à Vida Longa que os Anunnaki têm, e se quiserem, podem dar aos escolhidos a dedo. Quando Jesus diz: " Na casa de meu Pai, há muitas moradas", não está se referindo ao Universo, mas à Nibiru, ou mesmo uma Nave gigantesca... Quando Jesus, diz: "Eu e o Pai somos Um. Quem vê a mim, vê o Pai", está querendo dizer que foi inseminado em Maria com características genéticas muito fortes, e portanto muito semelhante ao seu genitor. Isso se Jesus, não era apenas o veículo corporal de um deles que adormecido em uma câmara hiperbárica, emprestou seu "espírito", seu "ânima" ao filho clonado. Acredito muito nessa hipótese! Afinal de contas, o que são 33 anos terrestres para um Anunnaki?... 3 meses, 3 dias?...Tirou um cochilo e voltou para o velho corpo. Ou então quem sabe, abandonou o velho corpo desgastado pelos anos na Terra, e tomou o jovem e vigoroso corpo restaurado e modificado geneticamente com vida longa, para sempre! Por que não?... Nesse caso faz muito sentido, a frase "Eu e o Pai somos Um"!... ou " Quem vê a mim, vê o Pai"...

Religiões novas foram criadas tendo como base a fé em Jesus: o Islamismo, e mais recentemente, o Mormonismo. 

O Profeta Maomé acreditava em Jesus, e escreveu o Alcorão, ditado pelo Anjo Gabriel, aquele mesmo que anunciou à Maria, que ela teria um filho de Deus... Joseph Smith, além do anjo Moroni, viu Jesus e o Pai, pessoalmente! No livro de Mormon, Jesus depois de morto, e antes de ressuscitar, vai visitar os Nefitas na Mesoamérica, terra de Quetzacoaltl, que sabemos que é Thoth, o Ningishzidda, filho de Enki... Coincidência, não?...

Será que Jesus não seria o próprio Thoth, Ningishzidda, o filho mais sábio e preferido de Enki e seu auxiliar nas mais difíceis tarefas? Thoth era o único que circulava em paz entre os dois clãs Anunnaki. Não seria um plano de redenção para todos, terráqueos e nibiruanos? Um meio de trazer a paz entre os clãs, e evitar a destruição da humanidade terrestre?... 

Um verdadeiro sacrifício de sangue pelos "pecados" do mundo, pelo "pecado original" da experiência genética que contrariava as Leis da Viagem Espacial... Thoth nasceu na Terra, envelheceu antes de Enki... Tomar um novo corpo, seria providencial!.. Ah! E quem é afinal o Espírito Santo? Se Deus é uma Trindade: Pai, Filho, e Espírito Santo, quem são os três?... Enki (Pai), Ningishzidda (Filho), Ninhursarg (Espírito Santo)... É válido lembrar que Enlil também era denominado como o Espírito Santo!... A concepção da palavra espírito para os Anunnaki, é diferente da que usamos hoje. Para eles, espírito santo, é alguém justo, elevado, sábio, puro, e não alguém destituído de corpo material.

Ou Jesus seria apenas um plano de Enlil para o domínio terrestre?... Um plano de Enlil, ou qualquer um deles!?...

São muitas perguntas que vão ficar sem respostas. Dou-lhes sugestões! Dou-lhes o que pensar. Mas deixo uma afirmação:

De quem Jesus é filho, eu ainda não sei. Mas que é um Anunnaki, é! Ou melhor: veio através dos Anunnaki.

O próprio Chico Xavier fala que Jesus pediu um prazo para a humanidade terrestre evoluir e não se explodir, prometendo voltar com a galera toda, nossos "irmãos maiores", que são os responsáveis pelo nosso Sistema Solar... e quem é que dominou todo o sistema solar?... Os Anunnaki, por ordem de Anu!... Enfim!...

Aí vão ter diversas teorias, visões proféticas, canalizações espirituais, cada um dando a sua visão da história. Eu não acredito, nem desacredito. Na verdade, busco minhas próprias respostas. Há muitas dúvidas! Mas apenas uma certeza: Jesus, tenha existido, ou tenha sido inventado, está diretamente ligado aos Anunnaki. Todas as questões morais, espirituais que isso possa levantar, já é outro tema a ser discutido, e em outra ocasião.
Ah! Sim. Só pra deixar bem claro: Eu não estou querendo criar uma nova religião em cima dos Anunnaki. Na verdade, já era tempo de todas terem acabado. 

Mas da próxima vez que você abrir o Novo Testamento, e chegar naquela parte em que Jesus diz: "Sou rei, mas meu reino não é deste mundo", lembre-se: O regime monárquico foi estabelecido na Terra pelos Anunnaki, que vieram do 'reino celestial' de Nibiru, ou como queiram chamar o planeta onde o "Deus Pai" habita. E lembre-se também, que Jesus subiu ao "Céu", e está sentado à direita de Deus, o Pai, e de lá voltará para julgar os vivos e os mortos, e separar o joio do trigo. Algo que acredito que tenha muito mais a ver com os problemas entre eles, os Anunnaki, do que propriamente conosco. Mas as religiões nos fizeram acreditar que tinha a ver com a gente, e é por isso que o peso em nossos ombros é tão pesado de carregar... Porque não é nosso!

De qualquer forma, sempre é bom seguir o ótimo conselho que Jesus deu: Amai o próximo como a ti mesmo! Porque seguindo essa regra simples, encontraremos o caminho para a Paz Mundial.

E Deus criou o Homem à sua Imagem e Semelhança


Geralmente resumimos essa frase somente ao aspecto físico. Entendemos que fomos criados numa imagem parecida à dos Anunnaki, e pronto. Porém, o significado é mais amplo!

Na experiência que trouxe o Homo sapiens ao mundo, Enki, Ninhursarg, e Ningishzidda fizeram combinações explêndidas em nosso DNA! Há uma passagem nos textos das tabuletas de argila, referentes à criação de Adamu, onde Ninhursarg um pouco bêbada e alegre, filosofa: " Quão bom e quão mal, posso tornar o Homem?"...

Os Anunnaki nos fizeram iguais à eles em todos os aspectos, menos um... a longevidade. Não comemos da Árvore da Vida, portanto, a "Vida Eterna" dos deuses, não nos foi dada. Isso é uma coisa que teremos que conquistar! E não estamos muito longe disso. Nossa tecnologia e medicina avançam a passos largos. Os primeiros seres criados em laboratório, através da mixagem dos DNAs do Homo erectus e Anunnaki, eram criaturas robustas, próprias para o trabalho duro, porém já apresentavam inteligência e podiam articular palavras. Aposto muito que o tipo resultante da experiência, tenha sido o Neanderthal, ou similar, embora haja algumas divergências que precisam ser melhores investigadas.

Homem de Neanderthal
Depois foram aprimoradas com um upgrade libertino de Enki, que teve relações sexuais com duas fêmeas descendentes dos protótipos criados em laboratório, gerando um casal de crianças, que nasceram mais sofisticadas. Demos um salto enorme para o Homem de Cro-Magnon! 
Foi com mulheres nesse nível de evolução, que os Anunnaki começaram a se relacionar, e gerar filhos. É nessa fase que acontece a lenda dos "Anjos Caídos"...

Mulher Cro-Magnon
A partir daí, aconteceu outro upgrade na espécie humana terrestre, levando-nos ao nosso design atual! Enki também teve caso com uma mulher Cro-Magnon... Esse Enki, viu!...  Só não pegava a própria sombra porque não dava mesmo!...  E o filho gerado nessa relação, se tornou o Homem Moderno mais famoso da época, Noé, o herói do Dilúvio bíblico!
Homem Moderno
Mas desde o início, ainda lá no laboratório onde aconteceram as experiências genéticas, o Homem já tinha características fundamentais e inexoráveis que o aproximavam de seus criadores: A imagem físca, E a semelhança psicológica.
Sobre a semelhança física, podemos conferir em uma passagem do texto mesopotâmico sobre a criação do homem, onde vemos Enki observando os detalhes da criatura recém criada: "Suas orelhas tinham boa forma, não tinha os olhos obstruídos, seus membros eram adequados, formados como pernas na parte inferior e como mãos na parte superior. Não era peludo como os selvagens, seu cabelo era negro escuro. A pele lisa, lisa como a pele dos Anunnaki. Olharam sua parte íntima: sua forma era estranha, a parte dianteira estava envolta com uma pele. Diferentemente da parte íntima dos Anunnaki, havia uma pele pendurada na parte dianteira! Que o terrestre se distingua de nós, os Anunnaki, por essa pele! Assim disse Enki."
Essa pele pendurada na parte dianteira da 'parte íntima' do terrestre, era o prepúcio do pênis, comum à todos os homens da Terra, e retirado em ritual religioso pelo povo judeu. Um costume que veio da antiguidade e perdura até os dias atuais. Uma excelente e providencial medida higiênica para aquela época, e uma simbólica aproximação com o 'divino'.



Sabemos que o Homem foi criado para o trabalho escravo, para servir aos Anunnaki, em todo tipo de tarefa, porém, à medida que a história prossegue, e o terrestre passa da posição de escravo para a de coadjuvante na história do mundo, liderando povos e lutando em guerras ao lado dos deuses, pelos deuses, e depois por seus próprios interesses, o aspecto psicológico vai entrando em cena. Agora já é possível detectar o fator 'semelhança'. 


E assim como os Anunnaki, o Homem vai revelando o mesmo jeito de pensar, sentir, e agir. Assim como os Anunnaki, nós amamos, odiamos, rimos e choramos, sentimos dor física e angústia mental, sentimos desejo sexual, paixão, sofremos por amor, e nos alegramos com o sorriso de uma criança. Assim como nossos criadores, sentimos medo, coragem, ambição, ternura, planejamos e executamos um projeto, escolhemos o que nos parece ser o melhor caminho, tomamos decisões errando e acertando. Nós construímos e destruímos, somos engenhosos! E assim como eles, promovemos a guerra e a paz.

Em tudo, somos suas imagens e semelhanças! 

Que o Homem lembre que também é Deus! Se ainda não é, tornar-se-á. 
Para o bem e para o mal, cumpriremos o nosso papel cósmico.

Estamos começando uma aventura pelo Espaço. Com o tempo, conquistaremos mundos... Com o tempo, criaremos outros Seres à nossas imagens e semelhanças... E sim, nossos motivos serão tão egoístas como foram os dos Anunnaki... Afinal, "Deus escreve certo por linhas tortas", diz o ditado popular... 

Crescer, dói!... E o Futuro repetirá o Passado... É o processo evolutivo de esfera em esfera. A escada para o Céu.

A Torre de Babel, e a confusão das línguas


Uma das maiores questões sobre a Torre de Babel, é como "Deus" conseguiu confundir a língua dos homens, assim de repente de uma hora para a outra. Que poder é esse, capaz de uma proeza tão grande?

Calma! Não é bem assim! Vamos analisar o trecho bíblico em questão:

Gênesis, Capítulo 11
1. E era toda a terra de uma mesma língua e de uma mesma fala.
2. E aconteceu que, partindo eles do oriente, acharam um vale na terra de Sinar (Suméria); e habitaram ali.
3. E disseram uns aos outros:façamos tijolos e queimemo-los bem. E foi-lhes o tijolo por pedra, e o betume por cal.
4. E disseram: edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra.
5. Então desceu o SENHOR para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam;
6. E o SENHOR disse: Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer.
7. Desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua do outro.
8. Assim o SENHOR os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de edificar a cidade.
9. Por isso se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o SENHOR a língua de toda a terra, e dali os espalhou o SENHOR sobre a face de toda a terra.


Versículo 1: Toda a terra falava a mesma língua. Que língua?... A língua Suméria!

Versículo 2: Quem partiu do Oriente?... Foi Nabu filho de Marduk, um Anunnaki, com Sarpanit, uma terrestre, que formando um grande exército com seus aliados terrestres, invadiu um território da primeira região (todas as cidades-estado da Suméria), e começou a construir uma cidade, com propósitos estratégicos, a pedido de Marduk. A intenção era construir uma torre de lançamento de naves. A Torre de Babel, é isso! Uma torre de lançamento!

Versículo 5: Então desceu o Senhor para ver a cidade. Notem que a bíblia se refere à entidade que "desce para ver", de Senhor, e não de Deus... Quem é esse Senhor que desce?... É Enlil, o Senhor do Comando na Missão Terra. Por um acaso, a região invadida por Nabu, e Marduk, era território de Enlil. Isso foi uma afronta! Mas afronta ainda maior, foi Marduk querer ter sua própria torre de lançamento! Mas o pior de tudo mesmo, é que a torre estava sendo construída por humanos terrestres, não por humanos Anunnaki!... E acontece, que os humanos terrestres mal haviam saído das fraldas! Ainda estavam transitando entre o estágio Homem de Cro-Magnon, para o de Homem Moderno...

Versículo 6: Então o Senhor Enlil disse: Eis que o povo é um, e fala a mesma língua. E mal saíram do tubo de ensaio, e já estão construindo uma torre de lançamento de naves! Estão aprendendo todos os segredos de um empreendimento como esse! Quem segura essa turma depois?... Não têm maturidade suficiente para algo assim!... Ok! Eu dei uma inventada no que Enlil disse, mas não é difícil imaginar que disse tudo assim mesmo! É óbvio que uma raça recém criada, não tinha maturidade para a Era Espacial que só agora estamos alcançando! É o mesmo que passar um aluno do ensino fundamental, para o Doutorado!...

Versículo 7: Desçamos e confundamos a língua para que não se entendam mais. A intenção de Enlil foi clara e objetiva: Conter Marduk, claro, e atrasar o nosso passo!... O nosso passo não. O passo da humanidade terrestre naquele estágio de evolução.
E isso não aconteceu na mesma hora, nem no mesmo dia, nem do dia para a noite. Foi necessária a passagem de várias gerações, para que as pessoas fossem assimilando as novas e diferentes línguas que lhes foram ensinadas por Enki, e seu filho Ningishzidda, conhecido no Egito como Thoth, o deus do conhecimento e da sabedoria. Ao mesmo tempo que aprendiam as novas línguas, esqueciam a velha língua da Suméria, que ficou restrita para o território de Enlil e sua turma.

Versículo 8: E assim, o Senhor Enlil os espalhou dali por toda a face da Terra. Esse versículo traz um segredo e a chave para entender uma outra questão que nos intriga: As diferentes raças da Terra!... Acredito que a intervenção Anunnaki para conter os jovens humanos terrestres, não foi somente na língua falada, e escrita. E também não foi só uma separação geográfica para manter todo mundo afastado. Ouso sugerir que foi nessa fase da história do mundo, que se acentuaram as diferenças físico-psicológicas entre os terrestres. As cores, os biotipos, e o jeito de ver o mundo e a vida, se intensificaram, nos afastando uns dos outros como povos diferentes. Talvez tenham apenas separado os tipos que se assemelhavam e redistribuído pelos territórios, pois através dos textos, lá atrás no início das experiências genéticas, já fica evidente que nasceram dois tipos diferentes de pessoas, Adamu era vermelho de cabelo preto, e Ti-Amat era branca de cabelos loiros.

 Então a diversidade de biotipos vem desde o início das experiências há mais de 200 mil anos atrás! Mas provavelmente, na ocasião da Torre de Babel, houve mais alguma intervenção genética, ressaltando ainda mais nossas diferentes características físicas E psicológicas! Pequenos detalhes, muito pequenos mesmo, que nos separam até hoje! 

Na verdade até o conceito de "raças terrestres" está errado, pois somos verdadeiramente uma única raça planetária! Vivemos na ilusão da diferença!