sexta-feira, 6 de março de 2015

Flor com “pétalas de vidro” conquista fãs por ficar transparente ao ser molhada



A Diphylleia grayi é uma bela espécie de flor branca que fica transparente quando entra em contato com a água. 

Quando chove, os aglomerados das encantadoras flores, “magicamente” se transformam em brilhantes “flores de vidro”. Devido a este fenômeno incrível, a flor é comumente conhecida como a flor-esqueleto.

A planta cresce, geralmente, em úmidas montanhas arborizadas nas regiões mais frias do Japão e da China. É facilmente identificada por ter folhas grandes, em forma de guarda-chuva, que são cobertas com pequenos cachos de flores brancas peroladas.
 
 
Enquanto a planta é perene, e pode crescer até uma altura de 40 centímetros, as flores desabrocham a partir de meados da primavera e início do verão, em condições de sombra. Quando as pétalas destas flores são embebidas em água, elas lentamente começam a perder a pigmentação branca, ficando completamente transparentes ao longo do tempo. Quando secam, elas retornam à sua versão branca original.

Fonte: Jornal Ciencia

Conheça os deuses egípcios mais aterrorizantes


A mitologia egípcia é repleta de deuses das mais diversas características. Alguns deles, talvez menos conhecidos, por não serem os protagonistas das histórias mais comumente relatadas, são verdadeiramente assustadores. Segue abaixo uma breve lista das divindades egípcias mais amedrontadoras.

Mafdet: essa deusa, simbolizada por uma mulher com cabeça de gato, representava a justiça e as execuções. Com frequência, era retratada como um gato subindo em um carrasco, já que ela era invocada quando eram feitas as execuções dos inimigos do faraó.

Ammit: “O Devorador dos Mortos” era um demônio com cabeça de crocodilo, com parte superior do corpo de leão e inferior de hipopótamo. Se o coração de um morto pesava mais que as plumas da deusa Maat, símbolo da justiça e da verdade, ele era, então, considerado impuro, e Ammit o comia, transformando o defunto em um espírito vagabundo.

Shezmu: era o deus da execução, do sangue e do vinho: cortava a cabeça dos inimigos e a esmagava junto às uvas, para obter seu elixir. Com esse vinho, recebia os mortos no além.

Babi: representado por um macaco babuíno dotado de um falo enorme, era invocado para pedir fertilidade e uma boa vida sexual, embora de forma cuidadosa, já que ele costumava comer as entranhas das pessoas.

Menhit: deusa-gato, divindade da guerra, com tendência à agressão e ao assassinato. Seu nome pode significar “a degoladora”, “a que sacrifica” ou “a que massacra”.

Am-heh: deus do submundo egípcio, representado por um homem com cabeça de cão, que vivia em um lago de fogo, onde honrava o seu nome: “devorador de milhões”. Somente Atum, pai dos deuses, podia controlá-lo.

Fonte: Gizmodo

Buraco negro 12 bilhões de vezes maior que o Sol intriga cientistas


Astrônomos dizem ter descoberto um gigantesco buraco negro 12 bilhões de vezes maior que o Sol, mas seu tamanho desafia as teorias sobre como esses fenômenos cósmicos se expandem.
Segundo os cientistas, o novo buracro negro foi nomeado SDSS J0100+2802 se formou 900 milhões de anos após o "Big Bang", que teria dado origem ao universo.

Radiação energética

O extraordinário objeto se encontra no centro de um quasar, uma estrutura celeste que gera uma radiação energética um bilhão de vezes mais forte que o Sol.
O problema é que os astrônomos não conseguem explicar como um buraco negro desse tamanho se formou tão cedo na história cósmica, pouco depois do nascimento das estrelas e das galáxias.

A descoberta foi feita por uma equipe internacional de cientistas da Universidade de Pequim, da China, do Instituto Carnegie, dos Estados Unidos, e da Universidade Nacional da Austrália.


Fonte: UOL

Descobertos dois planetas maiores que a Terra no Sistema Solar

Órbitas estranhas observadas de alguns objetos transnetunianos podem estar sendo causadas pela ação da força gravitacional de pelo menos duas “super-Terras”, afirma estudo

RIO - Desde a descoberta do hoje planeta-anão Plutão, em 1930, os astrônomos se perguntam se outros corpos celestes de grandes dimensões estão escondidos para além da órbita de Netuno, atualmente considerado o último planeta do Sistema Solar. De lá para cá, eles encontraram diversos pequenos mundos nesta região do espaço, conhecida como Cinturão de Kuiper, mas nenhum deles, chamados coletivamente de “objetos transnetunianos”, era grande suficiente para se encaixar na posição do apelidado “Planeta X”. O maior deles, Sedna, descoberto em 2003, tem um diâmetro estimado em apenas mil quilômetros, ou menos de um terço do tamanho da nossa Lua.

Mas apesar de o suposto “Planeta X” ainda escapar de qualquer tentativa de detecção — levantamento feito pelo observatório espacial infravermelho Wise, da Nasa, já descartou a possibilidade de que algum gigante gasoso maior que Saturno esteja escondido na região —, as órbitas excêntricas do Sedna e alguns de seus irmãos transnetunianos mantêm acesa a suspeita sobre sua existência, pois a ação de sua gravidade é uma possível explicação para os estranhos caminhos que eles descrevem em torno do Sol.

Assim, cientistas da Universidade Complutense de Madri, na Espanha, e da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, apresentaram na semana passada cálculos que sugerem a possível presença de não só um, mas pelo menos dois planetas pouco maiores que a Terra, conhecidos como “super-Terras”, no Cinturão de Kuiper, respectivamente a distâncias de 30 bilhões e 37,5 bilhões de quilômetros do Sol. A título de comparação, a distância média de Netuno de nossa estrela é de cerca de 4,5 bilhões de quilômetros.

Para isso, os cientistas liderados por Carlos de la Fuente Marcos, da universidade espanhola, fizeram simulações levando em conta as órbitas do Sedna e de 12 outros objetos trasnetunianos com estranhos padrões de revolução em torno do Sol, aos quais nomearam coletivamente “objetos transnetunianos extremos” (Etnos, na sigla em inglês).

— Este excesso de objetos com parâmetros orbitais inesperados nos faz acreditar que algumas forças invisíveis estão alterando as órbitas dos Etnos e consideramos que a explicação mais provável é de que outros planetas desconhecidos existem além de Netuno e Plutão — diz Marcos, um dos autores de artigo sobre o estudo, aceito para publicação pelo periódico científico “Monthly Notices of the Royal Astronomical Society Letters”. — O número exato deles é incerto, considerando que os dados que temos são limitados, mas nossos cálculos sugerem que são pelo menos mais dois planetas, e provavelmente mais, dentro dos limites do Sistema Solar.

Esta, no entanto, não é a primeira vez que análises do tipo levantam esta possibilidade. Em 2012, o astrônomo brasileiro Rodney Gomes, do Observatório Nacional, apresentou durante reunião da Sociedade Americana de Astronomia cálculos que indicavam a possível presença de um planeta com cerca de quatro vezes o tamanho da Terra a uma distância de 225 bilhões de quilômetros do Sol para explicar o comportamento das órbitas de um número bem maior de objetos transnetunianos, 92 no total.

Tanto o caso de Gomes quanto o da equipe de Marcos, no entanto, esbarram em alguns problemas. Com a falta de evidências observacionais diretas dos supostos novos planetas do Sistema Solar, suas sugestões são feitas com base nos indícios indiretos da ação de sua força gravitacional, mas outros fenômenos também poderiam explicar as estranhas órbitas de alguns dos objetos transnetunianos. Além disso, principalmente no caso do estudo liderado pelo espanhol, a amostragem usada de Etnos é muito pequena, o que abre a possibilidade da excentricidade de suas órbitas ser uma simples coincidência.

Por fim, os atuais modelos de formação do Sistema Solar indicam não existirem outros planetas se movendo em órbitas estáveis quase circulares além de Netuno. Neste ponto, porém, observações recentes feitas pelo observatório Alma, localizado no Deserto do Atacama, no Chile, mostraram um disco de formação planetária em torno da estrela HL Tauri, mais jovem e mais maciça que o Sol, a mais de 15 bilhões de quilômetros dela, o que sugere que planetas podem mesmo se formar a grandes distâncias do centro de seus sistemas.

Segundo Marcos, nos próximos meses ele e sua equipe pretendem fazer mais simulações incluindo um número maior de objetos transnetunianos e caso seus cálculos continuem a implicar na presença de planetas maciços no Cinturão de Kuiper “isto pode revolucionar a astronomia”.

Fonte: O Globo

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Como a Inteligência Artificial poderia destruir a humanidade

Você já parou para pensar em como seria se o panorama de “O Exterminador do Futuro” realmente se concretizasse no futuro? Quando o primeiro filme da série foi lançado lá na década de 80, o estudo e desenvolvimento da inteligência artificial ainda estavam apenas engatinhando e, para a maioria das pessoas, essa questão de um dia convivermos com máquinas tão inteligentes — ou mais — do que os humanos não passava de ficção científica.

No entanto, de lá para cá as coisas mudaram — e avançaram — muito. Apesar de muitos cientistas estarem animados com o progresso nesse campo, algumas das mentes mais brilhantes que existem pelo mundo estão bastante preocupadas com o que o futuro nos reserva se o desenvolvimento da inteligência artificial sair de nosso controle.

Ashley Feinberg do portal Gizmodo reuniu as opiniões de alguns especialistas em tecnologia e inteligência artificial, e você pode conferir o que eles pensam — e preveem para o futuro da humanidade — a seguir:

1 – As máquinas tomarão os nossos empregos



Segundo Ashley, para Stuart Armstrong — filósofo e pesquisador do Instituto do Futuro da Humanidade da Universidade de Oxford —, o primeiro efeito devastador do domínio das máquinas sobre a humanidade seria o desaparecimento quase completo dos empregos.

Isso por que Armstrong imagina o seguinte panorama: pegue uma máquina tão inteligente como um ser humano e faça cem cópias dela. Depois, treine esses robôs em cem profissões diferentes e, então, faça outras cem cópias. Se continuarmos repetindo esse processo, o resultado serão milhões de trabalhadores altamente especializados, e a coisa se se tornaria ainda mais complicada se treinássemos essas máquinas com capacidades super-humanas.


2 – As máquinas vão se encher de nós



Considerando que o cenário anterior se concretize, existe uma grande probabilidade de que os humanos acabem se tornando obsoletos. De acordo com Daniel Dewey, colega de Armstrong em Oxford, provavelmente seria apenas uma questão de tempo até que as máquinas começassem a ver a humanidade como um obstáculo para o seu progresso.

Para explicar seu prognóstico, Daniel faz uma comparação entre humanos e chimpanzés, por exemplo, considerando a pequena diferença que existe entre a inteligência dos dois. Segundo ele, por mínima que pareça, essa sutil diferença resulta no predomínio de uma espécie sobre a outra — e se traduz em 7 bilhões de habitantes que dominam todo o planeta.

Assim, imagine que no futuro colônias de máquinas — supertreinadas e inteligentes — decidam desenvolver projetos que envolvam dilacerar a Terra ou tecnologias que contaminem o ambiente. Tal como os humanos fazem atualmente com tantas espécies de seres vivos que existem no planeta, pode acontecer de os robôs não levarem em consideração os nossos interesses e bem-estar. Sem falar que eles podem decidir que simplesmente seria mais fácil se livrar de todos nós e pronto.


Nota: No filme "Vingadores 2: A Era de Ultron" que será exibido ao final de Abril, veremos um exemplo claro disso.Clique aqui e descubra mais.Não deixe de assistir.
Cartaz promocional de Vingadores 2: A Era de Ultron
3 – Os humanos se tornarão completamente dependentes das máquinas



Segundo Ashley, quem propõe este cenário é Bill Joy, da Sun Microsystems, e, para ele, a humanidade pode facilmente cair em uma situação na qual se apoiará cada vez mais nas máquinas para tomar suas decisões.

Com isso, conforme as questões que nos afetam comecem a se tornar cada vez mais complexas — e as máquinas cada vez mais inteligentes —, a humanidade poderia caminhar para um futuro de extrema dependência a ponto de que não haver mais alternativa além de aceitar o que as máquinas decidirem simplesmente porque as soluções apresentadas por elas trarão melhores resultados do que as propostas pelos humanos.

O problema é que, eventualmente, essas questões se tornariam tão complexas que os homens seriam incapazes de tomar decisões de forma inteligente sozinhos, e, quando chegarmos a esse ponto, as máquinas terão tomado todo o controle. A humanidade teria se tornado tão dependente da inteligência artificial que simplesmente seria impossível se desligar dela. 


4 – As máquinas não serão tão espertas assim



De acordo com Ashley, o perigo com respeito à inteligência artificial pode não estar necessariamente relacionado com o objetivo deliberado de destruir a humanidade. Nesse sentido, Mark Bishop, professor de computação cognitiva da Universidade de Londres, se preocupa com o potencial emprego militar de sistemas de armas robóticas capazes de decidir quando iniciar um ataque sem que haja intervenção humana.

A inquietação de Bishop se refere ao fato de que atualmente esses sistemas não são especialmente inteligentes, e uma má decisão poderia facilmente gerar problemas que escalariam para situações com consequências potencialmente aterrorizantes. Portanto, não é difícil imaginar que, mesmo que as máquinas não cheguem a se tornar tão ou mais inteligentes do que os humanos, elas ainda podem representar uma ameaça existencial bastante real para a humanidade. 


5 – As máquinas simplesmente vão devorar a humanidade



Você deve estar por dentro dos últimos avanços no campo da nanotecnologia — e do desenvolvimento de maquininhas milhares de vezes menores do que um fio de cabelo, não é mesmo? Mas você sabia que existem cientistas tentando criar robozinhos autônomos que funcionariam através da geração de energia a partir do consumo de detritos dos campos de batalha, incluindo cadáveres humanos?

Então, já pensou se esses nanorrobôs descobrem uma forma de se replicarem sozinhos e começarem a consumir coisas indispensáveis para a nossa sobrevivência — como máquinas, edifícios, florestas etc. Pior ainda, já pensou se essas minimáquinas desenvolvem um apetite especial e insaciável por carne humana?

E você, caro leitor, o que acha dos prognósticos apresentados pelos especialistas? Em sua opinião, qual dos panoramas acima é o mais provável? Você tem alguma teoria diferente das que apresentamos? Ou você acredita que a humanidade não tem nada a temer? Não deixe de compartilhar as suas ideias conosco nos comentários!


Fonte: Megacurioso