quarta-feira, 15 de abril de 2015

Como Descobrir o Número IMEI de um Celular

Quem já não teve o dissabor de ter um celular ou mesmo tablet roubado nos dias de hoje? Ainda mais se voce vive no Rio de Janeiro, então já deve ter sido "contamplado" com esta triste - mas cada dia mais real - experiência.
Mas voce sabe pra que serve o IMEI

Os Números Seriais Eletrônicos foram criados para dar identificações únicas aos dispositivos móveis. IMEI significa: International Mobile Equipment Identity (Identificação Internacional de EquipamentoMóvel). 
 
O IMEI é um número de identificação que todo aparelho possui e que serve para que operadoras e fabricantes verifiquem as características de um celular. Essa identificação também é útil para resolver casos de roubo, perda e para receber os benefícios oferecidos pela garantia do fabricante.

Se um celular, iPad ou outro dispositivo móvel for roubado, as empresas em alguns países podem bloquear o IMEI para que o ladrão não possa usar o celular de forma alguma (não importa se o cartão SIM foi trocado ou não). Este é um número que você deve manter em um arquivo, em um local seguro, caso a necessidade chegue. \vejamos agora algumas formas de como fazer isso.

01.Discando um código universal 

Há uma forma eficaz que pode ser utilizada em qualquer telefone. Trata-se de um código universal que, quando inserido no aparelho, mostra automaticamente o IMEI na tela de qualquer celular.

  • Abra o discador de seu telefone;
  • Digite o seguinte código no teclado: *#06#;
  • Depois que você digitar o código, o número do IMEI será apresentado automaticamente na tela.O número IMEI surgirá em uma nova janela no aparelho. Anote o número e mantenha-o em um lugar seguro, pois não é possível simplesmente copiar e colar a partir da tela de seu celular.
Considere adicionar *#06# como um contato do seu telefone. Desta forma, você não tem que procurar por esse código de novo!

02.Usuários de iPhone

Verifique na parte traseira se tiver um iPhone 5 ou o primeiro iPhone. Os iPhone 5, 5C, 5S e o original possuem o número IMEI gravado em suas partes traseiras, na parte inferior. Caso precise de um número MEID, utilize o mesmo número, mas ignore o último dígito (IMEIs possuem 15 dígitos, enquanto os MEID possuem 14).
  • Todas as operadoras brasileiras utilizam números IMEI. Caso more em outro país e sua operadora utilize uma rede CDMA, o número utilizado será o MEID.
  • Se seu iPhone for de uma versão diferente, verifique os passos a seguir.

  • Verifique o espaço de inserção do cartão SIM (chip) de seu iPhone 3G, 3GS, 4 ou 4S. Verifique este guia para mais detalhes sobre como remover este dispositivo de armazenamento do cartão SIM no seu modelo em específico. O número IMEI/MEID estará impresso neste dispositivo. Caso seja necessário determinar o número MEID, basta ignorar o último dígito. 
  • Vá até as configurações do sistema e acesse “Geral”. Em seguida, toque na opção “Sobre”; 
  • Role a tela até chegar ao número IMEI do aparelho.
  • Perto do fim, você verá IMEI ou MEID, e à direita dele, um número de 14 ou 15 dígitos. Este é o seu IMEI/MEID. (Se você segurar este botão IMEI/MEID por alguns segundos, o número será copiado, e você pode colá-lo em qualquer outro aplicativo de texto ou mensageiro. Surgirá uma mensagem confirmando que o número foi copiado com sucesso.) 
  
Procure o número IMEI/MEID no iTunes. Caso seu iPhone não esteja ligando, você pode conectá-lo a um computador e procurar o IMEI/MEID pelo iTunes.
  • Conecte o iPhone ao seu computador e abra o iTunes.
  • Clique em "Número de Telefone", próximo à imagem do seu iPhone. Isto fará com que você navegue pelos números de identificação relacionados ao seu dispositivo.
  • Copie o número IMEI/MEID.
03.Usuários de Android

  • Vá até as configurações do sistema e acesse a opção “Sobre o dispositivo”. Em seguida, acesse “Status”;
  •  Role a tela até encontrar o número IMEI.
04.Descubra o número IMEI/MEID por meio do Google Dashboard (Painel do Google)

Esta é a central de controle do Google, que pode ser acessada de qualquer computador com um navegador web. Você terá de fazer login com a conta Google associada ao seu aparelho Android. 

  • Acesse o Google Dashboard e faça login na mesma conta do Google que está configurada em seu aparelho Android;
  • Clique em “Android” para abrir as informações dos aparelhos Android vinculados a essa conta do Google;
  •  Veja o IMEI do aparelho na lista de informações do dispositivo.
05.Código sob a bateria do aparelho

  • Desligue o celular e remova a bateria; 
  • Normalmente o número fica impresso em um adesivo, como mostrado na imagem abaixo. 
  • Ele deve ter 15 ou 17 dígitos, sem incluir algumas barras, e não deve conter nenhuma letra. Apenas os primeiros 15 dígitos são necessários. 

06.Códigos para telefones Motorola

Digite o código #*menu-> (jogo da velha, asterisco, menu e seta para direita); 
Tente não pausar ou demorar, senão terá que digitar desde o começo.
Em aparelhos com cartão SIM, siga até ID IMEI/SIM e pressione enter. Os primeiros 14 números do IMEI serão exibidos na tela, o décimo quinto é sempre zero. 
  • Para unidades mais antigas, sem cartão SIM: continue a pressionar a tecla até ver IMEI [0] na tela. Os primeiros sete dígitos serão exibidos. Anote-os, pois serão sempre disponibilizados apenas 7 dígitos de cada vez.
  • Aperte a tecla Menu e depois o botão Next para mostrar os próximos sete dígitos. O décimo-quinto e último dígito é quase sempre um 0.
07.IMEI na caixa do produto

Em caso de perda ou roubo, o usuário pode verificar o código de seu aparelho na caixa original do produto. 
  • Pegue a caixa do celular e localize a etiqueta com o código de barras. Normalmente é lá que fica localizado o IMEI, como mostrado na imagem abaixo da caixa do aparelho.

Dicas:

  • Anote e guarde seu IMEI antes que seu celular seja roubado ou perdido.
  • Se seu celular foi roubado, você pode ligar ou ir até o centro de serviço da sua operadora mais próximo e dar o número de IMEI para que a equipe bloqueie seu celular.
  • A maioria dos aparelhos pré-pagos ou fornecidos sem nenhum contrato na América não possuem um número IMEI. O mesmo vale para aparelhos descartáveis em países da Europa, Ásia e África.
  • Caso more na África do Sul, você é obrigado por lei a denunciar o ladrão ao seu serviço de telefonia e à polícia (seja a SAPS ou a Metro Police local). Ele será bloqueado em TODAS as redes para que não possa ser usado para atividades criminais. Se for recuperado, é possível removê-lo da lista de bloqueio, contanto que você tenha prova de que é o dono do aparelho. 
  • Alguns ladrões substituem os números IMEI dos celulares que roubam pelos IMEIs de outros dispositivos. Se você comprou o celular de alguém ou de algum lugar de baixa confiança, tente pesquisar se seu IMEI pertence ou não àquele modelo de celular.
  • Bloquear por IMEI um celular roubado ou perdido irá cortar todas as comunicações entre o seu celular e sua operadora, fazendo com que seja impossível recuperá-lo através de rastreamento. Faça isso apenas como última opção caso o aparelho contenha informações importantes. 
Fontes: Wikihow e Techtudo

terça-feira, 10 de março de 2015

USP comprova: Energia liberada pelas mãos tem o poder de curar


Um estudo desenvolvido recentemente pela USP (Universidade de São Paulo), em conjunto com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), comprova que a energia liberada pelas mãos tem o poder de curar qualquer tipo de mal estar. O trabalho foi elaborado devido às técnicas manuais já conhecidas na sociedade, caso do Johrei, utilizada pela igreja Messiânica do Brasil e ao mesmo tempo semelhante à de religiões como o espiritismo, que pratica o chamado “passe”. 
Todo o processo de desenvolvimento dessa pesquisa nasceu em 2000, como tema de mestrado do pesquisador Ricardo Monezi, na Faculdade de Medicina da USP. Ele teve a iniciativa de investigar quais seriam os possíveis efeitos da prática de imposição das mãos. “Este interesse veio de uma vivência própria, onde o Reiki (técnica) já havia me ajudado, na adolescência, a sair de uma crise de depressão”, afirmou Monezi, que hoje é pesquisador da Unifesp. 

Segundo o cientista, durante seu mestrado foram investigado os efeitos da imposição em camundongos, nos quais foi possível observar um notável ganho de potencial das células de defesa contra células que ficam os tumores. “Agora, no meu doutorado que está sendo finalizado na Unifesp, estudamos não apenas os efeitos fisiológicos, mas também os psicológicos”, completou. 

A constatação no estudo de que a imposição de mãos libera energia capaz de produzir bem-estar foi possível porque a ciência atual ainda não possui uma precisão exata sobre esse efeitos. “A ciência chama estas energias de ‘energias sutis’, e também considera que o espaço onde elas estão inseridas esteja próximo às frequências eletromagnéticas de baixo nível”, explicou. 

As sensações proporcionadas por essas práticas analisadas por Monezi foram a redução da percepção de tensão, do stress e de sintomas relacionados a ansiedade e depressão. “O interessante é que este tipo de imposição oferece a sensação de relaxamento e plenitude. E além de garantir mais energia e disposição.” 
Neste estudo do mestrado foram utilizados 60 ratos. Já no doutorado foram avaliados 44 idosos com queixas de stress.
O processo de desenvolvimento para realizar este doutorado foi finalizado no primeiro semestre deste ano. Mas a Unifesp está prestes a iniciar novas investigações a respeito dos efeitos do Reiki e práticas semelhantes a partir de abril do ano que vem.


Fonte: RAC

Cientistas comprovam a Reencarnação Humana!

(Nota do editor do Blog: o título da matéria em português não é fiel ao título original em inglês).

Desde que o mundo é mundo discutimos e tentamos descobrir o que existe além da morte. 

Desta vez a ciência quântica explica e comprova que existe sim vida (não física) após a morte de qualquer ser humano. 

Um livro intitulado “O biocentrismo: Como a vida e a consciência são as chaves para entender a natureza do Universo” “causou” na Internet, porque continha uma noção de que a vida não acaba quando o corpo morre e que pode durar para sempre. 

O autor desta publicação o cientista Dr. Robert Lanza, eleito o terceiro mais importante cientista vivo pelo NY Times, não tem dúvidas de que isso é possível. 

Além do tempo e do espaço Lanza é um especialista em medicina regenerativa e diretor científico da Advanced Cell Technology Company. No passado ficou conhecido por sua extensa pesquisa com células-tronco e também por várias experiências bem sucedidas sobre clonagem de espécies animais ameaçadas de extinção. 

Mas não há muito tempo, o cientista se envolveu com física, mecânica quântica e astrofísica. Esta mistura explosiva deu à luz a nova teoria do biocentrismo que vem pregando desde então. O biocentrismo ensina que a vida e a consciência são fundamentais para o universo.

É a consciência que cria o universo material e não o contrário. 


Lanza aponta para a estrutura do próprio universo e diz que as leis, forças e constantes variações do universo parecem ser afinadas para a vida, ou seja, a inteligência que existia antes importa muito. Ele também afirma que o espaço e o tempo não são objetos ou coisas mas sim ferramentas de nosso entendimento animal. 

Lanza diz que carregamos o espaço e o tempo em torno de nós “como tartarugas”, o que significa que quando a casca sai, espaço e tempo ainda existem.

A teoria sugere que a morte da consciência simplesmente não existe. Ele só existe como um pensamento porque as pessoas se identificam com o seu corpo. Eles acreditam que o corpo vai morrer mais cedo ou mais tarde, pensando que a sua consciência vai desaparecer também. Se o corpo gera a consciência então a consciência morre quando o corpo morre. Mas se o corpo recebe a consciência da mesma forma que uma caixa de tv a cabo recebe sinais de satélite então é claro que a consciência não termina com a morte do veículo físico. Na verdade a consciência existe fora das restrições de tempo e espaço. Ela é capaz de estar em qualquer lugar: no corpo humano e no exterior de si mesma. Em outras palavras é não-local, no mesmo sentido que os objetos quânticos são não-local.

Lanza também acredita que múltiplos universos podem existir simultaneamente. 


Em um universo o corpo pode estar morto e em outro continua a existir, absorvendo consciência que migraram para este universo. Isto significa que uma pessoa morta enquanto viaja através do mesmo túnel acaba não no inferno ou no céu, mas em um mundo semelhante a ele ou ela que foi habitado, mas desta vez vivo. E assim por diante, infinitamente, quase como um efeito cósmico vida após a morte.

Vários mundos
Não são apenas meros mortais que querem viver para sempre mas também alguns cientistas de renome têm a mesma opinião de Lanza. 


São os físicos e astrofísicos que tendem a concordar com a existência de mundos paralelos e que sugerem a possibilidade de múltiplos universos. 

Multiverso (multi-universo) é o conceito científico da teoria que eles defendem. Eles acreditam que não existem leis físicas que proibiriam a existência de mundos paralelos. 
O primeiro a falar sobre isto foi o escritor de ficção científica HG Wells em 1895 com o livro “The Door in the Wall“. Após 62 anos essa ideia foi desenvolvida pelo Dr. Hugh Everett em sua tese de pós-graduação na Universidade de Princeton. Basicamente postula que, em determinado momento o universo se divide em inúmeros casos semelhantes e no momento seguinte, esses universos “recém-nascidos” dividem-se de forma semelhante. Então em alguns desses mundos que podemos estar presentes, lendo este artigo em um universo e assistir TV em outro.

Na década de 1980 Andrei Linde cientista do Instituto de Física da Lebedev, desenvolveu a teoria de múltiplos universos. Agora como professor da Universidade de Stanford, Linde explicou: o espaço consiste em muitas esferas de insuflar que dão origem a esferas semelhantes, e aqueles, por sua vez, produzem esferas em números ainda maiores e assim por diante até o infinito. No universo eles são separados. Eles não estão cientes da existência do outro mas eles representam partes de um mesmo universo físico.

A física Laura Mersini Houghton da Universidade da Carolina do Norte com seus colegas argumentam: as anomalias do fundo do cosmos existem devido ao fato de que o nosso universo é influenciado por outros universos existentes nas proximidades e que buracos e falhas são um resultado direto de ataques contra nós por universos vizinhos. 


Alma
Assim, há abundância de lugares ou outros universos onde a nossa alma poderia migrar após a morte, de acordo com a teoria de neo biocentrismo.

Mas será que a alma existe? Existe alguma teoria científica da consciência que poderia acomodar tal afirmação? 


Segundo o Dr. Stuart Hameroff uma experiência de quase morte acontece quando a informação quântica que habita o sistema nervoso deixa o corpo e se dissipa no universo. 

Ao contrário do que defendem os materialistas, Dr. Hameroff oferece uma explicação alternativa da consciência que pode, talvez, apelar para a mente científica racional e intuições pessoais. 


A consciência reside, de acordo com Stuart e o físico britânico Sir Roger Penrose, nos microtúbulos das células cerebrais que são os sítios primários de processamento quântico. Após a morte esta informação é liberada de seu corpo, o que significa que a sua consciência vai com ele. 

Eles argumentaram que a nossa experiência da consciência é o resultado de efeitos da gravidade quântica nesses microtúbulos, uma teoria que eles batizaram Redução Objetiva Orquestrada. 

Consciência ou pelo menos proto consciência é teorizada por eles para ser uma propriedade fundamental do universo, presente até mesmo no primeiro momento do universo durante o Big Bang. “Em uma dessas experiências conscientes comprova-se que o proto esquema é uma propriedade básica da realidade física acessível a um processo quântico associado com atividade cerebral.” 

Nossas almas estão de fato construídas a partir da própria estrutura do universo e pode ter existido desde o início dos tempos. Nossos cérebros são apenas receptores e amplificadores para a proto-consciência que é intrínseca ao tecido do espaço-tempo. Então, há realmente uma parte de sua consciência que é não material e vai viver após a morte de seu corpo físico. 

Dr. Hameroff disse ao Canal Science através do documentário Wormhole: “Vamos dizer que o coração pare de bater, o sangue pare de fluir e os microtúbulos percam seu estado quântico. A informação quântica dentro dos microtúbulos não é destruída, não pode ser destruída, ele só distribui e se dissipa com o universo como um todo.” 

Robert Lanza acrescenta aqui que não só existem em um único universo, ela existe talvez, em outro universo. 

Se o paciente é ressuscitado, esta informação quântica pode voltar para os microtúbulos e o paciente diz: “Eu tive uma experiência de quase morte”.

Ele acrescenta: “Se ele não reviveu e o paciente morre é possível que esta informação quântica possa existir fora do corpo talvez indefinidamente, como uma alma.” 


Esta conta de consciência quântica explica coisas como experiências de quase morte, projeção astral, experiências fora do corpo e até mesmo a reencarnação sem a necessidade de recorrer a ideologia religiosa. A energia de sua consciência potencialmente é reciclada de volta em um corpo diferente em algum momento e nesse meio tempo ela existe fora do corpo físico em algum outro nível de realidade e possivelmente, em outro universo. 

E você o que acha? Concorda com Lanza? 
Grande abraço! 

Indicação: Pedro Lopes Martins
Fonte: Artigo publicado originalmente em inglês no site SPIRIT SCIENCE AND METAPHYSICS.

sábado, 7 de março de 2015

Instituto dos EUA divulga documentos sigilosos sobre esqueletos humanos gigantes


Uma decisão da Corte Suprema dos EUA pediu que o Instituto Smithsoniano tornasse públicos documentos do final do século XIX e início do XX relacionados à descoberta de esqueletos de humanos gigantes. Acredita-se que o Instituto tenha, inicialmente, ocultado e, depois, destruído os fósseis remanescentes desses seres, com a suposta finalidade de preservar a ideia convencional da evolução humana.

Os arquivos abertos mencionam a existência de antigos corpos humanos com mais de dois metros e meio de altura. Um dos textos, escrito em 1894 por pesquisadores da Oficina de Etnologia do Instituto Smithsoniano, descreve: 

“Debaixo de uma camada de conchas (...) descansando sobre a superfície natural da Terra, havia um grande esqueleto em posição horizontal em toda sua extensão (...). O comprimento da base do crânio aos ossos dos dedos dos pés era de dois metros e meio. É provável, portanto, que esse indivíduo, quando vivo, chegasse a quase 2,70 metros de altura”.

A respeito disso, as autoridades do Instituto negaram qualquer tipo de envolvimento com esses esqueletos, o que acabou gerando várias teorias conspiratórias, muitas das quais apontam para uma ocultação inescrupulosa da existência de seres humanos gigantes no passado de nossa civilização.

Fonte:Creer o reventar 

Estudo revela que os gatos são capazes de ver coisas invisíveis para os homens


Segundo um estudo recente, os gatos são capazes de ver coisas invisíveis ao olho humano. A explicação para essa visão superpoderosa estaria na quantidade de luz ultravioleta que esses felinos são capazes de absorver em seus olhos.

Isso foi concluído a partir do trabalho publicado pela revista especializada “Proceedings of the Royal Society B”, o qual afirma que os gatos, entre outros animais, como cães, ratos, ouriços e furões, podem ver níveis profundos de raios ultravioletas, uma forma de luz invisível para os seres humanos e essencial para a sobrevivência dessas espécies. “Há muitos exemplos de coisas que refletem os raios UV, as quais podem ser vistas por animais sensíveis a esses raios e não por seres humanos”, afirmou o coautor do estudo, Ronald Douglas. 

Os padrões que as flores possuem para indicar onde está o néctar, ou os rastros de urina, que ajudam um animal a encontrar sua presa, são alguns dos casos nos quais a possibilidade de ver a luz ultravioleta é indispensável. E é também a explicação de por que os gatos podem ver melhor no escuro, observando, por horas, a luz ultravioleta absorvida por objetos como folhas de papel, tecidos, detergentes, cosméticos e xampu.

Fonte: RT